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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 37 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 15/7/2019, 09:01
Saudações, meu ilustre Justiceiro!

Parabéns pelos 250 dias e, principalmente, pela postura firme com que tem encarado o reboot! Sua intensa participação no fórum é de grande valor para todos nós, tenha certeza de que muito me inspiro nas suas postagens sempre "assaz pertinentes" rs.

Sem nada a temer, siga obstinado!

Abraço!

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em 15/7/2019, 13:16
Grande Justiceiro, vencendo sempre!! Minhas saudações!!

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em 15/7/2019, 19:31
Seeker escreveu:Saudações, meu ilustre Justiceiro!

Parabéns pelos 250 dias e, principalmente, pela postura firme com que tem encarado o reboot! Sua intensa participação no fórum é de grande valor para todos nós, tenha certeza de que muito me inspiro nas suas postagens sempre "assaz pertinentes" rs.

Sem nada a temer, siga obstinado!

Abraço!

Muito obrigado, Seeker. Caso inspiro alguém, sinto-me honrado. Acredito ser apenas um ser humano comum tentando reconstruir sua vida e ter de volta aquilo que a pornografia lhe tirou.

E como diria o Marco Bianchi, "um efusivo abraço", parceiro de lutas! "Tá compreendido?"


Tommy Shelby escreveu:Grande Justiceiro, vencendo sempre!! Minhas saudações!!

Honrado Tommy Shelby, obrigado e saiba que é digno de saudações bem como eu talvez seja. Que lutemos sempre a fim de que vitórias se acumulem e enfim atinjamos nossos objetivos.

Abraço!

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em 15/7/2019, 20:29
Hoje segunda-feira daquelas, felizmente, sem tempo nem para respirar. Logo às cinco da manhã eis-me acordando muito excitado em meio a um sonho aleatório. Sabem quando se sonha com algo que, embora nem se lembre direito de que, lhe faz ter intensa crise de libido? Pois passei bravo sobre tal situação, com o pênis tendo espasmos querendo ejacular... Consegui superar! Respirando, relaxando-me da melhor maneira, consegui reprimir a indesejada ocorrência, em meio a esta minha luta por me livrar de ejaculações noturnas. Caso queiram detalhes, seguem alguns interessantes: pude perceber que era para ter sido mais uma daquelas famigeradas, com o perdão da expressão, gozadas de pau mole (literalmente), tão flácido e latejante o membro estava. Viciados e Rebooters costumam ter muito este tipo de polução noturna devido ao deplorável condicionamento ao "prazer" a que por anos submeteram seus pobres cérebros. Todavia, meu sucesso em reprimir tais incômodos fenômenos (e a segunda repressão de "GPM" em menos de uma semana) vem me dizer que devo estar no caminho certo.

Estou há cerca de 12 dias sem poluções, sendo que costumo ter no mínimo 4 por mês, as quais com muito esforço meu tem diminuído consideravelmente nos últimos tempos. Notável conquista para minha pessoa.

Pois bem. Continuei meu dia levantando-me minutos depois para ir ao banheiro urinar, para dar uma relaxada no órgão, situação em que constatei já serem 5:40. Disse a mim mesmo: "Nem durmo mais". Ali mesmo já providenciei minha higiene matinal, escovação dental e fui viver. Arrumando rapidamente meu quarto e ajeitando os aviamentos necessários para a gama de tarefas ao longo do dia, não me dei qualquer instante de descanso. Tomei meu tradicionalmente magro e saudável café da manhã e, antes de ir para o trabalho, ainda resolvi pendências em dois bancos e no almoxarifado do serviço. Tudo certo, cheguei em cima da hora para o movimentado expediente do dia. Público intenso e variado mais uma vez, impactando nossas impressões mesmo com relação àqueles a quem não se atende. Mulheres belas em peso, hoje bem umas três me chamaram a atenção, em termos visuais uma em especial, logo após o almoço. Mais um teste de fogo vencido.

No entanto, a grande satisfação íntima de meu dia em termos de contato com o povo foi um inesperado e marcante reencontro com uma pessoa daquelas que até hoje mais acrescentaram em minha trajetória profssional e até pessoal, tanto que a tal momento e a ela devo todo este parágrafo. Falo de uma minha ex-professora do Ensino Médio, notável profissional, a qual veio resolver uns problemas em outro setor da repartição. Já a havia visto por ali e, num instante em que me retirava para um lanche rápido à parte, demos de cara um com o outro, situação em que ela pronta e empolgadamente me reconheceu e seguimos uma agradável conversa de segundos, sobre o que nos havia ocorrido nestes dez anos. Nada interessa a respeito da relativa beleza da mesma, à época consideravelmente jovem, mas somente o importante gabarito acadêmico-intelectual alçado pela tal e a grande consideração que por ela sempre tive, por até pessoalmente me haver apoiado em minha complicada adolescência, fase da qual foi, da melhor forma, uma das principais personagens. Foi um inusitado e bonito encontro no qual se mostrou até meio emocionada com minha presença e satisfação por revê-la, de modo que também fiquei meio sem jeito e bastante inspirado com aquele instante. Disse-me, para minha grata surpresa, que ainda se lembrava de ter sido eu um brilhante aluno (!), algo em que sinceramente me vejo racionalmente compelido a não acreditar. De qualquer forma, foi maravilhoso dar novamente de cara com minha ex-mestra de Química, matéria com a qual até tinha alguma facilidade, que só não foi lapidada bem sabem por quê...

Seguiu-se o dia. Ainda fui quitar obrigações na clínica odontológica na qual estou iniciando tratamento ortodôntico, coisa que deverá me fazer bem de várias maneiras a longo prazo. A atendente possui certos atributos visuais que me atraem, já nos conhecemos um pouco de outras vezes em que lá estive, entretanto existe uma coisa chamada profssionalismo a qual todo cidadão de bem, sobretudo Rebooter, deve aderir. Tendo conseguido não encarar tantas beldades no trabalho (e hoje houve uma daquelas de historicamente arrebatar meus gostos mais consagrados), não é possível que não seja eu capaz de travar uma relação madura e responsável com uma pessoa que ali esteja para protagonizarmos um tão sério pacto civil-social. Para ser sincero, até uma questão de vergonha na cara. Aqui é Reboot!

Ainda deu tempo de, ao voltar para casa, topar com meu pai, que vinha de seu trabalho ali perto. Seguimos juntos discutindo assuntos de interesse, precisamente relacionados aos problemas da cidade em que vivemos. Lugar meio, digamos, complicado, e do qual meu pai decididamente não gosta, não vendo a hora de um dia retornar a São Paulo, para onde aliás devo dar uma esticada de pernas no próximo sábado (e meu pai também deve ir). Chegando em casa, fui tomar um banho, comer qualquer coisa e vir prestar considerações aos guerreiros aqui.

Por ora é só, e que dias cada vez melhores possamos colher com nossa sanha de vitória.

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em 16/7/2019, 21:19
Terça-feira movimentadíssima. Já começou com, mais uma vez, este que vos fala evitando heroicamente uma polução noturna. Após sonhar que assistia P e me arrependia profundamente mesmo sem M ou O, comecei a sonhar algo costumeiro, que travava contato íntimo com uma mulher num tipo nada condizente com minhas preferências. Com a libido atacando, saía correndo a ejacular e a chorar . Acordei e, felizmente, na vigília estava seco (às vezes ejaculo somente no sonho), embora com espasmos no pênis mole (mais uma "GPM" felizmente frustrada, se querem saber o que significa a tal sigla, deem uma verificada em meus posts anteriores). Satisfeitíssimo, grato a Deus e a tudo mais por haver superado o difícil desafio, relaxei aos poucos, como em outras noites percebendo que já estava quase na hora de me levantar. Sem pestanejar, pulei da cama àquelas 5:40, alonguei-me um pouco e fui viver meu tão corrido dia de hoje.

