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JJ1978
Mensagens : 8
Data de inscrição : 18/01/2020

Ou páro ou morro Empty Ou páro ou morro

em 18/1/2020, 13:56
Me chamo JJ, tenho 41 anos, sou casado. Vou contar um pouco da minha história para ver se consigo ajuda aqui, já que com minha psicóloga (e também já tentei com psicólogo) não consigo falar tão aberta e francamente.
Por volta dos 12 anos, eu ainda não tinha noção do que era S. e muito menos PMO. Eu era feliz naquela época. Porém, após a morte de um primo, meus tios e seu outro filho começaram a frequentar mais vezes a casa dos meus pais e até mesmo dormirem lá.
Esse meu primo, com mais ou menos 17 anos na época, se M na cama ao lado da minha, mas mesmo eu vendo o lençol se mexendo, não compreendia o que era aquilo. Mas as coisas pioraram e ele começou a fazer isso sem o lençol e me chamava para ficar parado ao lado dele. Tive minha primeira ereção em uma dessas ocasiões.
Um dia ele obrigou a toca-lo e após alguns segundos, senti que ejaculou (hoje sei que foi isso). Fiquei extremamente nervoso por achar que ele tinha urinado em mim e gritei para os meus pais (que não ouviram). Passamos muitos dias sem nada disso, até que em outra ocasião ele puxou assunto. Eu reclamei da urina e ele disse que não era. Falou que se eu quisesse, poderia tocar nos glúteos dele, etc. Eu me recusei e ameacei gritar novamente, foi o último contato com ele sobre S. Também foi o último contato meu sobre o assunto até os 15 anos mais ou menos.
Com o passar do tempo, as ideias de que eu era sujo, menos homem do que os outros meninos da minha idade, de que eu poderia ser gay por ter permitido que ele fizesse aquilo comigo só aumentaram.
Aos 15, mudou para a minha rua um menino mais "pra frente". Já de cara, com o nosso grupo de mais ou menos 8 garotos da mesma idade, ele propôs competição de M. Eu nunca tinha ejaculado, não tive coragem de participar, mas fiquei no local enquanto os outros faziam. Ainda associava a ejaculação à urina e confesso que não fazia ideia da diferença.
Meu primeiro contato com o pornô foi nessa época. Com a curiosidade aflorada e notando as minhas ereções como algo além de querer urinar, juntei minha mesada e comprei uma revista. Era um pornô leve, com desenhos ao invés de fotos. Foi a primeira vez que vi a penetração vaginal, anal, oral. E foi também quando descobri que o PMO me dava prazer.
Após essa revista, me afastei das rodas de masturbação. Eu me bastava. Porém aquilo começou a ficar sem graça após alguns meses. Eu precisava de mais, queria ver fotos reais. Então ganhei de um tio a primeira revista de nú feminino (não sei se pode ser gatilho para alguém, então não citarei nome, mas era aquela das coelhinhas). Mas ela também ficou "fraca" com o passar dos meses. A minha escalada crescente por pornografia mais pesada ficou angustiante. Não havia internet, a compra não era fácil, pois havia risco de ser descoberto, mas eu dava um jeito e comprava cada vez coisas mais sujas (e me sentia sujo também).
Nesse período, o terror de imaginar que eu era gay passou, pois tudo o que eu tinha acesso era hetero e me bastava.
Porém aquele vizinho começou a me procurar, talvez notando que eu era o único que ele não conhecia intimamente, sei lá. Numa tarde, sozinho em casa (no condomínio não havia muro), ele bateu na minha porta e falou que tinha algo a mostrar. Era um porno bi. Aquilo me causou angústia, medo, fiquei apavorado, pois me senti excitado e ele notou. O medo de ser gay voltou com tudo. Pedi então que ele saísse e na próxima M, após uns 3 dias, eu fantasiei usando aquela revista dele.
O tempo passou, fantasias agora envolviam homens e mulheres e aos 16-17 topei me M com ele. Foi bom na hora, mas o expulsei de casa segundos depois, pois me sentia imundo, podre por dentro. Continuei a me M, sem contato com ninguém, por aproximadamente um ano.
Após, me interessei por uma colega de escola e tive meu primeiro beijo. Foi mágico, pois me excitei absurdamente e isso me trazia a tranquilidade de que eu gostava de mulheres. Como eu era muito ingênuo (S para mim era só M), continuamos o "namoro" por alguns meses com beijos e carícias, mas sem nada além disso.
Alguns meses depois, tive minha primeira experiência S com uma funcionária dos meus pais, só que foi flagrada pela minha mãe. Fiquei alguns meses sem ao menos me tocar.
