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Peter Parker
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 9 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 2/1/2020, 22:05
Fala aí digníssimo Justiceiro do Sertão !!!

Dei uma lida na sua história de sucesso, achei bem impactante. Parabéns pela conquista.

Situação complicada da sua família, posso dizer que passo algo um pouco parecido. Eu e minha família não temos compatibilidade com o lugar em que moramos, é uma bairro muito barulhento, sujo e com pessoas mal-educadas. Várias vezes fui impossibilitado de atividades simples como ver TV, conversar com alguém, estudar, por causa de barulho na rua. Sinto-me impotente por não ter nem o direito de reclamar sobre isso. Aqui é quase terra sem-lei, as pessoas fazem o que querem, colocam seus lixos e bugigangas na frente da casa dos outros sem nem pedir permissão, e o errado é quem se revolta.

Meus pais sofreram preconceito apenas nos primeiros anos morando na cidade, com o passar do tempo tiveram seu sotaque absorvido pelo local.

Troço complicado com essa trans aí em, não sei o que dizer para você. Eu procuraria um mulher de verdade.

Grande abraço.

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em 3/1/2020, 21:01
Peter Parker escreveu:Fala aí digníssimo Justiceiro do Sertão !!!

Dei uma lida na sua história de sucesso, achei bem impactante. Parabéns pela conquista.

Situação complicada da sua família, posso dizer que passo algo um pouco parecido. Eu e minha família não temos compatibilidade com o lugar em que moramos, é uma bairro muito barulhento, sujo e com pessoas mal-educadas. Várias vezes fui impossibilitado de atividades simples como ver TV, conversar com alguém, estudar, por causa de barulho na rua. Sinto-me impotente por não ter nem o direito de reclamar sobre isso. Aqui é quase terra sem-lei, as pessoas fazem o que querem, colocam seus lixos e bugigangas na frente da casa dos outros sem nem pedir permissão, e o errado é quem se revolta.

Meus pais sofreram preconceito apenas nos primeiros anos morando na cidade, com o passar do tempo tiveram seu sotaque absorvido pelo local.

Troço complicado com essa trans aí em, não sei o que dizer para você. Eu procuraria um mulher de verdade.

Grande abraço.

Digníssimo és tu, nobre Peter Parker! Obrigado pelos cumprimentos.

Pois é. Aqui é uma verdadeira provação. Do preço das coisas ao clima, da localização à cultura, da mulherada às pessoas em geral, difícil ficar satisfeito num lugar desses. Medem as pessoas na rua, dão carteirada com o sobrenome, têm preconceito explícito com tudo o que não se parece com a tribo deles, ficam só esperando você abrir a boca para saber se você é da terra ou não. Lugar assim jamais vai para a frente. Jamais.

Exceto pelo SESC, eu que já sou discreto não frequento ambientes por aqui, sei que só de entrar em qualquer barzinho todos vão ficar em silêncio me olhando. Você entra numa sorveteria para comprar uma garrafa d'água e no outro dia todos os conhecidos de seus pais vêm dizer a eles: "Vi seu filho não sei aonde..." .Apesar de ter conquistado algumas coisas (inclusive um emprego público) e conhecido algumas (poucas) pessoas incríveis por aqui, sem dúvidas pretendo sair, as vantagens são minoria. Desconfio que meu pai tem até começo de depressão por causa dessa gente. Chego a chorar de pena dele, sofro de semelhante maneira, todavia me machuca horrores vê-lo naquela situação. Nada disso é felicidade.

As meninas, além daquilo que já disse no Diário, agem todas iguais: se vestem igual, andam igual, falam igual, pensam igual, têm os mesmos trejeitos, os mesmos gostos e até as vozes delas são parecidas. E não são essa beleza toda, nem de um jeito nem de outro. Uma vez estava numa animada conversa com uma morena bonita e aparentemente dotada de intelecto, no caminho de uma ficada, quando ela começou a reparar jocosamente no meu jeito de falar. Deixei-a falando sozinha sem dó, meu jeito é esse. Nunca mais a vi, o que me satisfaz. Aqui sofremos preconceito sempre, o tempo todo, em praticamente qualquer lugar. Não há autoestima que aguente.

Quanto à trans, estou seriamente pensando em romper com ela de vez. Face a tudo o que já mencionei no Diário, tanto ela como eu corremos risco. Ela é muito feminina em todos os aspectos, entretanto alguém deve saber de tudo de um jeito ou outro, tenho certeza. Até ser amigo dela pode ser perigoso para mim. Por aqui, apesar de eu buscar evitar GPs, é menos pior ser flagrado saindo de algum privê com hora marcada (aqui há alguns, bem discretos, numa área nobre perto de casa) do que de mãos dadas com um veado (por aqui o termo, para ser curto e grosso, é não menos que esse); pelo menos fica claro que você gosta de mulher.

Enfim, sigamos lutando. Grande abraço.


