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Re: Diário do Henrique G

em Seg 10 Abr - 0:11
Eaí, Henrique G, há quanto tempo! Vi que teve grande avanço nesse tempo que fiquei fora do fórum, parabéns! Vi em um post seu que vc segue alguns materiais PUA e Redpill. Por isso, quero te recomendar os livros The Book of Pook e Rational Male, ambos mudaram minha vida. Também recomendo o canal do youtube chamado Tom Torero, que também tem podcasts.

Voltei para completar meu reboot, que até agora não foi feito.

Abração

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Re: Diário do Henrique G

em Seg 10 Abr - 0:35
bakanodesu escreveu:[...] Por isso, quero te recomendar os livros The Book of Pook e Rational Male, ambos mudaram minha vida. Também recomendo o canal do youtube chamado Tom Torero, que também tem podcasts.

Voltei para completar meu reboot, que até agora não foi feito.

Abração

Saudações, prezado bakanodesu !

Eu também tinha sumido um pouco daqui no Fórum e essa é minha 2ª tentativa de Reboot de fato ( seguindo o máximo possível dos métodos elencados no ebook ).

Cara, muito obrigado pelas dicas e recomendações. De fato eu tive que esforçar para melhorar e ainda estou me esforçando. Tenho adotado diversas tentativas de socialização para "quebrar" meu perfil antissocial e aos poucos tenho tido resultados, mesmo que ínfimos. Só na parte do relacionamento oposto que não consegui desenvolver nada. Todos devem se esforçar se querem mudanças.

Eu tenho tido sonhos eróticos depois do 10 º dia sem assistir pornografia, porém não conseguia abandonar a masturbação com fantasias que incidia diariamente. Mas, depois de notar graves instabilidades emocionais e na operacionalização de memória, foco e disciplina decidi me empenhar ainda mais.

Eu estou com um contador de dias no meu Cel., pois aqui do fórum mudou muita coisa e ficou um pouco trabalhoso caso eu queira editá-los (fazer mais de um e dimensioná-los, resetar, etc.), por isso vou postando aqui os dias registrados que tenho no meu Celular.

Status atual
18 dias sem Pornografia
2 dias em Hard Mode ( sem M nem O e nem fantasias )



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Re: Diário do Henrique G

em Qui 13 Abr - 0:15
No início desta semana eu estava extremamente instável emocionalmente, na madrugada de domingo para segunda eu deitei, mas se eu dormi foi só por uns 50 minutos.

Antes das 07 da manhã de segunda fui caminhar durante 1 hora, mas mesmo assim estava acometido de grande confusão mental e emocional. Talvez seja acumulo de frustrações e de desejos reprimidos por crenças ( corretas ou não ).

Na tarde de segunda feira, como estava sozinho no meu apartamento, pensei em entrar em contato com garotas de programa para fazer sexo para ver se eu me livraria de toda esta curiosidade e fissura miserável. Eu entrei no site de acompanhantes de minha cidade e vi uma garota e me senti fortemente tentado a entrar em contato com ela...mas, resisti. Esperei toda aquela loucura se silenciar.

Algumas das fotos da garota que vi continha nudez e por isso resolvi resetar no meu contador do celular para não sentir que estou me enganando.

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A importância da socialização

em Ter 18 Abr - 21:05
Salve, salve galera !

Gostaria de relatar que neste final de semana eu investi na sociabilização. Não que eu estava em uma roda de amigos compartilhando assuntos, emoções e sentimentos recíprocos ( que presumo ser muito mais vantajoso ), mas saí para muitos lugares.

Não sei se há alguma indicação específica na forma de sociabilizar para liberar mais endorfina e dopamina, mais minha rotina tem sido da seguinte forma: durante a semana vou à academia; nos finais de semana vou para a igreja, às vezes ao shopping e quando possível na casa de algum amigo da minha mãe, com minha mãe ( agora que com muito esforço consegui comprar um carro passeamos, já que moramos sozinhos kkk )

O fato de ter saído bastante este final de semana me deixou mais calmo e menos tentado em recair, sinto-me mais racional e consciente.

Meu status atual:
Sem P: 6 dias
Sem M.O: 3 dias


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Re: Diário do Henrique G

em Qua 19 Abr - 11:05
Estou com dificuldades em me manter em Hard Mode, esta madrugada senti extremamente tentado a me masturbar deitado ( como se minha mente me obrigasse a masturbar, caso contrário ele não produziria sono ) e até comecei a me estimular com os olhos fechados, mas me levantei ingeri um pouco de leite com achocolatado e alface para reforçar meu sono e consegui finalmente dormir.

