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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 24/11/2018, 11:38
Fala meu amigo Justiceiro!! Tenho um amigo que às vezes falo com ele sobre esse assunto. Ele pratica o "no fap" e "no porn" de vez em quando também. Não pretendo falar para ele sobre o fórum, mas de vez em quando, batemos um papo sobre esse assunto. Sempre bom ter alguém com quem conversar sobre isso. Ele é um dos meus melhores amigos, super confiável e etc. Força aí!! Tamo junto!


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Pois é

em 24/11/2018, 22:01
Primeiramente, venho uma vez mais agradecer ao apoio de todos. Modinhas à parte, gratidão sempre. Lição de família à qual há muito já fui apresentado...

Pois bem, hoje troquei uma boa ideia com o tal colega a respeito de minha situação. Tremi um pouco, fiquei até um pouco emocionado, felizmente tudo bem. Fui ouvido com atenção e respeito, como esperava e como deve ser, inclusive ouvindo que o mesmo, ainda que nunca muito interessado em pornografia, é alguém a par da questão. Formado em História e entusiasta de cultura geral, era até previsível a boa e saudável conversa que tivemos, tendo eu recebido considerável apoio e conforto. Confesso que estou muito feliz e aliviado de poder compartilhar com quem de confiança este meu drama.

Um abraço a todos e lá vamos nós.

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Meu domingo

em 25/11/2018, 19:59
E eis que tive louvável domingo. Na última aula de forró da temporada (descobri que aqui na cidade há outra iniciativa do tipo, às noites de domingo, no entanto não poderei ir por ora), arrisquei dançar com uma e outra garotas e, assumo, apesar de não ser praticamente nada versado em dança (muito menos forró), até que meu esforço pareceu um pouco digno. Causei razoável impressão, tanto na aula quanto no show a seguir, o que me fez, confesso, me sentir bastante satisfeito comigo mesmo em termos de relacionamento interpessoal. Avesso à badalação que sou, não fico em rodinhas, porém pareci ser bem aceito no meio, felizmente.

Fora isso, estudei pela manhã, havendo levantado às 6 e pouco para uma bateria de exercícios de matemática (não posso perder o ritmo, apesar de os 3 editais que viso ainda estarem um pouco distantes), dei uma caminhada por perto de casa e caminho do SESC e desempenhei outras tarefas triviais. Estou consciente de estar na fase dos 21 dias, tomada pela clássica doutrina rebooter como período delicado, em que muitos costumam apresentar sintomas severos de abstinência. Felizmente, não é o meu caso.

Sigo lutando. Rumo aos 90 dias e para sempre.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 25/11/2018, 21:51
Boa meu grande amigo, está conse passar o tempo fazendo umas atividades, e isto é muito importante!! Força que você vai conseguir!! Tamo junto!

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 25/11/2018, 22:17
Justiceiro do Sertão escreveu:E eis que tive louvável domingo. Na última aula de forró da temporada (descobri que aqui na cidade há outra iniciativa do tipo, às noites de domingo, no entanto não poderei ir por ora), arrisquei dançar com uma e outra garotas e, assumo, apesar de não ser praticamente nada versado em dança (muito menos forró), até que meu esforço pareceu um pouco digno. Causei razoável impressão, tanto na aula quanto no show a seguir, o que me fez, confesso, me sentir bastante satisfeito comigo mesmo em termos de relacionamento interpessoal. Avesso à badalação que sou, não fico em rodinhas, porém pareci ser bem aceito no meio, felizmente.

Fora isso, estudei pela manhã, havendo levantado às 6 e pouco para uma bateria de exercícios de matemática (não posso perder o ritmo, apesar de os 3 editais que viso ainda estarem um pouco distantes), dei uma caminhada por perto de casa e caminho do SESC e desempenhei outras tarefas triviais. Estou consciente de estar na fase dos 21 dias, tomada pela clássica doutrina rebooter como período delicado, em que muitos costumam apresentar sintomas severos de abstinência. Felizmente, não é o meu caso.

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Mano, o cara que sabe dançar forró, se torna praticamente um imã de mulheres, é surreal hahaha.

Continua firme aí, irmão! Investe muito nessa parte da conexão com outras pessoas que esse é o segredo mesmo : conexão!

Abração, cara!

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 26/11/2018, 13:16
Justiceiro do Sertão escreveu:E eis que tive louvável domingo. Na última aula de forró da temporada (descobri que aqui na cidade há outra iniciativa do tipo, às noites de domingo, no entanto não poderei ir por ora), arrisquei dançar com uma e outra garotas e, assumo, apesar de não ser praticamente nada versado em dança (muito menos forró), até que meu esforço pareceu um pouco digno. Causei razoável impressão, tanto na aula quanto no show a seguir, o que me fez, confesso, me sentir bastante satisfeito comigo mesmo em termos de relacionamento interpessoal. Avesso à badalação que sou, não fico em rodinhas, porém pareci ser bem aceito no meio, felizmente.

Fora isso, estudei pela manhã, havendo levantado às 6 e pouco para uma bateria de exercícios de matemática (não posso perder o ritmo, apesar de os 3 editais que viso ainda estarem um pouco distantes), dei uma caminhada por perto de casa e caminho do SESC e desempenhei outras tarefas triviais. Estou consciente de estar na fase dos 21 dias, tomada pela clássica doutrina rebooter como período delicado, em que muitos costumam apresentar sintomas severos de abstinência. Felizmente, não é o meu caso.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 26/11/2018, 18:16
Justiceiro do Sertão escreveu:E eis que tive louvável domingo. Na última aula de forró da temporada (descobri que aqui na cidade há outra iniciativa do tipo, às noites de domingo, no entanto não poderei ir por ora), arrisquei dançar com uma e outra garotas e, assumo, apesar de não ser praticamente nada versado em dança (muito menos forró), até que meu esforço pareceu um pouco digno. Causei razoável impressão, tanto na aula quanto no show a seguir, o que me fez, confesso, me sentir bastante satisfeito comigo mesmo em termos de relacionamento interpessoal. Avesso à badalação que sou, não fico em rodinhas, porém pareci ser bem aceito no meio, felizmente.