Última edição por Justiceiro do Sertão em 8/1/2020, 21:28, editado 1 vez(es)

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em 5/1/2020, 18:49
Domingo de relativo descanso e algumas tarefas mais amenas em casa. Não foi, porém, o que se poderia chamar de um dia tranquilo.

Pela madrugada, para meu aborrecimento, umas três poluções noturnas. Uma com um fetiche antigo, protagonizado por uma famosa sex symbol da qual nunca fui lá muito fã (para verem o que é a mente), e sobre as outras duas não me lembro. Pelo menos dormi bem, levantando-me às oito para direto tomar um banho gelado.

Ao longo do dia, algumas atividades um tanto a título de distração mental, obviamente da melhor forma. Noto que preciso descansar um pouco, as dores no braço evidenciam, ao que tudo indica, que estava chegando a um meu limite cuja transposição poderia ser perigosa. Tive até princípio de febre! Certo dia, creio que estudei umas 14 horas ou mais, ocupei minhas férias mesmo, e percebo que tenho que dar uma relaxada, pelo menos por uns dias. Ainda bem que é tempo certo, não há grandes oprtunidades pelas próximas semanas, e parece período ideal para dar conta de outras coisas, inclusive em termos de condicionamento mental, algo tão importante para mim.

Pois é. Costumo dizer que, embora ninguém seja de ferro, o mundo exige que sejamos de aço. No entanto, isso tem um preço, e reconheço que devo, ainda que da mais adequada maneira, "tirar o pé" em determinados momentos, senão posso entrar em colapso. E aí nem uma coisa nem outra.

Enfim, hoje tirei o dia para dar uma "faxina" em minhas redes sociais (nas quais já mexo pouco), excluindo certos contatos que pouco ou nada me acrescentam, como o de um parente distante que entope a timeline de futilidades e até gatilhos pornográficos, hoje postando um odioso conteúdo homofóbico, que pode complicar até seus "amigos". Quem me conhece sabe que eu sou taxativo, até nessas horas: não bloqueio, excluo mesmo. Como diz meu pai (de personalidade em muito parecida à minha), não mando recado. Só (ainda) não excluí uma ex-colega de faculdade, a respeito da qual falarei depois, porque às vezes nos encontramos, inclusive a trabalho, e ela é uma pessoa de certo nível que nutre por mim agradável respeito. Quem é ela? Uma bela morena jambo (daquelas que em outros tempos me fariam perder o juízo, e das quais aprendi a gostar do modo mais decente), filha de mãe negra e pai loiro, com a qual construí gostoso coleguismo na faculdade, podendo aquilo ter até evoluído para algo mais (mas chega de ruminar o passado); ela, que na mesma época começaria a namorar aquele que hoje é seu noivo, já fez até trabalhos como modelo/atriz, tendo participado de uns eventos na cidade, de uns videoclipes musicais e sendo sua mais recente aparição "midiática" um ensaio sensual, do qual andou até postando "amostras" numa rede social, inclusive no perfil (um take do pescoço para cima, do qual aprendi a desviar e no qual de longe se percebe que ela... creio que compreendem).

Pois bem, não fosse ela ter acabado de mudar a imagem do perfil, creio que ontem à noite, neste momento seriam enormes as chances de eu também removê-la em definitivo de meus contatos, se bem que alguma coisa ainda deve estar em seus álbuns, apesar de que já passei da fase de ficar entrando em perfis, salvo situações peculiares; meu negócio são rápidas passadas vez ou outra pela timeline para ver se algo de maior importância ocorreu. "Manuseio sustentável", por assim dizer. Tenho contatos importantes, como o de familiares e outras pessoas próximas.

A respeito dessa garota, digo que ela só não é daquelas sobre as quais tive que penar para esquecer a "frustração" por conta de certos fatores cujos maiores detalhamentos são desnecessários, como o fato de ela, apesar de bonita e com certa inteligência, fazer um tanto aquele tipo "bombadinha", que não me agrada. E ainda, devo dizer, não descartei completamente a hipótese de retirá-la de minha lista de "amigos". Caso minha veia esteja inspirada, minha paciência não esteja lá essas coisas, será hoje mesmo. Melhor do que susto depois. Pelo que me lembro, minha última considerável fissura, lá para março último, foi quando soube das fotos, que me surgiram de cara na timeline com ela falando na postagem sobre seu mais novo trabalho artístico. E como sabem, e é até coisa muito falada, meu problema-mor não é pornô, pornô é consequência, meu problema são as fantasias de há anos. Logo eu, que sempre tive feroz fantasia (hoje felizmente sob controle, acho que o último punhado de terra sobre o caixão do monstro) em ver conhecidas minhas em imagens comprometedoras. Entenda-se, obra artística assemelhada à referida, incluindo-se vídeos pornográficos. Para ser direto, perdoem-me o termo grosseiro, mesmo se eu nunca fosse comer.