Não tenho nenhum problema fisiológico relacionado com ereção ou ejaculação e vejo muitos usuários que recorrem ao modo Hard Mode para se recuperarem mais rápido e melhor. No meu caso quero tentar o Hard Mode para ter maior auto-domínio sobre meus impulsos e me ver livre de toda e qualquer compulsão fantasiosa.

O fato de não ter uma parceira está começando a me angustiar ( somado ao fato de ter a crença arraigada de que só poderei ter sexo após o casamento ), não estou me interessando por ninguém ( interessei em uma, mas já desanimei ao notar o jeito dela que seria incompatível como o meu ) e ninguém aparentemente se interessa por mim. Tenho que fazer novos ciclos de amizade e conhecer gente nova, mas a impressão que tenho é que as pessoas (especialmente as meninas) são muito apáticas e eu já sou extremamente sério e fechado aí que a barraca não arma mesmo, (rs)

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Re: Diário do Henrique G

em Sex 21 Abr - 20:07
Meu reboot segue firme.

Porém começo a perceber que a solitude que eu estava afundado ( e que eu era indiferente quanto a isso ) está me incomodando. Tenho a impressão de que não vou com a cara da maioria das pessoas e nem elas com a minha, (rs) e por isso permaneço na minha rotina isolada, apesar de tentar me sociabilizar sem bancar o ridículo ou o desesperado.

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Re: Diário do Henrique G

em Sab 22 Abr - 12:33
Cara, tente se livrar dessa sua crença acerca do casamento e sexo. Busque conhecer sexo sem toda essa expectativa, será o melhor para você começar a aprender a lidar com as pessoas melhor, principalmente com mulheres.

Muitas vezes essa apaticidade com relação a outras pessoas é um método de defesa contra a rejeição, talvez esse seja o seu problema. É possível que você de antemão já racionalize um motivo para não se aproximar dos outros justamente para não ser rejeitado.

Dessa sua apaticidade com os outros vem o maior problema: o sentimento de solidão, que é horrível.

Sugiro urgentemente vc sair da sua rotina e se forçar a conviver com mulheres. E tente ao máximo não julgar os outros de antemão, tente ter simpatia e mudar o seu jeito de comportar. Ter um bom semblante, com um sorriso ou no mínimo sem uma expressão depressiva.

Sugiro dança de salão ou teatro, foi o que eu fiz e funcionou. Abraços!

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Re: Diário do Henrique G

em Sab 22 Abr - 14:23
[quote="bakanodesu"] [...] Dessa sua apaticidade com os outros vem o maior problema: o sentimento de solidão, que é horrível.

Sugiro urgentemente vc sair da sua rotina e se forçar a conviver com mulheres. E tente ao máximo não julgar os outros de antemão, tente ter simpatia e mudar o seu jeito de comportar. Ter um bom semblante, com um sorriso ou no mínimo sem uma expressão depressiva.

Sugiro dança de salão ou teatro, foi o que eu fiz e funcionou. Abraços![/quote
]

Grande bakanodesu ! Obrigado pelas recomendações e pela participação no meu diário !

Em parte você tem razão. Eu detesto a ideia da rejeição ou da indiferença.

Por outro lado visualizo que meu problema é sentir falta disso e sei que isso é sintoma de autoestima baixa e procuro solucionar.

Só que não me considero apático, e sou até razoavelmente simpático, eu é que acho as pessoas indiferentes a novas amizades, ou senão, muito orgulhosas frente a pessoas que pensam e se comportam fora do protocolo hedonista e hipersexualizada da atual sociedade, como eu.

Você está coberto de razão sobre a alteração de rotina e tenho me esforçado para ver o que me proporciona bem estar fora da minha atual zona de conforto, mas sem cometer atos nos quais eu venha comprometer minha reputação, meu futuro profissional e acadêmico.

Vou tentar seguir a recomendação sobre seu experimento sobre dança de salão, teatro ou congêneres, valeu !

Abçs !

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Re: Diário do Henrique G

em Dom 23 Abr - 20:03
Estou começando a me envolver com uma igreja de um bairro circunvizinho ao meu.