Antes de me dirigir ao trabalho, novamente fui resolver problemas em meio ao frio lancinante que tem feito por estes dias na cidade. E também durante o período de almoço bati pernas pelo Centro da cidade atrás de obrigações. Muita coisa para fazer, cabeça muito ocupada, felizmente. E muito movimento no trabalho, novamente de todo tipo, novamente entre as mulheres uma me chamou intensamente a atenção, por minutos a fio que por ali permaneceu. A maturidade deste simplório ser, entretanto, soube colocar tudo em seu devido lugar.

Chegando em casa, mais uma porrada de tarefas me esperando. Uma a uma, todas devidamente quitadas. Algumas eu acreditava que jamais conseguiria terminar hoje. Ponto para mim, modéstia à parte. Que sejam pontos para nós. Muitos.

Meio cansado e grato por tudo, encontro-me agora novamente aqui neste Diário de batalha, face aos caros combatentes, para desejar melhores dias a todos nós. Estou sem tempo, amanhã mais correria. E que sejam dias cada vez mais plenos.

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em 17/7/2019, 21:23
Quarta-feira de nova jornada felizmente pesada. Levantando-me cedo, desta vez tive sonhos tranquilos e uma noite bem dormida, como há tempos não me acontecia. Ao me levantar, procedi rápida pesquisa na Internet, sobre assunto ameno e não-insinuante, e fui fazer meu dia e minha vida.

Logo de cara, manhã fria, fui resolver uns problemas com exames médicos pela cidade, o chefe já avisado de que chegaria mais tarde. No trabalho, dia movimentado e com toda e qualquer "intimidação psíquica" superada. Houve aqui e ali algumas, diria, frequências visuais interferentes, todas porém barradas pelo meu cada dia mais afiado sistema de bloqueio mental. Praticamente me inexistem fantasias, vontade de P, M ou mesmo O. Na própria Internet aprendi a navegar conscientemente, sem aquelas desbravadas a esmo. Vida em tese já plena. Vez ou outra vem alguma rápida lembrança, sempre elas, das oportunidades perdidas de minha vida ou alguma circunstância relacionada. Rapidamente venho sendo capaz de invalidá-las. Logicamente que são impactantes, ocupam muito da minha própria capacidade de produção intelectual em termos de pensamentos e ideias (sobre a "Fantasma", por exemplo, sobre aquela fotografia seria capaz de redigir uma verdadeira dissertação ou tese acadêmica, de umas 200 páginas, só descrevendo pormenorizadamente os elementos daquela imagem no que tangem a um paralelo traçado sobre minhas idiossincrasias), no entanto sei e confio que ainda mais intensa é minha vontade de vencer, de mandar para sempre ao inferno toda e qualquer coisa, concreta ou abstrata, que possa me desviar do bom caminho, da conduta que de fato compete a quem quer ser alguém nesta única vida, a quem quer largar de vez tudo que diga respeito a um vício tão destruidor e se ver em condições de conquistar absolutamente tudo o que deseja. Não há conversa, vou até meu último suspiro.

Vale falar sobre uma coisa da qual andei me lembrando e não sei se até já falei sobre aqui: percebo que tenho, com o Reboot, sido capaz de enfim entender os códigos próprios de conduta do sexo feminino, para nós homens aquela coisa, conforme a música dos Raimundos, tão "complicada e perfeitinha". Longe de vir dar aqui lições no estilo desses movimentos masculinistas, ocorre que, seja com que mulher for, tenho finalmente "pegado as manhas" do sexo oposto no que concerne às triviais relações cotidianas. Sim, aquilo de gestos, indiretas, características próprias de cada sexo e por aí vai. Já andei há um tempo lendo a respeito, e mais recentemente o Reboot me tem finalmente concedido o traquejo relacionado à lida com as fêmeas. Até, com todo o respeito, com minha mãe (mulher de personalidade muito forte), tenho me dado um pouco melhor, ou pelo menos saído de certas situações. Pode parecer clichê, contudo digo tudo isto para que tenham a noção de que é uma coisa que há muito me deveria ter ocorrido, precisa e exatamente em minha adolescência, período de crucial mudança na vida de qualquer pessoa. Conforme fui abandonando hábitos nocivos, parece que agora meu cérebro tem, vamos dizer, "recebido as atualizações" que deveria ter recebido lá em 2006... Amadurecendo, venho notando que de fato o que hoje vivo a respeito de evolução mental como adulto é exatamente aquilo que deveria ter vivido com meus 13, 14 anos, justo a época em que tudo começou, se me entendem. E noto, a título supérfluo porém de certa forma nem tanto, recordando aquilo que à época via meus contemporâneos viverem (e que se aplica a jovens de qualquer geração), que os mesmos viviam aquelas aventuras porque já tinham em si aquela maturidade, aquela noção de mundo que só recentemente eu vim a possuir. Por quê? Nem preciso responder. Lembro-me de um colega de sala de aula, dos mais inteligentes e populares da turma, a fazer piada com sonhos eróticos, em tom de aparente sinceridade: "Rapaz, não é possível, como é que eu nunca sonho com essas coisas, mano!" Para não falar de outras situações tão ou mais dignas de análise, das quais não me recordo agora ou não cabe citar no momento.

Para ser bem direto, feliz daquele garoto que não se deixa expor à pornografia na fase em que praticamente todos têm curiosidade por tal prática. Hoje percebo que aqueles carinhas de alto nível intelectual e social da minha época certamente deixaram a maturidade bater às suas respectivas portas e foram se desenvolver plenamente como seres humanos ao invés de se jogarem da pior forma numa vida de fantasias. E isto valeu para tudo: de sucesso com as garotas a desempenho acadêmico. Lembrei-me aqui de um outro, que dizia jamais ter ejaculado ou se masturbado, e era simplesmente um assombro em Exatas, daqueles com o qual eu tinha até vergonha de travar contato. Disse, digo e repito: que fiquem os bons exemplos. De ontem, de hoje e os do futuro. Para sempre. Não é bom negócio ficar relembrando muito o passado, porém senti-me na importância de tais palavras para reiterar meu propósito, meu compromisso de aprender as lições que me foram legadas pelos tombos próprios e pelas conquistas daqueles que saíram do mesmo ponto de partida que eu. Diante de toda esta experiência, a coisa é uma só: olhar para frente e correr com toda a disposição atrás de tudo aquilo de que ainda se sente digno, já que agora está com todo o aparato físico e mental aprumado na direção de conquistas, seja em que área honesta for. Sem mais conversa, é lutar, lutar e lutar.