Isto me leva a ter de detalhar um delicado assunto de há alguns dias, dada a semelhança contextual. Lembram-se do caso do refeitório, que trouxe ao meu Diário? Pois bem. Vou ter que falar. Muito rapidamente, pelo que compreendi sem querer compreender naquela ocasião, havia polvorosa junto à referida garota (aquela sim nos meus "padrões", e tão comprometida quanto linda) por conta do que pareciam ser umas fotos sugestivas que ela, do alto (ou melhor, "da alta") de sua presença física, havia feito para aparentemente presentear o namorado. As colegas passavam o telefone celular de mão em mão numa gritaria e num falatório tão intensos que qualquer mais atento (e calejado...) logo decifraria o motivo de tanta empolgação. Logo desconfiei do que se tratava e, sem querer acertar, acertei em cheio. Como se lembram, não sei como consegui almoçar em paz. E as outras ainda descreviam as imagens, detalhavam tudo em voz alta sem qualquer pudor, teciam considerações...: "Mas você pode, né Fulana? Quem me dera, olha pra você...", "O Fulano vai chorar", "Era meu sonho, só que eu não tenho corpo pra isso..." Apesar de tudo, superei. Superei.

Bem como superei devaneios bestas como o de presenciar garotas sendo fotografadas (uma longa e insinuante história cuja explicação não cabe aqui) ou de ver apenas por ver garotas com cabelo cacheado só porque são meio raras aqui na cidade. Bem como praticamente perdi o instinto absurdo de ficar olhando para os pés das mulheres, por pouco não tendo cometido uma loucura no meu antigo trabalho, não detalharei o caso. Bem como o forró e meu empenho me fizeram superar o trauma de ter perdido a garota mais linda de um baile ao qual fui convidado por não saber dançar à época. Uma das maiores humilhações por mim já vividas, com a qual hoje lido bem, podendo dizer que a superei a despeito de outro dia ter dado de cara com uma elegante foto da cidadã de biquíni. Melhor pensar que superei, noto que posso dizê-lo e, assim, seguir minha estrada olhando para frente. Hoje à noite deve haver novamente forró aqui na cidade, contudo estou planejando minha rotina de um modo para mim bastante promissor, e isto inclui certas estratégias sociais, como escolher bem onde e quando ir a despeito de oportunidades relativamente claras. Motivos profissionais e de resguardo pessoal, entenda-se. Já tratei um pouco disso aqui em meu Diário.

Um de meus expedientes será me afastar definitivamente da trans com quem andei conversando. Estou convicto de que não me fará bem. Um porém é que vez ou outra ainda me vem certa carência, certa vontade de estar com alguém, e tal acaba descambando para a vontade de procurar uma GP. Não pelo sexo e/ou fantasias (tenho aniquilado tudo isso), mas por uma vontade de passar algumas horas ao lado de uma companhia feminina. Felizmente, entretanto, certos complexos elementos de condicionamento mental (coisas que talvez só eu entenda, não se preocupem) estão se encarregando, mediante meu esforço, de bem organizar meus pensamentos no sentido de tomar as melhores atitudes possíveis em qualquer situação.

Desculpas pelo texto longo, realmente tive muito a dizer e achei necessário colocar tudo isso para bem orientar o meu e o nosso caminho. Sigamos sempre em frente.

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em 7/1/2020, 13:56
Fala aí nobríssimo Justiceiro do Sertão !!!

Grande conquista a sua marca no Reboot, meus parabéns.

Bom, vou partir de 2 palavras-chaves que vi inseridas na ideia do seu diário: fantasia e carência.

Também tenho muitas dificuldades com fantasias, e geralmente faço isso com alguma conhecida. Para mim sempre foi meio estranho me M pensando em desconhecidas, eu procurava imaginar amigas ou colegas minhas. Notei que você também passa por uma situação assim. A 1 ano quando eu estava na escola ainda eu tinha uma amiga muito bonita, eu já ficava me imaginando com ela direto mas ela namorava e sempre teve preferência por caras mais fortes e de boa aparência. Eu nunca fui de se jogar fora, mas o fato de eu sempre ser gordinho me atrasava um pouco. Bem, essa minha amiga acabou terminando o relacionamento, iniciou outro e depois terminou também. Aí como eu sempre fui próximo dela, ela sempre desabafava sobre os caras comigo e tal. Eu nunca dei a mínima para isso, eu queria era que ela me desse mole hahaha. Enfim, uma hora ela percebeu isso e acabou que eu pensei que ela tinha me dado alguma condição. Sempre fui meio inexperiente nisso, sempre fui meio avesso à relacionamento sério e pensei que investir nela seria um erro porque me custaria muito tempo e paciência (a gente já discutia como amigos). Decidi desistir porque ela queria ficar sozinha e estava meio magoada com os relacionamentos anteriores, e eu meio que só queria a diversão.