Tenho que confessar que de todos os grupos/ou pessoas não consigo me adaptar a nenhum que não seja uma comunidade religiosa cristã, ou pessoas que vivem segundo tais princípios. Apesar de ter tentado me afastar definitivamente no passado vejo que minha identidade cultural é esta.

Fui de manhã na igreja e a tarde fui com a juventude visitar um asilo, ajudei a levar um amigo e algumas meninas, inclusive uma que tenho razoável interesse afetivo, (rs); lá entoamos cânticos sacros.

Sociabilização conjugado no objetivo de ajudar o próximo creio que é um importante fator de religamento nas sinapses e excelente meio de normalização da dinâmica dopaminérgica cerebral, pois, você se sente bem ajudando aos outros, neutralizando assim os pressupostos hedonistas que internalizamos e o mais importante normalizando a compulsão sexual que desenvolvemos por conta do vício.

Tudo isso foi possível é claro por que consegui comprar meu carro, como moro em um bairro distante e isolado beira o impossível conseguir me socializar e fazer novas amizades sem nada a oferecer, mas enfim, com essa ferramenta consigo elevar meu nível de sociabilização.

Uma passagem das escrituras me chamou atenção e gostaria de compartilhar:
Mateus 15:19: Porque do coração é que procedem os maus intentos, homicídios, adultérios, imoralidades, roubos, falsos testemunhos, calúnias, blasfêmias.



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Re: Diário do Henrique G

em Seg 24 Abr - 9:33
Henrique G escreveu:Só que não me considero apático, e sou até razoavelmente simpático, eu é que acho as pessoas indiferentes a novas amizades, ou senão, muito orgulhosas frente a pessoas que pensam e se comportam fora do protocolo hedonista e hipersexualizada da atual sociedade, como eu.

Isto é verdade, sempre que começo algum relacionamento com alguma pessoa aleatória, uma hora ou outra é bem comum começarem os assuntos indevidos, o que faz eu acabar me afastando. Isso não é nenhum mal, se a sociedade está errada você não precisa estar errado para se agrupar, isso seria negar sua humanidade em prol de se encaixar em um grupo.
Que bom saber que você se sente bem na Igreja..!!! Gostei de ler esse seu último relato. Também me sinto bem assim, seguro de que vou ter uma conversa sadia com alguém, sem a droga da hipersexualização que muitas vezes somos obrigados a ver e escutar através de músicas, da mídia etc.. Coisa que acho estranha, pois algo tão íntimo e particular como o sexo, insistentemente as pessoas tentam tornar de todas as formas possíveis algo que não seja mais íntimo, mas sim explicito para todos verem e ouvirem, coisa que até mesmo compromete o nosso reboot e também nossa sanidade mental. Parabéns pelos 12 dias!
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Re: Diário do Henrique G

em Ter 25 Abr - 11:50
Obrigado, pela mensagem nobre Dangelo !

Pessoal, hoje completo 13 dias sem assistir pornografia ou seus derivados e 5 dias sem masturbação.

Eu confesso que este atual reboot está sendo mais consistente com a proposta do ebook do que o anterior que fiquei mais de 140 dias sem P, porém gostava de assistir danças no youtube o que me levava a M, ou seja, não alcançava uma reparação eficaz do vício.

Eu usava o youtube para estudar também, porém eu tive que bloqueá-lo, pois como sabia que eu não teria mais a pornografia tradicional eu buscaria cenas sensuais para alcançar a excitação. E hoje percebo o acúmulo de energia sexual, tive um sonho envolvendo essas danças sensuais e sempre que tenho esses sonhos eu passo o dia com fissura, isso é chato, logo agora que eu tenho neutralizado toda espécie de derivados de erotismo ou sensualidade.

Mas, faz parte, creio que isso me ajudará a ter maior vigor e segurança para conversar com as pessoas especialmente as mulheres, como já estou conseguindo. E já fui elogiado por uma delas, hehehe.

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Meu primeiro encontro

em Sab 1 Jul - 12:32
Salve, salve galera !

Estive muito ausente recentemente, tanto no meu diário como aqui no fórum.