Nesse período, já no ensino médio, conheci a primeira mulher que posso dizer que amei. Tudo que acontecia com ela era muito bom, os papos, as carícias, os telefonemas de horas... Mas eu tinha medo de chegar a hora do S e chegou. Ela já tinha tido experiência e eu, somente as experiências tortas que relatei. Mas a ereção foi pela metade no grande dia, me senti um lixo.
Depois de alguns meses terminamos. Voltei a entender S como prazer individual e já com o início da internet de banda larga, as coisas pioraram.
Cheguei a ficar 3 a 4 anos sem S com mulheres, mas não conseguia passar 3 horas sem M.
O que antes era apenas desenho de pessoas, passou por S em grupo, S entre H, S entre M, zoo, eu abria 10, 15 páginas ao mesmo tempo, exceto crianças (graças a Deus nunca tive interesse nesse sentido), tudo me excitava.
Comecei a ter vontade de morrer nessa época. Comecei a não mais tomar banho, deixei de fazer natação e musculação que eu gostava (aos 15 eu tinha porte atlético e aos 18 eu era obeso). Comia mal, não dormia, procrastinação era meu sobrenome. Nesse período, o medo de ser gay se tornou um pavor. Eu amava mulheres, desejava do fundo do coração casar com uma, ter filhos, sentar abraçado na varanda no final do dia, mas quem iria querer um cara sujo, que só tinha ereção completa vendo porno?
Entrei na faculdade, tive pequenos casos, com sexo a contento, mas alguns anos depois, conheci o amor da minha vida. A mulher que até hoje me faz suspirar e que se tornaria minha esposa e mãe dos meus filhos.
Mas antes de ter contato com ela, numa festa de faculdade tive o desprazer de ter a primeira experiência sexual com homem. Foi o pior dia da minha vida. Não sou gay, não me vejo em hipótese alguma tendo um relacionamento amoroso com outro homem, tenho forte atração por mulheres. Dias após, tomei vários comprimidos tentando morrer. Fui internado, passei meses em tratamento e após a diminuição dos sintomas da depressão, voltei a estudar e retomei o contato com ela.
Namoramos, casamos, aprendemos a dar prazer um ao outro, mas chagando aos dias atuais, permaneço PRECISANDO do PMO diariamente. Consigo ejacular durante o S com ele em 3 de 10 tentativas. Nas demais, preciso terminar com M. E me sinto um lixo por isso. Já cheguei ao cúmulo de só conseguir terminar ao fantasiar outras pessoas no quarto nos olhando.
Na vida sou procrastinador, o medo de ser gay permanece a cada ereção que ocorre ao ver um pornô em que existe sexo gay, sou depressivo, ansioso, tenho crises de pânico frequentes e o medo de perder o amor da minha vida e mãe dos meus filhos por não ser homem o suficiente para ela me apavora, sou profissionalmente bem sucedido, mas noto que até isso está diminuindo em qualidade, sair para praticar atividade física (uma mísera caminhada) é um esforço enorme e muitas vezes mesmo saindo, acho desculpa para me trancar em casa.
Há dois anos faço psicoterapia. A psicóloga me ajudou muito em vários aspectos da minha vida, me ensinou exercícios para driblar as crises de ansiedade ou panico, fez reduzir em 90% a ideação suicida, mas não consigo (e tenho certo comigo que não vou conseguir fazer isso com nenhum profissional que esteja na minha frente) falar sobre essa angústia que me acompanha.
Após a fala da minha esposa de que "quer aprender como me dar prazer e que acha que não é boa o suficiente para mim quando vê me M" me fez procurar na internet alguma ajuda e encontrar este site.
Quero me ver livre dessa sujeira toda que me destrói e não sei nem por onde começar.
Instalei os bloqueadores, mas o medo de não conseguir driblá-los ainda não me permitiu ativá-los. A todo momento vem na minha cabeça a ideia se que vou conseguir sem eles, mas sei que não vou.
Vou instalar agora o contador. Já dois dias estou me esquivando da tentação de abrir um site porno. Já fiquei algumas semanas e recai, mas sempre tentei de forma errada, a contar com os relatos que vi aqui, com a leitura do material introdutório: tentava ver e parar antes de ejacular, tentava ver apenas material "normal", tentava me M sem ver nada, mas fantasiando as situações. Após ter contato com esse site, vi que estava no caminho errado.
Me ajudem por favor, tenho medo de que tudo isso me faça perder de vez a vontade de viver ou, pior, de estar vivo mas sem a mulher que eu amo.

