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Joel Miller
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Diário do Joel Empty Diário do Joel

em 2/10/2019, 15:23
Boa tarde, amigos do fórum. Passo agora a criar meu diário.

Serei breve para sintetizar minha história.

O COMEÇO

    Não me lembro a primeira vez que me masturbei, mas foi na infância, antes dos dez anos de idade (provavelmente aos sete, por aí) quando um primo com quem eu morava me apresentou a desgraça da sexualidade. Não entrarei em detalhes porque nem eu mesmo me lembro muito bem dessa época, mas eu não via muita P, embora tivesse conhecimento de sua existência. Porém não tinha celular e não havia computador em casa, então eu me saciava com a sensação da M e achava aquilo bom, e até então não via nenhum problema.

QUANDO SE TORNOU UM VÍCIO

      Desde pequeno sempre tive uma tendência a ser instrospectivo. Isso piorou ainda mais quando eu sofri bullying, e comecei a ficar cada vez mais antissocial, e meus primos zoavam de mim por causa disso. Exemplo básico: eu chegava nas festinhas de família e não falava com ninguém, já ia passando por todo mundo direto indo para o quarto onde as outras crianças estavam jogando ou fazendo qualquer outra coisa. Ouvir os comentários pelas minhas costas sempre me fez muito mal, e me deixou ainda mais com medo de me socializar, e assim eu fui crescendo.
      Ah, vale ressaltar que também sofri muito bullying por causa da minha aparência. Eu era muito magro (genética, sou ectomorfo, para quem entende de academia) e tiravam onda disso também (primos, basicamente, nunca tive muitos amigos na escola). Também me chamavam de cabeçudo, embora muitas outras pessoas tenham dito que isso nem mesmo procede, mas essas coisas todas criaram traumas em mim que me acompanham, mesmo que de forma amena, até hoje. E olhe que nem feio eu sou. Pelo contrário, as garotas dizem que eu sou bem bonito. Mas aquilo na infância me estragou muito.
      Nesse contexto, é de se esperar que eu não tive uma vida amorosa com as garotas muito agradável. A baixa auto estima me fazia tremer só de pensar em me aproximar de uma delas, e só vim perder o BV com 16 anos, e foi porque a menina praticamente que chegou em mim. Foi nesse ínterim que o meu vício se aprofundou, quando comecei a ter um computador disponível em casa e internet banda larga (por volta de 11 anos). Encontrei na PMO um refúgio onde eu podia ter a "vida" que eu desejava. Lá as garotas me queriam, eu não tinha auto estima baixa. Eu podia fantasiar que eu tinha aquelas mulheres para mim, e por causa disso, fui sentindo cada vez menos necessidade de ter uma mulher real. Porque ali, a distância de um clique, eu podia saciar todos os meus anseios sexuais.
Combinando tudo: antissocialidade, poucos amigos, nenhuma garota real, e afundado na PMO, eu fui estragando minha vida aos poucos sem nem me dar conta.
Desenvolvi fetiches e características muito estranhas que tenho até vergonha de admitir, mas falarei aqui porque sei que tenho irmãos que me ajudarão e me compreenderão. Desde pequeno, quando comecei a me masturbar, nunca foi pensando numa vagina. Por algum motivo que eu não sei, nunca me atraí pela vagina das mulheres. Não, não sou gay nem tenho HOCD, sempre me atraí por mulheres, mas pela vagina, não. Queria muito me curar disso. Me sinto menos homem e odeio ser assim, e sei que mais cedo ou mais tarde vou começar uma vida sexual (sim, ainda sou virgem, 21 anos, mas é por escolha própria, darei mais detalhes adiante) e vai ser uma decepção se eu tiver nojo de fazer sexo oral na garota, por exemplo. Outras coisas que também tenho: um fetiche absurdo por sexo oral. Sexo oral era a coisa que eu mais gostava de ver na P. Simplesmente era tudo que eu via, pois nunca curti muito ver vídeos de penetração, salvo quando eram de sexo anal (por conta do problema com vagina) mas mesmo estes não eram a maioria. Eu via praticamente apenas dois tipos de video, sexo oral e mulheres se exibindo, isto é, mostrando o corpo.

E FOI PIORANDO...