No entanto, a PMO com foco nessa minha amiga continuava. Nem preciso dizer as consequências né? Comecei a tratar ela mal, como objeto, só queria me aproveitar dela de alguma forma. Ela não besta então se afastou de mim. Hoje eu fico refletindo e percebo o quão otário e covarde eu fui, talvez eu tivesse ali uma chance de um ótimo relacionamento, com alguém que eu conseguia dialogar bem (exceto poucas divergências), eu já conhecia a família dela e eles me adoravam, ela era muito bonita também e meus pais também gostavam dela. Pensando nisso tudo eu me sinto um merda por não ter aproveitado a oportunidade e ter feito um movimento. Mas quando eu me arrependo, nem é por conta da pessoa em si, e sim porque talvez tivesse uma oportunidade de sexo. Que mentalidade fútil a minha, ainda bem que nunca deu em nada.

O que quero dizer com essa história toda é que não dá para ficar chorando o leite derramado. Essa história minha aí com essa garota já foi, eu já pensei em tentar reatar os laços para conseguir alguma coisa mas seria cachorrice minha. Então não fique perdendo tempo pensando nessa moça modelo aí não. Continue evitando fotos dela e parta para outra lugar. Infelizmente temos a tendência de ficar lamentando oportunidades perdidas, mas isso não faz bem a ninguém.

Quanto a carência, eu o entendo. Não tenho muitas oportunidades de fazer novas amizades femininas, tô de saco cheio de ser cercado só de barbudo hahaha. Quando puder, procure conversar mais com as moças do que com os caras nos lugares, pegue o contato delas, abrace, chame do wpp na cara dura mesmo. Algumas vão te ignorar, mas pode ser que você encontre uma ou outra para bater um bom papo e quem sabe se relacionar algum dia.

Continue firme no Reboot,

Grande abraço.


Última edição por Peter Parker em 7/1/2020, 21:38, editado 1 vez(es)

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em 7/1/2020, 21:23
Peter Parker escreveu:Fala aí nobríssimo Justiceiro do Sertão !!!

Grande conquista a sua marca no Reboot, meus parabéns.

Bom, vou partir de 20 palavras-chaves que vi inseridas na ideia do seu diário: fantasia e carência.

Também tenho muitas dificuldades com fantasias, e geralmente faço isso com alguma conhecida. Para mim sempre foi meio estranho me M pensando em desconhecidas, eu procurava imaginar amigas ou colegas minhas. Notei que você também passa por uma situação assim. A 1 ano quando eu estava na escola ainda eu tinha uma amiga muito bonita, eu já ficava me imaginando com ela direto mas ela namorava e sempre teve preferência por caras mais fortes e de boa aparência. Eu nunca fui de se jogar fora, mas o fato de eu sempre ser gordinho me atrasava um pouco. Bem, essa minha amiga acabou terminando o relacionamento, iniciou outro e depois terminou também. Aí como eu sempre fui próximo dela, ela sempre desabafava sobre os caras comigo e tal. Eu nunca dei a mínima para isso, eu queria era que ela me desse mole hahaha. Enfim, uma hora ela percebeu isso e acabou que eu pensei que ela tinha me dado alguma condição. Sempre fui meio inexperiente nisso, sempre fui meio avesso à relacionamento sério e pensei que investir nela seria um erro porque me custaria muito tempo e paciência (a gente já discutia como amigos). Decidi desistir porque ela queria ficar sozinha e estava meio magoada com os relacionamentos anteriores, e eu meio que só queria a diversão.

No entanto, a PMO com foco nessa minha amiga continuava. Nem preciso dizer as consequências né? Comecei a tratar ela mal, como objeto, só queria me aproveitar dela de alguma forma. Ela não besta então se afastou de mim. Hoje eu fico refletindo e percebo o quão otário e covarde eu fui, talvez eu tivesse ali uma chance de um ótimo relacionamento, com alguém que eu conseguia dialogar bem (exceto poucas divergências), eu já conhecia a família dela e eles me adoravam, ela era muito bonita também e meus pais também gostavam dela. Pensando nisso tudo eu me sinto um merda por não ter aproveitado a oportunidade e ter feito um movimento. Mas quando eu me arrependo, nem é por conta da pessoa em si, e sim porque talvez tivesse uma oportunidade de sexo. Que mentalidade fútil a minha, ainda bem que nunca deu em nada.

O que quero dizer com essa história toda é que não dá para ficar chorando o leite derramado. Essa história minha aí com essa garota já foi, eu já pensei em tentar reatar os laços para conseguir alguma coisa mas seria cachorrice minha. Então não fique perdendo tempo pensando nessa moça modelo aí não. Continue evitando fotos dela e parta para outra lugar. Infelizmente temos a tendência de ficar lamentando oportunidades perdidas, mas isso não faz bem a ninguém.

Quanto a carência, eu o entendo. Não tenho muitas oportunidades de fazer novas amizades femininas, tô de saco cheio de ser cercado só de barbudo hahaha. Quando puder, procure conversar mais com as moças do que com os caras nos lugares, pegue o contato delas, abrace, chame do wpp na cara dura mesmo. Algumas vão te ignorar, mas pode ser que você encontre uma ou outra para bater um bom papo e quem sabe se relacionar algum dia.