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JJ1978
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Data de inscrição : 18/01/2020

Ou páro ou morro Empty Re: Ou páro ou morro

em 18/1/2020, 14:42
Acabei de instalar o contador. Fiquei feliz ao ver que desde ontem não recorro ao PMO. Vamos seguindo.

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Jack.
Jack.
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Data de inscrição : 22/10/2019

Ou páro ou morro Empty Re: Ou páro ou morro

em 18/1/2020, 17:14
JJ1978 escreveu:Me chamo JJ, tenho 41 anos, sou casado. Vou contar um pouco da minha história para ver se consigo ajuda aqui, já que com minha psicóloga (e também já tentei com psicólogo) não consigo falar tão aberta e francamente.
Por volta dos 12 anos, eu ainda não tinha noção do que era S. e muito menos PMO. Eu era feliz naquela época. Porém, após a morte de um primo, meus tios e seu outro filho começaram a frequentar mais vezes a casa dos meus pais e até mesmo dormirem lá.
Esse meu primo, com mais ou menos 17 anos na época, se M na cama ao lado da minha, mas mesmo eu vendo o lençol se mexendo, não compreendia o que era aquilo. Mas as coisas pioraram e ele começou a fazer isso sem o lençol e me chamava para ficar parado ao lado dele. Tive minha primeira ereção em uma dessas ocasiões.
Um dia ele obrigou a toca-lo e após alguns segundos, senti que ejaculou (hoje sei que foi isso). Fiquei extremamente nervoso por achar que ele tinha urinado em mim e gritei para os meus pais (que não ouviram). Passamos muitos dias sem nada disso, até que em outra ocasião ele puxou assunto. Eu reclamei da urina e ele disse que não era. Falou que se eu quisesse, poderia tocar nos glúteos dele, etc. Eu me recusei e ameacei gritar novamente, foi o último contato com ele sobre S. Também foi o último contato meu sobre o assunto até os 15 anos mais ou menos.
Com o passar do tempo, as ideias de que eu era sujo, menos homem do que os outros meninos da minha idade, de que eu poderia ser gay por ter permitido que ele fizesse aquilo comigo só aumentaram.
Aos 15, mudou para a minha rua um menino mais "pra frente". Já de cara, com o nosso grupo de mais ou menos 8 garotos da mesma idade, ele propôs competição de M. Eu nunca tinha ejaculado, não tive coragem de participar, mas fiquei no local enquanto os outros faziam. Ainda associava a ejaculação à urina e confesso que não fazia ideia da diferença.
Meu primeiro contato com o pornô foi nessa época. Com a curiosidade aflorada e notando as minhas ereções como algo além de querer urinar, juntei minha mesada e comprei uma revista. Era um pornô leve, com desenhos ao invés de fotos. Foi a primeira vez que vi a penetração vaginal, anal, oral. E foi também quando descobri que o PMO me dava prazer.
Após essa revista, me afastei das rodas de masturbação. Eu me bastava. Porém aquilo começou a ficar sem graça após alguns meses. Eu precisava de mais, queria ver fotos reais. Então ganhei de um tio a primeira revista de nú feminino (não sei se pode ser gatilho para alguém, então não citarei nome, mas era aquela das coelhinhas). Mas ela também ficou "fraca" com o passar dos meses. A minha escalada crescente por pornografia mais pesada ficou angustiante. Não havia internet, a compra não era fácil, pois havia risco de ser descoberto, mas eu dava um jeito e comprava cada vez coisas mais sujas (e me sentia sujo também).
Nesse período, o terror de imaginar que eu era gay passou, pois tudo o que eu tinha acesso era hetero e me bastava.
Porém aquele vizinho começou a me procurar, talvez notando que eu era o único que ele não conhecia intimamente, sei lá. Numa tarde, sozinho em casa (no condomínio não havia muro), ele bateu na minha porta e falou que tinha algo a mostrar. Era um porno bi. Aquilo me causou angústia, medo, fiquei apavorado, pois me senti excitado e ele notou. O medo de ser gay voltou com tudo. Pedi então que ele saísse e na próxima M, após uns 3 dias, eu fantasiei usando aquela revista dele.
O tempo passou, fantasias agora envolviam homens e mulheres e aos 16-17 topei me M com ele. Foi bom na hora, mas o expulsei de casa segundos depois, pois me sentia imundo, podre por dentro. Continuei a me M, sem contato com ninguém, por aproximadamente um ano.
Após, me interessei por uma colega de escola e tive meu primeiro beijo. Foi mágico, pois me excitei absurdamente e isso me trazia a tranquilidade de que eu gostava de mulheres. Como eu era muito ingênuo (S para mim era só M), continuamos o "namoro" por alguns meses com beijos e carícias, mas sem nada além disso.