O tempo foi passando, e tudo foi só piorando. As mulheres normais deixaram de me atrair, e me peguei vendo corpos cada vez mais sexualizados (mais estilo "panicat") garotas normais simplesmente perderam a graça e não me causavam ereção. Seios? Tinham que ser perfeitos, gostava dos grandes, mas era raro encontrar um que me agradasse. a maioria achava caído ou feio. E os pequenos simplesmente também não me davam tesão. Por conta desse motivo, havia me tornado muito exigente e passava muito tempo procurando a mulher mais "perfeita" para me satisfazer.
Quanto ao sexo oral, eu era muito estranho nesse aspecto. Acho que desenvolvi um fetiche nisso por conta da baixa auto estima, e dessa forma eu meio que fantasiava que aquela mulher perfeita era minha submissa, e se ajoelhava para mim. Também tinha preferência por vídeos onde o pênis do cara era grande, acho que porque assim eu fingia que aquele era meu pênis e eu me sentia melhor. (olhe o nível onde eu cheguei! porque meu pênis nem mesmo é pequeno, muitas garotas até o elogiaram já, mas é foda o que a PMO faz com você).
Cheguei a ver coisas bem absurdas como "oral forçado", onde a o cara meio que estuprava a boca da mulher. Também vi zoofilia (mulheres fazendo em cavalos e cachorros). Enfim, já deu para ter uma noção.

O PONTO QUE EU DECIDI MUDAR

Até então, eu não gostava muito de ser assim, mas também não fazia muita coisa pra mudar e nem me via como um "viciado".
Com dezessete anos, conheci a melhor coisa que já aconteceu na minha vida. Uma garota que não revelarei o nome. Ela era cristã, e eu ateu, mas por acaso do destino (ou Deus, conforme minha visão hoje, pois passei a crer, vou contar mais na história) nós começamos a namorar. No começo, eu não a achava muito atraente. Não fazia meu gosto pornográfico (era magrinha, e eu gostava de coisas exageradas) mas eu gostava dela por algum motivo, e foi isso. Ela descobriu que eu consumia PMO, e isso a deixou triste, e desde então foi minha primeira tentativa de parar. Não conhecia o método, não tinha embasamento nenhum, e, como esperado, não aguentei nem alguns dias sem. Logo voltei, mas, para ainda ficar com ela, comecei a manter isso em segredo. Resumindo uma história muito longa e cheia de obstáculos, hoje, com 21 anos, estamos separados há pouco tempo, e já fazem 89 dias que estou neste processo.

O REBOOT

Apesar de fazerem 89 dias, ainda não me sinto totalmente curado. Então não farei disso aqui uma história de sucesso. Mas muitas coisas sim, mudaram.
Conheci o método junto com minha namorada. Na verdade, ela sempre me apoiou e ficava pesquisando coisas para me ajudar. No início eu até tentei, mas ficava tendo recaídas e nunca saía do canto. Por volta do começo de julho deste ano, após muito sofrimento entre nós dois (pois eu escondia quando caía, mas depois eu contava, e enfim, não havia mais confiança e ela estava muito triste) eu disse BASTA, cansei de todo o mal que aquilo havia feito na minha vida e comecei o procedimento com força de vontade total.
E cá estou eu, amanhã completo 90 dias.
O que me ajudou a chegar até aqui? Primeiro, eu finalmente quis fazer por mim, e isso foi fundamental. Antes fazia por minha namorada, para ela não ficar triste, mas isso nunca deu certo. Segundo, comecei a ter rotina. Uma rotina fervorosa com Deus, orando e estudando sua palavra todos os dias, dormindo cedo, me ajudou muito. Passei do primeiro mês, marco que nunca havia chegado.
Por volta do segundo e terceiro mês comecei a fazer besteiras. Já não tinha tanta comunhão com Deus, negligenciava gatilhos pequenos etc. Apesar de tudo, nunca caí de novo na P. Somente vim me masturbar há dois dias atrás, depois de um lapso temporal enorme de total negligencia com coisas pequenas que devia estar fazendo. Mas graças a Deus foi bem rápido, gozei em cerca de segundos, e nem fantasiei nada, foquei somente na sensação física que estava sentindo. Ainda assim, me sinto culpado e não recomendo a M para ninguém. O hard mode é o ideal para se recuperar plenamente o mais rápido possível (no caso dos solteiros, não sei como é no caso dos que tem vida sexual, porque nunca tive, minha namorada era cristã e eu também me tornei e estávamos esperando até o casamento, portanto nunca praticamos sexo, e antes disso nunca tive vontade de praticar nada com ninguém, exceto sexo oral).
Recentemente também fiz uma besteira muito grande. Minha namorada terminou comigo e eu, totalmente depravado e sem consciência, baixei o Tinder e ofereci dinheiro lá para alguma garota fazer sexo oral em mim. Não considero uma recaída porque em nenhum momento me estimulei sexualmente lá, mas minha consciência está muito pesada e sinto que isso afetou sim o meu reboot, pois esse fetiche foi algo que desenvolvi na PMO e foi como se eu quisesse trazer a P para a realidade.
Graças a Deus tomei consciência e desinstalei, e me arrependi antes de conseguir consumar o ato com alguma garota leviana o suficiente para aceitar minha proposta. Me sinto mais mal ainda porque amo muito minha namorada, e foi uma total desconsideração pelo que ela já fez por mim e pela pessoa dela. Agora, no dia 89, estou com uma mentalidade totalmente diferente e mais focado do que nunca. Sinto que agora estou começando esse processo de verdade.

