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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 41 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 21/8/2019, 22:35
Eai justiceiro, também sou baiano mano.. cara me desculpe ser invasivo mas pelo que vi vc ta a quase 300 dias de nofap né. E vejo muitos relatos seus de polução noturna e referente a ''tal foto'', mano pelo que estou vendo vc tá praticamente praticando o celibato, e sei lá cara, acho que a proposta do reboot é justamente voltar a socializar, seja com amigos ou mulheres, e vejo que vc fica muito se criticando por ter pensamentos ''impuros'' ao ver suas colegas de trabalho, mas acho que se vc não tem interesse em se tornar padre não tem porquê vc ficar se culpando por basicamente desejar uma mulher. Sei que não é fácil e tbm meio ruim a cidade onde vc mora, mas talvez já esteja na hora de dar um passo a mais no seu projeto de reboot, ou até msm a ajuda de um profissional para poder te orientar a eliminar esse ''fantasma'' de sua vida. Bom, espero ter ajudado
Justiceiro do Sertão
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 41 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 22/8/2019, 21:00
..Heitor.. escreveu:Eai justiceiro, também sou baiano mano.. cara me desculpe ser invasivo mas pelo que vi vc ta a quase 300 dias de nofap né. E vejo muitos relatos seus de polução noturna e referente a ''tal foto'', mano pelo que estou vendo vc tá praticamente praticando o celibato, e sei lá cara, acho que a proposta do reboot é justamente voltar a socializar, seja com amigos ou mulheres, e vejo que vc fica muito se criticando por ter pensamentos ''impuros'' ao ver suas colegas de trabalho, mas acho que se vc não tem interesse em se tornar padre não tem porquê vc ficar se culpando por basicamente desejar uma mulher. Sei que não é fácil e tbm meio ruim a cidade onde vc mora, mas talvez já esteja na hora de dar um passo a mais no seu projeto de reboot, ou até msm a ajuda de um profissional para poder te orientar a eliminar esse ''fantasma'' de sua vida. Bom, espero ter ajudado

Cumprimentos, ..Heitor..! Antes de mais nada, obrigado por ter me saudado.

Bom, na verdade minhas poluções noturnas não têm a ver com a foto citada, até porque é uma imagem de potencial ofensivo médio, daquelas capazes de levar alguém a pensamentos eróticos após certo esforço, pelo menos no meu caso; para mim é mais um trauma do qual tratarei um pouco depois. Minhas ejaculações durante o sono referem-se mais à minha costumeira agitação mental, que diante de uma disciplina férrea a que tenho me submetido insistem em, numa minha situação de vulnerabilidade mental (entenda-se, os sonhos, manifestações do subconsciente), ressuscitar antigas fantasias sexuais/pornográficas de minha pessoa. Para mim, por questões pessoais, é um problema sério, bastante recorrente e que me deixa irado. Chego a medir o sucesso de meu condicionamento mental para a vida através da extinção dos eventos citados, o que corresponderia ao exorcismo dos mesmos até daquilo de minha mente sobre que não tenho pleno domínio. Algo me diz que deve ser assim, que devo agir assim.

Vários colegas de batalha já me disseram por aqui que não devo exagerar, que estou me comportando como um celibatário. Pois bem. O que acontece é que acho errado, principalmente para nós Rebooters, um homem ficar "azarando" gratuitamente mulheres aleatórias, olhando e pensando "que coisa linda, quem me dera...", disso tenho trauma por ser basicamente a conduta mais simples empreendida por um viciado em pornografia. Meu caso é muito sério, tenho mente agitada e já andei tentando, pois até para isso tenho dificuldade, explicar sobre ela em meu Diário. De bate-pronto: percebo que devo reprimir violentamente toda e qualquer impressão "inadequada" que surgir diante de mim sobre mulheres, minha cabeça ficou muito condicionada ao longo de mais de uma dúzia de anos viciado. Acho esta ou aquela bonita? Acho. Chama-me a atenção? Sim, algumas muito. Porém a coisa deve parar por aí. Senão vira fantasia. Só eu sei o quanto já sofri na vida por ficar, até involuntariamente, secando garotas quaisquer, inclusive em situações muito comprometedoras que prefiro nem descrever. Quero deixar para dar vazão à minha energia apenas numa situação de pleno estabelecimento de contato com uma menina, a vida e minha disposição parecem estar me levando até lá.

A respeito de convívio, saiba que, embora não seja misândrico, sou bastante complicado, e até chato, quando o assunto é convívio, com quem quer quer seja. Minha natureza é um tanto exigente, sou muito crítico a certas coisas da vida e isso faz com que tenha dificuldades tanto em fazer amigos quanto a manter relacionamentos. Tenho tentado estabelecer laços, percebo que nenhum homem é uma ilha e a espécie humana é gregária por natureza, entretanto tenho esbarrado em alguns empecilhos inclusive, e a coisa vai chegar a um ponto que você elencou, devido às circunstâncias inerentes à cidade onde moro. Quem sabe num futuro próximo, atingindo conquistas que almejo, não serei capaz de travar contato com pessoas com as quais melhor me dê, que mais acrescentem à meu desenvolvimento profissional e pessoal. Pode parecer egoísmo, mas é questão própria minha que tenho trabalhado muito no sentido de melhorar minha vida sob vários aspectos.

Confesso, não posso mentir, que às vezes tenho vontade de sair com uma turma de amigos, mas para conversar sobre assuntos produtivos, algo em que venho tendo imensa dificuldade. Também por vezes sinto algum desejo em ter uma parceira amorosa, não para sairmos nos pegando feito adolescentes, transando todos os dias, mas para, pelo menos de início, trocar palavras cadenciadas e edificantes para ambos, enriquecermos nossos espíritos com conteúdo daqueles que faz bem para a alma mesmo, seria memorável experiência de vida para mim, aquele prazer saudável, que em todos os aspectos faz bem para o ser humano. Entretanto, por enquanto tudo isso anda meio difícil, como bem pode ler no meu Diário, o que me faz continuar a dar conta de minhas obrigações daquela maneira que minha maturidade me diz que, pelo menos por enquanto, é a correta. Tenho desejo? Tenho. Já andei até pensando em novamente pagar uma GP. Contudo, tenho fé em mim mesmo a respeito de que estou numa linha de conduta a qual, se não for a mais adequada para qualquer circunstância, mostra-se bastante correta.

Quanto à fotografia de que trato, trata-se de uma garota com que fracassei infantilmente numa tentativa de flerte e depois surgiu nas redes sociais numa imagem muito bonita, em termos de pose e cenário, porém remetente a uma série de fantasias não-sexuais minhas, caso longo e complicado de se detalhar, dizendo apenas que feriu intensamente meu amor-próprio, a ponto de que entrei numa violenta crise de sentimentos. Para ter uma ideia, a imagem lista de forma assustadora praticamente todas as visões fantasiosas de mundo que tive em minha vida, do campo amoroso ao profissional, da nostalgia ao estrago feito por minha imaturidade; imagine isso na cabeça de um sujeito com provável quadro de aceleração cerebral severa. Aquela visão chegou a me perturbar durante um bom tempo de forma intensa, agora estando sob controle, por isso a chamo, e por extensão de sentido à garota retratada, de "Fantasma". No momento não levanto a possibilidade de procurar um profissional para me livrar dessa lembrança porque tenho obtido sucesso em expulsá-la de minha mente por meu próprio esforço.

De qualquer forma, muito obrigado pelas sugestões, pelo apoio e de algum modo devo me inspirar nas suas palavras para dar um gás a mais em minha vida. Grande abraço e vamos lá!

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Meu diário: http://www.comoparar.com/t2940-24-de-volta-a-guerra-ferido-humilhado-ate-injusticado-mas-nunca-vencido



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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 41 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 22/8/2019, 21:26
Obrigado pelo apoio no meu diário.
Acompanhando o seu diário.

Vlw,
abraço.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 41 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 22/8/2019, 21:31
Rottweiler escreveu:Obrigado pelo apoio no meu diário.
Acompanhando o seu diário.

Vlw,
abraço.

Obrigado, Rottweiler. Saudações a você.

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Meu diário: http://www.comoparar.com/t2940-24-de-volta-a-guerra-ferido-humilhado-ate-injusticado-mas-nunca-vencido



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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 41 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 22/8/2019, 21:32
Quinta-feira com o sangue fervendo. Vulcão em erupção mesmo.

Perdi a hora e só isso já me fez sair correndo para o trabalho. Admito que, com os devidos cuidados, sinto-me bem em agir com uma diligência focada, de maneira que não me prejudique nem aos demais. Hoje fiz praticamente tudo rápido, creio que até mais do que deveria, de forma que consegui dar uma boa condicionada em minha mente para tudo o que devo viver num futuro próximo.

Fiquei sabendo da morte de um ex-professor, tempos da faculdade, o qual não resistiu a um infarto devido à sua condição de obeso. A ele, figura emblemática e até folclórica do curso (com aquele jeito espalhafatoso e aulas dadas num tom até informal), onde estiver meus agradecimentos por noções técnico-científicas importantes que sempre carregarei comigo. Descanse em paz, mestre.

