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Re: Não sei como conversar com ele sobre isso...

em 4/7/2018, 09:26
Muito obrigada, Beren! Estou tentando aplicar tudo aquilo que venho aprendendo aqui. Tenho finalmente conseguido absorver a ideia de que só quem pode decidir isso é ele, e não importa o quanto eu queira, praticamente não posso fazer nada pra "acelerar" sua decisão. Vou dar tempo ao tempo, mas não vou permitir que eu me desgaste nesse período.

Infelizmente, durante esse processo, eu acabo me afastando cada dia mais dele. O que antes era inconsciente, agora é uma postura totalmente consciente. Pelo menos eu sei que se após passar um tempo razoável, ele permanecer irredutível, esse afastamento vai me ajudar a conseguir me libertar de um relacionamento vicioso que ele não está se esforçando para manter.

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Re: Não sei como conversar com ele sobre isso...

em 4/7/2018, 10:19
Não são as esposas, namoradas, noivas que se afastam de nós, somos nós, viciados, que nos afastamos delas. É seu esposo e o vício que estão se afastando de você, e cabe a nós tomar a decisão de ou aceitar o vício e se afundar nele, ou lutar contra isso.

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Re: Não sei como conversar com ele sobre isso...

em 4/7/2018, 10:24
Interessante. Ainda é muito difícil não assumir a culpa por essas coisas. De fato, é a conduta dele que está me afastando.

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Re: Não sei como conversar com ele sobre isso...

em 4/7/2018, 13:58
O Baren disse tudo. 

Essa é uma decisão que o casal deve tomar, de acordo com o relacionamento de vocês, por isso é importante que você se distancie desse caos e veja tudo por fora para ver com clareza se vale ou não a pena continuar lutando e qual a decisão que você tomará. 
Ninguém aqui do fórum poderá tomar decisões assertivas quanto ao sua relação, pois só quem sabe dela são vocês. 

Respire fundo, cuide de você, cure um pouco essa mágoa e tome a decisão quando achar que está pronta para ela. 

O meu caso está longe de ser uma regra, pois quando a mulher chega primeiro o fórum, geralmente, é porque o marido não percebeu que ele é o problema, a dor da mulher não é grande suficiente para ele ter ido atrás de ajuda. 
Mas nunca dará para saber qual é o caso. 

Torço pelo o melhor entre vocês. 
Beijinhos
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Re: Não sei como conversar com ele sobre isso...

em 12/7/2018, 19:25
Boa noite, li todo o relato e o conselho do pessoal, com certeza todos aqui queremos que vocês saiam dessa. Porém eu penso um pouco diferente, a maioria dos homens, tipo 99% consomem PMO, como você mesma disse, há uma certa ditadura social e de consumo disto. Logo mesmo que a pessoa não se considere viciada, isso vai influenciar na vida dela negativamente e também nos seus relacionamento, eu me percebi viciado quando resolvi parar, por motivos religiosos, e fazem 6 anos que luto, porém conheci o fórum a umas 3 semanas, o que está me ajudando como nunca.

E por que eu disse que penso um pouco diferente, pois eu como viciado, também não aceitaria ajuda dessa maneira, pois o orgulho dele está ferido, e pelo que você disse na maioria das vezes falou para ele o quão o vício dele fez mal a você, mas já imaginou o quanto faz mal a ele? Pois se ele luta contra isso a 7 anos, é porque realmente é viciado, e esse vício faz MUITO mal a nós usuários, muito mesmo, basta ler os relatos, perdemos a saúde, começamos a nos confundir sobre a nossa heterossexualidade, perdemos o valor dos relacionamentos, nos isolamos, nos angustiamos.

Sei que você já sofreu e sofri com isso, mas acredito que deva se compadecer mais com a dor dele, e como disseram, escreva cartas sim, mas não falando do quanto você se sente mal, pois isso só vai ferir o orgulho dele, mas sim você o ama e que quer que ele largue não só por você, mas por vocês dois, e pela vida dele, pois quer vê-lo mais feliz, pois como leu muitas vezes aqui, a PMO faz mal para o usuário.

Você pode não concordar comigo,e até os dois que estão te acompanhando também podem não concordar, mas eu vejo por uma outra ótica, já que com esse comportamento parece que não tem surtido efeito, pois como disse, parece me questão de orgulho.

Concordo que deva se cuidar, se amar sim, pois você é uma mulher incrível com muita garra, mas tente ver que o viciado não tem controle sobre o vício, e que ele não quer assumir, porque talvez ele acredita que ninguém compreende a dor dele, já que quando vão falar com ele disse só falam da dor que sentem, e não da dor que ele sente.