Em rápidas palavras gostaria de afirmar, em que pese minha dificuldade para parar com M, mesmo usando as ferramentas como banho frio, sociabilização e a limitação (digo limitação, pois eu não posso eliminar totalmente) das origens dos gatilhos deste "vício", conjugado com a leitura do ebook e de outras matérias correlatas ao estudo do hábito e estudos similares, eu tenho percebido o modus operandi do pensamento que é passível de se sabotar no vício recorrentemente e tenho alterado isso e obtido maior AUTOCONTROLE que seria a melhor coisa a desenvolver para resolver com qualquer tipo de hábito compulsivo.

Eu tive a oportunidade de convidar uma moça para jantar em um restaurante anteontem à noite. Percebi que era uma garota (apesar de ser um pouco mais velha que eu), muito madura, sistemática e foi aí que fiquei à vontade para bater um papo saudável e legal. Ela tem a mesma formação acadêmica que eu e os mesmos princípios de fé, ainda que ela não seja bitolada na igreja, como também eu não o sou. Eu a levei para à sua casa e antes de nos despedirmos, ficamos mais um bom tempo conversando, mas como eu fiz o convite com o pretexto para conhecê-la melhor e consolidar uma amizade, não a abordei com conotações de cunho afetivo. Se isso pegou mal para ela, não sei. Mas, deixei em aberto com ela novas oportunidades para sairmos e ela topou.

Isso ajudou muito a neutralizar aquela frenesi por excitação sexual que até então tem sido alimentada pelo desconhecimento do ato sexual aos 26 anos. Ou seja, ao invés de ter sido um gatilho para me fazer recair, este encontro serviu tanto para reforçar minha conexão de apatia pelo próximo, como para neutralizar os impulsos advindos de idealizações/fantasias sexuais.

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Re: Diário do Henrique G

em Sab 1 Jul - 18:28
Spoiler:

Henrique G escreveu:Salve, salve galera !

Estive muito ausente recentemente, tanto no meu diário como aqui no fórum.

Em rápidas palavras gostaria de afirmar, em que pese minha dificuldade para parar com M, mesmo usando as ferramentas como banho frio, sociabilização e a limitação (digo limitação, pois eu não posso eliminar totalmente) das origens dos gatilhos deste "vício", conjugado com a leitura do ebook e de outras matérias correlatas ao estudo do hábito e estudos similares, eu tenho percebido o modus operandi do pensamento que é passível de se sabotar no vício recorrentemente e tenho alterado isso e obtido maior AUTOCONTROLE que seria a melhor coisa a desenvolver para resolver com qualquer tipo de hábito compulsivo.

Eu tive a oportunidade de convidar uma moça para jantar em um restaurante anteontem à noite. Percebi que era uma garota (apesar de ser um pouco mais velha que eu), muito madura, sistemática e foi aí que fiquei à vontade para bater um papo saudável e legal. Ela tem a mesma formação acadêmica que eu e os mesmos princípios de fé, ainda que ela não seja bitolada na igreja, como também eu não o sou. Eu a levei para à sua casa e antes de nos despedirmos, ficamos mais um bom tempo conversando, mas como eu fiz o convite com o pretexto para conhecê-la melhor e consolidar uma amizade, não a abordei com conotações de cunho afetivo. Se isso pegou mal para ela, não sei. Mas, deixei em aberto com ela novas oportunidades para sairmos e ela topou.

Isso ajudou muito a neutralizar aquela frenesi por excitação sexual que até então tem sido alimentada pelo desconhecimento do ato sexual aos 26 anos. Ou seja, ao invés de ter sido um gatilho para me fazer recair, este encontro serviu tanto para reforçar minha conexão de apatia pelo próximo, como para neutralizar os impulsos advindos de idealizações/fantasias sexuais.

Fala Henrique!

Que bacana cara. Você fez algo muito legal, normalmente o viciado quando vai sair para um encontro, ele já quer ir para o "logo após, quer "descarregar". A sua atitude mostrou o seu compromisso para com uma vida melhor e mais saudável.

É muito bom que ela tenha a mesma fé que a sua, ao que parece, vocês também são protestantes. Quando nos relacionamos de forma amorosa, com uma pessoa que não tem a mesma fé que a gente, por vezes queremos que essa pessoa siga os mesmos caminhos que os nossos. Ao fazer isso, caímos facilmente em jugo desigual. Sugiro aproveitar esse momento inicial, para conhece-la e então tentar partir para um relacionamento, não atropele as fases (por mais tentador que isso possa parecer).

Além disso, procure ter uma visão saudável do relacionamento e o que você pretende a partir dele.