Chegando a casa, mais algumas tarefas cumpridas e algum estudo. Além, claro, de me esquivar categoricamente de uma coisa que anda me espreitando. Explico. Bem sabem que uso redes sociais com moderação, consciente dos perigos a que posso estar exposto em minha condição de Rebooter. Pois bem. Pelo Whatsapp, no qual também quase não mexo, tenho contato com uma garota razoavelmente bonita com quem andei travando uma "amizade colorida". Por ela não oferecer nada que se poderia chamar de risco iminente, andei adotando o simples e expresso expediente de nem mexer no programa, eu que aliás só utilizo smartphone e computador para fins de importância. Ignoro, enfim. Deixo-a lá simplesmente por não ver importância, aliás vejo até perigo, em ficar mexendo com aquele telefone celular a esmo, e também porque existe uma remota possibilidade de voltarmos a nos falar, guardando eu uma certa (madura) afeição por ela. Ocorre que, de ontem para hoje, percebi que deverei mudar minhas atitudes, tornando-as mais rígidas. A dita-cuja está, digamos, abusando, creio que dá para entender. É o único contato mais ou menos sugestivo que carrego no telefone, e aquela coisa, nem sou de ficar olhando status, frases de perfil e por aí vai. Deixo lá, qualquer coisa, sob qualquer necessidade vou e entro em contato com quem for. Só que a coisa está ficando séria. Não quero dar detalhes ao mesmo tempo em que acredito que já chegaram a uma conclusão diante destas minhas palavras. Não temos nos falado nos últimos tempos, ela tem um carinho todo especial por mim e, se "aquilo" me tem como intenção, não importa. Vou ter que excluir aquele contato e anotar o número em algum lugar, não é possível, talvez o faça ainda hoje. Somos colegas, e há tempos existe certa empatia entre nós, porém daquele jeito não pode ficar. Pelo andar da carruagem, terei de ignorá-la, bloqueando e/ou excluindo o contato. Ainda bem que não vi nada, só aquela miniatura felizmente quase ilegível, a qual, embora não me desperte desejo propriamente dito de PMO, causa-me imenso desequilíbrio psíquico, sentimento de culpa. Preciso do telefone, todavia mesmo utilizando-o pouco terei de tomar tal medida. Estou felizmente muito sob controle no que concerne a não buscar conteúdos, a não encarar certas coisas, a não ficar pensando besteira, e não é uma pedra relativamente pequena dessas que vai, direta ou indiretamente, acabar com minha vida mais acaba do que ela já andou por quase 13 anos. Não é e nunca será!

Fiquem tranquilos, meus caros. Estou sem fissuras ou qualquer sintoma de abstinência, apenas em estado de alerta contra este desafio que me surgiu e por cima do qual sei que categoricamente passarei. Já tenho a estratégia toda armada e deverei aplicá-la na hora certa e do jeito certo. Mesmo que essa garota, que vive viajando, seja minha mais clara oportunidade de relacionamento, ainda que furtivo, dos últimos tempos, serei mais cauteloso do que tudo; eu que já andava esperando de forma madura a hora de me arriscar a tecer algum diálogo com ela agora é que devo agir de maneira ainda mais adulta. Minha vida está em relativa estabilidade, e felizmente estou com plenas condições de, sem maiores sustos, administrar a situação.

Poderia dizer "torçam por mim", entretanto felizmente a situação, embora com seus riscos, é um tanto mais tênue do que alguma que demandaria o pedido. Em outras palavras, as coisas estão sob controle. Trata-se apenas de mais um teste de fogo, ainda que para mim de intensidade moderada. Estou certo de estar no melhor caminho para transpor este vale da morte.

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em 23/8/2019, 23:40
Justiceiro, aqui fica meus cumprimentos e considerações por sua atitude.

Você está próximo aos 300 dias de Reboot, e tais benefícios tende a aparecer perfeitamente! Tanto é que seu sistema de decisão continua potente e eficaz - não fica curioso para ver mensagens e evita ficar na internet ociosamente.

Agora, em relação a garota, como você já me aconselhou isso diversas vezes, passarei a mesma recomendação para você: a decisão é sua.

Obvio que a vida profissional tem que ser valorizada. Porém, também penso que, se não tiver um romantismo durante a adolescência - quando estivermos velho - teremos a sensação que a tal juventude não foi aproveitada o quanto merece e, quando visualizar algum jovem namorando, aquilo ferirá a alma.

Enfim, foi uma hipótese.. mas relativa de um para o outro. Abraços, meu boinador!

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em 24/8/2019, 07:41
Justiceiro do Sertão escreveu:
..Heitor.. escreveu:Eai justiceiro, também sou baiano mano.. cara me desculpe ser invasivo mas pelo que vi vc ta a quase 300 dias de nofap né. E vejo muitos relatos seus de polução noturna e referente a ''tal foto'', mano pelo que estou vendo vc tá praticamente praticando o celibato, e sei lá cara, acho que a proposta do reboot é justamente voltar a socializar, seja com amigos ou mulheres, e vejo que vc fica muito se criticando por ter pensamentos ''impuros'' ao ver suas colegas de trabalho, mas acho que se vc não tem interesse em se tornar padre não tem porquê vc ficar se culpando por basicamente desejar uma mulher. Sei que não é fácil e tbm meio ruim a cidade onde vc mora, mas talvez já esteja na hora de dar um passo a mais no seu projeto de reboot, ou até msm a ajuda de um profissional para poder te orientar a eliminar esse ''fantasma'' de sua vida. Bom, espero ter ajudado

Cumprimentos, ..Heitor..! Antes de mais nada, obrigado por ter me saudado.

Bom, na verdade minhas poluções noturnas não têm a ver com a foto citada, até porque é uma imagem de potencial ofensivo médio, daquelas capazes de levar alguém a pensamentos eróticos após certo esforço, pelo menos no meu caso; para mim é mais um trauma do qual tratarei um pouco depois. Minhas ejaculações durante o sono referem-se mais à minha costumeira agitação mental, que diante de uma disciplina férrea a que tenho me submetido insistem em, numa minha situação de vulnerabilidade mental (entenda-se, os sonhos, manifestações do subconsciente), ressuscitar antigas fantasias sexuais/pornográficas de minha pessoa. Para mim, por questões pessoais, é um problema sério, bastante recorrente e que me deixa irado. Chego a medir o sucesso de meu condicionamento mental para a vida através da extinção dos eventos citados, o que corresponderia ao exorcismo dos mesmos até daquilo de minha mente sobre que não tenho pleno domínio. Algo me diz que deve ser assim, que devo agir assim.

Vários colegas de batalha já me disseram por aqui que não devo exagerar, que estou me comportando como um celibatário. Pois bem. O que acontece é que acho errado, principalmente para nós Rebooters, um homem ficar "azarando" gratuitamente mulheres aleatórias, olhando e pensando "que coisa linda, quem me dera...", disso tenho trauma por ser basicamente a conduta mais simples empreendida por um viciado em pornografia. Meu caso é muito sério, tenho mente agitada e já andei tentando, pois até para isso tenho dificuldade, explicar sobre ela em meu Diário. De bate-pronto: percebo que devo reprimir violentamente toda e qualquer impressão "inadequada" que surgir diante de mim sobre mulheres, minha cabeça ficou muito condicionada ao longo de mais de uma dúzia de anos viciado. Acho esta ou aquela bonita? Acho. Chama-me a atenção? Sim, algumas muito. Porém a coisa deve parar por aí. Senão vira fantasia. Só eu sei o quanto já sofri na vida por ficar, até involuntariamente, secando garotas quaisquer, inclusive em situações muito comprometedoras que prefiro nem descrever. Quero deixar para dar vazão à minha energia apenas numa situação de pleno estabelecimento de contato com uma menina, a vida e minha disposição parecem estar me levando até lá.

A respeito de convívio, saiba que, embora não seja misândrico, sou bastante complicado, e até chato, quando o assunto é convívio, com quem quer quer seja. Minha natureza é um tanto exigente, sou muito crítico a certas coisas da vida e isso faz com que tenha dificuldades tanto em fazer amigos quanto a manter relacionamentos. Tenho tentado estabelecer laços, percebo que nenhum homem é uma ilha e a espécie humana é gregária por natureza, entretanto tenho esbarrado em alguns empecilhos inclusive, e a coisa vai chegar a um ponto que você elencou, devido às circunstâncias inerentes à cidade onde moro. Quem sabe num futuro próximo, atingindo conquistas que almejo, não serei capaz de travar contato com pessoas com as quais melhor me dê, que mais acrescentem à meu desenvolvimento profissional e pessoal. Pode parecer egoísmo, mas é questão própria minha que tenho trabalhado muito no sentido de melhorar minha vida sob vários aspectos.

Confesso, não posso mentir, que às vezes tenho vontade de sair com uma turma de amigos, mas para conversar sobre assuntos produtivos, algo em que venho tendo imensa dificuldade. Também por vezes sinto algum desejo em ter uma parceira amorosa, não para sairmos nos pegando feito adolescentes, transando todos os dias, mas para, pelo menos de início, trocar palavras cadenciadas e edificantes para ambos, enriquecermos nossos espíritos com conteúdo daqueles que faz bem para a alma mesmo, seria memorável experiência de vida para mim, aquele prazer saudável, que em todos os aspectos faz bem para o ser humano. Entretanto, por enquanto tudo isso anda meio difícil, como bem pode ler no meu Diário, o que me faz continuar a dar conta de minhas obrigações daquela maneira que minha maturidade me diz que, pelo menos por enquanto, é a correta. Tenho desejo? Tenho. Já andei até pensando em novamente pagar uma GP. Contudo, tenho fé em mim mesmo a respeito de que estou numa linha de conduta a qual, se não for a mais adequada para qualquer circunstância, mostra-se bastante correta.

Quanto à fotografia de que trato, trata-se de uma garota com que fracassei infantilmente numa tentativa de flerte e depois surgiu nas redes sociais numa imagem muito bonita, em termos de pose e cenário, porém remetente a uma série de fantasias não-sexuais minhas, caso longo e complicado de se detalhar, dizendo apenas que feriu intensamente meu amor-próprio, a ponto de que entrei numa violenta crise de sentimentos. Para ter uma ideia, a imagem lista de forma assustadora praticamente todas as visões fantasiosas de mundo que tive em minha vida, do campo amoroso ao profissional, da nostalgia ao estrago feito por minha imaturidade; imagine isso na cabeça de um sujeito com provável quadro de aceleração cerebral severa. Aquela visão chegou a me perturbar durante um bom tempo de forma intensa, agora estando sob controle, por isso a chamo, e por extensão de sentido à garota retratada, de "Fantasma". No momento não levanto a possibilidade de procurar um profissional para me livrar dessa lembrança porque tenho obtido sucesso em expulsá-la de minha mente por meu próprio esforço.

De qualquer forma, muito obrigado pelas sugestões, pelo apoio e de algum modo devo me inspirar nas suas palavras para dar um gás a mais em minha vida. Grande abraço e vamos lá!

Salve Justiceiro! Ja parou pra pensar que talvez reprimir tais pensamentos so os deixam mais fortes ? Estou passando por uma fase de pensamentos e imagens pertubadoras tbm e quando tomo a atitude de reprimir, parece so deixa-los mais forte. Na verdade é dificil lutar contra um pensamento visto que não é algo de verdade, apenas produto da nossa mente

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 41 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 24/8/2019, 22:28
RosseauStrong escreveu:Justiceiro, aqui fica meus cumprimentos e considerações por sua atitude.