O passado, apesar do legado, é passado. Agora é viver o presente com todo o foco no melhor futuro possível. Já perdi muito tempo, porém estou sentindo que ainda há algum tempo disponível para que enfim eu chegue onde deseja. E agora, um viva a divagações físico-cosmológicas (embora não seja minha área, toda boa inspiração é bem-vinda), não mais me permitirei desperdiçar o tão precioso fluido da quarta dimensão. Que assim ajamos todos.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 37 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 17/7/2019, 22:08
Justiceiro do Sertão escreveu: O passado, apesar do legado, é passado. Agora é viver o presente com todo o foco no melhor futuro possível. Já perdi muito tempo, porém estou sentindo que ainda há algum tempo disponível para que enfim eu chegue onde deseja. E agora, um viva a divagações físico-cosmológicas (embora não seja minha área, toda boa inspiração é bem-vinda), não mais me permitirei desperdiçar o tão precioso fluido da quarta dimensão. Que assim ajamos todos.


Só vale a pena olhar para o passado quando se tem algo positivo para ser lembrado. Fim.
Somente os momentos de alegria, felicidade e conquistas que merecem ser reciclados em nossa mente ao longo dos dias. Temos uma quantidade de energia para ser gastada diariamente e, de fato, gastá-la com pensamentos que não nos leva aonde queremos não vale a pena.

Forte abraço, Justiceiro!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 37 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 18/7/2019, 21:20
TheMan escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: O passado, apesar do legado, é passado. Agora é viver o presente com todo o foco no melhor futuro possível. Já perdi muito tempo, porém estou sentindo que ainda há algum tempo disponível para que enfim eu chegue onde deseja. E agora, um viva a divagações físico-cosmológicas (embora não seja minha área, toda boa inspiração é bem-vinda), não mais me permitirei desperdiçar o tão precioso fluido da quarta dimensão. Que assim ajamos todos.


Só vale a pena olhar para o passado quando se tem algo positivo para ser lembrado. Fim.
Somente os momentos de alegria, felicidade e conquistas que merecem ser reciclados em nossa mente ao longo dos dias. Temos uma quantidade de energia para ser gastada diariamente e, de fato, gastá-la com pensamentos que não nos leva aonde queremos não vale a pena.

Forte abraço, Justiceiro!

Ilustre The Man, que de fato condicionemos nossa mente só a pensar naquilo realmente de valor. Que possamos direcionar nossos pensamentos, antes de tudo, a um caráter respeitável.

Obrigado pelas considerações e meu forte abraço.

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em 18/7/2019, 21:24
Mais um dia vencido. Sem choro, sem vela, sem desculpas.

Levantei-me logo às 5:00 após noite bem-dormida e fui viver. Alongamentos, sessão de condicionamento mental, "estudo" improvisado na cama... Cheio do que fazer, fui viver minha vida. Dia tranquilo no trabalho, sem grandes influências, a não ser uma ou outra beldade por ali, tudo superado, tudo sob controle.

Logo mais à tarde, ao sair do expediente, fui colocar a primeira parte de meu aparelho ortodôntico. Estou me sentindo bem, melhor do que aquilo que esperava. Fora isso, muito mais para resolver em casa que mal tenho tempo por aqui. Meu abraço e minhas saudações a todos.

P. S. : Mais de duas semanas sem poluções noturnas, na busca por uma tranquilidade eterna nesse sentido.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 37 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 19/7/2019, 10:00
Bom saber que você está se livrando das poluções noturnas, amigo Justiceiro!

Keep going!

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em 19/7/2019, 20:29
Seeker escreveu:Bom saber que você está se livrando das poluções noturnas, amigo Justiceiro!

Keep going!

Obrigado, caro Seeker! Assim continue, um brinde à nossa luta. Let's keep going!

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em 19/7/2019, 21:41
Continuo numa correria medonha e honrada. Tanto fiz hoje que agora é terminar este rápido relato e ir dormir. Amanhã estou de folga do trabalho e com mais tarefas a cumprir.

Já comecei o dia tendo problemas com o aparelho ortodôntico. Nem vou detalhar, depois o mesmo problema se repetiu e vou ver se amanhã resolvo de vez a situação. Em termos de Reboot, tive novo sonho erótico em que era assediado e molestado por uma senhora de idade, numa situação completamente inesperada, e quase ejaculei. Consegui resistir uma vez mais! Meu cérebro parece estar aprendendo a fugir de tais estímulos mesmo em situação de não-vigília. No sonho ejaculava, porém não na realidade, não obstante acordasse com violenta ereção e espasmos. Sucesso uma vez mais, sucesso uma vez mais.

Fui trabalhar e resolver mais um monte de pendências. Nem quero me prolongar muito para não fugir do foco. Estou com muito a resolver no cotidiano e por aqui quero me focar mais no que diz respeito ao Reboot. Por enquanto apenas uma ou outra lembrança aqui e ali, rapidamente expulsas de minha mente pela minha fúria destruidora de maus pensamentos, a qual vai se potencializando. Houve outra vez mulheres chamativas no trabalho, umas duas muito chamativas aliás, bem naquele meu tipo "sonho de consumo em termos de relacionamento". Apenas digo uma coisa: quem sabe um dia, o negócio agora é me direcionar ao que interessa de fato. O resto é consequência.

Todo homem maduro sabe que tudo é consequência.

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em 19/7/2019, 22:09
Justiceiro do Sertão escreveu: Continuo numa correria medonha e honrada. Tanto fiz hoje que agora é terminar este rápido relato e ir dormir. Amanhã estou de folga do trabalho e com mais tarefas a cumprir.

Já comecei o dia tendo problemas com o aparelho ortodôntico. Nem vou detalhar, depois o mesmo problema se repetiu e vou ver se amanhã resolvo de vez a situação. Em termos de Reboot, tive novo sonho erótico em que era assediado e molestado por uma senhora de idade, numa situação completamente inesperada, e quase ejaculei. Consegui resistir uma vez mais! Meu cérebro parece estar aprendendo a fugir de tais estímulos mesmo em situação de não-vigília. No sonho ejaculava, porém não na realidade, não obstante acordasse com violenta ereção e espasmos. Sucesso uma vez mais, sucesso uma vez mais.

Fui trabalhar e resolver mais um monte de pendências. Nem quero me prolongar muito para não fugir do foco. Estou com muito a resolver no cotidiano e por aqui quero me focar mais no que diz respeito ao Reboot. Por enquanto apenas uma ou outra lembrança aqui e ali, rapidamente expulsas de minha mente pela minha fúria destruidora de maus pensamentos, a qual vai se potencializando. Houve outra vez mulheres chamativas no trabalho, umas duas muito chamativas aliás, bem naquele meu tipo "sonho de consumo em termos de relacionamento". Apenas digo uma coisa: quem sabe um dia, o negócio agora é me direcionar ao que interessa de fato. O resto é consequência.

Todo homem maduro sabe que tudo é consequência.

E são em momentos assim que nós percebemos o quanto evoluímos. Quando a nossa mente tenta pregar todas essas peças e nós resistimos.

Forte abraço!

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em 20/7/2019, 20:03
TheMan escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Continuo numa correria medonha e honrada. Tanto fiz hoje que agora é terminar este rápido relato e ir dormir. Amanhã estou de folga do trabalho e com mais tarefas a cumprir.

Já comecei o dia tendo problemas com o aparelho ortodôntico. Nem vou detalhar, depois o mesmo problema se repetiu e vou ver se amanhã resolvo de vez a situação. Em termos de Reboot, tive novo sonho erótico em que era assediado e molestado por uma senhora de idade, numa situação completamente inesperada, e quase ejaculei. Consegui resistir uma vez mais! Meu cérebro parece estar aprendendo a fugir de tais estímulos mesmo em situação de não-vigília. No sonho ejaculava, porém não na realidade, não obstante acordasse com violenta ereção e espasmos. Sucesso uma vez mais, sucesso uma vez mais.