FIM

Voltei a ter uma rotina boa. Acordo cedo, durmo cedo. Tenho comunhão com Deus, o busco com tudo de mim. Estudo ao longo do dia para concursos, faço caminhadas/corridas, e me sinto ótimo.
Para os que se interessam, eis os benefícios de ter chegado até aqui:
- Voz mais grossa e masculina
- Notei minha barba mais fechada
- Maior atração por minha namorada, pelo corpo dela. Na verdade estou todo “apaixonadinho” por ela ultimamente Hehe deixei de ver aquelas coisas sexualizadas como superiores e hoje consigo curtir muito uma mulher normal.
- Auto estima melhorou muito. Antes odiava meu corpo, hoje já me admiro do jeito que sou. Tinha até paranoia de academia, de querer ter o corpo perfeito, coisa que não tenho mais.
- Mais facilidade de socialização
- Menor compulsão por PMO. Maior vontade de ter sexo "real" (como não transo de fato, isso significa mais vontade de beijar, etc) coisas simples como um toque, um cheiro, já me causam uma ereção absurda.
- Maior amor por minha namorada/ex (estamos numa fase, mas creio que tudo vai dar certo em nome de Deus)
- Maior disposição. Antes não conseguia nem me concentrar ao estudar, hoje consigo manter uma rotina bem melhor do que antes.

Enfim, ainda há muito a melhorar. Por exemplo, sei que o fetiche por sexo oral ainda não saiu de mim. A penetração ainda não me chama tanta atenção como o oral, e ainda não posso dizer que "amo" vaginas, embora eu sinta muito desejo de pegar "lá" na minha namorada. Mas fico meio receoso de ela me mostrá-la (só toquei por cima da calça), tenho medo de desapontar ela e a mim mesmo. Ainda assim, creio que com o tempo a tendência é tudo ir melhorando aos poucos. Talvez se não tivesse me sabotado tanto e mantido a rotina e as atividades de religação firmes, tivesse mais resultados. Mas é isso, foi escolha minha, e colhi os frutos. Agora estou escolhendo fazer diferente, e sei que os frutos serão outros.


Última edição por Joel Miller em 2/10/2019, 15:49, editado 1 vez(es)
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Joel Miller
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em 2/10/2019, 15:36
Corrigindo, galera, eu conheci ela com 19 anos, não 17 kk perdoem-me.

Ps: eu juro q tentei ser breve kk mas meu caso é muito complexo, minha história tem muito mais detalhes que até tive de deixar de fora pois o texto ia virar um livro. Mas qualquer coisa podem perguntar aqui.
End
End
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em 2/10/2019, 15:53
Joel Miller escreveu:Boa tarde, amigos do fórum. Passo agora a criar meu diário.

Serei breve para sintetizar minha história.

O COMEÇO

    Não me lembro a primeira vez que me masturbei, mas foi na infância, antes dos dez anos de idade (provavelmente aos sete, por aí) quando um primo com quem eu morava me apresentou a desgraça da sexualidade. Não entrarei em detalhes porque nem eu mesmo me lembro muito bem dessa época, mas eu não via muita P, embora tivesse conhecimento de sua existência. Porém não tinha celular e não havia computador em casa, então eu me saciava com a sensação da M e achava aquilo bom, e até então não via nenhum problema.