Você está próximo aos 300 dias de Reboot, e tais benefícios tende a aparecer perfeitamente! Tanto é que seu sistema de decisão continua potente e eficaz - não fica curioso para ver mensagens e evita ficar na internet ociosamente.

Agora, em relação a garota, como você já me aconselhou isso diversas vezes, passarei a mesma recomendação para você: a decisão é sua.

Obvio que a vida profissional tem que ser valorizada. Porém, também penso que, se não tiver um romantismo durante a adolescência - quando estivermos velho - teremos a sensação que a tal juventude não foi aproveitada o quanto merece e, quando visualizar algum jovem namorando, aquilo ferirá a alma.

Enfim, foi uma hipótese.. mas relativa de um para o outro. Abraços, meu boinador!


E a você, ilustre Boinador, também meus cumprimentos.Venho agradecer pelas palavras.

Bem, quanto à garota, não nos vemos há meses, e acredito que ela não está geograficamente tão longe de mim. Estou certo de que ela tem uma queda por mim, até minha mãe já andou tocando no assunto, e não gosta da família dela por questões pessoais. Até por conta de compromissos com os quais estou arcando, e vida profissional nessas horas é prioridade, não devo entrar em contato virtual com ela a curto prazo caso ela não se manifeste em minha direção. Decidi que, a respeito das redes sociais, deixarei os elementos como estão, modéstia à parte desenvolvi um autocontrole absurdo com essas coisas, mesmo porque vez em quando preciso para resolver algumas pendências de família e pessoas próximas.

Entretanto, reconheço que não é impossível que eu me envolva em breve em algum caso amoroso, ainda que furtivo, sendo a citada uma possibilidade que considero bastante concreta. Você falou em romantismo durante a adolescência, da importância de se viver algo em tal fase, e eu vou dizer a você: eu já passei dessa época, tenho 27 anos e já carrego um pouco do sentimento que você reporta. Já disse em meu Diário e repito: guardadas as devidas condições relacionadas a sentimentalismo, recalques e circunstâncias relacionadas, no que tange a lazer e a aproveitar momentos folgados não existe em minha vida frustração maior do que nunca ter ido, obviamente na época e idade certas, a uma dessas festas de adolescentes, especialmente essas baladas matinê, para ganhar maturidade no sentido de aprender a conviver com pessoas, me divertir e viver inesquecíveis experiências amorosas de juventude naquele contexto bem amistoso de quem está aprendendo como a vida funciona. Se tenho um trauma de adolescência, fora meu fracasso acadêmico, é esse. Não tanto pela pegação em si, mas principalmente para, além de viver momentos inesquecíveis, angariar noção de mundo, sabe? Costuma ser nesses ambientes que a gente, além de tudo, aprende como a mulher funciona e como lidar feito adulto no que diz respeito à questão amorosa. Essas coisas não tem preço.

O vício arruinou minha vida de tal forma que até nesse aspecto joguei minha vida no lixo, por ter sido um moleque imaturo daqueles sequer costumava ficar sabendo quando aconteceria alguma festa (era terrível ouvir os comentários na escola à segunda-feira de manhã e ver as fotos em redes sociais...), ao mesmo tempo em que ficava desconsolado querendo ir sem ter condições. Também nunca era convidado para aniversários, festas de 15 anos ou congêneres, aliás por conta da frustração cheguei certa época a desenvolver uma obsessão patológica por debutantes, tremia arrepiado quando via em algum lugar imagens de meninas naqueles trajes (não era algo necessariamente sexual, entretanto muito doloroso), era maluco por uma dia alguma colega, prima ou algo que o valesse me convidasse a ir a uma tal festa e quem soubesse dançar com ela, chegava ao ponto de chorar de vontade. Isso que você fala de, quando velho, ter a alma ferida ao ver um jovem namorando, é uma coisa que confesso já me haver ocorrido. E é de ferir a alma mesmo, você foi intenso e verdadeiro em suas palavras. Já com uns 18 anos, "acordando", ficava desconcertado vendo meus parentes adolescentes indo para baladinhas, foi só nessa época que descobri o que eram matinês. Olha o que o vício me tirou, perdi a chance de crescer para a vida de um jeito correto e marcante! A vantagem da juventude, permita-me parafrasear um autor que fala sobre intercâmbio (aliás, outra coisa que perdi, já andei contando) é podermos treinar para a vida sem aquele compromisso de definitiva decisão, como um laboratório para testarmos nossa capacidade de sermos adultos quando ainda não nos é permitida nem exigida plena capacidade. Quer dizer, não ter tido essa fase, perder o BV numa domingueira aos 14 anos, ter tido a primeira vez com uma colega de escola ou amiga da prima aos 16, a primeira namorada no colégio... devo confessar que é uma coisa que mudou todo o rumo de meus dias de complicada maneira, frustração que carregarei pelo resto de minha vida.

De qualquer forma, segue a luta e estou certo de que minha maturidade e determinação me levarão às melhores escolhas. Abraços!

Kusmin escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:
..Heitor.. escreveu:Eai justiceiro, também sou baiano mano.. cara me desculpe ser invasivo mas pelo que vi vc ta a quase 300 dias de nofap né. E vejo muitos relatos seus de polução noturna e referente a ''tal foto'', mano pelo que estou vendo vc tá praticamente praticando o celibato, e sei lá cara, acho que a proposta do reboot é justamente voltar a socializar, seja com amigos ou mulheres, e vejo que vc fica muito se criticando por ter pensamentos ''impuros'' ao ver suas colegas de trabalho, mas acho que se vc não tem interesse em se tornar padre não tem porquê vc ficar se culpando por basicamente desejar uma mulher. Sei que não é fácil e tbm meio ruim a cidade onde vc mora, mas talvez já esteja na hora de dar um passo a mais no seu projeto de reboot, ou até msm a ajuda de um profissional para poder te orientar a eliminar esse ''fantasma'' de sua vida. Bom, espero ter ajudado

Cumprimentos, ..Heitor..! Antes de mais nada, obrigado por ter me saudado.

Bom, na verdade minhas poluções noturnas não têm a ver com a foto citada, até porque é uma imagem de potencial ofensivo médio, daquelas capazes de levar alguém a pensamentos eróticos após certo esforço, pelo menos no meu caso; para mim é mais um trauma do qual tratarei um pouco depois. Minhas ejaculações durante o sono referem-se mais à minha costumeira agitação mental, que diante de uma disciplina férrea a que tenho me submetido insistem em, numa minha situação de vulnerabilidade mental (entenda-se, os sonhos, manifestações do subconsciente), ressuscitar antigas fantasias sexuais/pornográficas de minha pessoa. Para mim, por questões pessoais, é um problema sério, bastante recorrente e que me deixa irado. Chego a medir o sucesso de meu condicionamento mental para a vida através da extinção dos eventos citados, o que corresponderia ao exorcismo dos mesmos até daquilo de minha mente sobre que não tenho pleno domínio. Algo me diz que deve ser assim, que devo agir assim.

Vários colegas de batalha já me disseram por aqui que não devo exagerar, que estou me comportando como um celibatário. Pois bem. O que acontece é que acho errado, principalmente para nós Rebooters, um homem ficar "azarando" gratuitamente mulheres aleatórias, olhando e pensando "que coisa linda, quem me dera...", disso tenho trauma por ser basicamente a conduta mais simples empreendida por um viciado em pornografia. Meu caso é muito sério, tenho mente agitada e já andei tentando, pois até para isso tenho dificuldade, explicar sobre ela em meu Diário. De bate-pronto: percebo que devo reprimir violentamente toda e qualquer impressão "inadequada" que surgir diante de mim sobre mulheres, minha cabeça ficou muito condicionada ao longo de mais de uma dúzia de anos viciado. Acho esta ou aquela bonita? Acho. Chama-me a atenção? Sim, algumas muito. Porém a coisa deve parar por aí. Senão vira fantasia. Só eu sei o quanto já sofri na vida por ficar, até involuntariamente, secando garotas quaisquer, inclusive em situações muito comprometedoras que prefiro nem descrever. Quero deixar para dar vazão à minha energia apenas numa situação de pleno estabelecimento de contato com uma menina, a vida e minha disposição parecem estar me levando até lá.

A respeito de convívio, saiba que, embora não seja misândrico, sou bastante complicado, e até chato, quando o assunto é convívio, com quem quer quer seja. Minha natureza é um tanto exigente, sou muito crítico a certas coisas da vida e isso faz com que tenha dificuldades tanto em fazer amigos quanto a manter relacionamentos. Tenho tentado estabelecer laços, percebo que nenhum homem é uma ilha e a espécie humana é gregária por natureza, entretanto tenho esbarrado em alguns empecilhos inclusive, e a coisa vai chegar a um ponto que você elencou, devido às circunstâncias inerentes à cidade onde moro. Quem sabe num futuro próximo, atingindo conquistas que almejo, não serei capaz de travar contato com pessoas com as quais melhor me dê, que mais acrescentem à meu desenvolvimento profissional e pessoal. Pode parecer egoísmo, mas é questão própria minha que tenho trabalhado muito no sentido de melhorar minha vida sob vários aspectos.

Confesso, não posso mentir, que às vezes tenho vontade de sair com uma turma de amigos, mas para conversar sobre assuntos produtivos, algo em que venho tendo imensa dificuldade. Também por vezes sinto algum desejo em ter uma parceira amorosa, não para sairmos nos pegando feito adolescentes, transando todos os dias, mas para, pelo menos de início, trocar palavras cadenciadas e edificantes para ambos, enriquecermos nossos espíritos com conteúdo daqueles que faz bem para a alma mesmo, seria memorável experiência de vida para mim, aquele prazer saudável, que em todos os aspectos faz bem para o ser humano. Entretanto, por enquanto tudo isso anda meio difícil, como bem pode ler no meu Diário, o que me faz continuar a dar conta de minhas obrigações daquela maneira que minha maturidade me diz que, pelo menos por enquanto, é a correta. Tenho desejo? Tenho. Já andei até pensando em novamente pagar uma GP. Contudo, tenho fé em mim mesmo a respeito de que estou numa linha de conduta a qual, se não for a mais adequada para qualquer circunstância, mostra-se bastante correta.