Alguns meses depois, tive minha primeira experiência S com uma funcionária dos meus pais, só que foi flagrada pela minha mãe. Fiquei alguns meses sem ao menos me tocar.
Nesse período, já no ensino médio, conheci a primeira mulher que posso dizer que amei. Tudo que acontecia com ela era muito bom, os papos, as carícias, os telefonemas de horas... Mas eu tinha medo de chegar a hora do S e chegou. Ela já tinha tido experiência e eu, somente as experiências tortas que relatei. Mas a ereção foi pela metade no grande dia, me senti um lixo.
Depois de alguns meses terminamos. Voltei a entender S como prazer individual e já com o início da internet de banda larga, as coisas pioraram.
Cheguei a ficar 3 a 4 anos sem S com mulheres, mas não conseguia passar 3 horas sem M.
O que antes era apenas desenho de pessoas, passou por S em grupo, S entre H, S entre M, zoo, eu abria 10, 15 páginas ao mesmo tempo, exceto crianças (graças a Deus nunca tive interesse nesse sentido), tudo me excitava.
Comecei a ter vontade de morrer nessa época. Comecei a não mais tomar banho, deixei de fazer natação e musculação que eu gostava (aos 15 eu tinha porte atlético e aos 18 eu era obeso). Comia mal, não dormia, procrastinação era meu sobrenome. Nesse período, o medo de ser gay se tornou um pavor. Eu amava mulheres, desejava do fundo do coração casar com uma, ter filhos, sentar abraçado na varanda no final do dia, mas quem iria querer um cara sujo, que só tinha ereção completa vendo porno?
Entrei na faculdade, tive pequenos casos, com sexo a contento, mas alguns anos depois, conheci o amor da minha vida. A mulher que até hoje me faz suspirar e que se tornaria minha esposa e mãe dos meus filhos.
Mas antes de ter contato com ela, numa festa de faculdade tive o desprazer de ter a primeira experiência sexual com homem. Foi o pior dia da minha vida. Não sou gay, não me vejo em hipótese alguma tendo um relacionamento amoroso com outro homem, tenho forte atração por mulheres. Dias após, tomei vários comprimidos tentando morrer. Fui internado, passei meses em tratamento e após a diminuição dos sintomas da depressão, voltei a estudar e retomei o contato com ela.
Namoramos, casamos, aprendemos a dar prazer um ao outro, mas chagando aos dias atuais, permaneço PRECISANDO do PMO diariamente. Consigo ejacular durante o S com ele em 3 de 10 tentativas. Nas demais, preciso terminar com M. E me sinto um lixo por isso. Já cheguei ao cúmulo de só conseguir terminar ao fantasiar outras pessoas no quarto nos olhando.
Na vida sou procrastinador, o medo de ser gay permanece a cada ereção que ocorre ao ver um pornô em que existe sexo gay, sou depressivo, ansioso, tenho crises de pânico frequentes e o medo de perder o amor da minha vida e mãe dos meus filhos por não ser homem o suficiente para ela me apavora, sou profissionalmente bem sucedido, mas noto que até isso está diminuindo em qualidade, sair para praticar atividade física (uma mísera caminhada) é um esforço enorme e muitas vezes mesmo saindo, acho desculpa para me trancar em casa.
Há dois anos faço psicoterapia. A psicóloga me ajudou muito em vários aspectos da minha vida, me ensinou exercícios para driblar as crises de ansiedade ou panico, fez reduzir em 90% a ideação suicida, mas não consigo (e tenho certo comigo que não vou conseguir fazer isso com nenhum profissional que esteja na minha frente) falar sobre essa angústia que me acompanha.
Após a fala da minha esposa de que "quer aprender como me dar prazer e que acha que não é boa o suficiente para mim quando vê me M" me fez procurar na internet alguma ajuda e encontrar este site.
Quero me ver livre dessa sujeira toda que me destrói e não sei nem por onde começar.
Instalei os bloqueadores, mas o medo de não conseguir driblá-los ainda não me permitiu ativá-los. A todo momento vem na minha cabeça a ideia se que vou conseguir sem eles, mas sei que não vou.
Vou instalar agora o contador. Já dois dias estou me esquivando da tentação de abrir um site porno. Já fiquei algumas semanas e recai, mas sempre tentei de forma errada, a contar com os relatos que vi aqui, com a leitura do material introdutório: tentava ver e parar antes de ejacular, tentava ver apenas material "normal", tentava me M sem ver nada, mas fantasiando as situações. Após ter contato com esse site, vi que estava no caminho errado.
Me ajudem por favor, tenho medo de que tudo isso me faça perder de vez a vontade de viver ou, pior, de estar vivo mas sem a mulher que eu amo.