QUANDO SE TORNOU UM VÍCIO

      Desde pequeno sempre tive uma tendência a ser instrospectivo. Isso piorou ainda mais quando eu sofri bullying, e comecei a ficar cada vez mais antissocial, e meus primos zoavam de mim por causa disso. Exemplo básico: eu chegava nas festinhas de família e não falava com ninguém, já ia passando por todo mundo direto indo para o quarto onde as outras crianças estavam jogando ou fazendo qualquer outra coisa. Ouvir os comentários pelas minhas costas sempre me fez muito mal, e me deixou ainda mais com medo de me socializar, e assim eu fui crescendo.
      Ah, vale ressaltar que também sofri muito bullying por causa da minha aparência. Eu era muito magro (genética, sou ectomorfo, para quem entende de academia) e tiravam onda disso também (primos, basicamente, nunca tive muitos amigos na escola). Também me chamavam de cabeçudo, embora muitas outras pessoas tenham dito que isso nem mesmo procede, mas essas coisas todas criaram traumas em mim que me acompanham, mesmo que de forma amena, até hoje. E olhe que nem feio eu sou. Pelo contrário, as garotas dizem que eu sou bem bonito. Mas aquilo na infância me estragou muito.
      Nesse contexto, é de se esperar que eu não tive uma vida amorosa com as garotas muito agradável. A baixa auto estima me fazia tremer só de pensar em me aproximar de uma delas, e só vim perder o BV com 16 anos, e foi porque a menina praticamente que chegou em mim. Foi nesse ínterim que o meu vício se aprofundou, quando comecei a ter um computador disponível em casa e internet banda larga (por volta de 11 anos). Encontrei na PMO um refúgio onde eu podia ter a "vida" que eu desejava. Lá as garotas me queriam, eu não tinha auto estima baixa. Eu podia fantasiar que eu tinha aquelas mulheres para mim, e por causa disso, fui sentindo cada vez menos necessidade de ter uma mulher real. Porque ali, a distância de um clique, eu podia saciar todos os meus anseios sexuais.
Combinando tudo: antissocialidade, poucos amigos, nenhuma garota real, e afundado na PMO, eu fui estragando minha vida aos poucos sem nem me dar conta.
Desenvolvi fetiches e características muito estranhas que tenho até vergonha de admitir, mas falarei aqui porque sei que tenho irmãos que me ajudarão e me compreenderão. Desde pequeno, quando comecei a me masturbar, nunca foi pensando numa vagina. Por algum motivo que eu não sei, nunca me atraí pela vagina das mulheres. Não, não sou gay nem tenho HOCD, sempre me atraí por mulheres, mas pela vagina, não. Queria muito me curar disso. Me sinto menos homem e odeio ser assim, e sei que mais cedo ou mais tarde vou começar uma vida sexual (sim, ainda sou virgem, 21 anos, mas é por escolha própria, darei mais detalhes adiante) e vai ser uma decepção se eu tiver nojo de fazer sexo oral na garota, por exemplo. Outras coisas que também tenho: um fetiche absurdo por sexo oral. Sexo oral era a coisa que eu mais gostava de ver na P. Simplesmente era tudo que eu via, pois nunca curti muito ver vídeos de penetração, salvo quando eram de sexo anal (por conta do problema com vagina) mas mesmo estes não eram a maioria. Eu via praticamente apenas dois tipos de video, sexo oral e mulheres se exibindo, isto é, mostrando o corpo.

E FOI PIORANDO...

O tempo foi passando, e tudo foi só piorando. As mulheres normais deixaram de me atrair, e me peguei vendo corpos cada vez mais sexualizados (mais estilo "panicat") garotas normais simplesmente perderam a graça e não me causavam ereção. Seios? Tinham que ser perfeitos, gostava dos grandes, mas era raro encontrar um que me agradasse. a maioria achava caído ou feio. E os pequenos simplesmente também não me davam tesão. Por conta desse motivo, havia me tornado muito exigente e passava muito tempo procurando a mulher mais "perfeita" para me satisfazer.
Quanto ao sexo oral, eu era muito estranho nesse aspecto. Acho que desenvolvi  um fetiche nisso por conta da baixa auto estima, e dessa forma eu meio que fantasiava que aquela mulher perfeita era minha submissa, e se ajoelhava para mim. Também tinha preferência por vídeos onde o pênis do cara era grande, acho que porque assim eu fingia que aquele era meu pênis e eu me sentia melhor. (olhe o nível onde eu cheguei! porque meu pênis nem mesmo é pequeno, muitas garotas até o elogiaram já, mas é foda o que a PMO faz com você).
Cheguei a ver coisas bem absurdas como "oral forçado", onde a o cara meio que estuprava a boca da mulher. Também vi zoofilia (mulheres fazendo em cavalos e cachorros). Enfim, já deu para ter uma noção.

O PONTO QUE EU DECIDI MUDAR

Até então, eu não gostava muito de ser assim, mas também não fazia muita coisa pra mudar e nem me via como um "viciado".
Com dezessete anos, conheci a melhor coisa que já aconteceu na minha vida. Uma garota que não revelarei o nome. Ela era cristã, e eu ateu, mas por acaso do destino (ou Deus, conforme minha visão hoje, pois passei a crer, vou contar mais na história) nós começamos a namorar. No começo, eu não a achava muito atraente. Não fazia meu gosto pornográfico (era magrinha, e eu gostava de coisas exageradas) mas eu gostava dela por algum motivo, e foi isso. Ela descobriu que eu consumia PMO, e isso a deixou triste, e desde então foi minha primeira tentativa de parar. Não conhecia o método, não tinha embasamento nenhum, e, como esperado, não aguentei nem alguns dias sem. Logo voltei, mas, para ainda ficar com ela, comecei a manter isso em segredo. Resumindo uma história muito longa e cheia de obstáculos, hoje, com 21 anos, estamos separados há pouco tempo, e já fazem 89 dias que estou neste processo.