Quanto à fotografia de que trato, trata-se de uma garota com que fracassei infantilmente numa tentativa de flerte e depois surgiu nas redes sociais numa imagem muito bonita, em termos de pose e cenário, porém remetente a uma série de fantasias não-sexuais minhas, caso longo e complicado de se detalhar, dizendo apenas que feriu intensamente meu amor-próprio, a ponto de que entrei numa violenta crise de sentimentos. Para ter uma ideia, a imagem lista de forma assustadora praticamente todas as visões fantasiosas de mundo que tive em minha vida, do campo amoroso ao profissional, da nostalgia ao estrago feito por minha imaturidade; imagine isso na cabeça de um sujeito com provável quadro de aceleração cerebral severa. Aquela visão chegou a me perturbar durante um bom tempo de forma intensa, agora estando sob controle, por isso a chamo, e por extensão de sentido à garota retratada, de "Fantasma". No momento não levanto a possibilidade de procurar um profissional para me livrar dessa lembrança porque tenho obtido sucesso em expulsá-la de minha mente por meu próprio esforço.

De qualquer forma, muito obrigado pelas sugestões, pelo apoio e de algum modo devo me inspirar nas suas palavras para dar um gás a mais em minha vida. Grande abraço e vamos lá!

Salve Justiceiro! Ja parou pra pensar que talvez reprimir tais pensamentos so os deixam mais fortes ? Estou passando por uma fase de pensamentos e imagens pertubadoras tbm e quando tomo a atitude de reprimir, parece so deixa-los mais forte. Na verdade é dificil lutar contra um pensamento visto que não é algo de verdade, apenas produto da nossa mente

Salve você, Kusmin! Já li a respeito de que devemos aprender a lidar com pensamentos em vez de tentar reprimi-los, mas é que com minha mente agitada tal tarefa se mostra um pouco complicada, tendo eu muitas horas que apelar para expedientes mais enérgicos. Porém estou reprogramando meu cérebro no sentido de que se permita tal flexibilidade, entendo a importância da conduta mental relacionada.

E sei que chegaremos lá. E chegaremos. Cumprimentos.

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em 24/8/2019, 23:31
Pelas suas postagens aqui no Fórum dar para te conhecer melhor, Justiceiro.

Você postando esse grande texto me faz refletir uma coisa: invista nos estudos, mas não perca a adolescência. Tais conselhos profissionais são relevantes para a minha vida acadêmica, por outro lado, tais pensamentos me faz refletir o quanto fará falta a vida romântica quando estivermos aos 40, 35 anos.

É evidente que, em algum momento, me frustarei por causa de alguma garota, entendo isso. Mas não quero ser aquele tipico jovem que corre atrás de "bucetas", perdoe-me a tal expressão, mas o termo referido por você me trás maturidade no que tange uma experiência adulta em relacionamentos amorosos/passageiros.

Quero que as coisas fluam. Como eu disse para um certo companheiro: não correrei atrás de nenhuma mulher, se possível ter uma amizade próxima. O tal camarada respondeu: então, você quer que ela corra atrás de você? Respondi claramente: não quero que as garotas corram atrás de mim, mas que me veja como um cara diferente e de valor! Quero que elas me procurem quando sentirem que estou fazendo falta.

Assistindo uma serie e vendo alguns jovens tendo uma relação romântica em uma universidade. Me deparei como se fosse um velho e tivesse perdido aquele romantismo juvenil e imaginei um seguinte: rapaz, eu deveria ter aproveitado pelo menos um pouquinho. Aquela moça na qual eramos bastante íntimos poderia termos um contato bem próximo, como dizia meus velhos amigos.

Ou até mesmo usado minha beleza para cantar outras garotas elegantes na faculdade ou conhecer uma nova menina elegante.... é Justiceiro, essa seria a tal reflexão de quando eu estivesse velho e foi nesse momento que senti a saudade do romantismo.

Estou com 19 anos será que ainda dar tempo de pelo menos se aproximar de algumas garotas? Sei que essa decisão depende de mim, como você diria, mas der uma resposta expressando sua visão aos 27 anos. O que faria se volta-se aos 18, 19 ou até mesmo aos 20?

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em 25/8/2019, 20:33
RosseauStrong escreveu:Pelas suas postagens aqui no Fórum dar para te conhecer melhor, Justiceiro.

Você postando esse grande texto me faz refletir uma coisa: invista nos estudos, mas não perca a adolescência. Tais conselhos profissionais são relevantes para a minha vida acadêmica, por outro lado, tais pensamentos me faz refletir o quanto fará falta a vida romântica quando estivermos aos 40, 35 anos.

É evidente que, em algum momento, me frustarei por causa de alguma garota, entendo isso. Mas não quero ser aquele tipico jovem que corre atrás de "bucetas", perdoe-me a tal expressão, mas o termo referido por você me trás maturidade no que tange uma experiência adulta em relacionamentos amorosos/passageiros.

Quero que as coisas fluam. Como eu disse para um certo companheiro: não correrei atrás de nenhuma mulher, se possível ter uma amizade próxima. O tal camarada respondeu: então, você quer que ela corra atrás de você? Respondi claramente: não quero que as garotas corram atrás de mim, mas que me veja como um cara diferente e de valor! Quero que elas me procurem quando sentirem que estou fazendo falta.

Assistindo uma serie e vendo alguns jovens tendo uma relação romântica em uma universidade. Me deparei como se fosse um velho e tivesse perdido aquele romantismo juvenil e imaginei um seguinte: rapaz, eu deveria ter aproveitado pelo menos um pouquinho. Aquela moça na qual eramos bastante íntimos poderia termos um contato bem próximo, como dizia meus velhos amigos.

Ou até mesmo usado minha beleza para cantar outras garotas elegantes na faculdade ou conhecer uma nova menina elegante.... é Justiceiro, essa seria a tal reflexão de quando eu estivesse velho e foi nesse momento que senti a saudade do romantismo.

Estou com 19 anos será que ainda dar tempo de pelo menos se aproximar de algumas garotas? Sei que essa decisão depende de mim, como você diria, mas der uma resposta expressando sua visão aos 27 anos. O que faria se volta-se aos 18, 19 ou até mesmo aos 20?


Caro Boinador, é claro que sim! Obrigado pelas palavras, parabéns pelo louvável ponto de vista, com o qual concordo, e fique sabendo que com 19 anos estava perdendo cada chance!... E digo mais: aos 19 anos eram as duas coisas acontecendo simultaneamente, ao mesmo tempo em que já começava a ficar sem palavras vendo conhecidos mais novos indo a festas e namorando a rodo, desperdicei chances absurdas com garotas incríveis por dentro e por fora! Coisas que, se não se consolidassem em casos fixos, pelo menos me garantiriam histórias para me fazer amadurecer na vida. Não necessariamente em termos de sexo, mas de uma aventura a dois como um todo.

Na faculdade, faça-me o favor... Foi uma atrás da outra. Um bocado das histórias está em meu Diário para quem quiser ler. Perdi uma candidata a Miss! Para não falar de garotas incríveis, meninas elegantes e simpáticas que deram em cima de mim na cara dura e eu não soube corresponder... Conselho de colega: a depender do caso, invista. Com maturidade, priorizando os estudos, porém se perceber que convém investir invista. Nem que seja para quebrar a cara. Pelas histórias que você conta mais cedo ou mais tarde alguma interessante história pode ocorrer em seus dias.

A propósito de voltar ao passado, digo que, embora não goste de brincar com história alternativa por já ter tido umas atribulações mentais relacionadas com o costume há alguns anos, para você abro uma exceção e, complementando o que disse no parágrafo anterior, digo que, se voltasse aos 18-20 anos, justamente minha época de faculdade (curso de Tecnólogo, 3 anos), teria me dedicado antes de qualquer coisa a parar com a pornografia. Antes de qualquer coisa. Estou certo de que a mudança de minha vida começaria aí, estou tão certo de que nem tocarei nesse assunto até o fim da postagem, dado ser ele uma pedra angular que, de tão importante e óbvia-obrigatória, pode até deixar, com a devida licença, de ser citado. Bom, então entregaria meu corpo e minha alma desde então a uma mais aferrada disciplina acadêmica, para ter garantido o quanto antes um bom emprego ou bom concurso sem ter sofrido o que sofri com desemprego e brigas dentro de casa, para não falar do vício. Isso em termos profissionais, porque percebo que você quer que eu fale sobre relacionamentos, e aí vai: em percebendo ser um instante adequado, tentaria me aproximar mais, primeiramente em termos de amizade, de certas garotas, mais do que como andei fazendo, pois agi de um modo parco, a ponto de ter passado vergonha com uma garota razoável dando em cima de mim todos os dias dentro da van! E se tivesse sido a única... Tentaria me aproximar de núcleos de amizade para, além de trocar ideias em termos acadêmicos e de assuntos interessantes/edificantes, ir me aproximando de garotas com que perceberia ter alguma chance, porque como disse elas existiram.

Foi nessa mesma época que perdi uma porrada de chances também fora do espaço acadêmico, como numa festa a que fui convidado por minha prima e perdi chances absurdas com outras belas e gentis moças, por não conseguir sequer trocar um aceno devido à minha imaturidade em muitíssimo condicionada pelo vício. Francamente, poucas vezes vi tanta mulher bonita e refinada em minha vida, colegas e conhecidas da minha prima. Quantos casos não começam assim, por indicação de alguém próximo? Quase todos! Uma dessas meninas inclusive, segundo fiquei sabendo, teria se tornado modelo e não duvido de que era ela, tempos depois, entre as modelos num programa de TV que sintonizei sem querer. Só eu sei o quanto sofri depois com choques de realidade. Louco para ir lá e minha condição não me dava coragem sequer de passar vergonha, de tomar uns foras, de aprender a conviver e a viver! Como sempre digo, não pelo sexo, não para ser o pegador, mas pela experiência em si, pelo amadurecimento angariado com cada vivência, cada situação, embora sob vários prismas muito prazerosas.