Fui trabalhar e resolver mais um monte de pendências. Nem quero me prolongar muito para não fugir do foco. Estou com muito a resolver no cotidiano e por aqui quero me focar mais no que diz respeito ao Reboot. Por enquanto apenas uma ou outra lembrança aqui e ali, rapidamente expulsas de minha mente pela minha fúria destruidora de maus pensamentos, a qual vai se potencializando. Houve outra vez mulheres chamativas no trabalho, umas duas muito chamativas aliás, bem naquele meu tipo "sonho de consumo em termos de relacionamento". Apenas digo uma coisa: quem sabe um dia, o negócio agora é me direcionar ao que interessa de fato. O resto é consequência.

Todo homem maduro sabe que tudo é consequência.

E são em momentos assim que nós percebemos o quanto evoluímos. Quando a nossa mente tenta pregar todas essas peças e nós resistimos.

Forte abraço!

Resistimos e as vencemos, TheMan! Receba também meu forte abraço e meus votos de que seja bem-sucedido em sua luta.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 37 Empty Andando em brasas, fantasma nenhum(a) me pega

em 20/7/2019, 20:04
Meu sábado foi um verdadeiro teste de fogo. Mesmo não tendo praticamente nenhuma fissura sexual, enfrentei várias duras provas à meu programa de re-arranjo mental, o qual tenho levado a cabo para melhorar meu desempenho em todas as áreas da vida, sobretudo relações interpessoais e estudo para concursos públicos. Quem tem cabeça turbulenta tem verdadeira obrigação de buscar uma total adequação pessoal nessas horas.

Para começar o dia, num horário ignorado da madrugada comecei a sonhar que ia a um prostíbulo e iniciava diálogo com uma garota, iminência de fechar um programa. Felizmente, parece que meu cérebro tem aprendido a obedecer os comandos psíquicos que ao mesmo tenho aplicado em termos de verdadeiro treino, e no sonho mesmo me vi correndo do local em que me encontrava, para na sequência acordar com forte ereção e felizmente, sem ejacular. Mais um dia sem poluções noturnas, já são 17.

Não foi fácil, porém. Minha libido estava alta, e o pênis dava sinal de orgasmo iminente, de forma que toda uma minha meditação improvisada, apesar de certo sono, foi necessária para minar a violenta ereção, que só se dissipou após cerca de uma hora de trabalho mental pesado de minha parte.

Dormi novamente e, estando de folga, tomei um café da manhã razoável preparado por minha mãe e fui resolver os problemas do aparelho ortodôntico. Tudo OK, pelo menos até agora. Chegando em casa, dediquei-me a umas revisões para concursos e depois fui ouvir música antes de tomar banho. Hoje deveria ter ido a São Paulo, porém um desentendimento familiar (encrenca da minha mãe, para variar) fez com que fique para daqui a cerca de um mês.

Após o banho, por questões muito pessoais, tive mais um princípio de estresse, face ao qual precisei iniciar um novo processo de relaxamento de meus pensamentos, o qual vem se mostrando bem-sucedido. Estudei mais um pouco, vi alguma coisa na TV e fui verificar algumas coisas rapidamente no Facebook, sobretudo porque minha família me pede, coisas de importância nossa as quais, embora obviamente com os devidos cuidados, não me cabe negar. Adivinhem?...

Não sei se chamo de milagre, de mão de Deus, de impressão... Prefiro acreditar que foi um pouco das duas primeiras coisas. Tenho fé, embora de uma maneira meio diferenciada, e creio que a mesma teve importância nessas horas. A experiência de escape que tive foi sobrenatural, momento que só o místico explica.

Quem acompanha meu Diário e conhece minhas histórias vai certamente se lembrar daquela garota a que me refiro como a "Fantasma", especificamente numa certa fotografia, a qual ainda deve estar lá ilustrando seu perfil e me levou ao desespero em outubro último. Pois bem. Entrei na página de uma pessoa, que está em minha lista de amigos porque minha mãe com tal pessoa costuma conversar (meus pais não usam Facebook, minha mãe utiliza só o WhatsApp, e faço o favor de aceitar inclusive algumas colegas dela para auxiliar na comunicação, inclusive de cunho profissional), lembrando-me de certo interesse de minha mãe com dada situação, afinal lá parecia haver algo a respeito de que conviria reportá-la. Aliás, este é um dos meus expedientes-padrão em redes sociais, quando nelas entro. Acontece que tal pessoa guarda relações com a família da "Fantasma", e só isso já me fez ter cuidado imenso na hora de abrir a página e perceber qualquer coisa lá embaixo no campo "Amigos", felizmente sou neurótico com isso. Felizmente.

Porque, na rápida passagem pelo perfil do indivíduo, além de não encontrar o que procurava (não se tratava exatamente daquilo que eu imaginava), um vulto no campo "Amigos" (!!) que parecia ser somente a fotografia de uma pessoa aleatória se mostrou muito mais que isto... Sabem quando se vê uma imagem aparentemente inofensiva e de repente aquilo se torna uma coisa que você, seja em que sentido for, não gostaria nem um pouco de ter visto? Foi quase, foi por pouco.

Meu coração disparou, o mal-estar ameaçou voltar, achei não ser nada de mais e até comecei a lidar com a página com um "cuidado trivial", o qual seria dispensado num procedimento sem maiores riscos, como costumo visitar, logicamente consciente dos perigos, o perfil de um cidadão qualquer numa rede social. Tal diminuição de "cuidado trivial" correspondeu, inclusive, a não dar muito por aquela fotografia de perfil ali no canto inferior esquerdo da tela, sem aquela apreensão de ser "aquela" imagem que ainda é capaz de me causar enorme desconforto psicológico e possível desejo de retomar meu vício. Foi aí que o talvez-impossível ocorreu. A imagem que me ficou na cabeça, enquanto rapidamente fechava a página, era algo deveras distorcido, como se não fosse aquilo que eu imaginava (e provavelmente era), porém um equivalente dotado apenas de distante semelhança. Certamente, certamente era "ela".

Certamente era "aquela" fotografia.

A qual eu julguei se tratar meramente de uma simples foto do álbum pessoal do titular daquele perfil, rapidamente percebendo que não, era o perfil de um dos "Amigos". Devo novamente dizer que tudo conspirou, meu esforço e minha fé, no sentido de que, além é claro de não ficar tentando "tirar dúvidas", enxergasse naquele quadrado outra coisa que não aquilo que estou praticamente 100% certo de que correspondia... chega.

Prossigo em minha caminhada. Felizmente, tudo sob controle por enquanto.

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em 20/7/2019, 21:07
Justiceiro do Sertão escreveu: Meu sábado foi um verdadeiro teste de fogo. Mesmo não tendo praticamente nenhuma fissura sexual, enfrentei várias duras provas à meu programa de re-arranjo mental, o qual tenho levado a cabo para melhorar meu desempenho em todas as áreas da vida, sobretudo relações interpessoais e estudo para concursos públicos. Quem tem cabeça turbulenta tem verdadeira obrigação de buscar uma total adequação pessoal nessas horas.

Para começar o dia, num horário ignorado da madrugada comecei a sonhar que ia a um prostíbulo e iniciava diálogo com uma garota, iminência de fechar um programa. Felizmente, parece que meu cérebro tem aprendido a obedecer os comandos psíquicos que ao mesmo tenho aplicado em termos de verdadeiro treino, e no sonho mesmo me vi correndo do local em que me encontrava, para na sequência acordar com forte ereção e felizmente, sem ejacular. Mais um dia sem poluções noturnas, já são 17.