Abraços

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Filofobia ?

em Qua 5 Jul - 0:03
Saudações, prezados.

Perdoem-me, mas senta que lá vai textão, (rs)
A mesma moça que convidei para jantar comigo, saí com ela mais 2 vezes no final de semana.

Eu no meu íntimo queria uma "amiga", alguém que eu possa contar, que eu consiga manter um diálogo de forma madura, que tenha o mesmo papo que o meu. E ela atente a todos esses requisitos e mais: ela é mais inteligente ( tanto academicamente, como emocionalmente ) esforçada e independente do que eu ! É a primeira pessoa que encontro tantas qualidades e que em alguns aspectos superam muito as minhas.

Na 2ª vez que eu a convidei para sair e ela aceitou, no retorno do passeio, quando chegamos em sua casa, ela não desceu do carro de imediato, isso era umas 23:00. Ela ficou conversando comigo sobre diversos assuntos, entre eles acadêmicos, profissionais e filosóficos e eu também, um papo de alto nível como eu gosto, (rs) porém ela começou a me fazer perguntas relacionadas à minha motivação de convidá-la para sair e eu simplesmente fui sincero em dizer que gostaria de consolidar uma amizade por achá-la especial. Isso se arrastou até às 02:00 da manhã.

Quando cheguei em casa comecei a sentir desconfortos, um aumento de ansiedade e custei para dormir. Quando despertei a mesma coisa. Neste mesmo dia, ela que me ligou convidando-me para sair para um culto da igreja que frequentamos, fui com minha mãe, porém no carro eu não conversei por ter essa sensação desconfortável, nem na ida, nem na volta. Mas, fiquei sabendo pela boca da minha mãe que ela reclamou sobre meu comportamento.

No dia seguinte, ela me mandou mensagens no WhatsApp dizendo que ela não me diria "não", mas respeitava meu "desconforto". Questionou-me se eu "permitiria que fosse cuidado por ela" que não precisaria ser perfeito, etc. Aí tive certeza, que houve, ou há interesse por parte dela. Mas, tenho dificuldades para nutrir sentimentos e quando ela mexeu com meu emocional, senti efeitos colaterais semelhantes a uma pessoa com "pânico".

Estou preocupado, será que eu devo investir neste possível relacionamento, ou devo procurar alguma ajuda especializada para averiguar esta anomalia emocional ? É um mal estar muito estranho e intenso.

Para constar, entrei em Hard Mode há 9 dias.

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Re: Diário do Henrique G

em Qua 5 Jul - 16:46
Henrique G escreveu:Saudações, prezados.

Perdoem-me, mas senta que lá vai textão, (rs)
A mesma moça que convidei para jantar comigo, saí com ela mais 2 vezes no final de semana.

Eu no meu íntimo queria uma "amiga", alguém que eu possa contar, que eu consiga manter um diálogo de forma madura, que tenha o mesmo papo que o meu. E ela atente a todos esses requisitos e mais: ela é mais inteligente ( tanto academicamente, como emocionalmente ) esforçada e independente do que eu ! É a primeira pessoa que encontro tantas qualidades e que em alguns aspectos superam muito as minhas.

Na 2ª vez que eu a convidei para sair e ela aceitou, no retorno do passeio, quando chegamos em sua casa, ela não desceu do carro de imediato, isso era umas 23:00. Ela ficou conversando comigo sobre diversos assuntos, entre eles acadêmicos, profissionais e filosóficos e eu também, um papo de alto nível como eu gosto, (rs) porém ela começou a me fazer perguntas relacionadas à minha motivação de convidá-la para sair e eu simplesmente fui sincero em dizer que gostaria de consolidar uma amizade por achá-la especial. Isso se arrastou até às 02:00 da manhã.

Quando cheguei em casa comecei a sentir desconfortos, um aumento de ansiedade e custei para dormir. Quando despertei a mesma coisa. Neste mesmo dia, ela que me ligou convidando-me para sair para um culto da igreja que frequentamos, fui com minha mãe, porém no carro eu não conversei por ter essa sensação desconfortável, nem na ida, nem na volta. Mas, fiquei sabendo pela boca da minha mãe que ela reclamou sobre meu comportamento.