Continue firme no Reboot,

Grande abraço.

Nobríssimo é você, Peter Parker! Muito obrigado pelos cumprimentos.

A respeito de fantasias, ainda bem que me sinto exorcizando uma a uma. E, como pode perceber, assim como você também tinha (melhor falar no passado) tendência em fantasiar com conhecidas, numa gama de devaneios medonhos dos quais já andei tratando. E perder chances, melhor falar bem por cima, já percebeu que é/era comigo mesmo. De chances de caso furtivo a relações possivelmente duradouras, com ou sem foco em sexo. Melhor esquecer. Aprendi, de fato, a não chorar o leite derramado. Cresci.

Digo mais: se quer saber, a garota a que me referi no post anterior ainda foi dos casos mais tênues que vivi. Tanto que, como falei, o tipo físico dela não me agrada totalmente. Os piores casos mesmo foram com outras, aquelas histórias sim me fizeram sofrer (uma delas modelo e tudo, aquela sim possivelmente minha maior perda amorosa), melhor esquecer.

Por fim, quanto às mulheres, apesar de todo o calvário aqui na cidade tenho me virado como posso, prospectando os melhores momentos, sob as mais favoráveis circunstâncias, e no cotidiano tentando não pensar no resto de poluição mental que ainda carrego e tenho reduzido a pó e cinzas.

Novamente obrigado e grande abraço.

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em 8/1/2020, 21:25
Parece brincadeira, mas de novo fui humilhado no trabalho, por uma cidadã muito da escrota, em questão de xenofobia.

Como pode uma cidade que só apareceu (um pouco) para o resto do País nos últimos anos devido ao esforço de migrantes, sobretudo boias-frias, teimar em não querer se integrar à ampla cultura? Teimar em continuar isolada para sempre, só sendo lembrada em piadas e reportagens cômicas? Não adianta, vou sair daqui o quanto antes, se aqui não posso ser eu mesmo, sendo obrigado a desenvolver mania de perseguição e a engolir na marra um way of life com o qual não concordo, vou embora. Vou passar num concurso fora e correr mundo, simples assim.

Ainda bem que tenho uma tendência meio zumbi, sendo um antissocial quase recluso, porque a cidade aqui me obrigou a ser assim.

De resto, venho tendo alguns rápidos pensamentos fantasiosos, rapidamente mandados para o inferno. Ontem tive intensos sonhos eróticos, um negócio softcore bem romântico, só não ejaculando porque ainda estava meio fraco das três fortes poluções que tive na madrugada de domingo. Hoje não só vi como também atendi um importante número de mulheres atraentes em meu trabalho; todos os dias vejo, contudo não costumam cair na minha mesa de atendimento. Dei-me bem com todas, inclusive com uma cujo tipo é minha preferência, agindo da melhor maneira diante dela e seu fisicamente intimidador companheiro...

Pois podem reparar. Podem falar o que quiser. Meu sangue é nordestino com todo o orgulho do mundo. Sou forasteiro com muito orgulho. Gostem ou não, do alto desse bairrismo nojento, engulam-me! Trabalho, luto para vencer. Sou honesto, tenho a consciência limpa. Não gostam? Fodam-se. Logo, logo sei que deixarei essa gente em paz, como eles querem. Desculpas aos que prestam, que me ajudaram, e meu eterno obrigado a estes, mas é que a maioria não coopera, querem a cidade só para eles para sempre. Podem deixar, o dia deles está prestes.

E segue a luta.

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em 9/1/2020, 01:20
Olá justiceiro, é um prazer esta aqui pela primeira vez comentando no seu diário, vejo que você é bem empenhado no esforço de não sucumbir ao vicio, sabemos como é complicado resistir a certas situações que se tornam tentações, porem a nossa libertação dessa praga é algo que deve ser a todo momento uma luta constante e uma vigilância eterna, vejo a simplicidade de seu esforço em ser alguém melhor todos os dias, não é fácil lidar com os problemas diários que enfrentamos, porem a nossa vida começou a mudar a partir do momento que decidimos abandonar esse mal que nos consumia como um câncer, e acredito que esse ano de 2020 será um ano muito espetacular para nós e para aqueles que estão se empenhando bastante em vencer o PMO. Te desejo muito sucesso e que você seja muito abençoado por Deus.

Forte abraço

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"Abençoado é aquele que resiste a tentação, pelo julgamento ele recebera a coroa da vida"  

"Lute, lute e lute novamente ate cordeiros se tornem leões"

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em 9/1/2020, 18:50
Dante Auditore escreveu:
Olá justiceiro, é um prazer esta aqui pela primeira vez comentando no seu diário, vejo que você é bem empenhado no esforço de não sucumbir ao vicio, sabemos como é complicado resistir a certas situações que se tornam tentações, porem a nossa libertação dessa praga é algo que deve ser a todo momento uma luta constante e uma vigilância eterna, vejo a simplicidade de seu esforço em ser alguém melhor todos os dias, não é fácil lidar com os problemas diários que enfrentamos, porem a nossa vida começou a mudar a partir do momento que decidimos abandonar esse mal que nos consumia como um câncer, e acredito que esse ano de 2020 será um ano muito espetacular para nós e para aqueles que estão se empenhando bastante em vencer o PMO. Te desejo muito sucesso e que você seja muito abençoado por Deus.