Não foi fácil, porém. Minha libido estava alta, e o pênis dava sinal de orgasmo iminente, de forma que toda uma minha meditação improvisada, apesar de certo sono, foi necessária para minar a violenta ereção, que só se dissipou após cerca de uma hora de trabalho mental pesado de minha parte.

Dormi novamente e, estando de folga, tomei um café da manhã razoável preparado por minha mãe e fui resolver os problemas do aparelho ortodôntico. Tudo OK, pelo menos até agora. Chegando em casa, dediquei-me a umas revisões para concursos e depois fui ouvir música antes de tomar banho. Hoje deveria ter ido a São Paulo, porém um desentendimento familiar (encrenca da minha mãe, para variar) fez com que fique para daqui a cerca de um mês.

Após o banho, por questões muito pessoais, tive mais um princípio de estresse, face ao qual precisei iniciar um novo processo de relaxamento de meus pensamentos, o qual vem se mostrando bem-sucedido. Estudei mais um pouco, vi alguma coisa na TV e fui verificar algumas coisas rapidamente no Facebook, sobretudo porque minha família me pede, coisas de importância nossa as quais, embora obviamente com os devidos cuidados, não me cabe negar. Adivinhem?...

Não sei se chamo de milagre, de mão de Deus, de impressão... Prefiro acreditar que foi um pouco das duas primeiras coisas. Tenho fé, embora de uma maneira meio diferenciada, e creio que a mesma teve importância nessas horas. A experiência de escape que tive foi sobrenatural, momento que só o místico explica.

Quem acompanha meu Diário e conhece minhas histórias vai certamente se lembrar daquela garota a que me refiro como a "Fantasma", especificamente numa certa fotografia, a qual ainda deve estar lá ilustrando seu perfil e me levou ao desespero em outubro último. Pois bem. Entrei na página de uma pessoa, que está em minha lista de amigos porque minha mãe com tal pessoa costuma conversar (meus pais não usam Facebook, minha mãe utiliza só o WhatsApp, e faço o favor de aceitar inclusive algumas colegas dela para auxiliar na comunicação, inclusive de cunho profissional), lembrando-me de certo interesse de minha mãe com dada situação, afinal lá parecia haver algo a respeito de que conviria reportá-la. Aliás, este é um dos meus expedientes-padrão em redes sociais, quando nelas entro. Acontece que tal pessoa guarda relações com a família da "Fantasma", e só isso já me fez ter cuidado imenso na hora de abrir a página e perceber qualquer coisa lá embaixo no campo "Amigos", felizmente sou neurótico com isso. Felizmente.

Porque, na rápida passagem pelo perfil do indivíduo, além de não encontrar o que procurava (não se tratava exatamente daquilo que eu imaginava), um vulto no campo "Amigos" (!!) que parecia ser somente a fotografia de uma pessoa aleatória se mostrou muito mais que isto... Sabem quando se vê uma imagem aparentemente inofensiva e de repente aquilo se torna uma coisa que você, seja em que sentido for, não gostaria nem um pouco de ter visto? Foi quase, foi por pouco.

Meu coração disparou, o mal-estar ameaçou voltar, achei não ser nada de mais e até comecei a lidar com a página com um "cuidado trivial", o qual seria dispensado num procedimento sem maiores riscos, como costumo visitar, logicamente consciente dos perigos, o perfil de um cidadão qualquer numa rede social. Tal diminuição de "cuidado trivial" correspondeu, inclusive, a não dar muito por aquela fotografia de perfil ali no canto inferior esquerdo da tela, sem aquela apreensão de ser "aquela" imagem que ainda é capaz de me causar enorme desconforto psicológico e possível desejo de retomar meu vício. Foi aí que o talvez-impossível ocorreu. A imagem que me ficou na cabeça, enquanto rapidamente fechava a página, era algo deveras distorcido, como se não fosse aquilo que eu imaginava (e provavelmente era), porém um equivalente dotado apenas de distante semelhança. Certamente, certamente era "ela".

Certamente era "aquela" fotografia.

A qual eu julguei se tratar meramente de uma simples foto do álbum pessoal do titular daquele perfil, rapidamente percebendo que não, era o perfil de um dos "Amigos". Devo novamente dizer que tudo conspirou, meu esforço e minha fé, no sentido de que, além é claro de não ficar tentando "tirar dúvidas", enxergasse naquele quadrado outra coisa que não aquilo que estou praticamente 100% certo de que correspondia... chega.

Prossigo em minha caminhada. Felizmente, tudo sob controle por enquanto.


Boa, Justiceiro! Mais um dia de resistência e de vitória.

Essas provas de fogo as quais você vem passando mostra o quão resistente você se tornou ao longo do processo de No PMO. Muitos teriam desistido e caído em tentação no meio da madrugada - eu, inclusive, no seu lugar, com certeza teria caído em meu estado atual -, e pela passagem do Facebook. Mas você continua resistindo e forte nessa saga.

Sigo inspirado pelo teu relato e mais forte para resistir pelos próximos dias.

Forte abraço!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 37 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 21/7/2019, 19:17
TheMan escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Meu sábado foi um verdadeiro teste de fogo. Mesmo não tendo praticamente nenhuma fissura sexual, enfrentei várias duras provas à meu programa de re-arranjo mental, o qual tenho levado a cabo para melhorar meu desempenho em todas as áreas da vida, sobretudo relações interpessoais e estudo para concursos públicos. Quem tem cabeça turbulenta tem verdadeira obrigação de buscar uma total adequação pessoal nessas horas.

Para começar o dia, num horário ignorado da madrugada comecei a sonhar que ia a um prostíbulo e iniciava diálogo com uma garota, iminência de fechar um programa. Felizmente, parece que meu cérebro tem aprendido a obedecer os comandos psíquicos que ao mesmo tenho aplicado em termos de verdadeiro treino, e no sonho mesmo me vi correndo do local em que me encontrava, para na sequência acordar com forte ereção e felizmente, sem ejacular. Mais um dia sem poluções noturnas, já são 17.

Não foi fácil, porém. Minha libido estava alta, e o pênis dava sinal de orgasmo iminente, de forma que toda uma minha meditação improvisada, apesar de certo sono, foi necessária para minar a violenta ereção, que só se dissipou após cerca de uma hora de trabalho mental pesado de minha parte.

Dormi novamente e, estando de folga, tomei um café da manhã razoável preparado por minha mãe e fui resolver os problemas do aparelho ortodôntico. Tudo OK, pelo menos até agora. Chegando em casa, dediquei-me a umas revisões para concursos e depois fui ouvir música antes de tomar banho. Hoje deveria ter ido a São Paulo, porém um desentendimento familiar (encrenca da minha mãe, para variar) fez com que fique para daqui a cerca de um mês.

Após o banho, por questões muito pessoais, tive mais um princípio de estresse, face ao qual precisei iniciar um novo processo de relaxamento de meus pensamentos, o qual vem se mostrando bem-sucedido. Estudei mais um pouco, vi alguma coisa na TV e fui verificar algumas coisas rapidamente no Facebook, sobretudo porque minha família me pede, coisas de importância nossa as quais, embora obviamente com os devidos cuidados, não me cabe negar. Adivinhem?...