O REBOOT

Apesar de fazerem 89 dias, ainda não me sinto totalmente curado. Então não farei disso aqui uma história de sucesso. Mas muitas coisas sim, mudaram.
Conheci o método junto com minha namorada. Na verdade, ela sempre me apoiou e ficava pesquisando coisas para me ajudar. No início eu até tentei, mas ficava tendo recaídas e nunca saía do canto. Por volta do começo de julho deste ano, após muito sofrimento entre nós dois (pois eu escondia quando caía, mas depois eu contava, e enfim, não havia mais confiança e ela estava muito triste) eu disse BASTA, cansei de todo o mal que aquilo havia feito na minha vida e comecei o procedimento com força de vontade total.
E cá estou eu, amanhã completo 90 dias.
O que me ajudou a chegar até aqui? Primeiro, eu finalmente quis fazer por mim, e isso foi fundamental. Antes fazia por minha namorada, para ela não ficar triste, mas isso nunca deu certo. Segundo, comecei a ter rotina. Uma rotina fervorosa com Deus, orando e estudando sua palavra todos os dias, dormindo cedo, me ajudou muito. Passei do primeiro mês, marco que nunca havia chegado.
Por volta do segundo e terceiro mês comecei a fazer besteiras. Já não tinha tanta comunhão com Deus, negligenciava gatilhos pequenos etc. Apesar de tudo, nunca caí de novo na P. Somente vim me masturbar há dois dias atrás, depois de um lapso temporal enorme de total negligencia com coisas pequenas que devia estar fazendo. Mas graças a Deus foi bem rápido, gozei em cerca de segundos, e nem fantasiei nada, foquei somente na sensação física que estava sentindo. Ainda assim, me sinto culpado e não recomendo a M para ninguém. O hard mode é o ideal para se recuperar plenamente o mais rápido possível (no caso dos solteiros, não sei como é no caso dos que tem vida sexual, porque nunca tive, minha namorada era cristã e eu também me tornei e estávamos esperando até o casamento, portanto nunca praticamos sexo, e antes disso nunca tive vontade de praticar nada com ninguém, exceto sexo oral).
Recentemente também fiz uma besteira muito grande. Minha namorada terminou comigo e eu, totalmente depravado e sem consciência, baixei o Tinder e ofereci dinheiro lá para alguma garota fazer sexo oral em mim. Não considero uma recaída porque em nenhum momento me estimulei sexualmente lá, mas minha consciência está muito pesada e sinto que isso afetou sim o meu reboot, pois esse fetiche foi algo que desenvolvi na PMO e foi como se eu quisesse trazer a P para a realidade.
Graças a Deus tomei consciência e desinstalei, e me arrependi antes de conseguir consumar o ato com alguma garota leviana o suficiente para aceitar minha proposta. Me sinto mais mal ainda porque amo muito minha namorada, e foi uma total desconsideração pelo que ela já fez por mim e pela pessoa dela. Agora, no dia 89, estou com uma mentalidade totalmente diferente e mais focado do que nunca. Sinto que agora estou começando esse processo de verdade.

FIM

Voltei a ter uma rotina boa. Acordo cedo, durmo cedo. Tenho comunhão com Deus, o busco com tudo de mim. Estudo ao longo do dia para concursos, faço caminhadas/corridas, e me sinto ótimo.
Para os que se interessam, eis os benefícios de ter chegado até aqui:
- Voz mais grossa e masculina
- Notei minha barba mais fechada
- Auto estima melhorou muito. Antes odiava meu corpo, hoje já me admiro do jeito que sou. Tinha até paranoia de academia, de querer ter o corpo perfeito, coisa que não tenho mais.
- Mais facilidade de socialização
- Menor compulsão por PMO. Maior vontade de ter sexo "real" (como não transo de fato, isso significa mais vontade de beijar, etc) coisas simples como um toque, um cheiro, já me causam uma ereção absurda.
- Maior amor por minha namorada/ex (estamos numa fase, mas creio que tudo vai dar certo em nome de Deus)
- Maior disposição. Antes não conseguia nem me concentrar ao estudar, hoje consigo manter uma rotina bem melhor do que antes.

Enfim, ainda há muito a melhorar. Por exemplo, sei que o fetiche por sexo oral ainda não saiu de mim. A penetração ainda não me chama tanta atenção como o oral, e ainda não posso dizer que "amo" vaginas, embora eu sinta muito desejo de pegar "lá" na minha namorada. Mas fico meio receoso de ela me mostrá-la (só toquei por cima da calça), tenho medo de desapontar ela e a mim mesmo. Ainda assim, creio que com o tempo a tendência é tudo ir melhorando aos poucos. Talvez se não tivesse me sabotado tanto e mantido a rotina e as atividades de religação firmes, tivesse mais resultados. Mas é isso, foi escolha minha, e colhi os frutos. Agora estou escolhendo fazer diferente, e sei que os frutos serão outros.