Boa tarde JJ1978!
Seja bem vindo... Seu primeiro passo foi dado, reconhecendo o vicio, e compreendendo a necessidade de parar. "Consigo ejacular durante o S com ele em 3 de 10 tentativas. Nas demais, preciso terminar com M. E me sinto um lixo por isso. Já cheguei ao cúmulo de só conseguir terminar ao fantasiar outras pessoas no quarto nos olhando."Tbm tenho ejaculação retardada devido aos 40 anos de PMO, e sei o quanto é horrivel 10, 15, 20 minutos e nada, ja fingi ejaculação varias vezes usando camisinha e depois qdo sozinho tinha que me masturbar, mas posso te dizer que isso tem solução se afastar da PMO, eu senti isso quando fiquei um tempo sem. Quanto as fantasias, tbm tive que recorer a isso pq não ejaculava, mas por experiencia digo que tem solução se afastando. Boa sorte pra vc!
Juntos nessa luta. ABRAÇO!!!

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Diário study JACK.
Suba o primeiro degrau com fé. Não é necessário que você
veja toda a escada. Apenas dê o primeiro passo.

Martin Luther King
M.V
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Ou páro ou morro Empty Re: Ou páro ou morro

em 18/1/2020, 17:54
Ola camarada!

Seja bem vindo.


Escale a montanha do reboot, despressurize sua mente da PMO. Tenha um propósito de vida e use o reboot como ferramenta a fim de conquista-lo.

Abçs.

Sucesso

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Montanha reboot escalada a partir de Sab 26 Out /2019 - 11:30:
1 montanha (90 dias)

" A PORNOGRAFIA MATA O AMOR" ... (ANTONIO71)

"DESPRESSURIZE SUA MENTE DO PRAZER ENGANOSO DA PMO"

..."É MELHOR SER ESCRAVO DOS BLOQUEADORES QUE SER ESCRAVO DA PORNOGRAFIA"... (PROJETO, TOGURO)

ABÇS E SUCESSO NESSA JORNADA!!!

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JJ1978
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Ou páro ou morro Empty Re: Ou páro ou morro

em 19/1/2020, 12:59
Obrigado pelas palavras Jack e MV. É bom saber que não estou sozinho.

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JJ1978
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Ou páro ou morro Empty Re: Ou páro ou morro

em 21/1/2020, 12:57
Já consigo ver alguns resultados práticos de ter interrompido a PMO há uns dias: a procrastinação diminuiu sensivelmente e meu ânimo aumentou. Agora experimentei algo que nunca tinha experimentado: consegui ejacular durante o sexo com camisinha e sem NENHUMA fantasia na cabeça. Estou muito feliz!

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Ou páro ou morro Empty Re: Ou páro ou morro

em 21/1/2020, 14:35
Blz JJ1978?

Em relação ao que você disse sobre a procrastinação, também senti essa melhora. Já acordo com vontade de fazer algo hehe. Continue na caminhada que você vai ter a sensação de ejacular no sexo sem nenhuma fantasia várias e várias vezes.