No dia seguinte, ela me mandou mensagens no WhatsApp dizendo que ela não me diria "não", mas respeitava meu "desconforto". Questionou-me se eu "permitiria que fosse cuidado por ela" que não precisaria ser perfeito, etc. Aí tive certeza, que houve, ou há interesse por parte dela. Mas, tenho dificuldades para nutrir sentimentos e quando ela mexeu com meu emocional, senti efeitos colaterais semelhantes a uma pessoa com "pânico".

Estou preocupado, será que eu devo investir neste possível relacionamento, ou devo procurar alguma ajuda especializada para averiguar esta anomalia emocional ? É um mal estar muito estranho e intenso.

Para constar, entrei em Hard Mode há 9 dias.

Pelo que escreveu, você deve estar com uma ansiedade grande com a perspectiva de finalmente ter um relacionamento com alguém. Isso é normal acho: sempre quando vou chamar uma garota para sair ou vou fazer a "jogada" para finalmente pedir um beijo, fico um pouco ansioso, pois, obviamente, expectativas são criadas. Assim como eu faço às vezes, chuto que você pode estar fazendo alguma das opções a baixo:
1- criando expectativas que, somadas ao fato de vc se sentir sozinho, te fazem sentir muito ansioso
2- idealizando cada vez mais a garota e ficando intimidado com essa imagem que criou. Talvez até ache que não é bom o suficiente para ela
3- talvez vc tenha medo de se relacionar com uma mulher, por ser algo totalmente novo

Sugiro que vc procure o motivo de se sentir assim tão mal. Se for por medo ou ansiedade e, afinal, gostar da guria, se arrisque e tente alguma coisa com ela. Mesmo que no final você saia machucado, vc provavelmente vai crescer com a experiência. E é muito melhor tentar e falhar do que apenas ficar pensando no que poderia ter sido.

Enfim, acho que vc deveria buscar também o motivo de vc ter se distanciado dela no dia do culto. Às vezes eu faço isso e comigo acontece de ser um reflexo do medo de me aproximar de alguém. Lute contra isso.

Abraço

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Re: Diário do Henrique G

em Qua 5 Jul - 22:07
HenriqueG escreveu:será que eu devo investir neste possível relacionamento, ou devo procurar alguma ajuda especializada para averiguar esta anomalia emocional ?

Deve investir sim. Mesmo que acabe não dando certo, o que é pouco provável pelo interesse que ela demonstra, só a experiência já vai valer demais.

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Re: Diário do Henrique G

em Qui 6 Jul - 0:05
Concerteza brother. Só de ouvir sua história me identifiquei. Me sinto exatamente assim. Pelo que vc descreveu este é um relacionamento que tem tudo para ser maduro. Não um relacionamento doentiu como comumente vemos por aí. Creio que ele poderá ajudá-lo muito. Nos matenha informados. Se puder de uma passadinha em meu diário. Abs.

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Meu primeiro relacionamento

em Sex 14 Jul - 12:59
Saudações, companheiros !

Na noite do sábado retrasado quando eu estava conversando com ela fui informado de que ela era na verdade divorciada e que seu ex casou novamente e ela não se interessaria novamente em um novo relacionamento o que me deixou um pouco confuso.

Pois bem, depois do meu último relato eu tomei a coragem de convidar ela para sair comigo novamente. Na intenção de propor um relacionamento afetivo, sem nutrir grandes expectativas de retorno ou de garantia que daria certo.

Saímos, comemos algo e concentrei em assuntos meramente profissionais para atenuar meu nervosismo, porém, quando findamos, fomos para outro local e permanecemos no veículo e ficamos conversando sobre a frustração de relacionamentos, enfim.

Eu resolvi propor um relacionamento e ela aceitou sem relutâncias. Só nos comunicamos nos finais de semana e eu tenho gostado, somos cristãos e não cogitamos em sexo pré-marital. Porém, percebi um certo "avanço" por parte dela que me deixou um pouco desnorteado com receio de que a fissura por PMO retornasse. Mas, por incrível que pareça não retornou.

Aprendi a fornecer-lhe carinho e ela gostou e disse que está melhor do que ela esperava de mim.

Porém, um fato inédito é que por causa desta "pegação introdutória", todos os dias tenho notado uma contínuo fluxo seminal, sempre que vou urinar percebo que "ele" está totalmente babado. Isso é normal ?