Fora isso, estudei pela manhã, havendo levantado às 6 e pouco para uma bateria de exercícios de matemática (não posso perder o ritmo, apesar de os 3 editais que viso ainda estarem um pouco distantes), dei uma caminhada por perto de casa e caminho do SESC e desempenhei outras tarefas triviais. Estou consciente de estar na fase dos 21 dias, tomada pela clássica doutrina rebooter como período delicado, em que muitos costumam apresentar sintomas severos de abstinência. Felizmente, não é o meu caso.

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Fala Justiceiro. A vida de concurseiro é uma barra. Te desejo toda força. Parabéns pelos 20 dias. vlw

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Agradeço

em 26/11/2018, 19:06
masterdw escreveu:Boa meu grande amigo, está conse passar o tempo fazendo umas atividades, e isto é muito importante!! Força que você vai conseguir!! Tamo junto!

Enviado pelo Topic'it

Obrigado, sigamos juntos. Na torcida!

Marker escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:E eis que tive louvável domingo. Na última aula de forró da temporada (descobri que aqui na cidade há outra iniciativa do tipo, às noites de domingo, no entanto não poderei ir por ora), arrisquei dançar com uma e outra garotas e, assumo, apesar de não ser praticamente nada versado em dança (muito menos forró), até que meu esforço pareceu um pouco digno. Causei razoável impressão, tanto na aula quanto no show a seguir, o que me fez, confesso, me sentir bastante satisfeito comigo mesmo em termos de relacionamento interpessoal. Avesso à badalação que sou, não fico em rodinhas, porém pareci ser bem aceito no meio, felizmente.

Fora isso, estudei pela manhã, havendo levantado às 6 e pouco para uma bateria de exercícios de matemática (não posso perder o ritmo, apesar de os 3 editais que viso ainda estarem um pouco distantes), dei uma caminhada por perto de casa e caminho do SESC e desempenhei outras tarefas triviais. Estou consciente de estar na fase dos 21 dias, tomada pela clássica doutrina rebooter como período delicado, em que muitos costumam apresentar sintomas severos de abstinência. Felizmente, não é o meu caso.

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Mano, o cara que sabe dançar forró, se torna praticamente um imã de mulheres, é surreal hahaha.

Continua firme aí, irmão! Investe muito nessa parte da conexão com outras pessoas que esse é o segredo mesmo : conexão!

Abração, cara!

Marker, obrigado pelo incentivo e vou dizer um negócio: a dança me faz sentir um bem tremendo! Minha autoestima se eleva a ponto de a motivação ser considerável.

Quanto a dançar, olha que não danço bem... Grosso modo, faço aquele tipo "nerd na balada", com dificuldades para soltar o corpo. Tenho pouca prática, mal-e-mal fui a algumas dessas aulas no SESC (tinha ido há uns cinco anos e agora voltei) e assisti a uns vídeos na Internet, além de observar os demais. Contudo, modéstia à parte acho que estou melhorando e, não sei como, andei sendo elogiado por uma e outra dama na dança. Confesso que vivi umas experiências prazerosas nos últimos dias, porém isso de me tornar um imã de mulheres é coisa que só o tempo dirá!...

De qualquer maneira, aí vamos nós rumo a uma vida digna. Abraço!

Seeker escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:E eis que tive louvável domingo. Na última aula de forró da temporada (descobri que aqui na cidade há outra iniciativa do tipo, às noites de domingo, no entanto não poderei ir por ora), arrisquei dançar com uma e outra garotas e, assumo, apesar de não ser praticamente nada versado em dança (muito menos forró), até que meu esforço pareceu um pouco digno. Causei razoável impressão, tanto na aula quanto no show a seguir, o que me fez, confesso, me sentir bastante satisfeito comigo mesmo em termos de relacionamento interpessoal. Avesso à badalação que sou, não fico em rodinhas, porém pareci ser bem aceito no meio, felizmente.

Fora isso, estudei pela manhã, havendo levantado às 6 e pouco para uma bateria de exercícios de matemática (não posso perder o ritmo, apesar de os 3 editais que viso ainda estarem um pouco distantes), dei uma caminhada por perto de casa e caminho do SESC e desempenhei outras tarefas triviais. Estou consciente de estar na fase dos 21 dias, tomada pela clássica doutrina rebooter como período delicado, em que muitos costumam apresentar sintomas severos de abstinência. Felizmente, não é o meu caso.

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Muito bom saber que você está com as atividades extranet em dia! Que haja cada vez mais interação! Parabéns pela marca já alcançada!

Avante!

Vamos lá, Seeker! Obrigado, antes de tudo.

Acho que nunca tão intensamente "fiz social" (no bom sentido) na vida... Os recentes episódios me possibilitaram grande incentivo ao processo de condicionamento mental a que me venho submetendo nos últimos tempos em termos de fulminar definitivamente o estresse, vencer o vício e ajeitar minha vida em todos os aspectos.

Que assim continue. Meu incentivo.

Alan Turing escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:E eis que tive louvável domingo. Na última aula de forró da temporada (descobri que aqui na cidade há outra iniciativa do tipo, às noites de domingo, no entanto não poderei ir por ora), arrisquei dançar com uma e outra garotas e, assumo, apesar de não ser praticamente nada versado em dança (muito menos forró), até que meu esforço pareceu um pouco digno. Causei razoável impressão, tanto na aula quanto no show a seguir, o que me fez, confesso, me sentir bastante satisfeito comigo mesmo em termos de relacionamento interpessoal. Avesso à badalação que sou, não fico em rodinhas, porém pareci ser bem aceito no meio, felizmente.

Fora isso, estudei pela manhã, havendo levantado às 6 e pouco para uma bateria de exercícios de matemática (não posso perder o ritmo, apesar de os 3 editais que viso ainda estarem um pouco distantes), dei uma caminhada por perto de casa e caminho do SESC e desempenhei outras tarefas triviais. Estou consciente de estar na fase dos 21 dias, tomada pela clássica doutrina rebooter como período delicado, em que muitos costumam apresentar sintomas severos de abstinência. Felizmente, não é o meu caso.