Forte abraço      

Sinceros agradecimentos, insigne Dante Auditore!

Por um ano de fato sensacional para todos nós. Ainda bem que parecemos ter acordado a tempo. Não canso de pensar nessas novas gerações, só resta rezar e torcer para que adultos de razoável índole venham ocupar este espaço nos próximos anos.

Fortíssimo abraço!

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em 9/1/2020, 19:54
Grande Justiceiro!

É uma honra poder escrever no seu diário! Você é um cara incrível.

Que Deus lhe dê muitas bênçãos e que você tenha um ano maravilhoso!

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''Eu quero sentir que minha existência não é em vão e ter minha honra.''
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em 9/1/2020, 21:24
Mike escreveu:Grande Justiceiro!

É uma honra poder escrever no seu diário! Você é um cara incrível.

Que Deus lhe dê muitas bênçãos e que você tenha um ano maravilhoso!

Muito obrigado por tudo, insigne Mike! Aqui é vencer ou vencer.

Receba os mesmos votos que me desejou. Sejamos fortes.

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em 10/1/2020, 10:08
Fala meu caro Justiceiro do Sertão!

Vejo que continuar na sua cidade tem sido um grande sofrimento não só para você, mas para as pessoas que te rodeiam, e cá pra nós, a pior coisa é quando pessoas que amamos estão sofrendo e não podemos mudar em curto prazo aquela situação... Tentaria descrever em palavras tudo o que queria te falar, no entanto, ontem li um texto chamado "Raízes profundas" o qual me chamou bastante atenção, e de certa forma tem tudo a ver com o que você está passando, irei compartilhar logo abaixo.

Raízes Profundas


Tempos atrás, eu era vizinho de um médico, cujo "hobby" era plantar árvores no enorme quintal de sua casa. Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias. O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava.

Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer. Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava.

Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria.

Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima.

Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo. Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries. Disse-me ainda, que freqüentemente dava uma palmadinha nas suas árvores, com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas. Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho.

Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei. Vários anos depois, ao retornar do exterior fui dar uma olhada na minha antiga residência.

Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes. Meu antigo vizinho, havia realizado seu sonho! O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno. Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda.

As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, levando palmadelas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto o tratamento mais fácil jamais conseguiriam.

Você deve estar se perguntando: o que essa história do médico e suas árvores tem a ver com a minha situação? Na maioria das vezes pedimos vidas mais fáceis, pedimos que o Criador do Universo nos liberte das dificuldades. Quantas vezes solicitamos aos nossos mestres não serem tão rígidos na prova, nos prazos de entrega dos trabalhos e nas cobranças dos nossos chefes.
No entanto, são as dificuldade que nos permitem criar raízes mais profundas e ajudam-nos a desenvolver as qualidades que nos tornam seres humanos melhores. Só assim resistiremos bravamente a todas as tempestades que nos surgem a cada dia.

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em 10/1/2020, 19:22
HarveySpecter escreveu:Fala meu caro Justiceiro do Sertão!

Vejo que continuar na sua cidade tem sido um grande sofrimento não só para você, mas para as pessoas que te rodeiam, e cá pra nós, a pior coisa é quando pessoas que amamos estão sofrendo e não podemos mudar em curto prazo aquela situação... Tentaria descrever em palavras tudo o que queria te falar, no entanto, ontem li um texto chamado "Raízes profundas" o qual me chamou bastante atenção, e de certa forma tem tudo a ver com o que você está passando, irei compartilhar logo abaixo.

Raízes Profundas


Tempos atrás, eu era vizinho de um médico, cujo "hobby" era plantar árvores no enorme quintal de sua casa. Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias. O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava.

Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer. Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava.

Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria.

Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima.

Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo. Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries. Disse-me ainda, que freqüentemente dava uma palmadinha nas suas árvores, com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas. Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho.

Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei. Vários anos depois, ao retornar do exterior fui dar uma olhada na minha antiga residência.

Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes. Meu antigo vizinho, havia realizado seu sonho! O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno. Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda.

As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, levando palmadelas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto o tratamento mais fácil jamais conseguiriam.

Você deve estar se perguntando: o que essa história do médico e suas árvores tem a ver com a minha situação? Na maioria das vezes pedimos vidas mais fáceis, pedimos que o Criador do Universo nos liberte das dificuldades. Quantas vezes solicitamos aos nossos mestres não serem tão rígidos na prova, nos prazos de entrega dos trabalhos e nas cobranças dos nossos chefes.
No entanto, são as dificuldade que nos permitem criar raízes mais profundas e ajudam-nos a desenvolver as qualidades que nos tornam seres humanos melhores. Só assim resistiremos bravamente a todas as tempestades que nos surgem a cada dia.