Algumas experiências para vida, algumas coisas que nos legam noção de mundo, são oportunidades tão únicas quanto memoráveis. O cidadão que está ali, naquele instante e naquelas circunstâncias, deve ser mais adulto do que nunca, perceber que a infância já se foi e agora é ele ou ele. Ir lá e encarar, ter tido vergonha na cara, parado de fantasiar e me sujeitar até a passar vergonha para depois muito provavelmente ter sido recompensado sob várias maneiras, crescendo em todos os modos. A questão é que tudo começa com cada um de nós. Agora é buscar as chances que houverem, sem ficar naquele pensamento até sugestivo de "perdi as novinhas" e acreditar que ainda é possível, que com a idade que se está não há nada a perder. Em nenhuma seara da vida.

Portanto, meu caro, com seus 19 anos ainda é muito possível dar a volta por cima, inclusive no campo amoroso. Àquela época eu ignorava minha condição de viciado feito o bicho mais escroto da face da Terra, o que felizmente não é o seu caso. Sem querer ruminar o passado, devo dizer que quisera eu estar com 19 anos hoje, quisera eu ter novamente a chance, além de me afiar de verdade nos estudos, de viver novamente aquela "quase-matinê" com a turma da minha prima, baladinha de estrutura precária entretanto com uma mina de ouro e diamantes que atirei aos urubus. Ali era para minha vida social ter mudado, rapaz. Até meu pai, que não se mete muito em meus casos pessoais, merecidamente me cutucou a respeito de um primo distante meu: "Fulano eu gostei de ver, maior pegador do pedaço, pra lá e pra cá com uma penca de mulher bonita..." E eu completo: entre elas, algumas que eu desperdicei. Toma, seu merda. Toma, toma, toma!!!

Não gosto nem de me lembrar muito, apenas para dar o exemplo como agora, legando minha não-lição a você, colega. Enfim, reitero que você tem toda a chance, sim. Que não se esqueça disso e (não) siga meu exemplo, se me entende.

Cumprimentos!

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em 25/8/2019, 20:34
Domingo intenso e satisfatório. Logo cedo lá fui eu me levantando para ajudar meu pai em algumas coisas pela casa e em seguida ir estudar. Banho tomado, alguma leitura, uma redação e uma bateria de exercícios de matemática e raciocínio lógico me ocuparam a manhã, dando ainda tempo de arrumar meu quarto antes de almoçar e ir para o clube.

Lá, mais uma animada aula de dança do salão. Tendo sido a última do módulo, ritmo pesado e satisfatório para mim, além de haver a sessão se prolongado por uma meia hora além do previsto com improviso de dança entre os pares. Caso queiram que fale de relações pessoais, aí vai. Dois casos na tarde.

Pela primeira dei de cara com uma certa garota, a qual confesso que me fascinou. Vá devagar, rapaz! Claro, mas é claro. Do jeito mais digno tentei agir, e creio que obtive sucesso. Muito embora não sem ter tido meu coração inspirado por aquela beleza bem a meu gosto, busquei com força postura de gente dentro de mim para dar procedimento à sessão. Aquecimento, revisão de passos a sós, lá foi o casal de professores ordenar que formássemos pares, aos quais retornar depois de cada sessão de revezamento. Hora de pensar rápido, hora de ser um humano pleno. Arrancando de mim qualquer idiossincrasia fantasiosa, formei par com a menina. Transcorreu tudo dentro dos conformes, até "brincamos" um pouco depois na sessão amistosa, nada tão profundo. Ainda estou com a imagem dela em minha cabeça ainda que do jeito mais maduro e racional, não obstante não descarte uma minha maior aproximação se dermos de cara novamente. Estava com umas colegas (com as quais também dancei), não parece ter compromissos, aliás me faz até ter certa cautela por parecer relativamente jovem. Repito o que já andei dizendo: detesto falar em apaixonamento.

Odeio ficar gamado, acho coisa de adolescente (se bem que nem estes costumam se apegar, com todo o respeito vão a uma festinha, beijam não sei quantas e o que importa é se divertir, não que eu esteja estimulando comportamento inconstante), o verdadeiro apaixonamento para mim é aquele entre um casal já formado e disposto a momentos marcantes para ambos e cada um. Aventuras cotidianas como a presente é que nos fazem amadurecer como homens. Lembro-me daquela beldade? Sim, todavia, agora é não forçar a situação, para usar a expressão clássica, "se rolar, rolou". De resto, segue a vida.

O que veio depois foi que um tanto mexeu com meu ser. Já há algum tempo que tenho alimentado coleguismo com uma garota, aparentemente de minha faixa etária, que vem de outra cidade todos os domingos acompanhar as aulas de dança de salão. Criou-se entre nós gostosa empatia, de modo que conseguimos desempenhar bem os passos quando nos encontramos e ainda travamos amenos diálogos, até com certo senso de humor, que nunca foi meu forte! Tenho percebido que ela, que não é uma outra a que já me referi no Diário (aquela não apareceu hoje), nutre certa admiração por minha pessoa, de maneira que parece tentar construir entre nós o que se chama de "amizade colorida". Tendo o devido respeito, admito que é uma cidadã bem simpática e inteligente, aparentemente uma pessoa de boa índole, só não é "gata", apesar de também não ser feia. Também não importa. Tem alguma elegância física e um sorriso presumivelmente sincero, isso já soma pontos em minha avaliação. Dançar e conversar com ela tem sido para mim muito bom, apesar de "não fazer meu tipo" (olhem o que o vício faz com a gente...). Enfim, não posso afirmar que existe interesse da parte dela, nem quero novamente forçar qualquer situação. Ficarei na minha, da mesma maneira que fiquei face ao comportamento elegantemente esquivo da outra.

Buscarei, caso algum cenário mais auspicioso se dê nos próximos tempos, um legítimo comportamento de ser humano. De homem adulto. Caso engrenem meus diálogos com a segunda, com quem já troquei até telefone e mensagens pelo Whatsapp, verei de acordo com o redor o que será desse nosso princípio de amizade. Estou certo de que saberei agir. Quanto à primeira, tentarei não ficar pensando muito, primeiro porque a presença dela nas próximas aulas parece menos provável; segundo porque nos conhecemos pouco, vimo-nos pela primeira vez hoje enquanto a outra eu já conheço a uns dois meses; e terceiro porque meu cérebro de viciado, diante daquele lembrança que tanto faz meu tipo, por mais simpática e amigável que a citada pareça ser, pode tentar me sabotar amanhã ou depois, e isso é o que não quero para minha vida.

Só os próximos tempos dirão o que será. Minha parte sigo fazendo.

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em 25/8/2019, 23:36
Opa grande Justiceiro lhe parabenizo por todo esse tempo conquistado e tenho certeza que logo tudo irá se ajeitar com o tempo. A caminhada é longa e exige paciência mas devagar chegaremos lá. Que Deus esteja conosco.
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em 26/8/2019, 18:59
The_Survivor escreveu:Opa grande Justiceiro lhe parabenizo por todo esse tempo conquistado e tenho certeza que logo tudo irá se ajeitar com o tempo. A caminhada é longa e exige paciência mas devagar chegaremos lá. Que Deus esteja conosco.  

Obrigado, The_Survivor. Minha saudação a você e que tenhamos força para seguir até o limite de nossas forças.

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em 26/8/2019, 19:22
Relativamente tranquila segunda-feira. Bastante movimento no trabalho e na vida. Pouco a declarar, enfim. Segue a luta.

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em 28/8/2019, 21:00
Dias agitados da melhor forma, nos quais venho ajustando minha agitação mental da melhor e mais eficiente maneira. Estou próximo aos 300 dias de Reboot, e também estão próximos alguns desafios em minha vida, e devo estar em meu melhor estado físico e, sobretudo, psíquico para encará-los com sucesso.

Há muito sei que não é fácil. Apenas há pouco tempo comecei, e sob esforço colossal, a ter razoável domínio sobre meu cérebro agitado. Embora não venha tendo inquietações diretamente relacionadas com PMO, acho que é até a título de abstinência, subconscientemente devido à mudança de atitude psicológica a que me obriguei, que sinto por vezes certo incômodo na cabeça ao organizar meus intentos na vida. Apesar de tudo, acredito que estou no caminho certo. De vez em quanto me ataca alguma inquietação relacionada com fetiches antigos meus, exatamente aqueles com os quais andei sonhando, porém nada que se considere um edging, uma coisa que eu me permita tomar de assalto meus pensamentos e ficar fantasiando a ponto de sair tendo ereções, até mesmo porque na intenção tenho empreendido enorme esforço. Quando meus olhos veem no cotidiano alguma coisa relacionada, fico me lembrando a título paranoico de certas coisas que desejava fazer, no entanto sem me excitar e com um desejo louco de mandar aquilo para o inferno.

Dizem que, em vez de tentar dar combate às fantasias, devemos aprender a lidar com elas, o que para mim é verdade no sentido de que, com meu turbilhão cerebral, concebo um extermínio desses pensamentos de uma maneira, acredito, um pouco diferente daquela que creio que seria considerada a mais comum. Nem darei detalhes do procedimento, são daquelas coisas que só este meu cérebro freneticamente vibrante entede. Apesar de tudo, acho interessante pontuar a questão aqui em meu Diário.

Por vezes lembro-me do passado, outra coisa que me dói muito. Também tenho aprendido psicologicamente a lidar. Neste exato momento, digitando em meu quarto, nesta posição e local exatos, recordo-me que era aqui meu profano e degradante altar de sacrifício, até há pouco tempo. Exatamente na direção e postura em que me encontro agora. Lembrança dura e que venho também mandando para o crematório. É muito desagradável para mim pensar que perdi tanto, tanto tempo! Que consegui ocupar minha mente com aquilo e sair durante um bom tempo patinando na vida! Duro de lembrar, interessante de rapidamente efetuar a colocação aqui, para que, como costumo dizer, o exemplo não seja seguido, nem por mim nem por ninguém.

Lembro-me de que, por causa do vício, já perdi também tantas, tantas chances com mulheres! A lembrança vem, e não é saborosa, é sufocante; só o intenso condicionamento psicológico a que me submeto é capaz de, da melhor forma e de acordo com a conduta de que já tratei, dar combate a estes pensamentos. De fazer com que eu olhe para um futuro que ainda deve me aguardar, incinerando para todo o sempre o passado.