Fala meu amigo, parabéns pelos 89 dias sem P, li seu relato e achei interessante sua história. E acho incrível como Deus trabalha em nossas vidas, de maneira que jamais podíamos imaginar. Enfim, creio que esse fetiche vai passar com o tempo sim, e se você conseguir voltar a suas atividades de religação, tem tudo pra ficar curado. Siga firme nesse reboot, e não deixe sua mente te sabotar, pois quando conseguimos um bom número de dias, a mente quer nos convencer que podemos tolerar, um vídeo ali, uma masturbação ali e tal, sendo que na verdade, nossa luta é diária, e mesmo que passemos dos 90 dias, temos que permanecer na luta, pois os benefícios continuarão vindo, e a recaída não é mais uma opção. Enfim, é isso amigo, siga firme na sua caminhada, e uma boa sorte com sua ex, mas independente se você ficar com ela ou não, não deixe isso abalar seu emocional e afetar no seu reboot. Um abraço e fique com Deus.

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em 2/10/2019, 15:53
Parabéns pelo sucesso que você está tendo no seu Reboot!!

Enviado pelo Topic'it

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Randy
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Diário do Joel Empty Re: Diário do Joel

em 3/10/2019, 15:06
Parabéns pelos 90 dias, mas saiba que isso é apenas o começo.

Com o tempo, você vai voltar a gostar das vaginas, afinal, não há coisa melhor.

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"Quem quer, dá um jeito. Quem não quer, inventa desculpa". Toguro

Ninguém vai bater mais forte do que a vida. Não importa como você bate e sim o quanto aguenta apanhar e continuar lutando; o quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha. Rocky Balboa

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em 7/10/2019, 00:51
90 dias é apenas simbólico, costumam ser suficientes para casos mais "leves" e pra quem se aprofundou no vício na vida adulta. No nosso caso, que tivemos a pornografia introduzida bem cedo em nossas vidas, pode ser que precisemos de mais dias para o cérebro se recuperar

No mais, parabéns pelos 94 dias e sucesso no seu pós-reboot!

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em 7/10/2019, 08:32
Joel Miller escreveu:Boa tarde, amigos do fórum. Passo agora a criar meu diário.

Serei breve para sintetizar minha história.

O COMEÇO

    Não me lembro a primeira vez que me masturbei, mas foi na infância, antes dos dez anos de idade (provavelmente aos sete, por aí) quando um primo com quem eu morava me apresentou a desgraça da sexualidade. Não entrarei em detalhes porque nem eu mesmo me lembro muito bem dessa época, mas eu não via muita P, embora tivesse conhecimento de sua existência. Porém não tinha celular e não havia computador em casa, então eu me saciava com a sensação da M e achava aquilo bom, e até então não via nenhum problema.

QUANDO SE TORNOU UM VÍCIO

      Desde pequeno sempre tive uma tendência a ser instrospectivo. Isso piorou ainda mais quando eu sofri bullying, e comecei a ficar cada vez mais antissocial, e meus primos zoavam de mim por causa disso. Exemplo básico: eu chegava nas festinhas de família e não falava com ninguém, já ia passando por todo mundo direto indo para o quarto onde as outras crianças estavam jogando ou fazendo qualquer outra coisa. Ouvir os comentários pelas minhas costas sempre me fez muito mal, e me deixou ainda mais com medo de me socializar, e assim eu fui crescendo.
      Ah, vale ressaltar que também sofri muito bullying por causa da minha aparência. Eu era muito magro (genética, sou ectomorfo, para quem entende de academia) e tiravam onda disso também (primos, basicamente, nunca tive muitos amigos na escola). Também me chamavam de cabeçudo, embora muitas outras pessoas tenham dito que isso nem mesmo procede, mas essas coisas todas criaram traumas em mim que me acompanham, mesmo que de forma amena, até hoje. E olhe que nem feio eu sou. Pelo contrário, as garotas dizem que eu sou bem bonito. Mas aquilo na infância me estragou muito.
      Nesse contexto, é de se esperar que eu não tive uma vida amorosa com as garotas muito agradável. A baixa auto estima me fazia tremer só de pensar em me aproximar de uma delas, e só vim perder o BV com 16 anos, e foi porque a menina praticamente que chegou em mim. Foi nesse ínterim que o meu vício se aprofundou, quando comecei a ter um computador disponível em casa e internet banda larga (por volta de 11 anos). Encontrei na PMO um refúgio onde eu podia ter a "vida" que eu desejava. Lá as garotas me queriam, eu não tinha auto estima baixa. Eu podia fantasiar que eu tinha aquelas mulheres para mim, e por causa disso, fui sentindo cada vez menos necessidade de ter uma mulher real. Porque ali, a distância de um clique, eu podia saciar todos os meus anseios sexuais.
Combinando tudo: antissocialidade, poucos amigos, nenhuma garota real, e afundado na PMO, eu fui estragando minha vida aos poucos sem nem me dar conta.
Desenvolvi fetiches e características muito estranhas que tenho até vergonha de admitir, mas falarei aqui porque sei que tenho irmãos que me ajudarão e me compreenderão. Desde pequeno, quando comecei a me masturbar, nunca foi pensando numa vagina. Por algum motivo que eu não sei, nunca me atraí pela vagina das mulheres. Não, não sou gay nem tenho HOCD, sempre me atraí por mulheres, mas pela vagina, não. Queria muito me curar disso. Me sinto menos homem e odeio ser assim, e sei que mais cedo ou mais tarde vou começar uma vida sexual (sim, ainda sou virgem, 21 anos, mas é por escolha própria, darei mais detalhes adiante) e vai ser uma decepção se eu tiver nojo de fazer sexo oral na garota, por exemplo. Outras coisas que também tenho: um fetiche absurdo por sexo oral. Sexo oral era a coisa que eu mais gostava de ver na P. Simplesmente era tudo que eu via, pois nunca curti muito ver vídeos de penetração, salvo quando eram de sexo anal (por conta do problema com vagina) mas mesmo estes não eram a maioria. Eu via praticamente apenas dois tipos de video, sexo oral e mulheres se exibindo, isto é, mostrando o corpo.