Eu acredito que o matrimônio, sim deva ser um relacionamento nas alegrias e nas tristezas, e por isso vai passar por sacrifícios, não estou dizendo que você deva se anular por ele, mas tentar entender que ele não faz isso para te machucar, ele faz porque é dependente, assim como muitos homens são.

Desejo toda força de coração a vocês, e tenho certeza que com o tempo as coisas vão melhorar.. peça sabedoria para agir e conseguir demonstrar para ele que esse vício pode ser vencido e que ele não precisa estar preso a isso, mas que ele e vocês podem ser mais felizes, pois você o ama.

grande abraço.
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Re: Não sei como conversar com ele sobre isso...

em 25/7/2018, 08:49
ThaFer escreveu:Pessoal, primeiramente muito obrigada pela força e pelas palavras! Ajuda muito ouvir a versão de outras pessoas sobre esse mesmo problema.

Então, ontem cheguei em casa com a cabeça girando em torno desse assunto, e decidi que precisava voltar a falar com ele sobre isso, porque ainda tinha muita coisa que eu precisava entender melhor.

Sentei com ele a noite, e contei basicamente o mesmo que contei a vocês aqui. Que isso estava me ferindo, me magoando, me afastando dele. Que eu queria ajudar, mas que precisava saber se ele achava que havia um problema, etc.

Ele não estava muito aberto a conversar. Estava na defensiva e levou a maior parte da conversa no sarcasmo. Mas, em essência, o que ele disse foi que ele reconhece que tem um vício, que luta contra isso há mais de 7 anos, que ele sabe que é errado e se esforça pra não fazer mais. Só que também disse que não acha que eu possa ajudar em nada, e ainda ficou curtindo com a minha cara dizendo coisas como "você é terapeuta? É médica, psicóloga?" E quando eu tentava dizer que podia ajudá-lo a procurar mecanismo, a participar do fórum ele dizia "me passe a receita então, Dra". Sério, precisou de uma força interna inexplicável pra não revidar tudo e acabar saindo nos gritos de novo. Por fim, ele disse que tudo que eu propunha a fazer pra ajudar só me fazia parecer sua "babá" e que ele parou de me dizer porque sentia que precisava ficar me prestando contas toda vez e não concordava com isso.

Ele diz que já usa bloqueadores, assiste diversos vídeos sobre o assunto, e sempre está tentando lutar contra, mas que também está cansado de lutar e sempre perder.

No fim, a conversa já estava ficando bem tensa mesmo, ao ponto de eu dizer que se ele não tomasse uma atitude, nosso relacionamento estava fadado ao fracasso. Ele olhou pra mim e disse "se isso tudo é tão traição assim, não entendo porque você está aqui comigo ainda. Eu luto contra isso, mas não pretendo compartilhar nada disso com você. Prefiro lutar sozinho do que precisar prestar contas quando eu já estou mal com a situação. Então, se isso é tão insuportável pra você, não estou entendendo porque continua aqui comigo."

Fiquei tão magoada com essas palavras que apenas disse "você tem razão. Se é assim, então eu também não sei o que estou fazendo com você. Se você está decidido que é assim que vai ser e eu tenho que me submeter a isso, pode ter certeza de que não vamos pra frente mesmo".

Aí ele disse que sempre que alguém confronta um viciado dizendo que é o vicio ou eu, isso nunca dá certo. Porque, segundo ele, certamente ele diria que lutaria por mim, mas no mês seguinte estaria caindo de novo.

Eu disser a ele que pra mim, o problema não é ele ter recaídas, desde que esteja lutando contra. Só que pra isso é necessário comunicação - o que nos levou de novo pra discussão do início da conversa.

Quando já estava muito desgastada com a situação, eu simplesmente parei de falar, e me calei completamente. Quando ele questionou se a conversa tinha terminado, eu disse que não havia sido finalizada, mas que também não iria levar a lugar nenhum, então, não iria continuar hoje. Eu percebi que não estava atacando ele, mas ele estava se sentindo atacado com qualquer coisa que eu dissesse.

Ele ficou dizendo que não havia necessidade nenhuma dele me contar porque não há nada que eu pudesse fazer para ajudar ele nisso. Que eu não era a pessoa indicada a ajudar ele porque meus sentimentos atrapalham. Ele me questionou diversas vezes o que eu poderia fazer pra ajudar então, mas na pressão da conversa, praticamente não consegui dizer nada além de "ficar ao seu lado, te apoiar, etc".

Enfim. Acho que tô mais desabafando aqui mesmo. Eu decidi encerrar a conversa, já que não ia dar em nada, mas vou me manter firme demonstrando que permaneço chateada. Não deixarei cair no esquecimento novamente.