Cumprimentos, caro Harvey Specter.

Pontuais considerações as suas mediante a parábola citada. O que vivemos é bem isso. Acredito que viver nessa cidade me têm sido uma provação para me fazer crescer mesmo. Venho de fato pensando que sim, tive e tenho que passar por tudo isso, o que só me instiga a lutar por coisas bem melhores. Morar aqui é uma tempestade todo dia, em todos os sentidos, é chuva de pedras o tempo todo, por toda parte e de todos os lados, contudo sinto que dia após dia me fortaleço para chegar ao "meu lugar".

Obrigado pelas considerações e batalha que segue.

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em 10/1/2020, 21:03
Grande Justiceiro!

Gosto de ler seus relatos, pois você é um cara muito sensato! Um grande abraço e um ótimo fim de semana.

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em 10/1/2020, 21:22
Mike escreveu:Grande Justiceiro!

Gosto de ler seus relatos, pois você é um cara muito sensato! Um grande abraço e um ótimo fim de semana.

Muito obrigado, Mike. Meu abraço e, além de um ótimo fim de semana, desejo-lhe o melhor Reboot possível.

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em 11/1/2020, 15:10
Caramba, Justiceiro, você sempre me surpreende. Você está sendo um Homem com H maiúsculo, e é isso mesmo "FODAM-SE"!! Go ahead, você já é um vencedor!

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em 11/1/2020, 18:49
Master_DW escreveu:Caramba, Justiceiro, você sempre me surpreende. Você está sendo um Homem com H maiúsculo, e é isso mesmo "FODAM-SE"!! Go ahead, você já é um vencedor!

Obrigado, Master_DW! Presença sempre muito bem-vinda no meu Diário. Abraço!

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em 11/1/2020, 22:29
Fala, Justiceiro. Essas experiências de xenofobia são pesadas mesmo. Entendo completamente a sua raiva. Fico feliz pela sua vitória sobre P, e a possível melhora no contato com as mulheres. Espero que dê tudo certo na sua vida. Forte abraço.
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em 12/1/2020, 10:31
rlutador escreveu:Fala, Justiceiro. Essas experiências de xenofobia são pesadas mesmo. Entendo completamente a sua raiva. Fico feliz pela sua vitória sobre P, e a possível melhora no contato com as mulheres. Espero que dê tudo certo na sua vida. Forte abraço.

Fala, grande rlutador. Preconceito é uma merda, não adianta. Sair na rua sabendo que é considerado um ser inferior é uma das piores experiências, pelas quais um homem pode passar. Aqui na cidade eles falam de baianos em praça pública, por toda parte, abertamente e sob qualquer contexto, na maior sem-cerimônia.

Isso tudo, porém, me dá cada vez mais ânimo para lutar.

Obrigado por tudo e receba meu abraço.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 9 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 12/1/2020, 19:25
Domingo um tanto tranquilo. Chove aqui na cidade, resolvi ficar em casa esfriando a cabeça. Há dias venho percebendo que preciso desacelerar, pelo menos até alguma interessante oprtunidade aparecer, o que desconfio que deve acontecer nas próximas semanas. Enquanto isso, continuo buscando diminuir o ritmo em certas ocasiões, por uma questão de saúde. Preciso, senão não vou aguentar, estou sentindo.

Uma coisa que o Reboot me tem proporcionado é compreender melhor certas questões relacionadas à minha mente, ainda que seja uma tarefa bastante difícil, quem já leu meus relatos sabe. Entre tais questões está uma maior percepção acerca de no que essencialmente consistem determinadas fantasias minhas, coisas que o vício não me deixava perceber. Isso mesmo, passava a não ter sequer noção do que realmente me fascinava quanto a devaneios com uma mulher!

Cito como exemplo que passei a ter a plena noção de uma de minhas piores fantasias, de origem cuja explicação me parece tão complexa que pelo menos por enquanto digo apenas que me soa um negócio há muito, talvez desde menino, e por possivelmente obscura explicação, radicado no meu íntimo. Falo num grande desejo, ao qual já me referi e que me tem soado como uma das últimas batalhas, de ver materiais sugestivos protagonizados por mulheres que conheço. Primas, ex-colegas de escola e faculdade, conhecidas do trabalho... E o pior é que esses materiais existem! Quem acompanha meus relatos sabe do que estou falando. Uma bela ex-colega da faculdade deve possuir numa rede social o ensaio do qual, quando soube, lá por volta de março, mal consegui dormir com o coração acelerado e tive violentíssimas poluções noturnas (em tempo: na última noite voltei a sonhar que transava, não tendo poluções por causa do cansaço dos últimos dias e das três ejaculações "destruidoras", que molharam até o colchão, no domingo passado), aquela que de fato parece ter sido minha última fissura em termos efetivamente sexuais. De todo modo, nada de baixar a guarda. Jamais.