E FOI PIORANDO...

O tempo foi passando, e tudo foi só piorando. As mulheres normais deixaram de me atrair, e me peguei vendo corpos cada vez mais sexualizados (mais estilo "panicat") garotas normais simplesmente perderam a graça e não me causavam ereção. Seios? Tinham que ser perfeitos, gostava dos grandes, mas era raro encontrar um que me agradasse. a maioria achava caído ou feio. E os pequenos simplesmente também não me davam tesão. Por conta desse motivo, havia me tornado muito exigente e passava muito tempo procurando a mulher mais "perfeita" para me satisfazer.
Quanto ao sexo oral, eu era muito estranho nesse aspecto. Acho que desenvolvi  um fetiche nisso por conta da baixa auto estima, e dessa forma eu meio que fantasiava que aquela mulher perfeita era minha submissa, e se ajoelhava para mim. Também tinha preferência por vídeos onde o pênis do cara era grande, acho que porque assim eu fingia que aquele era meu pênis e eu me sentia melhor. (olhe o nível onde eu cheguei! porque meu pênis nem mesmo é pequeno, muitas garotas até o elogiaram já, mas é foda o que a PMO faz com você).
Cheguei a ver coisas bem absurdas como "oral forçado", onde a o cara meio que estuprava a boca da mulher. Também vi zoofilia (mulheres fazendo em cavalos e cachorros). Enfim, já deu para ter uma noção.

O PONTO QUE EU DECIDI MUDAR

Até então, eu não gostava muito de ser assim, mas também não fazia muita coisa pra mudar e nem me via como um "viciado".
Com dezessete anos, conheci a melhor coisa que já aconteceu na minha vida. Uma garota que não revelarei o nome. Ela era cristã, e eu ateu, mas por acaso do destino (ou Deus, conforme minha visão hoje, pois passei a crer, vou contar mais na história) nós começamos a namorar. No começo, eu não a achava muito atraente. Não fazia meu gosto pornográfico (era magrinha, e eu gostava de coisas exageradas) mas eu gostava dela por algum motivo, e foi isso. Ela descobriu que eu consumia PMO, e isso a deixou triste, e desde então foi minha primeira tentativa de parar. Não conhecia o método, não tinha embasamento nenhum, e, como esperado, não aguentei nem alguns dias sem. Logo voltei, mas, para ainda ficar com ela, comecei a manter isso em segredo. Resumindo uma história muito longa e cheia de obstáculos, hoje, com 21 anos, estamos separados há pouco tempo, e já fazem 89 dias que estou neste processo.