No último domingo, meus sentidos se atribularam de maneira inesperada durante a aula de dança de salão, com a presença de uma garota que me fascinou sobremaneira. Confesso que meu coração bateu feliz como há muito tempo não sentia. No mesmo momento em que me vi regulado de uma percepção sensorial saudável, pus-me apreensivo com medo de que aquela impressão passasse a me perturbar. Tenho me esforçado e, por enquanto, o resultado está sendo satisfatório. Vem-me um imenso prazer não-sexual algumas vezes por dia ao me lembrar que dancei com ela e teci rápidos diálogos, isto numa tarde em que minha conversa foi ainda mais intensa com uma outra cidadã, esta a quem já conheço há algumas aulas e parece nutrir grande simpatia por mim. Já detalhei o caso. É que a recordação da outra me demanda uma atenção enorme, creio que me compreendem. É mais provável que não esteja presente nas próximas aulas, inclusive porque o módulo mudou para o próximo mês. Por isto, afiação mental nessas horas, rapaz. Não obstante não haja nada de sexual nos pensamentos, ela me inspirou de um jeito que veio bem de encontro a gostos meus (felizmente gostos, não fantasias), e aquele pensamento fica, sabem? Apesar de tudo, bem administrado.

Bem administrado. Exatamente como minha mente num panorama geral.

Hoje consegui novamente reprimir uma polução noturna. Minha mãe, sem saber, tem feito chá de gengibre à noite nestes últimos dias, e não duvido de que daqui a pouco novamente apareça com uma xícara para mim (e, a propósito, enquanto digitava a palavra xícara, eis que ocorreu). Antes de ir lá buscar: o mesmo é considerado calmante e supostamente eficaz contra poluções noturnas, e tenho tido com ele noites bastante boas de sono, porém sonhando muito e, nesta noite (pausa e já volto, em importante momento da história)...

... sonhei novamente com algo insinuante, palavras minhas agora de tomar mais um fantástico chá de gengibre, uma das minhas "refeições" prediletas. Como andou algumas vezes acontecendo, sonhei com uma cena voyeur, deve ser ressaca de P. Conforme em outras vezes, sonhei que assistia "ao vivo" pessoas transando diante de mim, pela lembrança provavelmente conhecidos. Muito excitado, tive no sono/sonho uma crise de ejaculação precoce, rapidamente acordando... aliviado ao perceber que estava seco. Era meio da madrugada, ignoro o horário, só sei que me vi tão aliviado, apesar de a violenta ereção ter demorado alguns minutos para se dissipar, que prossegui com uma boa noite de sono mesmo tendo dormido tarde ontem e tendo hoje acordado mais cedo do que de costume. Não vou dizer que foi o chá que ando tomando para não ficar dependente, mesmo que da ideia, acredito é em mim mesmo e em minha persistência para extirpar para sempre essa miséria de minha vida, esse expurgo que só atrasou minha vida em tudo o que se possa imaginar.

Nunca mais, pornografia. Nunca mais. Nem aqui nem no quinto dos infernos.

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em 29/8/2019, 14:31
Justiceiro do Sertão escreveu: Dias agitados da melhor forma, nos quais venho ajustando minha agitação mental da melhor e mais eficiente maneira. Estou próximo aos 300 dias de Reboot, e também estão próximos alguns desafios em minha vida, e devo estar em meu melhor estado físico e, sobretudo, psíquico para encará-los com sucesso.

Há muito sei que não é fácil. Apenas há pouco tempo comecei, e sob esforço colossal, a ter razoável domínio sobre meu cérebro agitado. Embora não venha tendo inquietações diretamente relacionadas com PMO, acho que é até a título de abstinência, subconscientemente devido à mudança de atitude psicológica a que me obriguei, que sinto por vezes certo incômodo na cabeça ao organizar meus intentos na vida. Apesar de tudo, acredito que estou no caminho certo. De vez em quanto me ataca alguma inquietação relacionada com fetiches antigos meus, exatamente aqueles com os quais andei sonhando, porém nada que se considere um edging, uma coisa que eu me permita tomar de assalto meus pensamentos e ficar fantasiando a ponto de sair tendo ereções, até mesmo porque na intenção tenho empreendido enorme esforço. Quando meus olhos veem no cotidiano alguma coisa relacionada, fico me lembrando a título paranoico de certas coisas que desejava fazer, no entanto sem me excitar e com um desejo louco de mandar aquilo para o inferno.

Dizem que, em vez de tentar dar combate às fantasias, devemos aprender a lidar com elas, o que para mim é verdade no sentido de que, com meu turbilhão cerebral, concebo um extermínio desses pensamentos de uma maneira, acredito, um pouco diferente daquela que creio que seria considerada a mais comum. Nem darei detalhes do procedimento, são daquelas coisas que só este meu cérebro freneticamente vibrante entede. Apesar de tudo, acho interessante pontuar a questão aqui em meu Diário.

Por vezes lembro-me do passado, outra coisa que me dói muito. Também tenho aprendido psicologicamente a lidar. Neste exato momento, digitando em meu quarto, nesta posição e local exatos, recordo-me que era aqui meu profano e degradante altar de sacrifício, até há pouco tempo. Exatamente na direção e postura em que me encontro agora. Lembrança dura e que venho também mandando para o crematório. É muito desagradável para mim pensar que perdi tanto, tanto tempo! Que consegui ocupar minha mente com aquilo e sair durante um bom tempo patinando na vida! Duro de lembrar, interessante de rapidamente efetuar a colocação aqui, para que, como costumo dizer, o exemplo não seja seguido, nem por mim nem por ninguém.

Lembro-me de que, por causa do vício, já perdi também tantas, tantas chances com mulheres! A lembrança vem, e não é saborosa, é sufocante; só o intenso condicionamento psicológico a que me submeto é capaz de, da melhor forma e de acordo com a conduta de que já tratei, dar combate a estes pensamentos. De fazer com que eu olhe para um futuro que ainda deve me aguardar, incinerando para todo o sempre o passado.

No último domingo, meus sentidos se atribularam de maneira inesperada durante a aula de dança de salão, com a presença de uma garota que me fascinou sobremaneira. Confesso que meu coração bateu feliz como há muito tempo não sentia. No mesmo momento em que me vi regulado de uma percepção sensorial saudável, pus-me apreensivo com medo de que aquela impressão passasse a me perturbar. Tenho me esforçado e, por enquanto, o resultado está sendo satisfatório. Vem-me um imenso prazer não-sexual algumas vezes por dia ao me lembrar que dancei com ela e teci rápidos diálogos, isto numa tarde em que minha conversa foi ainda mais intensa com uma outra cidadã, esta a quem já conheço há algumas aulas e parece nutrir grande simpatia por mim. Já detalhei o caso. É que a recordação da outra me demanda uma atenção enorme, creio que me compreendem. É mais provável que não esteja presente nas próximas aulas, inclusive porque o módulo mudou para o próximo mês. Por isto, afiação mental nessas horas, rapaz. Não obstante não haja nada de sexual nos pensamentos, ela me inspirou de um jeito que veio bem de encontro a gostos meus (felizmente gostos, não fantasias), e aquele pensamento fica, sabem? Apesar de tudo, bem administrado.

Bem administrado. Exatamente como minha mente num panorama geral.

Hoje consegui novamente reprimir uma polução noturna. Minha mãe, sem saber, tem feito chá de gengibre à noite nestes últimos dias, e não duvido de que daqui a pouco novamente apareça com uma xícara para mim (e, a propósito, enquanto digitava a palavra xícara, eis que ocorreu). Antes de ir lá buscar: o mesmo é considerado calmante e supostamente eficaz contra poluções noturnas, e tenho tido com ele noites bastante boas de sono, porém sonhando muito e, nesta noite (pausa e já volto, em importante momento da história)...

... sonhei novamente com algo insinuante, palavras minhas agora de tomar mais um fantástico chá de gengibre, uma das minhas "refeições" prediletas. Como andou algumas vezes acontecendo, sonhei com uma cena voyeur, deve ser ressaca de P. Conforme em outras vezes, sonhei que assistia "ao vivo" pessoas transando diante de mim, pela lembrança provavelmente conhecidos. Muito excitado, tive no sono/sonho uma crise de ejaculação precoce, rapidamente acordando... aliviado ao perceber que estava seco. Era meio da madrugada, ignoro o horário, só sei que me vi tão aliviado, apesar de a violenta ereção ter demorado alguns minutos para se dissipar, que prossegui com uma boa noite de sono mesmo tendo dormido tarde ontem e tendo hoje acordado mais cedo do que de costume. Não vou dizer que foi o chá que ando tomando para não ficar dependente, mesmo que da ideia, acredito é em mim mesmo e em minha persistência para extirpar para sempre essa miséria de minha vida, esse expurgo que só atrasou minha vida em tudo o que se possa imaginar.

Nunca mais, pornografia. Nunca mais. Nem aqui nem no quinto dos infernos.

Inspiração pura!!

Eis aqui uma visão de quem está como telespectador: Você evoluiu muito o seu psicológico, maneira como lida com as fantasias que surgem, sonhando muito( esqueci de relatar no meu diário que nesses últimos dias venho sonhando bastante também) e etc. Parabéns Justiceiro, um grande vencedor!!

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Objetivos iniciais:
( ) 7 dias
( ) 10 dias

Objetivos de médio prazo:
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Objetivos de longo prazo:
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em 29/8/2019, 19:47
Tommy Shelby escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Dias agitados da melhor forma, nos quais venho ajustando minha agitação mental da melhor e mais eficiente maneira. Estou próximo aos 300 dias de Reboot, e também estão próximos alguns desafios em minha vida, e devo estar em meu melhor estado físico e, sobretudo, psíquico para encará-los com sucesso.

Há muito sei que não é fácil. Apenas há pouco tempo comecei, e sob esforço colossal, a ter razoável domínio sobre meu cérebro agitado. Embora não venha tendo inquietações diretamente relacionadas com PMO, acho que é até a título de abstinência, subconscientemente devido à mudança de atitude psicológica a que me obriguei, que sinto por vezes certo incômodo na cabeça ao organizar meus intentos na vida. Apesar de tudo, acredito que estou no caminho certo. De vez em quanto me ataca alguma inquietação relacionada com fetiches antigos meus, exatamente aqueles com os quais andei sonhando, porém nada que se considere um edging, uma coisa que eu me permita tomar de assalto meus pensamentos e ficar fantasiando a ponto de sair tendo ereções, até mesmo porque na intenção tenho empreendido enorme esforço. Quando meus olhos veem no cotidiano alguma coisa relacionada, fico me lembrando a título paranoico de certas coisas que desejava fazer, no entanto sem me excitar e com um desejo louco de mandar aquilo para o inferno.