Não sei se chamo de milagre, de mão de Deus, de impressão... Prefiro acreditar que foi um pouco das duas primeiras coisas. Tenho fé, embora de uma maneira meio diferenciada, e creio que a mesma teve importância nessas horas. A experiência de escape que tive foi sobrenatural, momento que só o místico explica.

Quem acompanha meu Diário e conhece minhas histórias vai certamente se lembrar daquela garota a que me refiro como a "Fantasma", especificamente numa certa fotografia, a qual ainda deve estar lá ilustrando seu perfil e me levou ao desespero em outubro último. Pois bem. Entrei na página de uma pessoa, que está em minha lista de amigos porque minha mãe com tal pessoa costuma conversar (meus pais não usam Facebook, minha mãe utiliza só o WhatsApp, e faço o favor de aceitar inclusive algumas colegas dela para auxiliar na comunicação, inclusive de cunho profissional), lembrando-me de certo interesse de minha mãe com dada situação, afinal lá parecia haver algo a respeito de que conviria reportá-la. Aliás, este é um dos meus expedientes-padrão em redes sociais, quando nelas entro. Acontece que tal pessoa guarda relações com a família da "Fantasma", e só isso já me fez ter cuidado imenso na hora de abrir a página e perceber qualquer coisa lá embaixo no campo "Amigos", felizmente sou neurótico com isso. Felizmente.

Porque, na rápida passagem pelo perfil do indivíduo, além de não encontrar o que procurava (não se tratava exatamente daquilo que eu imaginava), um vulto no campo "Amigos" (!!) que parecia ser somente a fotografia de uma pessoa aleatória se mostrou muito mais que isto... Sabem quando se vê uma imagem aparentemente inofensiva e de repente aquilo se torna uma coisa que você, seja em que sentido for, não gostaria nem um pouco de ter visto? Foi quase, foi por pouco.

Meu coração disparou, o mal-estar ameaçou voltar, achei não ser nada de mais e até comecei a lidar com a página com um "cuidado trivial", o qual seria dispensado num procedimento sem maiores riscos, como costumo visitar, logicamente consciente dos perigos, o perfil de um cidadão qualquer numa rede social. Tal diminuição de "cuidado trivial" correspondeu, inclusive, a não dar muito por aquela fotografia de perfil ali no canto inferior esquerdo da tela, sem aquela apreensão de ser "aquela" imagem que ainda é capaz de me causar enorme desconforto psicológico e possível desejo de retomar meu vício. Foi aí que o talvez-impossível ocorreu. A imagem que me ficou na cabeça, enquanto rapidamente fechava a página, era algo deveras distorcido, como se não fosse aquilo que eu imaginava (e provavelmente era), porém um equivalente dotado apenas de distante semelhança. Certamente, certamente era "ela".

Certamente era "aquela" fotografia.

A qual eu julguei se tratar meramente de uma simples foto do álbum pessoal do titular daquele perfil, rapidamente percebendo que não, era o perfil de um dos "Amigos". Devo novamente dizer que tudo conspirou, meu esforço e minha fé, no sentido de que, além é claro de não ficar tentando "tirar dúvidas", enxergasse naquele quadrado outra coisa que não aquilo que estou praticamente 100% certo de que correspondia... chega.

Prossigo em minha caminhada. Felizmente, tudo sob controle por enquanto.


Boa, Justiceiro! Mais um dia de resistência e de vitória.

Essas provas de fogo as quais você vem passando mostra o quão resistente você se tornou ao longo do processo de No PMO. Muitos teriam desistido e caído em tentação no meio da madrugada - eu, inclusive, no seu lugar, com certeza teria caído em meu estado atual -, e pela passagem do Facebook. Mas você continua resistindo e forte nessa saga.

Sigo inspirado pelo teu relato e mais forte para resistir pelos próximos dias.

Forte abraço!

Grande TheMan, obrigado pelas palavras de suporte. Fico orgulhoso de inspirar alguém, decididamente não sei se sou para tanto. De todo modo, novamente obrigado.

De fato, as "aventuras noturnas" pelas quais tenho passado correspondem a testes viscerais relacionados com uma sequela do vício contra a qual luto bravamente, da qual nem todos sofrem e só quem sofre sabem quão incômoda é: poluções noturnas. Não sei se costuma tê-las, só sei que para mim é uma coisa muito, muito desagradável e de que utilizo como verdadeiro medidor de meu desempenho em modificar meu modus operandi mental. Não sinto mais vontade de ver P, de fantasiar (meu maior problema) e nunca fui adepto da M "tradicional", porém eis o jeito como meu cérebro costuma me castigar pelo comportamento infame a que o submeti durante mais de uma dúzia de anos. À noite vem tudo de uma vez só, parece uma vingança. No meu Diário, há mais detalhes sobre.

Quanto à questão da foto, isso porque não se trata de uma imagem necessariamente sexual! Leia bem meu Diário, o caso a que me refiro diz respeito a uma trauma amoroso terrível que tive em minha vida, uma garota muito linda e simpática com a qual perdi tremenda chance e que depois publicou uma foto a qual, embora não consista em P ou mesmo algo digno de ser chamado de softcore (é uma bonita tomada dela em pose de modelo, num cenário e situação até comumente observado em perfis dessas meninas muito populares em Facebook, Instagram e redes sociais semelhantes), atacou em cheio sentimentos meus e traz em si uma cacetada de fantasias não-sexuais minhas, num contexto bastante complexo e difícil de ser explicado aqui. Só digo que aquela foto e até coisas que a lembrem (poderia até descrevê-la aqui, trata-se de um contexto até meio "batido", uma situação com que muitos já devem ter dado de cara por aí, porém ainda não me sinto em condições nem julgo necessário) ainda mexem com meus sentimentos e ressucitam uma vontade romântica-marota de viver situações condizentes as quais, além de um tanto pitorescas e absurdas, mostram-se bastante passíveis de me levar a fantasias e aí já sabe. Além de, antes de tudo, mexer numa questão bem íntima e complexa minha, ao mesmo tempo relacionada e não relacionada com a questão amorosa. Sim, é uma longa história, drama próprio para completar. Só para dar mais um detalhe: desconfio que uma das ferramentas do Google, com a qual às vezes lido e que não direi qual, pode me levar, via um link discreto em determinada página aberta, à tal fotografia. Famoso "não clique aqui". Tão preocupado ando em fugir daquela foto para mim tão perturbadora que acabei me atentando a esta prosaica e importante questão.

De qualquer modo, o negócio é seguir lutando e, parafraseando a dica recebida de um colega aqui, fazer de tudo para não "romantizar o sofrimento" ao descrever casos pessoais, situação em que posso e podemos nos envolver na tentativa imprudente de nos livrarmos de pensamentos inadequados.

Receba também meu forte abraço!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 37 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 21/7/2019, 21:57
Domingo atarefado, felizmente. Já acordei dando uma estudada e ajudando a família em alguns afazeres. O aparelho ortodôntico aparentemente se encontra em perfeitas condições e espero tão cedo não retornar à clínica para manutenções emergenciais. A tarde é que foi, digamos, um pouco mais tensa.

Como devem saber, tenho feito aulas de dança de salão no clube que frequento, sempre aos domingos e com experiências bastante afáveis. Hoje, todavia, infelizmente ocorreu um desagradável episódio envolvendo minha pessoa, o qual faço questão de detalhar. Sem vitimismo, sem querer me escusar de nada, apenas expondo aquilo que me soa como a verdade dos fatos. Nas aulas, uma das práticas ordenadas pelos professores é o revezamento de parceiros, aliás uma técnica em vários sentidos muito interessante a fim de que fixemos os fundamentos para aplicá-los em situações cotidianas. Pois bem. Com uma das mulheres que lá frequentam, a qual só devo por lá ter visto uma ou outra vez, tive um mal-estar substancial quando da execução de certos passos.