O REBOOT

Apesar de fazerem 89 dias, ainda não me sinto totalmente curado. Então não farei disso aqui uma história de sucesso. Mas muitas coisas sim, mudaram.
Conheci o método junto com minha namorada. Na verdade, ela sempre me apoiou e ficava pesquisando coisas para me ajudar. No início eu até tentei, mas ficava tendo recaídas e nunca saía do canto. Por volta do começo de julho deste ano, após muito sofrimento entre nós dois (pois eu escondia quando caía, mas depois eu contava, e enfim, não havia mais confiança e ela estava muito triste) eu disse BASTA, cansei de todo o mal que aquilo havia feito na minha vida e comecei o procedimento com força de vontade total.
E cá estou eu, amanhã completo 90 dias.
O que me ajudou a chegar até aqui? Primeiro, eu finalmente quis fazer por mim, e isso foi fundamental. Antes fazia por minha namorada, para ela não ficar triste, mas isso nunca deu certo. Segundo, comecei a ter rotina. Uma rotina fervorosa com Deus, orando e estudando sua palavra todos os dias, dormindo cedo, me ajudou muito. Passei do primeiro mês, marco que nunca havia chegado.
Por volta do segundo e terceiro mês comecei a fazer besteiras. Já não tinha tanta comunhão com Deus, negligenciava gatilhos pequenos etc. Apesar de tudo, nunca caí de novo na P. Somente vim me masturbar há dois dias atrás, depois de um lapso temporal enorme de total negligencia com coisas pequenas que devia estar fazendo. Mas graças a Deus foi bem rápido, gozei em cerca de segundos, e nem fantasiei nada, foquei somente na sensação física que estava sentindo. Ainda assim, me sinto culpado e não recomendo a M para ninguém. O hard mode é o ideal para se recuperar plenamente o mais rápido possível (no caso dos solteiros, não sei como é no caso dos que tem vida sexual, porque nunca tive, minha namorada era cristã e eu também me tornei e estávamos esperando até o casamento, portanto nunca praticamos sexo, e antes disso nunca tive vontade de praticar nada com ninguém, exceto sexo oral).
Recentemente também fiz uma besteira muito grande. Minha namorada terminou comigo e eu, totalmente depravado e sem consciência, baixei o Tinder e ofereci dinheiro lá para alguma garota fazer sexo oral em mim. Não considero uma recaída porque em nenhum momento me estimulei sexualmente lá, mas minha consciência está muito pesada e sinto que isso afetou sim o meu reboot, pois esse fetiche foi algo que desenvolvi na PMO e foi como se eu quisesse trazer a P para a realidade.
Graças a Deus tomei consciência e desinstalei, e me arrependi antes de conseguir consumar o ato com alguma garota leviana o suficiente para aceitar minha proposta. Me sinto mais mal ainda porque amo muito minha namorada, e foi uma total desconsideração pelo que ela já fez por mim e pela pessoa dela. Agora, no dia 89, estou com uma mentalidade totalmente diferente e mais focado do que nunca. Sinto que agora estou começando esse processo de verdade.

FIM

Voltei a ter uma rotina boa. Acordo cedo, durmo cedo. Tenho comunhão com Deus, o busco com tudo de mim. Estudo ao longo do dia para concursos, faço caminhadas/corridas, e me sinto ótimo.
Para os que se interessam, eis os benefícios de ter chegado até aqui:
- Voz mais grossa e masculina
- Notei minha barba mais fechada
- Maior atração por minha namorada, pelo corpo dela. Na verdade estou todo “apaixonadinho” por ela ultimamente Hehe deixei de ver aquelas coisas sexualizadas como superiores e hoje consigo curtir muito uma mulher normal.
- Auto estima melhorou muito. Antes odiava meu corpo, hoje já me admiro do jeito que sou. Tinha até paranoia de academia, de querer ter o corpo perfeito, coisa que não tenho mais.
- Mais facilidade de socialização
- Menor compulsão por PMO. Maior vontade de ter sexo "real" (como não transo de fato, isso significa mais vontade de beijar, etc) coisas simples como um toque, um cheiro, já me causam uma ereção absurda.
- Maior amor por minha namorada/ex (estamos numa fase, mas creio que tudo vai dar certo em nome de Deus)
- Maior disposição. Antes não conseguia nem me concentrar ao estudar, hoje consigo manter uma rotina bem melhor do que antes.

Enfim, ainda há muito a melhorar. Por exemplo, sei que o fetiche por sexo oral ainda não saiu de mim. A penetração ainda não me chama tanta atenção como o oral, e ainda não posso dizer que "amo" vaginas, embora eu sinta muito desejo de pegar "lá" na minha namorada. Mas fico meio receoso de ela me mostrá-la (só toquei por cima da calça), tenho medo de desapontar ela e a mim mesmo. Ainda assim, creio que com o tempo a tendência é tudo ir melhorando aos poucos. Talvez se não tivesse me sabotado tanto e mantido a rotina e as atividades de religação firmes, tivesse mais resultados. Mas é isso, foi escolha minha, e colhi os frutos. Agora estou escolhendo fazer diferente, e sei que os frutos serão outros.


Meus parabéns mano, gostaria de saber mais sobre a sua trajetória até a primeira grande marca do reboot, os 90 dias. Você teve muitas  recaídas? Usou algumas estratégias e peculiaridades suas? Teve algum estresse relacionado a abstinência?

Grande abraço, Agá.
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