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Fala Justiceiro. A vida de concurseiro é uma barra. Te desejo toda força. Parabéns pelos 20 dias. vlw

Grande Alan Turing! Obrigado pelo apoio e bom saber que tem consciência do que é a coisa.

Almejo uma vida melhor para mim e meus pais e sei que um bom cargo público (melhor do que aquele em que já estou) será a solução. Tenho embalado aos poucos para não enlouquecer, como creio quase ter ocorrido da outra vez, na qual cheguei a ter lapsos de desatenção durante o trabalho de tanto estudar (fiquei perto da "rabeira do foguete" no primeiro concurso público de realmente altíssimo nível que prestei), para em breve, já com um consolidado lastro de noções básicas (coisas como Matemática, Redação, Direito Constitucional e Direito Administrativo), entregar meu corpo e minha alma aos estudos para três concursos que devem surgir em breve, e em um dos quais tenho fé em que serei aprovado. Mesmo porque um ritmo humanamente tolerável e alguma interação social também se fazem fundamentais para não levar o ser a um completo isolamento e consequente dificuldade de, para ser direto, lidar com as coisas do mundo feito um adulto. A tal teor, já basta o vício em PMO.

De todo modo, vamos com tudo. Tem meu apoio!

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 29/11/2018, 17:56
Grande Justiceiro...Sabias palavras...

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Obrigado e sobre os últimos dias

em 29/11/2018, 21:32
Alan Turing escreveu:Grande Justiceiro...Sabias palavras...

Agradeço o apoio, Alan Turing. Uma coisa que a vida me ensinou foi, sob qualquer circunstância, ser grato. Já houve momentos na vida em que precisei até mesmo mentir (após perder a confiança de meus pais devido a meu comportamento na infância e adolescência) para chegar a algum lugar, havendo inclusive sido chamado nessa base para entrevistas de emprego e outras oportunidades (ah, maratonas entregando centenas de currículos on-line e a pé pela cidade, caminhadas de horas sob sol forte...). Porém, nada me faz capaz de ser hipócrita (a mentira da mentira, coisa muito pior que um simples subterfúgio deveras alternativo para se obter algo) e/ou ingrato. Busco a constante sinceridade, e dizer obrigado, lembrar-se sempre de quem o ajudou, nunca é demais.

Também busco considerável autossuficiência para me virar sozinho na vida da melhor maneira. Não sou muito versado em sobrevivência em situações hostis, contudo até me viro mais ou menos bem se sozinho em casa. Passo um pano, cuido da higiene, só sou infelizmente péssimo com a cozinha, porém consigo dirimi-lo com um ou outro lanche em simploriamente preparado ou um suco. Sou muito preocupado com minha saúde e forma física e, confesso, não cozinhar muitas horas me parece até uma inusitada vantagem, posto que teria tempo para, dentro dos limites de meu orçamento, investir na compra de coisas prontas ou semiprontas um tanto saudáveis. Parece sair mais barato do que uma refeição banal engendrada em escala doméstica tradicional. Se for ao supermercado, acho que mais ou menos me virarei bem, amparado por parcimônia e bom-senso. Se algo mais complexo se mostrar necessário, todavia, acredito que algum tutorial na Internet (bem responsavelmente utilizada, é óbvio) me poderá salvar. Atribuo minha aversão à culinária, ou pelo menos à culinária mais "clássica", à minha própria "chatice saudável" com comida. Confesso que sou bem regulado quando o assunto é alimentação, não gosto de quase nada, um café razoável sem açúcar, um leite bem leve e umas frutas, coisas aliadas a uma refeição um tanto simples, são coisas que percebi me fazerem muito bem, mantendo-me imune a doenças e dentro do peso (o que já me é coisa, face aos inúmeros casos de obesidade, diabetes e problemas cardíacos em minha família). Em termos de refeição propriamente dita, minha mãe, que muito bem cozinha desde criança (e meu pai é outro desastre na cozinha), é quem bem entende de meus gostos e me monta excelentes pratos sob medida, sem os quais, no entanto, sei que minhas maturidade e responsabilidade me dariam um jeito de me virar.

Se querem saber, não é piada: sou regulado com comida mesmo! Bem simplificadamente, num churrasco só belisco uma ou outra coisa (sempre com um pouco de cerveja escura, sou fã de cervejas, disso tratarei depois se ainda não o fiz), não sou muito chegado em carne de porco, em termos de leite e derivados só consumo um leite deveras leve e um ou outro iogurte, não gosto de pratos como batata-doce, macarrão e massas em geral, tenho quase aversão por certos molhos e ovos e maionese por vezes não posso nem sentir o cheiro. Em compensação, admiro carnes magras grelhadas ou assadas (não fritas), frutas, verduras e saladas, tudo de preferência com muito azeite e pimenta. Amo pimenta! Até tive de descontinuar um pouco o uso devido a um desconforto estomacal que senti no início do ano. Voltando às cervejas, minha formação na área química me deu subsídios a que pudesse adentrar em noções do ramo após já ser alguém fã da arte do fermentado, sobretudo Malzbiers e variedades escuras (não é possível, até nessas horas sou fã de mulatas e negras... ). Bebo pouco, o citado e vez ou outra um destilado ou algo à base, no entanto ainda não desisti do sonho, alimentado com as noções aprendidas na faculdade e o qual devo colocar em prática num futuro dotado de melhores condições financeiras, de investir no ramo de cervejas artesanais, que muito me atrai e parece ser bastante lucrativo à luz de certas circunstâncias. Este é, entretanto, um desejo mais relacionado com o futuro. Para piorar, neste país empreender já é o que é (até isso), então o negócio é esperar e dar sua contribuição para o contexto em redor. Para brincar um pouco, há tempos cunhei um ditado a respeito, e que inclusive trata da arte (que não sei se um dia praticarei) da paternidade (não, entretanto, sem me lembrar de meus pais): "Filho é como o Brasil: é sempre o pior em tudo, sempre o primeiro nas coisas ruins, não ajuda em nada, só dá sofrimentos, mas você nunca perde a esperança de que um dia ele vai melhorar."