Dizem que, em vez de tentar dar combate às fantasias, devemos aprender a lidar com elas, o que para mim é verdade no sentido de que, com meu turbilhão cerebral, concebo um extermínio desses pensamentos de uma maneira, acredito, um pouco diferente daquela que creio que seria considerada a mais comum. Nem darei detalhes do procedimento, são daquelas coisas que só este meu cérebro freneticamente vibrante entede. Apesar de tudo, acho interessante pontuar a questão aqui em meu Diário.

Por vezes lembro-me do passado, outra coisa que me dói muito. Também tenho aprendido psicologicamente a lidar. Neste exato momento, digitando em meu quarto, nesta posição e local exatos, recordo-me que era aqui meu profano e degradante altar de sacrifício, até há pouco tempo. Exatamente na direção e postura em que me encontro agora. Lembrança dura e que venho também mandando para o crematório. É muito desagradável para mim pensar que perdi tanto, tanto tempo! Que consegui ocupar minha mente com aquilo e sair durante um bom tempo patinando na vida! Duro de lembrar, interessante de rapidamente efetuar a colocação aqui, para que, como costumo dizer, o exemplo não seja seguido, nem por mim nem por ninguém.

Lembro-me de que, por causa do vício, já perdi também tantas, tantas chances com mulheres! A lembrança vem, e não é saborosa, é sufocante; só o intenso condicionamento psicológico a que me submeto é capaz de, da melhor forma e de acordo com a conduta de que já tratei, dar combate a estes pensamentos. De fazer com que eu olhe para um futuro que ainda deve me aguardar, incinerando para todo o sempre o passado.

No último domingo, meus sentidos se atribularam de maneira inesperada durante a aula de dança de salão, com a presença de uma garota que me fascinou sobremaneira. Confesso que meu coração bateu feliz como há muito tempo não sentia. No mesmo momento em que me vi regulado de uma percepção sensorial saudável, pus-me apreensivo com medo de que aquela impressão passasse a me perturbar. Tenho me esforçado e, por enquanto, o resultado está sendo satisfatório. Vem-me um imenso prazer não-sexual algumas vezes por dia ao me lembrar que dancei com ela e teci rápidos diálogos, isto numa tarde em que minha conversa foi ainda mais intensa com uma outra cidadã, esta a quem já conheço há algumas aulas e parece nutrir grande simpatia por mim. Já detalhei o caso. É que a recordação da outra me demanda uma atenção enorme, creio que me compreendem. É mais provável que não esteja presente nas próximas aulas, inclusive porque o módulo mudou para o próximo mês. Por isto, afiação mental nessas horas, rapaz. Não obstante não haja nada de sexual nos pensamentos, ela me inspirou de um jeito que veio bem de encontro a gostos meus (felizmente gostos, não fantasias), e aquele pensamento fica, sabem? Apesar de tudo, bem administrado.

Bem administrado. Exatamente como minha mente num panorama geral.

Hoje consegui novamente reprimir uma polução noturna. Minha mãe, sem saber, tem feito chá de gengibre à noite nestes últimos dias, e não duvido de que daqui a pouco novamente apareça com uma xícara para mim (e, a propósito, enquanto digitava a palavra xícara, eis que ocorreu). Antes de ir lá buscar: o mesmo é considerado calmante e supostamente eficaz contra poluções noturnas, e tenho tido com ele noites bastante boas de sono, porém sonhando muito e, nesta noite (pausa e já volto, em importante momento da história)...

... sonhei novamente com algo insinuante, palavras minhas agora de tomar mais um fantástico chá de gengibre, uma das minhas "refeições" prediletas. Como andou algumas vezes acontecendo, sonhei com uma cena voyeur, deve ser ressaca de P. Conforme em outras vezes, sonhei que assistia "ao vivo" pessoas transando diante de mim, pela lembrança provavelmente conhecidos. Muito excitado, tive no sono/sonho uma crise de ejaculação precoce, rapidamente acordando... aliviado ao perceber que estava seco. Era meio da madrugada, ignoro o horário, só sei que me vi tão aliviado, apesar de a violenta ereção ter demorado alguns minutos para se dissipar, que prossegui com uma boa noite de sono mesmo tendo dormido tarde ontem e tendo hoje acordado mais cedo do que de costume. Não vou dizer que foi o chá que ando tomando para não ficar dependente, mesmo que da ideia, acredito é em mim mesmo e em minha persistência para extirpar para sempre essa miséria de minha vida, esse expurgo que só atrasou minha vida em tudo o que se possa imaginar.

Nunca mais, pornografia. Nunca mais. Nem aqui nem no quinto dos infernos.

Inspiração pura!!

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Meus agradecimentos, Tommy Shelby! Fique sabendo que de fato sonho muito, praticamente todas as noites me ocorre desde pequeno e inclusive consigo até hoje me lembrar de sonhos que tive quando criança. Se inspiro, para mim é de uma honra imensa. Nunca foi minha intenção, apenas passar um bom exemplo e tentar salvar minha vida.

Cumprimentos!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 41 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 29/8/2019, 21:06
Mais um dia intenso. Levantando-me cedo e cheio de garra como sempre, fui para o trabalho com o sangue fervendo nas veias atrás da mudança que tanto almejo em minha vida.

Vale aqui pontuar uma coisa a que um colega deste espaço se referiu: também trabalho num serviço, digamos, pouco formal, apesar de certa cerimônia o circundar. Resultado: vê-se gente de todo tipo e vestida de todo tipo. Já atendi de tudo, de bêbados a figurões engravatados, de tipos com ar suspeito a representantes religiosos; no hall vejo diariamente de mendigos a sujeitos com estilo de atleta, de sertanejos a caráter (chapéu, camisa xadrez, calça apertada e botas) a casais gays com ar moderninho, de freiras (há um convento por perto) a mulheres muito atraentes de rosto, corpo e vestimentas. Enfim, tal ambiente se mostra para mim uma coisa bastante emblemática no que tange aos cuidados com meu Reboot, e felizmente já me sinto habituado à situação citada, de modo que praticamente, não embora sem as devidas precauções, nada me faz perder o foco do que de fato importa.

Pois hoje a única mulher do meu setor saiu de férias, nas quais realizará um antigo desejo de intercâmbio. Uma pessoa com a qual troco ideias bem postas de colega, apesar de algumas divergências de pontos de vista, e não vejo chances de enxergar de maneira sugestiva ou engatar relacionamento. Razoável de corpo e de rosto, lembrando um pouco fisicamente aquela que anda me "assustando" no Whatsapp e com a qual quase engatei uma ficada há meses (na verdade até mais bonita e com um nível intelectual mais aguçado), tecemos hoje mais algumas amenas palavras e nos despedimos com um gostoso abraço, ao qual ela parecia até querer chorar. Sem mais enrolas, fui seguir vivendo minha vida e minha saga.

Mais uma vez digo que, apesar de algum coleguismo e empatia, não está nos meus planos "investir" nela. As únicas que estão por enquanto em minha "carteira de investimentos" são, ainda assim em caso de nítida oportunidade, aquela do Whatsapp há algumas linhas citada, e aquela que me chamou a atenção na última aula de dança de salão, esta última ainda com a ressalva de que não sei se voltarei a vê-la por questões próprias cuja explicação deixaria esta postagem desnecessariamente mais longa. Fora as tais, caso alguma oportunidade de caso se mostre bem clara nos próximos tempos, incluindo-se a da garota com quem ando puxando bons diálogos durante as aulas de dança, aí sim analisarei o fato em seus detalhes e verificarei a melhor maneira de agir.

Alguma coisa me diz que, caso seja instante propício, uma relação me faria bem. Entretanto, não sendo arrogante, acredito que no presente engatar um relacionamento daria uma congestionada em alguns planos pessoais meus pelos quais prezo muito. Claro que sob tal contexto não posso mandar no acaso, todavia tenho aprendido a controlar prioridades e ocorrências do destino de modo a escrever para mim os melhores dias possíveis. Organizando tudo: mente, cronograma diário de tarefas, disciplina, gastos financeiros... Enfim, só o futuro próximo dirá, estando eu sempre a fazer minha parte.

Ainda sobre relacionamentos, já disse que as garotas aqui da cidade são em sua maioria insuportáveis, quase todas com que ando trocando ideia são de fora, nem que seja de cidades a 30 km. Novamente, porém, neste destino talvez não consiga mandar e vejamos o que me espera. Enfim, longe de dizer que estou louco para arrumar alguém (nada dessa carência besta, essa coisa adolescente de "eu só queria uma namoradinha, alguém para andar de mãos dadas, abraçar e beijar, todo mundo tem uma menos eu..."), parece que meu amadurecimento devido à luta contra o vício tem me dado, a partir do momento em que passei a perceber as mulheres sob outro aspecto sensorial, finalmente a chance de um contato maduro e passível de auspiciosa interação com elas. As aulas de dança de salão e certas percepções mentais minhas estão, creio, começando a me dar esse privilégio.

As fantasias mais perigosas já estão sob meu domínio quase total. Em 12 anos viciado, minha mente inquieta foi mais responsável do que a pornografia em si, dado a tremenda capacidade daquela de criar situações a bem da verdade absurdas. Talvez por isso tenha estado tão disciplinado com mídias por exemplo. Hoje, por exemplo, consegui desviar de uma notícia que remetia intensamente a uma antiga fantasia minha, até próxima a uma situação pessoal que vivi. De qualquer modo, as mudanças têm acontecido. Que minha vida continue mudando em todos os sentidos. Que nossas vidas sigam plenas e cada vez melhores devido a nossos esforços. Que olhemos para o futuro sem nunca nos esquecermos, ainda que nos lembrando da maneira menos obsessiva, daquilo que o vício nos tirou.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 41 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 30/8/2019, 21:44
Mais um dia daqueles, da melhor forma.

Já fui de cara reprimindo violentamente mais uma polução noturna. Sonhei que vivia uma daquelas fantasias que tanto alimentei e ejaculava de tão excitado. Apenas no sonho, felizmente. Não obstante, acordei muito excitado e foi bem difícil encurralar a violenta e indigna ereção para conseguir dormir em paz, processo cansativo de quase uma hora, em meio a orações e meditações improvisadas. Quando caí no sono, dormi violentamente e acabei perdendo a hora. Levantei-me quase revirando o quarto tão impetuoso me vi para resolver as coisas rápido, felizmente deu tempo.