Explico. No momento em que nos unimos, no revezamento dos pares, para a execução de determinados movimentos, não houve o que poderia ser considerado um perfeito entrosamento entre nós, ela que deve ser tão iniciante em dança quanto eu. Ocorre que a cidadã, uma mulher de beleza com todo o respeito ignorável e aparentemente mais velha que eu, agiu de forma arrogante para com minha pessoa, o que fez com que me visse obrigado a repreendê-la, ainda que da maneira mais polida possível. Embora seja um sujeito de natureza potencialmente exaltada, tento manter a calma nas situações em que me encontro, não gosto de arrumar confusões. No entanto, muito me desagradou o comportamento da citada, fazendo cara de birra e dizendo coisas num contexto exagerado e num tom rude. Tentei me defender da melhor forma, evitando conflitos, todavia a mesma não cessava de se comportar daquela forma deplorável e acabei levantando meu tom de voz, de uma forma que todos em redor ouviram. Menos pior porque continuamos os passos de revezamento de casais e não mais tive contato com ela, enquanto os demais pareciam discretamente me prestar apoio, percebendo que eu tinha razão. A outra ficou por ali, aparentemente sem formar parceria com ninguém, para daí a pouco ser por mim vista sozinha do lado de fora do recinto e depois sumir do alcance de todos. Prossegui até o fim na aula, embora um pouco aborrecido com o ocorrido e voltando para casa mais cedo, sem aproveitar muito o que o clube tinha para oferecer nesta tarde.

Devo dizer uma coisa: não querendo ser preconceituoso nem suscitar estereótipos, porém mais uma vez parece se corroborar a verdade já por mim exposta aqui a respeito das garotas da cidade onde moro. Francamente, por aqui está difícil encontrar alguma parceira que preste, pelo menos no estilo de temperamento que me agrada... Salvo raras exceções, com as quais felizmente venho tendo algum contato, são birrentas, secas, com um jeito abrutalhado nada condizente com o que agrada minha natureza, e a experiência que tive hoje foi com uma cidadã bem acomodada em tal padrão de conduta. Admito que quase todas elas, inclusive as menos abastadas, têm aquele jeito de elitista esnobe, de colunável social, aquela folclórica pose estilo filha de fazendeiro que simplesmente me enoja. As que se salvam são quase todas migrantes, entretanto estas são minoria e quase sempre é difícil ter acesso a elas: a cidade é bem preconceituosa e forasteiros costumam viver "enguetados". Outras vezes, diga-se, chegam a incorporar o estilo cultural do local para serem aceitos, até fingindo sotaque para não serem discriminados e excluídos do convívio social. Ainda bem que minha trajetória de amadurecimento tem, além de me ensinado a lidar com estas figuras (todas), me possibilitado condições para seguir só sem vontade louca de ter uma parceira ao lado. Antes só do que mal acompanhado, viva o provérbio. GPs tenho evitado, minha consciência está me dizendo para fugir delas para, além de economizar dinheiro, não distorcer minha percepção sobre a questão amorosa.

De qualquer maneira, vou vivendo. Vou superando tudo, um leão por dia, como diria um grande colega meu da faculdade, uma das poucas pessoas realmente louváveis que conheci por aqui, acho que fora ele somente a maior parte de meus professores e todos os meus colegas de serviço, pessoas incríveis, a estes últimos meu destaque de todo o coração. Para vários deles, incluindo-se meu chefe, inclusive já contei sobre o vício, tendo recebido firme apoio, o qual agradeço muitíssimo. Afinal, nem meus pais sabem em que me afundei lá naquela manhã de março de 2006...

A propósito de tal manhã, digo que em breve, acho que quando completar 300 dias, devo republicar aqui no Fórum minha História de Sucesso, com detalhes adicionais àqueles de quando leguei tal relato em outros Reboots, os quais se quebraram. De todo modo, termino meu movimentado domingo deixando aqui meu abraço a todos os guerreiros e meus francos votos a que cada um de nós vença esta droga desgraçada e seja capaz de realizar todos aqueles sonhos de que se viram privados por causa da pornografia. Ainda deve dar tempo, tenho esperanças.

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em 22/7/2019, 21:12
Começando minha semana sem perdoar nada. Tendo o aparelho ortodôntico aparentemente em perfeitas condições (e, brincadeiras à parte, agora mais parecido com um adolescente/estagiário/aprendiz do que nunca...), fui lutar. Fui viver. Trabalhei com dignidade em período integral, para cobrir uma ausência do chefe, e enfrentei umas figuras atraentes, para variar. Uma ou duas realmente atraentes. Aqui, ó! Já me soam, embora sem perder o senso de precaução, coisa trivial. Adulto sou, sem mais.

Por melhores dias para mim e todos nós.

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em 22/7/2019, 21:49
Justiceiro do Sertão escreveu: Começando minha semana sem perdoar nada. Tendo o aparelho ortodôntico aparentemente em perfeitas condições (e, brincadeiras à parte, agora mais parecido com um adolescente/estagiário/aprendiz do que nunca...), fui lutar. Fui viver. Trabalhei com dignidade em período integral, para cobrir uma ausência do chefe, e enfrentei umas figuras atraentes, para variar. Uma ou duas realmente atraentes. Aqui, ó! Já me soam, embora sem perder o senso de precaução, coisa trivial. Adulto sou, sem mais.

Por melhores dias para mim e todos nós.


Sempre se superando, admiro você, Justiceiro!! Liga para as brincadeiras por causa do aparelho não, quando você estiver com um sorriso bem top, todo mundo irá se surpreender e invejar seu sorriso, acredite!! O rosto fica mais legal e o sorriso nas fotos perfeito. Vejo até mesmo por uns amigos e amigas que tiraram o aparelho e eu daqui um ano no máximo irei tirar!! Em fim, minhas saudações e grande abraço!!

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Objetivos iniciais:
1 dia
3 dias
7 dias
10 dias

Objetivos de médio prazo:
14 dias
21 dias ( Meu recorde)

Objetivos de longo prazo:
30 dias
60 dias
90 dias
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em 24/7/2019, 20:12
Tommy Shelby escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Começando minha semana sem perdoar nada. Tendo o aparelho ortodôntico aparentemente em perfeitas condições (e, brincadeiras à parte, agora mais parecido com um adolescente/estagiário/aprendiz do que nunca...), fui lutar. Fui viver. Trabalhei com dignidade em período integral, para cobrir uma ausência do chefe, e enfrentei umas figuras atraentes, para variar. Uma ou duas realmente atraentes. Aqui, ó! Já me soam, embora sem perder o senso de precaução, coisa trivial. Adulto sou, sem mais.

Por melhores dias para mim e todos nós.


Sempre se superando, admiro você, Justiceiro!! Liga para as brincadeiras por causa do aparelho não, quando você estiver com um sorriso bem top, todo mundo irá se surpreender e invejar seu sorriso, acredite!! O rosto fica mais legal e o sorriso nas fotos perfeito. Vejo até mesmo por uns amigos e amigas que tiraram o aparelho e eu daqui um ano no máximo irei tirar!! Em fim, minhas saudações e grande abraço!!