E digo mais: "mesmo que você não veja".

Voltando às beberagens (no bom sentido): só me lembro de ter ficado de porre uma vez, numa festa após uma desilusão com uma garota (águas passadas). Saúde é tudo na vida.

Tudo isto dos últimos parágrafos digo porque, a despeito de certos conflitos familiares que teimam em surgir vez ou outra, creio que pela primeira vez me pegarei verdadeiramente sozinho em casa, ou comigo mesmo, nos próximos meses, devido a uma viagem que meus pais, com quem moro, deverão fazer. Detalhes devo dar depois, se oportuno for. Por enquanto, tenho três firmes objetivos na vida:

1)Ser aprovado num concurso público de notável nível em São Paulo, para meu bem e dos meus pais, a respeito de questões das quais já tratei aqui;

2)Vencer essa compulsão desgraçada que me encarcera desde 2006; e

3) Tornar-me um tanto independente, em que se inclui dar conta sozinho daquilo que me for obrigação.

A respeito dos presentes dias, curto e grosso serei: devo dizer que tenho tido constantes lembranças, a reboque de coisa sobre a qual andei falando no fórum nos últimos dias, das oportunidades que já perdi com mulheres. Mulheres reais. No entanto, sei que devo, com o perdão da expressão, tocar o foda-se e seguir vivendo, não tenho tempo nem nada a perder. Aliás, por falar em mulheres, sabem que tenho experimentado aquela bela, e tão comentada pelos rebooters, atração automática por parte delas? No trabalho, sei lá devido a que auspício fisiobiológico derivado do reboot, têm elas de mim se aproximado mais e travando mais consistente e amigável contato! Devo admitir, embora sem jamais baixar a guarda, que já colho ou pareço colher os primeiros frutos desta sei-lá-qual-ésima tentativa de me livrar do vício.

Que assim seja!

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 30/11/2018, 09:29
Mano, sou fã da tua escrita envolvente! Parabéns! No mais, fico feliz em saber que você está se desenrolando bem com as mulheres, sei que isso ajuda demais no reboot!
Você vai longe!

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Grande Seeker

em 1/12/2018, 00:12
Seeker escreveu:Mano, sou fã da tua escrita envolvente! Parabéns! No mais, fico feliz em saber que você está se desenrolando bem com as mulheres, sei que isso ajuda demais no reboot!
Você vai longe!

Obrigado, companheiro de lutas. Prossigamos juntos. Se acha minha escrita envolvente, novamente agradeço. Confesso que por vezes me pego inspirado a dar conta daquilo que é necessário e tal inspiração, não sei por que matizes de inteligência emocional (não sei se cabe a expressão), acabo desenvolvendo um estilo próprio um tanto, digamos grosso modo, profundo. Espero que me compreendam, porque muitas horas nem mesmo eu o consigo...

Sobre ir longe, quantas vezes não ouvi isso quando criança, a respeito de ser bom aluno na escola e com facilidade para aprender mil coisas... "Esse menino tem futuro", "Vai ser alguém na vida, ainda vão ouvir falar muito nele", "Esse vai vencer na vida", "Vai ser rico!"... Minha parte venho fazendo a fim de deixar algum legado neste mundo para mim e para os demais, após felizmente acordar frente a tantos anos afundado na desgraça.

A respeito de escrita, e até já citei aqui no Fórum há um tempo, sempre me lembro do estilo de escrever de um colega de faculdade (muito nerd/cdf, obviamente) um pouco mais velho e com o qual ainda tenho algum contato aqui na cidade. Discreto e muito inteligente e dedicado, redigia matérias e crônicas de altíssimo nível literário no jornal interno do campus, daquelas que você nunca acreditaria terem saído da mente daquele sujeito, diga-se a verdade, feio e com ar até meio suspeito. Além da clássica lição de nunca se julgar pela aparência, devo confessar que a pessoa dele até hoje muito me inspira e seus textos meio que moldaram minha mente, fazendo com que eu com todo o respeito me escore sobre os ombros daquele gigante (o sujeito era grandão, inclusive) ao relatar minhas memórias e redigir outros textos. Na época com 24 anos, já uma faculdade, um curso técnico, engajado ativista estudantil desde os 14 anos e estudioso (do que imaginarem) assumido, é um dos que na vida me serve como exemplo, desde as muitas palavras que aprendi com seus refinadíssimos escritos até seu próprio estilo pessoal de incansável busca por ser alguém nesta única vida. Dizem que a palavra ensina mas o exemplo arrasta, e é a ele que dedico esta minha postagem de início de madrugada.

Sobre hoje, muito bem me senti ao, após sair do trabalho, ir a um show gratuito aqui na cidade (até que está badalada nos últimos tempos, haverá mais eventos no fim de semana e devo ir) e encontrar umas garotas conhecidas, com quem tive saudável e prazeroso diálogo. Maravilhosa experiência, bom prenúncio para, quem sabe, algo mais no futuro. Praticamente não venho tendo libido, no entanto algo me diz que ela está lá, esperando aquele maldito momento de distração, portanto, vigilância eterna.

E assim a luta segue.

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Meu fim de semana

em 2/12/2018, 22:03
Mais um fim de semana tranquilo, felizmente.

Após o show na sexta-feira à noite, estudei durante todo o sábado (dá-lhe exercícios de matemática e raciocínio lógico) e pela manhã de hoje, domingo. Após, dei conta de outras obrigações pessoais para à tarde sair para o SESC. Leituras, um ou outro show, interação com pessoas de nível, coisa providencial.