Abraço

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Meu diário:

http://www.comoparar.com/t10058-diario-do-firme-forte

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Ou páro ou morro Empty Inicio no fórum

em 21/1/2020, 14:40
Oi, JJ1978 !

Que bom que você chegou! Seja muito bem-vindo ao Fórum "Como Parar". Aqui, ao mesmo tempo em que construímos um novo caminho por meio do Projeto Revert, também construímos uma família. Por isso, desejamos que você se sinta bem entre nós, ao mesmo tempo que encontre oportunidades e condições para aprender e crescer.

Confira algumas orientações, caso já esteja adotando algumas delas, parabéns!


  • Antes de mais nada, leia nossas Regras de Participação, Orientações Básicas e Proibições.

  • Veja como gerenciar seu diário em Como criar um diário no Fórum.

  • Faça o download do Guia Introdutório - Vício em Pornografia, Como Parar?" Guia Introdutório ou adquira o Curso Online Programa Revert (Super Recomendado). Leia o Guia Introdutório na íntegra, se possível aprofunde-se com o curso online Programa Revert para extirpar definitivamente a pornografia em sua vida por meio do método "Como Parar".

  • Instale os bloqueadores no seu computador: Configuração do Clean Browsing e Bloqueamento via Hosts / Inter App Control Pro (Super Recomendado. É pago, a licença vitalícia custa R$ 89) / Blok Supreme (Super Recomendado. É pago, custa em torno de R$ 30 - R$40) / Download do Qustodio (Versão gratuita já ajuda bastante e você também pode utilizar uma versão mobile). Para maiores informações e/ou encontrar outras opções acesse a Seção Ferramentas e Bloqueadores.

  • Proteja seus dispositivos digitais. Exclua seus navegadores convencionais e instale o Kids Safe Browser ou Mobicip ou ainda Spin. Além disso, instale o NetAngel para restrições e bloqueios em geral, bem como o AppLock que pode ser utilizado para bloquear o serviço de distribuição de aplicativos, as configurações do smarthpone, dentre outras coisas. Para maiores informações e/ou encontrar outras opções para Android, iOS ou Windows Phone acesse a Seção Ferramentas e Bloqueadores.

  • Instale um contador de dias. Tutorial Contador de Dias (O contador ajuda a te situar melhor durante esse processo, bem como na motivação).

  • Embora o foco do site seja se livrar do vício em pornografia, avalie também a necessidade de reduzir, ou em alguns casos o melhor seria extirpar mesmo, outros vícios da sua vida, pois poderão interferir de alguma forma em seu experimento, como masturbação, álcool, drogas lícitas e ilícitas, games, comidas e outros.

  • Jamais ignore as atividades de substituição ao vício ou religação, pois essas atividades concedem dopamina de forma natural ao seu corpo. Procure fazer uma ou mais atividades, tais como: socialização, trabalho voluntário, trabalho manual prazeroso, leitura de livros, mindfulness, meditação, yoga, musculação, natação, ciclismo, pilates, hidroginástica, crossfit, boxe, lutas diversas, dança, caminhada, corrida, zumba, voleibol, futebol e muitas outras. Não foque muito em quantidade, mas na qualidade. Para isso, identifique quais são as atividades nas quais ocorre a maior descarga de dopamina. Perceba como se sente após o término da atividade.

  • Não desperdice o seu tempo em redes sociais, pois muitas delas atuam como verdadeiras "playboys digitais', tais como: facebook, instagram, twitter, pinterest e outras. Sendo assim, essas ferramentas digitais acabam mais prejudicando do que ajudando no seu experimento. Isso é válido para chats em geral também. Além disso, reduza o seu tempo conectado à internet, seja no computador ou outros dispositivos. Seja focado e seletivo quando estiver conectado, evite a navegação a esmo.

  • Não abandone o fórum, atualize constantemente o seu diário. Certifique-se de ter relatado toda a sua história de envolvimento com a PMO, para que, assim, possamos ajudá-lo(a) da melhor forma. Iremos empenhar todos os nossos esforços para te assistir, e sempre que puder ajude outros aqui também.

Um forte abraço!

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"Abençoado é aquele que resiste a tentação, pelo julgamento ele recebera a coroa da vida"  

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