Só que há outros fatores que me preocupam, ela é muito focada no trabalho e muito independente e metódica, mal conversamos por mensagem durante a semana, eu também sou cauteloso e não fico mandando muita coisa pra ela não se cansar de mim logo. Mas, eu já começo sentir falta de afeto por parte dela durante a semana. Ela já me mandou mensagem notando minha ausência, mas não consigo identificar reciprocidade quando falo algo de romântico e pelo que eu me conheço eu não suporto por muito tempo este tipo de desconforto afetivo e caso eu não venha conseguir corro o risco de desertar o mais rápido possível antes mesmo de conhecer ela por completo.

Bati meu record em HARD MODE hoje. Contador do celular: 18 dias.

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Re: Diário do Henrique G

em Sex 14 Jul - 18:29
Cara, parabéns pela contagem.

Eu vou ser sincero,

No primeiro encontro ela queria iniciativa, um cara que toca nela e puxa pro beijo. O papo está bom mas é necessário evoluir, PORQUE você demonstrou interesse afetivo por ela ( afetivo no tom de HOMEM QUERER FICAR COM A MULHER ) e no fim ficou um papo 'amigável', onde deixou ela totalmente CONFUSA e pra avaliar o que você estava fazendo perguntou

"ela começou a me fazer perguntas relacionadas à minha motivação de convidá-la para sair"

Por mais que ela seja religiosa, ela é mulher e mulher curte iniciativa do homem, postura mais decidida já que você demonstrou uma afetividade em níveis maiores que 'amizade'. Mulher perde o interesse quando o homem demora demais.

E Não caia nessa de 'não querer relacionamento porque divorciou', talvez ela possa estar carente e quer evitar, talvez não quer mesmo, mas tenha certeza que quando a mulher está a fim de alguém, ela corre atrás, independente dos motivos.

Você está com medo e ao mesmo tempo idealizando ela, está claramente apaixonado e por isto tem medo de tomar atitude porque pode perdê-la e prefere não 'arriscar', é normal isto, você está mais na chave emocional que racional e a tendência é ter este tipo de comportamento...

Mas não existe risco nenhum meu amigo, ela é só uma mulher e tenha certeza que há muitas no seu bairro que podem proporcionar sentimentos iguais ou diferentes em relação a ela. É estranho dizer isto mas ajuda bastante, você consegue até aproveitar melhor o momento bem mais relaxado.

É estranho ela dizer que se divorciou, não querer nada, depois você propor um relacionamento e ela aceitar. Está claro que você está avançando demais no sinal no quesito 'romantismo' (mais que ela no caso) e se ela não corresponde, você precisa aprender a tratar da mesma maneira, feito um espelho,

não crie expectativas achando que ela vai fazer o mesmo ou algo melhor, demonstre e veja suas atitudes, se não demonstra tenha paciência e vá caminhando com calma. prefira as coisas no ao vivo, pois é mais gostoso e ajuda no seu reboot também.

Eu sugiro que leia Nessaham Alita - como lidar com as mulheres,

É um livro machista lendo em uma certa ótica, mas possui uma linguagem legal para entender parte do universo da cabeça feminina, acredito que a mina que você está se relacionando não encaixa no livro, mas garanto que lições do livro vai te ajudar entender este momento que está passando.

Tem pdf na net, só procurar.

Grande abraço.

E 18 dias é MTO BOM, sobre 'babado' eu nunca tive isto aí.

Talvez possa vir uma polução noturna em breve Very Happy

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Re: Diário do Henrique G

em Sex 14 Jul - 19:00
Henrique, achei legal seu relato com essa moça. Independente dos problemas parece ser algo bacana (tirando esse fato dela ser divorciada).
Com relação ao fluxo seminal eu não tenho muita noção. Você tem tido muitas ereções enquanto está com ela?
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Re: Diário do Henrique G

em Qua 19 Jul - 16:47
Olá Henrique, como esta a luta mano?
Não suma, você esta fazendo falta.

Enfim, estou aguardando novidades brother.

Um forte abraço.

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Iminência do término de relacionamento

em Sex 21 Jul - 17:43
Saudações, prezados.

Meu novo record no reboot hoje: 26 dias em HARD MODE.

Ultimamente tenho tido necessidade de me expor para alguém as nuances que acontecem atualmente no meu cotidiano, creio que diante das novas circunstâncias ( vida "amorosa", desafio de ganhar a vida como autônomo, etc. ) tenho ficado mais emocional e preciso me recompor.