Logo depois, saí cumprindo algumas horas de saudável caminhada pelas ruas da cidade (desertas...) até chegar ao parque aqui perto de casa, onde vez ou outra acontecem alguns eventos, ainda que bem simples. Andei mais um pouco, caminhada me faz muito bem (ainda bem que aqui onde moro há alguns espaços razoáveis e ruas tranquilas), não me esqueço de que, em tempos de crises de abstinência, cheguei a empreender andanças de cerca de 8 horas, com poucos intervalos, num único dia, só para expurgar de minha alma a tentação. Voltando a hoje, enquanto andava pelo parque presenciei algo, digamos, insinuante, que no entanto não me abalou, felizmente. Devido ao calejamento de meu espírito a propósito da experiência com reboots anteriores e minha determinação em me livrar do vício. Ao que aparentava, afinal não devo reparar nisso e de toda maneira é coisa de ficar cada um na sua, era...

... bom, prefiro não dar detalhes, embora seja um negócio um tanto prosaico, por receio de que possa alimentar fantasias em alguém. Já havia começado a digitar sobre o que vi (e discretamente, como em todos os sentidos deve ser, ignorei), porém achei por bem dar apenas algumas coordenadas superficiais sobre a situação. Aqui, afinal, somos uma verdadeira família.

Cheguei em casa no final da tarde com algum impacto da visão que tive no parque, no entanto pouco intenso, de forma que agora em praticamente nada aquilo atrapalha minha vida. Fui dar conta do que deve ser feito e dane-se todo o resto. Creio que estou apto a vencer essa guerra mais do que nunca.

Faço como deve ser feito e confio em mim mesmo. Eis o que importa.

E lá vou eu. E lá vamos nós.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 2/12/2018, 22:37
Justiceiro do Sertão escreveu:Mais um fim de semana tranquilo, felizmente.

Após o show na sexta-feira à noite, estudei durante todo o sábado (dá-lhe exercícios de matemática e raciocínio lógico) e pela manhã de hoje, domingo. Após, dei conta de outras obrigações pessoais para à tarde sair para o SESC. Leituras, um ou outro show, interação com pessoas de nível, coisa providencial.

Logo depois, saí cumprindo algumas horas de saudável caminhada pelas ruas da cidade (desertas...) até chegar ao parque aqui perto de casa, onde vez ou outra acontecem alguns eventos, ainda que bem simples. Andei mais um pouco, caminhada me faz muito bem (ainda bem que aqui onde moro há alguns espaços razoáveis e ruas tranquilas), não me esqueço de que, em tempos de crises de abstinência, cheguei a empreender andanças de cerca de 8 horas, com poucos intervalos, num único dia, só para expurgar de minha alma a tentação. Voltando a hoje, enquanto andava pelo parque presenciei algo, digamos, insinuante, que no entanto não me abalou, felizmente. Devido ao calejamento de meu espírito a propósito da experiência com reboots anteriores e minha determinação em me livrar do vício. Ao que aparentava, afinal não devo reparar nisso e de toda maneira é coisa de ficar cada um na sua, era...

... bom, prefiro não dar detalhes, embora seja um negócio um tanto prosaico, por receio de que possa alimentar fantasias em alguém. Já havia começado a digitar sobre o que vi (e discretamente, como em todos os sentidos deve ser, ignorei), porém achei por bem dar apenas algumas coordenadas superficiais sobre a situação. Aqui, afinal, somos uma verdadeira família.

Cheguei em casa no final da tarde com algum impacto da visão que tive no parque, no entanto pouco intenso, de forma que agora em praticamente nada aquilo atrapalha minha vida. Fui dar conta do que deve ser feito e dane-se todo o resto. Creio que estou apto a vencer essa guerra mais do que nunca.

Faço como deve ser feito e confio em mim mesmo. Eis o que importa.

E lá vou eu. E lá vamos nós.

Opa Justiceiro do Sertão,

É isso ai, o negócio é ter foco no objetivo, estar consciente dos obstáculos e atento a eles mas foco no objetivo e perseverança e persistência para alcança-lo.

Vamos em frente, que Deus fortaleça todos nós nessa luta diária.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 3/12/2018, 10:09
Justiceiro do Sertão escreveu:Mais um fim de semana tranquilo, felizmente.

Após o show na sexta-feira à noite, estudei durante todo o sábado (dá-lhe exercícios de matemática e raciocínio lógico) e pela manhã de hoje, domingo. Após, dei conta de outras obrigações pessoais para à tarde sair para o SESC. Leituras, um ou outro show, interação com pessoas de nível, coisa providencial.

Logo depois, saí cumprindo algumas horas de saudável caminhada pelas ruas da cidade (desertas...) até chegar ao parque aqui perto de casa, onde vez ou outra acontecem alguns eventos, ainda que bem simples. Andei mais um pouco, caminhada me faz muito bem (ainda bem que aqui onde moro há alguns espaços razoáveis e ruas tranquilas), não me esqueço de que, em tempos de crises de abstinência, cheguei a empreender andanças de cerca de 8 horas, com poucos intervalos, num único dia, só para expurgar de minha alma a tentação. Voltando a hoje, enquanto andava pelo parque presenciei algo, digamos, insinuante, que no entanto não me abalou, felizmente. Devido ao calejamento de meu espírito a propósito da experiência com reboots anteriores e minha determinação em me livrar do vício. Ao que aparentava, afinal não devo reparar nisso e de toda maneira é coisa de ficar cada um na sua, era...

... bom, prefiro não dar detalhes, embora seja um negócio um tanto prosaico, por receio de que possa alimentar fantasias em alguém. Já havia começado a digitar sobre o que vi (e discretamente, como em todos os sentidos deve ser, ignorei), porém achei por bem dar apenas algumas coordenadas superficiais sobre a situação. Aqui, afinal, somos uma verdadeira família.

Cheguei em casa no final da tarde com algum impacto da visão que tive no parque, no entanto pouco intenso, de forma que agora em praticamente nada aquilo atrapalha minha vida. Fui dar conta do que deve ser feito e dane-se todo o resto. Creio que estou apto a vencer essa guerra mais do que nunca.

Faço como deve ser feito e confio em mim mesmo. Eis o que importa.

E lá vou eu. E lá vamos nós.

Bom saber que você lidou de forma inteligente e racional com o ocorrido no parque, companheiro. Siga firme!