Lá fui eu encarar mais um dia no trabalho. Hoje, movimento intenso e mais uma paulada de potenciais gatilhos mandados para o inferno. Modéstia à parte, é incrível como parece que só eu não fico reparando, ou pelo menos tento não reparar, nas mulheres bonitas que aparecem pelo local. Quando há uma por perto, o que me chama a atenção são os olhares maliciosos dos homens, de (com o devido respeito) simplórios populares em trajes de operário até sujeitos, entre cidadãos e funcionários, de aparente gabarito social. Chegam a se distrair de seus objetivos, uns ficam até me instigando: "Que que é isso, hein rapaz? Olha! Vai me dizer que não gosta..." Ignoro, não sabem com quem falam, não sabem de minha trajetória.

Mesmo eu, que percebo estar começando só agora a viver dignamente, que chego a ter a impressão de que minha vida levou um pause lá no início de 2006 e só agora deu um resume neste drama tão cinematográfico (e olhem que não sou nenhum nerd cinéfilo), de fato percebo estar aprendendo coisas, incorporando noções de maturidade e responsabilidade as quais sinto que deveria ter recebido naquela época, como se com efeito eu tivesse congelado aos 13-14 anos agora descongelado para só no presente 2019 seguir a trilha que deveria ter percorrido na época. É incrivelmente triste.

Vejo-me saindo de um verdadeiro coma.

Com relativo sucesso, apesar de tudo. Retomando minha consciência depois de mais de uma dúzia de anos. Faz todo o sentido, é sugestivamente inacreditável. Eu viver agora o que deveria ter vivido naquela época. Eu perceber as coisas com uma noção que sinto que deveria ter tido na época e não me permiti por causa do vício.

Triste sensação de ter acordado tarde, que já há um tempo me atormenta, bondoso fantasma da consciência e da responsabilidade que tentava ainda, bravamente, se desatolar do lamaçal em que me enfiei por uma dúzia de anos. Parece, porém, como disse, que estou conseguindo tirar o atraso. Tomara que seja verdade, continuarei com minha parte antes de tudo.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 41 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 31/8/2019, 20:25
Dia intenso e tenso. Para começo de conversa, polução noturna.

Uma da manhã, eis-me tendo um sonho horrível, relacionado com um antigo trauma sexual meu, o qual não detalharei. Tive amazônica ejaculação, levantando-me para variar querendo destruir o que houvesse em minha frente nem que me levassem preso e/ou vizinhos e pais ameaçassem me linchar. Quase aos prantos, em meio a socos no travesseiro, não me aguentei e, desse o que desse, fui tomar banho. 1:15, olhem a situação.

Toalha lá fora, não quis nem saber, fui seminu até a área de serviço, temperatura agradável horas antes daquele frio do raiar do dia, e busquei o que precisava para a rápida higiene. Nem que desse briga, doesse o que doesse, banho. Banho, porra, banho! Não quis nem saber. Liguei o chuveiro no morro e lavei-me em poucos minutos, tentando segurar minha ira. A briga que imaginei não aconteceu, meus pais não acordaram, voltei para a cama sem vontade de dormir, acabei sucumbindo ao medo de ligar o computador e ir estudar porque meu pai é meio contra eu apelar para um expediente extremo relacionado, desses de atravessar madrugadas, diz que desliga a chave-geral e ele cumpre mesmo, não é como minha mãe que só ameaça, só ameaça, briga e briga e briga mas se eu for lá e fizer no outro dia ela está no telefone falando com as amigas e os parentes: "Meu filho sim é um exemplo, vara a noite estudando pra concurso!"; "Tenho raiva de que ele não começou nisso quando tinha 16 anos, hoje tava rico." Ah, mulheres... Porque demorei tanto para descobrir como elas funcionam? Por causa do vício, merda!

Peguei no sono sem querer pegar, para variar dormi pesado e perdi a hora para o trabalho. Às 6:15 pulei da cama com tudo e, talvez em tempo recorde, me troquei e procedi minha higiene matinal para tomar o café rapidamente (como sempre) preparado por minha mãe. Caminho do trabalho, até meio-dia de um movimento só. Cheguei em casa, ato contínuo, banho gelado para mandar para o inferno qualquer complexo. Fui me acabar de estudar. Há concurso próximo e eis-me a resolver duas provas na tarde, duas redações, boas leituras, horas proveitosas enfim.

Agora aqui estou, digitando ainda em ritmo acelerado para prestar contas de minha guerra contra o vício e suas sequelas. Sim, conforme andei conversando com o insigne parceiro de lutas The_Survivor em seu Diário, outra coisa tantas ejaculações noturnas não podem ser, apesar de um meu sangue tão fervendo de vontade e de garra por exorcisar até o fim dos tempos essa bosta de minha vida. É com muito esforço tenho conseguido organizar meus pensamentos ao longo do dia para evitar as "descargas noturnas", as quais costumam ocorrer com lembranças dormentes que acabo acumulando até sem querer ao longo do dia e dos dias de minha vida. É duro, entretanto não desisto. Jamais desistirei. Até agora estou furioso, como sempre me ocorre nessas horas, nos dias em que tenho poluções meu humor se altera monstruosamente, fico irritadiço e sendo rude com as pessoas, só querendo saber de resolver problemas nem que seja desafiando ordens de que devo me acalmar. Merda, merda, merda!!

Me dá vontade de estudar umas 24 horas sem parar para nada, até ir à exaustão, só de raiva. Devorar umas 10 provas, escrever umas 10 redações, arriscar ter até uma crise convulsiva de tanto estudar, só para ver se chego a algum lugar na vida e altero em todos aspectos este meu hoje razoável paradigma cotidiano. Sei que estou um tanto errado, que dá para chegar lá sem sofrer tanto, porém meu psicológico se abala muito com esses incidentes molhados e fico louco para resolver as coisas logo, para descontar meu tempo perdido, preencher meu tempo da forma mais rentável até sob um enfoque irreal, acho que conseguem compreender. Fico maluco, demente por ver as coisas logo em seu lugar, chegando até a me esquecer que ataques de estresse podem piorar minha vida em todos os aspectos...

E diante disso é que vou tentando me controlar, canalizar meu sangue fervendo para atividades realmente proveitosas, para um estudo saudável e outras atividades enobrecedoras do corpo e da alma, como a dança de salão, à qual aliás devo novamente comparecer amanhã à tarde. Quer dizer, me controlando, me regulando, conhecendo minhas tendências, buscando meu melhor estado racional e minha mais intensa sanha de vitória, vou buscando minha vez. Não desisto, é isso o que importa.

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coronel
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 41 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 31/8/2019, 21:09
Amigo, parabéns por sua excelente marca.
Acompanho seu diário por alto porque são muitas postagens, mas o que importa mesmo é que você venceu esse vício de lavada, espero que prossiga firme, que jamais retorne ao dia zero.

Abraços

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 41 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 1/9/2019, 10:19
Quase 300 dias limpo, Justiceiro!

A tua conquista é uma inspiração enorme para mim. Me dá forças para saber que eu consigo chegar tão longe também, da mesma forma que você chegou;

E me mantem sábio para saber que eu não irei resolver os meus problemas com 90 dias de No PMO. É uma luta constante, como você mesmo diz em seu diário.

Sinto-me mais inspirado ainda para continuar após ler os teus relatos. Haha!

Forte abraço!

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em 1/9/2019, 10:46
coronel escreveu:Amigo, parabéns por sua excelente marca.
Acompanho seu diário por alto porque são muitas postagens, mas o que importa mesmo é que você venceu esse vício de lavada, espero que prossiga firme, que jamais retorne ao dia zero.

Abraços


E dá-lhe Coronel! Obrigado pelo incentivo, que jamais retornemos ao inferno de onde saímos.

Meu abraço.

TheMan escreveu:
Quase 300 dias limpo, Justiceiro!

A tua conquista é uma inspiração enorme para mim. Me dá forças para saber que eu consigo chegar tão longe também, da mesma forma que você chegou;

E me mantem sábio para saber que eu não irei resolver os meus problemas com 90 dias de No PMO. É uma luta constante, como você mesmo diz em seu diário.

Sinto-me mais inspirado ainda para continuar após ler os teus relatos. Haha!

Forte abraço!

Salve TheMan! Obrigado pelos cumprimentos. Pois é, minha parte estou fazendo da maneira como posso, absorvendo todas as armas em minha volta, não há conversa.

Cumprimentos!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 41 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 1/9/2019, 21:35
Domingo muito intenso. Apesar da garganta doendo e começo de febre, levantei-me feroz às 6 da manhã para estudar. Teci umas boas horas para depois, embora sentindo os efeitos do resfriado, limpar os móveis de meu quarto, fazer a barba e ir à dança de salão, não sem antes um bom almoço e suco de laranja preparados pela minha mãe.

Embora um tanto cansado, segui a pé para o clube, onde vivi mais uma emblemática tarde. Uma hora e meia de aula, mulherada sobrando (algumas muito bonitas), para depois show no hall inferior, onde o cenário só se tornou mais sugestivo. Se é para viver a realidade da melhor forma, que assim seja. Dancei (ou pelo menos tentei) com tudo quanto foram mulheres, mais uma bela experiência. Daquelas coisas que nos inspiram de uma forma ou outra.

Devido à forte chuva na saída, meu pai veio discretamente me buscar de carro. Ao chegar em casa, minha temperatura subiu e ainda está um pouco alta. Tomei Dipirona e estou um pouco melhor, apesar de a garganta ainda estar pegando fogo. Sinto que preciso dormir para ter um dia rentável amanhã. Já tomei um leite, já jantei e estou melhor do que aquilo que achava que estaria após a intensa maratona de forró de hoje. Que sejam bons dias para todos nós.

E amanhã, assim espero, 300 dias longe da pornografia.

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Kusmin
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 41 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 1/9/2019, 21:57
Salve Justiceiro do Sertão, apesar da gripe, seguiu firme e forte nos seus objetivos, e criando cada vez mais conexões! Melhoras meu amigo!

Abraço

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