Meu obrigado como sempre, Tommy Shelby. Devo dizer que nunca fui muito de sorrir, em nenhum sentido da expressão. Além de dentes tortos, meu jeito é classicamente sério, em quase todas as fotografias minhas estou com expressão contida e, quando criança, cheguei a aparecer em algumas chorando e praguejando para não tirar foto. De qualquer modo, apesar de ser de rir pouco, uma vez que tentei passar uma imagem bem-humorada vivi uma das maiores vergonhas de minha vida. História rápida: vi-me só eu de homem no meio de um monte de mulher bonita (vou falar, as mais belas da faculdade) e, já sem jeito de estar numa situação daquelas (até por conta de meu histórico...), eis uma brincadeira sobre sorrisos e este que fala vem a expor sua dentição desalinhada para total quebra do clima... Não preciso dizer mais nada.

Novamente obrigado e força a todos nós.

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em 24/7/2019, 21:10
Dia tenso. Tenso mesmo. Desde as primeiras horas da manhã.

Queria expor aqui um relato relativamente longo, entretanto a falta de tempo não permite. Tentarei resumir da melhor maneira. Para iniciar a quarta-feira, duas ou três malditas poluções noturnas me aterrorizaram de madrugada, sequência de sonhos eróticos, quebrando uma boa sequência de 21 dias que havia emplacado sem meu maior desafio no presente. Inferno! Vida que segue... Levantei-me umas 5:40 e banho, apesar do clima em casa e do clima em termos de frio na cidade, para dar gás ao dia. Lá fui eu trabalhar, encarar a vida, lutar para ser alguém.

No trabalho, movimento. Dia bastante corrido, com gente novamente de todo tipo, porém poucas... já sabem. Melhor assim, diga-se. Uma ou outra groinal response aqui e ali, um ou outro pensamento maldito, estudei um pouco, resolvi caso de supermercado com minha mãe e agora compareço aqui diante dos nobres pares. Consegui resumir meu dia, nem acredito.

Por melhores dias a nós todos.

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em 24/7/2019, 21:50
Justiceiro do Sertão escreveu:Momento tenso. Após um dia estressante ontem, passei uma noite medonha. Uma polução atrás da outra, e desde antes das três estou acordado, resistindo à vontade de PMO. Confesso que cheguei a começar a me masturbar na cama, fantasiando e tudo, mais de uma vez, no entanto felizmente fui muito determinado e sempre abortei qualquer maior exaltação. Ainda estou bastante nervoso e pensando em recorrer a uma garota de programa pelos próximos dias, a despeito de haver dito aqui algumas vezes que preferiria o Hard Mode. É que as coisas em minha vida, só agora venho dizer por ter certeza de que são já fatos consumados, andaram mudando de uns dias para cá: novos projetos, um inclusive meu junto a meu pai, e a garota por quem eu estava a fim em termos de namoro parece não ser, estou percebendo, a melhor opção. Tenho mudado alguns conceitos, nenhum todavia referente à minha luta aqui. Ocorre que nesta manhã de apreensão tenho que dar aqui minhas considerações. Nunca se esquecendo, que fique claro, que a luta continua. Nada de Porn, nada de fantasias, nada de masturbação, só sexo real e cadenciado. Notando que minha libido está aparentemente plena (não sei se por causa da crise da última noite, do efeito caçador), sei que estou no caminho certo para restaurar minha mente ao que realmente vale a pena nesta vida.

Muito cuidado com esses momentos onde a gente acorda e começa a se masturbar, Justiceiro, porque você sabe tanto quanto eu que isso é, muitas vezes, um caminho sem volta. E como no final do ato bate a conclusão de que o que a gente acabou de fazer não vale a pena. E os sentimentos que acabam vindo junto de brinde. O mesmo vale para a gozada com as garotas de programas.

Forte abraço! E continuamos seguindo na luta!

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em 25/7/2019, 20:31
TheMan escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:Momento tenso. Após um dia estressante ontem, passei uma noite medonha. Uma polução atrás da outra, e desde antes das três estou acordado, resistindo à vontade de PMO. Confesso que cheguei a começar a me masturbar na cama, fantasiando e tudo, mais de uma vez, no entanto felizmente fui muito determinado e sempre abortei qualquer maior exaltação. Ainda estou bastante nervoso e pensando em recorrer a uma garota de programa pelos próximos dias, a despeito de haver dito aqui algumas vezes que preferiria o Hard Mode. É que as coisas em minha vida, só agora venho dizer por ter certeza de que são já fatos consumados, andaram mudando de uns dias para cá: novos projetos, um inclusive meu junto a meu pai, e a garota por quem eu estava a fim em termos de namoro parece não ser, estou percebendo, a melhor opção. Tenho mudado alguns conceitos, nenhum todavia referente à minha luta aqui. Ocorre que nesta manhã de apreensão tenho que dar aqui minhas considerações. Nunca se esquecendo, que fique claro, que a luta continua. Nada de Porn, nada de fantasias, nada de masturbação, só sexo real e cadenciado. Notando que minha libido está aparentemente plena (não sei se por causa da crise da última noite, do efeito caçador), sei que estou no caminho certo para restaurar minha mente ao que realmente vale a pena nesta vida.

Muito cuidado com esses momentos onde a gente acorda e começa a se masturbar, Justiceiro, porque você sabe tanto quanto eu que isso é, muitas vezes, um caminho sem volta. E como no final do ato bate a conclusão de que o que a gente acabou de fazer não vale a pena. E os sentimentos que acabam vindo junto de brinde. O mesmo vale para a gozada com as garotas de programas.

Forte abraço! E continuamos seguindo na luta!

Caro TheMan, não é por nada mas você remeteu a um comentário meu felizmente já meio antigo (mais precisamente de há quase cinco anos). Não sei se confundiu página ou algo do tipo, entretanto não importa. Por ora minha situação já está um pouco melhor, posso dizer que não sinto mais fissuras e/ou fantasias, só vez ou outra algum desconforto quando me deparo com coisas que me lembram situações afins daquelas que já vivi (ou não, se me entende).

De todo modo, meu abraço e votos de vitória.


Última edição por Justiceiro do Sertão em 25/7/2019, 21:28, editado 1 vez(es)

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em 25/7/2019, 21:26
Outro dia com agenda cheia. Melhor que seja assim.

Razoável movimento no trabalho e praticamente nenhum gatilho, tenho aprendido a lidar profissionalmente com tudo. O único senão foi um surto de aceleração ao trocar de roupa na hora da saída (tais episódios felizmente estão se extinguindo), que me fez dar um murro na pia de mármore do banheiro, cortando com sangue minha mão e ocasionando certo inchaço; minha mão ainda está doendo e inchada um pouco, contudo acredito que não se trate de nada mais grave. Ainda carrego dos tempos de imaturidade uma certa dificuldade de coordenação motora-espacial, que me fez por anos ter dificuldades de orientação (ler mapas e me encontrar em ruas, por exemplo) e ainda me leva a atitudes de criança desastrada, o tempo todo tropeçando, esbarrando, derrubando coisas, já cheguei a quebrar o pé chutando um objeto de madeira dentro de casa. Enfim, após sair do serviço, um monte de tarefas a resolver com meu pai, tudo metodicamente cumprido, sem choro. Sem conversa, sem desculpas, nada melhor para minha mente, meu corpo e meu eu como um todo. Nada melhor.

Por dias cada vez melhores.

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