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Agradecer sempre

em 3/12/2018, 21:12
Gratidão, mais do que modinha, é uma minha filosofia de vida. The_Survivor e Seeker, obrigado uma vez mais.

A despeito de um ou outro bate-boca aqui em casa, na minha luta cotidiana por recuperar a confiança que meus pais perderam em mim (duríssima tarefa...), sigo, como deve ser. Confio em mim mesmo. Conforme li há um tempo, "confiança significa se sentir bem em relação a você mesmo e sempre ter certeza de que você é respeitado pelos outros".

E sigo!

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 3/12/2018, 21:23
Grande Justiceiro, encaro você como uma inspiração!! Segue firme nessa luta que vêm a vitória! Tamo junto

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 3/12/2018, 22:02
Justiceiro do Sertão escreveu:Gratidão, mais do que modinha, é uma minha filosofia de vida. The_Survivor e Seeker, obrigado uma vez mais.

A despeito de um ou outro bate-boca aqui em casa, na minha luta cotidiana por recuperar a confiança que meus pais perderam em mim (duríssima tarefa...), sigo, como deve ser. Confio em mim mesmo. Conforme li há um tempo, "confiança significa se sentir bem em relação a você mesmo e sempre ter certeza de que você é respeitado pelos outros".

E sigo!

Trabalhe duro e em silêncio. Deixe que seu sucesso faça o barulho

Dale Carnegie

Muitos podem pensar que a citação acima soa como algo egoísta mas lembramo-nos de que nem mesmo Deus agradou a todos, mas infelizmente as pessoas não acreditam em nada a não ser quando você pega e mostra o resultado na cara delas, dai todos vão dizer, o que esse cidadão fez? E nessa hora não se prolongue muito dando explicações (Eu mesmo já cometi esse erro quando pensei que estava curado do mesmo erro dando explicações a quem jamais deveria) porque quem verdadeiramente acredita em você e na sua capacidade não precisa de explicação e seus inimigos, bem esses não vão acreditar em você mesmo assim e ainda colocaram olho gordo o que é pior. Nascemos desacreditados, mas existe algo dentro de nós poderoso, e isso se chama fé, já disse Santo Agostinho:

Ter fé é acreditar naquilo que você não vê; a recompensa por essa fé é ver aquilo em que você acredita.

Santo Agostinho

Siga firme em sua jornada nos vários âmbitos da sua vida, batalhe por seus ideias e deixe o que resultado fale por sí proprio.

Vamos em frente, que Deus fortaleça todos nós.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 4/12/2018, 21:26
Justiceiro do Sertão escreveu:Gratidão, mais do que modinha, é uma minha filosofia de vida. The_Survivor e Seeker, obrigado uma vez mais.

A despeito de um ou outro bate-boca aqui em casa, na minha luta cotidiana por recuperar a confiança que meus pais perderam em mim (duríssima tarefa...), sigo, como deve ser. Confio em mim mesmo. Conforme li há um tempo, "confiança significa se sentir bem em relação a você mesmo e sempre ter certeza de que você é respeitado pelos outros".

E sigo!

Com certeza, cara! Adotei a filosofia da gratidão todos os dias quando acordo. Fiquei impressionado ao ver que só de falar 3 coisas pelas quais sou grato, pela manhã, todo o meu dia ganha uma cor diferente. É incrível. Sobre isso da confiança, cara, acabei de postar um texto no meu diário falando disso, só que no sentido da autoconfiança. Na verdade, eu fiz o texto com a intenção de revelar a Estratégia Matadora para parar de recair e se livrar de uma vez da P (garantido). Se achar que pode te ajudar, é só chegar lá e dar uma lida.

Abração, irmão!

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Obrigado a todos

em 4/12/2018, 21:57
Master_DW, The_Survivor e Marker, muito obrigado mesmo! De cada um, uma ideia mais inspiradora que a outra.

Bom, amanhã devo sair à tarde, a confirmar até amanhã cedo, para o happy hour de aniversário de uma colega de serviço. Gente fina e digna de respeito, está convidando a turma e mais alguns colegas dela que não conheço a um fim de tarde (saímos do trabalho pouco antes das 17:00) num barzinho no centro da cidade. Antes que me perguntem, ela tem namorado e, mesmo que não tivesse, digamos que "não me oferece riscos físicos". Não seria minha preferência. De todo modo, temos um coleguismo (acho amizade palavra muito profunda para ser dita assim deliberadamente) consistente e ela vem sendo, junto com os demais lá do trabalho, excelente fonte da relações sociais de que tanto preciso.

Vamos ver o que será amanhã. Nem sei ainda se irei em sua "festinha" de 30 anos, entretanto sigo tomando conta das coisas que importam para sair do fundo do poço.

Sigo.

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Tive que vir até o Fórum...

em 5/12/2018, 05:50
... para não perder a cabeça. Acordado desde antes das 5 da manhã, estou por aqui para sossegar minha angústia mental e não há nada melhor nessas horas.

Dormi bem, entretanto voltei a ter pesadelos relacionados com aquela imagem, de cuja história devem se lembrar, com a qual trombei nas redes sociais há cerca de 2 meses, uma insinuante situação com uma conhecida que também me deu chance, e já sabem o que aconteceu. Aquela imagem para mim é carregada de um pesado e melancólico significado, não darei detalhes (lembrem-se de que na época cheguei, além de pesadelos, a ter sudorese, tremedeira, mau humor crônico, vontade de chorar, diarreia, emagrecimento e, claro, já sabem mais o quê).

Não fosse aqui o Fórum, já teria perdido a cabeça, fosse me masturbando, fosse procurando pornografia onde desse certo, fosse me deixando levar pela perturbação mental e afundando de toda maneira. Tive severa ereção ao acordar, meu pênis chegava a doer um pouco, tive que proceder um certo alongamento no corpo e um pouco de reflexão para esquecer. Acho que estou no caminho certo.