Aconteceu algo a noite que também gostaria de conselho a respeito. Após toda essa briga, permaneci calada e em silêncio, comunicando apenas o essencial. Demorei um pouco a pegar no sono, mas acabei dormindo normalmente. No meio da noite, acordei com ele me tocando levemente, e dizendo que estava com saudades. Olhei pra ele com a maior cara de interrogação possível, e ele disse "é que eu acordei no meio da noite com muita vontade de transar..". Continuei com minha cara de interrogação até que ele disse "mas reconheço que não poderia haver um momento mais inapropriado para isso.. pode deixar que vou voltar a dormir", e dormiu mesmo.

Por fim, na hora me bateu uma dúvida imensa porque já tem algum tempo mesmo (pouco mais de uma semana) que não temos relações. Estava muito chateada com ele ainda, por isso não queria nenhum contato. Ainda assim, fiquei tentada a aceitar, praticamente porque eu sentia uma necessidade enorme de fazer as pazes. Além de tudo, momentaneamente eu também pensei que, talvez, se a gente fizesse sexo, amanhã ele estaria mais amistoso para conversar comigo sobre isso... Acabou que preferi me manter firme na chateação, já que é algo que eu raramente faço.

Hoje de manhã ele estava bem irritadiço, conversamos pouco, discutimos logo cedo pelo horário de sair de casa, e não nos falamos mais. Claramente ele ficou assim por ter sido "rejeitado". Fiquei com receio de ter atrapalhado mais ainda a situação. Minha cabeça está um nó completo, uma confusão sem fim.

Acho que se alguém puder me ajudar, especialmente nas questões: é possível que uma esposa realmente consiga ajudar? Porque o homem fica com essa conversa de "prestação de contas"? Eu só queria que ele abrisse o jogo comigo! Mas ele acha que se for obrigado a fazer isso, então, não estou ajudando em nada.

Outra coisa, é melhor eu me manter irredutível, sem conversas, sem sexo, pra deixar claro minha insatisfação?

E ainda, em dado momento ele disse que eu estava me colocando como o centro da situação, dizendo que aquilo me afetava, me angustiava e me afastava, mas que era ele que estava passando por isso, e não eu. Que ele me falar quando acontecesse apenas ia me ajudar, mas não iria ajudar em nada ele. Que eu só queria resolver o meu problema, a minha frustração, a minha decepção, mas se isso não me afetasse, eu não estaria interessada em ajudá-lo. Não soube responder a isso. De certa forma, há alguma verdade. Mas acho injusta a colocação.

Não estou sabendo como lidar com isso...

De qualquer forma, obrigada pela atenção de vocês.