Sobre meu primeiro relacionamento vou relatar aspectos positivos e negativos:

Positivos: A moça é cristã, muito estudiosa, trabalhadora ( ótima profissional ), independente, seletiva, sistemática e me ajuda a superar minha "timidez" (rs). Eu comecei a estranhar no começo, dada a confissão de fé dela, pois após ela aceitar minha proposta, apesar de eu ter tido a iniciativa da aproximação, ela se mostrou bastante à vontade para dar avanços mais calorosos e isso tem se repetido e consequentemente tenho tido fortes ereções e percepção de fluxo seminal durante o "amasso" ainda que brando.

Negativos: Ela me exigiu sigilo no que tange ela ser divorciada, por se tratar de um passado carregado por eventos traumáticos e de preconceitos por parte de pessoas religiosas, mas por mim tudo bem. Porém, ela ao dialogar com minha mãe deixou claro informações do passado dela dando a entender que ela era noiva. Eu fui indagado e acabei revelando. Nisto fui descoberto e na volta presenciei ela chorando do início ao fim do passeio. Fui arguido por ela e de certa forma censurado. Dando a entender que nos relacionamentos anteriores ela que dava as cartas no jogo e que impunha condições... sem contar que ela tem revelado uma personalidade bastante reativa e um pouco agressiva. E isso infelizmente está me incomodando muito e me deixou desanimado para levar adiante, já cheguei até mesmo em planejar terminar com ela o mais rápido possível dado as circunstâncias.

Estou saindo com ela já faz 3 finais de semana e tento agradá-la da melhor forma possível. Ela já chegou a dizer que está melhor que ela imaginava, mas...

Não sei se é por conta deste relacionamento, mas não tenho tido interesse em nada que seja virtual ou artificial (masturbação). Porém, não vejo retorno afetivo por parte dela e isso deixa as coisas áridas demais e desanimado em continuar.

Confesso estar confuso, se puderem dar uma luz, agradeço !

Avante !

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Re: Diário do Henrique G

em Sex 21 Jul - 18:10
Se ela já tão cedo mostra esse tipo de comportamento é algo a se preocupar Henrique. Eu já lidei com uma moça parecida recentemente, mas era só amizade entre nós dois. Acabou que ela mudou, acredito que tenha mudado principalmente por eu saber argumentar com ela. Já ocorreu algo do tipo? Você já tentou argumentar e convencê-la de algo? Deu certo? Ela ignorou? Ela parou pra refletir?

Com relação ao reboot, fico feliz que esteja indo bem. Gostei muito do seu comentário no diário do TGuerreiro, queria inclusive saber mais a respeito daquilo que você falou.

Enfim, leve essas coisas que falei em consideração pra essa situação. Abração amigo.
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Re: Diário do Henrique G

em Sab 22 Jul - 10:17
Fala Henrique. É muito engraçado você descrever "a paixão", ou o que está acontecendo com você de forma técnica. Você fala assim na vida real? Pensa assim? Ou é só a forma de escrever mesmo, mais culta. Acho legal isso.

Com respeito a moça, tenho um amigo que esteve em uma situação similar. Ele começou a namorar uma moça e tudo ia bem. Estava feliz da vida. Dentro de apenas um mês ele começou a notar falhas graves de personalidade nela. Ela era agressiva, não sabia conversar e resolver as diferenças e não sabia se expressar com ele. Ele ficava sem a entender muitas vezes. Simplesmente não havia diálogo. Ou ele aceitava as loucuras dela ou eles brigavam.

Por fim a melhor opção para ele foi terminar. Ele tentou bastante, para ver se o problema não era com ele. Interessante que ela confundida a cabeça dele e as vezes não sabia se ele tinha feito algo errado se ela tinha razão em estar brava. Mas por fim ele entendeu isso.

Você tem que analisar o seu caso e tentar entender o que está acontecendo. Pelo seu relato, imagino que poderá passar por uns apertos futuramente. Ela já age assim no começo, imagina quando tiverem mais tempo de relacionamento.

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Re: Diário do Henrique G

em Sab 22 Jul - 11:06
Fala grande Henrique G, seu diário foi motivacional para mim. Imagino seu esforço, me identifiquei muito com você. Estou vendo esse reboot também como uma maneira de reforçar meu autodomínio, afinal devemos fazer do nosso corpo um escravo nosso. Parabéns pela sua determinação. Continue assim.

Abraço

Atenciosamente,
Park Tenson

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