São quase 6:00, vou me arrumar para o trabalho e acertar se irei ou não ao happy hour hoje no final da tarde. Foi-me providencial dar um passada por aqui neste início de manhã, tive que dar conta da perturbação da madrugada para me aliviar e alertar os demais a respeito de situações semelhantes.

Sei que vencerei.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 5/12/2018, 09:22
Este fórum é muito útil por isso, Justiceiro, ajuda-nos a aliviar as dores nas horas mais tensas! Espero que você tenha um dia de socialização, seja onde for, se na festa da sua colega ou em qualquer outro lugar. Forte abraço!

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Obrigado

em 5/12/2018, 21:24
Seeker escreveu:Este fórum é muito útil por isso, Justiceiro, ajuda-nos a aliviar as dores nas horas mais tensas! Espero que você tenha um dia de socialização, seja onde for, se na festa da sua colega ou em qualquer outro lugar. Forte abraço!


Grande Seeker, sempre palavras marcantes e providenciais. Meu incentivo.

Pois bem, após a turbulência da noite e início de manhã, após estar acordado desde por volta das 4:30 tendo dormido relativamente pouco (ah, a importância do sono...), tive movimentado dia de trabalho e acabei não indo à confraternização de aniversário da colega. Tudo bem acordado, sem remorsos, como deve ser. Não foi por muito, resolvi não ir por crer na necessidade de me preservar um pouco, sinto-me bem com meu estilo "figurinha rara" e sou felizmente bem compreendido sendo assim.

Conversei com meu chefe, numa manhã calma na semana passada, acerca de meu vício. Além de meu superior hierárquico aqui na repartição, é colega de todos, pessoa muito refinada e de boas noções. Senti que podia fazê-lo, fui em frente e fui feliz. Cidadão erudito, para minha satisfação disse até que conhece sobre o vício e falou-me acerca dos vídeos, que já assisti e muito recomendo, do padre Paulo Ricardo. A mim deu um incentivo e boa sorte na luta, dizendo tratar-se de um assunto, embora delicado, muito digno de ser melhor exposto a fim de que a sociedade conheça os malefícios a que está sujeita devido à tal adicção.

Meu trabalho, ainda que lide com o público, é em linhas gerais tranquilo a respeito de gatilhos. Sem qualquer preconceito (isso jamais), atendo sobretudo pessoas bastante simples e sem muito gabarito intelectual, o que sem dúvida me funciona como tremenda terapia para minha histórica dificuldade de socialização. Pessoas atraentes por vezes aparecem por lá, todavia sei ser profissional e, logo, como agir focado em meu dever e no direito daquele(a) a quem atendo. Em se tratando de atributos físicos, a situação mais perigosa pela qual já passei ocorreu há cerca de um ano. Já devo ter falado sobre o episódio aqui e, mesmo se não, por ter sido bastante emblemático (também da pior maneira), prefiro o silêncio por ora. Da mesma maneira com o ocorrido no parque domingo último, acredito que seria um evento capaz de acarretar fantasias em muitos por aqui.

Voltando ao presente, praticamente todos os dias vou e volto a pé do trabalho, cerca três quilômetros de distância de casa e logo seis em ida e volta, tremenda terapia para alguém que já gosta muito de caminhadas e tem nelas, além de grande adendo à saúde, consagrada terapia para vencer a compulsão por PMO. Gosto de contemplar a bela área verde junto à qual eu passo, dá-me paz e inspiração. Acontece, entretanto, que fiquei meio ressabiado após o já referido episódio de domingo à tarde. Sou, porém, maduro a ponto até de saber como olhar para qualquer coisa neste mundo e filtrar o que presta e o que não. O que me dá tranquilidade, portanto. Além do que, sem querer entrar em detalhes, o "incidente" do domingo é uma coisa meio rara de se ocorrer e contra o qual acabei desenvolvendo, digamos, certo filtro psíquico, sabendo me comportar caso trombe novamente com semelhante situação (e não foi a primeira vez, felizmente saí "ileso" das outras uma ou duas de que me lembro agora).

Meu sofrimento, ainda que felizmente já moribundo, de fato vem sendo, e peço desculpas a mim e a todos pois sinto a necessidade de infelizmente tocar no assunto de novo, a lembrança da tal garota e sua fotografia deveras softcore que me levou ao caos psicológico há cerca de 2 meses. Venho bravamente e de maneira até agora feliz lutando para de vez fulminar de minha cabeça aquela perturbadora imagem, a qual vez ou outra surge muito nítida em meu pensamento mesmo eu apenas a tendo visto (ou, melhor, aguentado tê-la visto) uma ou duas vezes rapidamente. Há uns dias conversei pessoalmente com a protagonista da foto, bastante ocupada a trabalho estava, não sei se terei outra chance com ela e pessoalmente não a enxergava senão como na malfadada (para mim, obviamente) situação. Até mesmo ao ver a cor (mesmo em circunstância totalmente fora de contexto) e/ou o tipo do traje que utilizava me vem remeter instantaneamente ao tal momento. O cenário, então... Local que mais ou menos conheço, e agora não me lembra outra coisa senão o caso. Sinto que é melhor até parar de tocar no assunto (falo sobre o mesmo para terem noção dos desmembramentos do vício) a fim de esquecê-lo de vez e recuperar a tolerância psíquica a tudo o que o lembre.

Fora isso, instantes tranquilos, com obrigações cumpridas da maneira como deve ser.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 6/12/2018, 10:51
Justiceiro, sinto que talvez seja até melhor você falar de uma vez sobre o que rolou no parque e os outros episódios semelhantes associados à PMO pelos quais já passou. Assim, poderia transmutar toda a carga remanescente. Apenas uma opinião com base nos teus últimos relatos. Fique bem!

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Contarei, para o bem de todos nós

em 7/12/2018, 05:57
Atendendo a pedidos, tratarei sobre dois dos insinuantes casos pelos quais andei passando nos últimos tempos, os quais acreditava muito fortes para que os contasse aqui no Fórum, por me causarem certo sofrimento e pelo medo de despertar fantasias nos demais. Entretanto, ao que parece, será interessante que deles dê conta, para com toda a responsabilidade levar os demais a ter mais noções sobre os males do vício e também me ambientar melhor a respeito de tirar certo peso da mente. Agradeço ao colega Seeker que gentil e refinadamente me propôs tal tarefa. Era coisa que relutava em fazer, porém o andar da carruagem me levou a trazer as questões a lume, nem que seja em parte e algumas delas que julgo mais adequadas e necessária a que se revele aqui. Se é para o bem dos guerreiros, vamos lá.