Enviado pelo Topic'it

Olá ThaFer,
Comecei a ler o seu diario e ainda não termenei (vou continuar a ler após escrever essa mensagem) mas não aguentei esperar para responder após ler o seu diário todo porque eu passei por uma situação esses dias que acho que pode te ajudar a entender como funciona o processo mental de um viciado que busca recuperação... Pelo menos para mim (e acredito que para a maioria dos viciados que buscam recuperação através desse reboot) é muito importante e positivo contar com a ajuda do(a) parceiro(a)...
Eu sou gay e casado há quase 12 anos (se quiser saber mais da minha historia da uma lida no meu diário chama "Início de uma nova etapa na minha vida", está na categoria homossexuais) e estou no reboot há pouco mais de 30 dias... Mas vamos ao assunto que quero relatar, esse final de semana eu estava empolgado por ter completado 30 dias no reboot (e já estar sentindo alguns beneficios) e num momento de lazer aqui em casa no sabado a noite eu tive um impeto de sugerir ao meu parceiro que só tivessemos orgasmos juntos até o resto da vida (ok, sei que fui exagerado na idealização do romantismo, rsrs), após eu falar isso ele ficou irritado e disse que as vezes um orgasmo (com masturbação solitaria) é só uma sensação do momento e nada mais, e disse que eu não devia pedir isso a ele, eu fiquei bem chateado mais tentei mudar o foco para só termos orgasmos juntos até eu completar o periodo de 90 dias do reboot e depois voltariamos a conversar sobre isso... ele não demostrou empatia pela minha ideia e eu comecei a explicar o meu ponto de vista dizendo que isso iria me ajudar no processo do reboot porque sempre que tivéssemos relações eu iria me sentir mais seguro e desejado porque saberia que estariamos o mesmo periodo sem orgasmo e portanto estaríamos na mesma sintonia de desejo, já que devido a minha condição de viciado (e também pelo comprometimento com o reboot) eu não poderia praticar masturbação soltaria e dependia dele para ter orgasmo... Aí veio o baque com o que ele me falou, não lembro bem as palavras dele porque fiquei desorientado na hora mas entendi que ele falou que isso era um problema meu e que ele não tinha nada a ver com isso porque ele não é viciado e não queria ter que ficar pensando nisso... Enfim, sei que não foram bem essas palavras que ele utilizou mas foi esse o contexto da conversa e eu fiquei muito mal com isso, encerrei a conversa e tentei sublimar a situação porque sabia que ele estava muito cansado por ter trabalhado na sexta até de madrugada e tb no sabado o dia inteiro... Passou um tempo e fomos dormir, mas essa conversa continuou na minha mente e quando acordei no domingo eu estava com muita raiva e não conseguia controlar essa raiva dentro de mim, ao levantar já comecei a demonstrar a minha raiva batendo a porta do quarto ao sair, depois de um tempo ele se levantou e veio perguntar se eu havia batido a porta quando me levantei por estar irritado e não consegui me segurar e comecei a vomitar toda a minha raiva sobre o que ele tinha falado na noite anterior... Ele pediu para eu falar baixo (realmente eu estava muito alterado) e disse que não lembrava de ter falado isso e que não foi a intenção dele, mas nesse momento a raiva era tanta que eu não conseguia desenvolver uma conversa saudavel e falei para conversarmos depois porque naquele momento eu não conseguiria ter uma conversa sem me alterar... No decorrer da manhã ele pediu desculpas por ter me magoado, que não era a intenção dele e que não lembrava de ter falado dessa forma, mas a raiva era tanto que continuei sem conversar... No final da manhã fui caminhar no parque para esfriar a cabeça e colocar as ideias em ordem, a caminhada ajudou a me acalmar um pouco mas eu sabia que teria que ter uma conversa séria com ele, aí quando voltei para casa fomos conversar e eu expliquei que eu estava fazendo esse processo do reboot por mim em primeiro lugar mas que isso influenciava na nossa vida juntos e que precisava do apoio dele... resumindo, depois de desabafar muito para descarregar a minha raiva fui conseguindo mostrar a ele o quanto é importante o comprometimento dele nesse processo e que se ele não ele não entrasse de cabeça nesse processo do reboot comigo nós iriamos ter problemas no nosso relacionamento porque eu iria acabar me distanciando, já que eu não ia me sentir seguro e confiante em conquistar as melhorias que o reboot poderia proporcionar, o meu maior problema em relação ao vicio é ter desenvolvido ejaculação retardada (que tb é devido a traumas na minha iniciação sexual, no meu diario eu explico sobre isso), e para supera-la era necessário muita confiança e segurança nele, já que para eu ter orgasmo eu dependia totalmente dele, e para isso ele teria que se compremeter mais com o meu reboot... Durante a conversa ele foi me deixando seguro e se comprometeu a  se envolver mais com com o meu processo e suspender a masturbação solitaria, e aí eu me acalmei e ficamos bem, apesar de todo o desgaste dessa situação sinto que isso fortaleceu ainda mais o meu reboot e a nossa relação.
Quis contar esse episodio para mostrar que um viciado que quer se recuperar do vicio vai gostar de receber ajuda da companheira nesse processo do reboot e que em algum momento no processo de recuperação vai sentir necessidade de ter a ajuda da companheira, pelo menos para mim funciona dessa forma e acredito que para a maioria das pessoas que querem se recuperar do vicio também.
Bem, só para constar o meu marido é um fofo, muito companheiro e leal, ele é maravilhoso no nosso relacionamneto e apesar dele saber do meu problema (nem eu nem ele sabiamos que era um vicio até eu conhecer esse forum) sempre me deixou a vontade e nunca me cobrou nada, eu que quis buscar informações sobre o meu problema e me identifiquei como viciado e aí iniciei o reboot... acho que essa atitude dele foi realmente sem pensar direito no quanto é dificil para um viciado se recuperar desse vicio, e isso em parte é pela forma que estou lidando com o reboot, eu estou muito empenhado e não demosntro ser um processo dificil... Outra coisa é que talvez seja dificil para ele entender o vicio porque ele não é viciado em PMO, ele não da bola para pornografia e acredito que raramente se masturba, e quando se masturba deve ser esporadicamente e provalmente no banho ou em alguma situação aleatoria sem as fantasias ou estimulos que a PMO proporcionam.
Espero ter ajudado com esse comentário, sei que estamos em situações opostas, eu sou o viciado e você a companheira de um viciado, mas quis mostrar o quanto é difícil a comunicação em um relacionamento onde uma das partes é viciada em pornografia.
Desculpe o comentario tão longo, mas essa é a minha forma de me expressar.
Desejo muito sucesso nessa jornada e conte comigo para te ajudar no que for preciso.

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