Ontem estudei e, ao passar pelo Fórum como praticamente todos os dias tento fazer, já era tarde. Li a proposta e, após pensar um pouco, decidi por aderir à mesma; e eis que agora, aproveitando que acordei cedo (e dormi bem, felizmente, apesar de fortes ereções), venho expor tais assuntos, ainda que não em muito intensos detalhes. Como sempre digo, que fique o exemplo.

Foram (são) quatro histórias e, por ora, trato de duas aqui. As outras duas, mais delicadas, devo expor nos próximos dias, talvez até pelo fim de semana, se meu psicológico se mostrar apto. Não são, assim como as duas que agora trago, muito propriamente "sexuais" (a última o é um pouco), porém falar sobre as mesmas mexe comigo de maneira mais intensa e sinto que devo estar melhor preparado para me abrir a respeito das mesmas.

Pois bem, vamos lá. Dois casos por enquanto, resumidos o quanto possível.

Caso 1: A famosa da cidade

No meu trabalho, já lhes devo ter dito, recebo sobretudo a "gente humilde" aqui da cidade, inclusive sendo-me excelente terapia para minha histórica dificuldade de socialização, constatada por uma psicóloga em minha infância. Alguns casos são bem complicados e demandam inclusive intervenção de colegas mais velhos e de superiores, entretanto sempre acabamos resolvendo as questões da melhor maneira. Não é, portanto, um lugar onde se veja corriqueiramente, como dizem, "gente bonita". Até há, em outros setores, garotas de razoável aparência e com as quais inclusive travo algum contato, no entanto é coisa muito respeitosa e qualquer oportunidade seria algo a ser tratado bem à parte. Profissionalismo acima de tudo. Sob minha incumbência, o máximo que corriqueiramente surge são algumas jovens secretárias de escritórios da cidade, o que não me impacta muito. Certa vez, todavia, houve um caso que, de várias maneiras, marcou. Há cerca de um ano, uma cidadã "diferente" surge justo em minha mesa para a resolução de uma questão qualquer. Já vinha ouvindo certo burburinho desde minutos antes e, quando ela chegou, não pude deixar de reparar que se tratava de uma garota alta e realmente muito bela. De rosto, corpo e estilo pessoal. Não sou de reparar no que os outros falam, contudo não me escapou que se tratava de uma jovem badalada na cidade, conhecida na mídia, em redes sociais, figura pública enfim. E muito, muito bela, digna de alguma fama, mesmo. Pelo que entendi e presumo, devia ser alguma miss, modelo ou musa de time de futebol. Talvez até já devesse ter ouvido falar dela, porém ao instante não me lembrasse. Vestida de calças jeans e blusa justa a estampar o que parecia ser a logomarca de uma agência de modelos, estava toda produzida ainda que em situação de "cidadã comum", sorridente e gentil, a fim de algum serviço público de minha tarefa, e com sua senha a chamar justo em minha mesa. Atendimento rápido e problema resolvido, confesso que fiquei um pouco nervoso e sem jeito com a presença da citada, levando a experiência, entretanto, como algo mais para me garantir maturidade na vida. É aquilo que dizem: beleza, embora não ponha mesa, é coisa impactante para quem não está preparado, seja de que lado do corpo for. Só sei que percebi que o recinto inteiro da repartição, funcionários e cidadãos, ficou olhando. E em silêncio. Para ela, que inevitavelmente chamava a atenção, e para mim, como dizendo: "Sortudo!!" E continuaram em solene silêncio após a bela se retirar, para depois todos se entreolharem aos cochichos, não só a respeito dela como a meu.

Só digo que estou melhor preparado para quando coisa semelhante voltar a ocorrer. Sem muito mais.

Caso 2: A modelo no parque

No último domingo, enquanto fazia mais uma de minhas tradicionais caminhadas pela cidade, antes de voltar para casa decidi dar mais uma passada por um parque urbano perto de onde moro e em frente ao qual inclusive todos os dias passo indo e voltando do trabalho. Também ao lado do mesmo passo quando vou ao SESC (este, também caminho do meu trabalho), enfim, é um local por mim muito conhecido e onde por vezes ocorrem alguns eventos culturais atrás dos quais vou. Decidi dar uma volta por lá atrás de algo naquela tarde de domingo, antes de chegar em casa, aproveitando para dar mais uma rápida volta na pista de atletismo após não encontrar nada assim muito interessante. Foi quando, inclusive após um cidadão que caminhava a meu lado me perguntar algo (e depois, como deve ser, ignorarmos o que estava em nossa frente), percebi que, aproveitando o ambiente ermo, num canto mais recanteado da área verde, próximo a uma pequena lagoa, estava discretamente uma bela jovem loira de vestido curto a se revelar em caras, bocas e poses sensuais, enquanto o fotógrafo corria para lá e para cá com seu equipamento dando fluxo à sua parte no trabalho profissional que ali ocorria. Meu coração disparou, todavia soube sair da situação e em todos os sentidos seguir meu caminho. Estranhei por terem escolhido um dia passível de grande fluxo de pessoas para a realização do ensaio e também devido ao fato de que tal coisa não é muito comum aqui na cidade, moro no interior e a cidade aqui é bem conservadora, até careta mesmo para certas coisas. Até vejo algo do tipo vez em quando, porém não me lembro de algo, digamos, naquele nível. De todo modo, segui minha vida. Mas que foi um tanto impactante, foi. Novamente, porém, experiência.

Enfim, confesso que deu para tirar um peso das costas. Conforme tudo que já disse, fez bem para mim me abrir a respeito dos dois casos. Devo trazer os outros dois nos próximos dias.

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