Ainda bem que estou protegido de todas as formas e me salvam ideias verdadeiras como a de que os Photoshops da vida só potencializam o que tudo aquilo vem a ser: fantasia. Por linda que a garota seja, é praticamente 100% certeza (e provavelmente o "praticamente" não será cabível) de que aquilo com que nos condicionamos a sonhar, se é que me entendem e sei que sim, não é e jamais será alcançado por qualquer homem, por mais rico e poderoso que seja. Estar numa situação íntima com uma mulher nunca será aquilo. Como nossos cérebros infantilizados, estagnados lá nos 13 anos ou antes, sempre desejaram, nunca.

No mais, já venho me preparando para o maldito carnaval (letra minúscula, faça-me o favor), principalmente por, mais do que o nosso, o meu caso pessoal: desde que me entendo por homem sou fascinado por mulatas, meu sonho de mulher desde sempre. E até os insetos do mundo todo devem saber que está quase aberta a temporada delas: os portais de notícias já estão falando da "eleita" do ano dessa/daquela escola de samba, desse/daquele evento... Já sabem. Vou até parar por aqui.

De resto, e a reboque da minha "elucidação mental" há pouco referida, um ou outro pensamento rápido com outros dois arquétipos femininos que sempre me encantaram (menos contundentemente que as mulatas, claro), não necessariamente sob um prisma sexual, entretanto sugestivo e potencialmente perigoso: debutantes, por causa de um trauma de juventude ao qual já me referi, e cheerleaders/animadoras de torcida, que desde menino sempre me chamaram a atenção (desde criança mesmo, não estou maluco, achava lindo aqueles "cerimoniais", coreografias e cantos delas), tendo crescido louco para dar de cara com elas em alguma ocasião por aí, pensando em ir a certos eventos esportivos, onde sabia que ocorreriam, só para vê-las. Há alguns anos houve a previsão de que aconteceriam nos jogos do time de futebol local (segunda divisão estadual), fiquei louco, realizaria meu sonho de criança de assistir a um "show" daqueles ao vivo, porém a coisa não vingou, certamente por conta do conservadorismo da cidade (aliás, aquilo a que me refiro como o pseudoconservadorismo local, pois eles aqui se escandalizam com coisas de certo modo bem menos ofensivas do que outras as quais acham até engraçado, nem quero entrar em detalhes para não esquentar minha cabeça ainda mais).

Tudo isto e o mais que interesse felizmente sob aparente controle. E que assim continue tudo. Boa luta a todos.

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em 13/1/2020, 15:43
Olá magnificentíssimo Justiceiro do Sertão !

Me identifico com você, o Reboot me permitiu compreender o meu processo de excitação e quais os gatilhos que disparavam isso. Pude analisar os meios de comunicação, redes sociais, amizades, etc. Precisei de me distanciar de muita coisa (e garotas) que me levavam a fantasias quase irresistíveis.

Situação complicada essa da polução noturna, que bom que conseguiu permanecer firme.

Carnaval é uma época extremamente complicada, veja no RJ por exemplo, as pessoas não estão conseguindo esperar nem 1 mês, já querem extravasar seus desejos carnais o quanto antes. Particularmente, eu só gostava desse evento quando era mais novo, ali eu de fato me divertia. Hoje sinto profunda repulsa por tal evento. Tome cuidado com os meios de comunicação nessa época, pois como você disse, aparece muitas mulheres bem atraentes (e que você considera do seu tipo) que podem servir como gatilhos bem complicados de se lidar.

Continue firme,

Grande abraço.

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em 13/1/2020, 20:43
Peter Parker escreveu:Olá magnificentíssimo Justiceiro do Sertão !

Me identifico com você, o Reboot me permitiu compreender o meu processo de excitação e quais os gatilhos que disparavam isso. Pude analisar os meios de comunicação, redes sociais, amizades, etc. Precisei de me distanciar de muita coisa (e garotas) que me levavam a fantasias quase irresistíveis.

Situação complicada essa da polução noturna, que bom que conseguiu permanecer firme.

Carnaval é uma época extremamente complicada, veja no RJ por exemplo, as pessoas não estão conseguindo esperar nem 1 mês, já querem extravasar seus desejos carnais o quanto antes. Particularmente, eu só gostava desse evento quando era mais novo, ali eu de fato me divertia. Hoje sinto profunda repulsa por tal evento. Tome cuidado com os meios de comunicação nessa época, pois como você disse, aparece muitas mulheres bem atraentes (e que você considera do seu tipo) que podem servir como gatilhos bem complicados de se lidar.

Continue firme,

Grande abraço.

Obrigado, Peter Parker!

Que todos nós consigamos passar por cima de qualquer ilusão infame que possa arruinar nossas vidas. Aqui na minha cidade, muito parada, nem tem carnaval, só nos clubes de elite (gente nojenta), mesmo assim não podemos baixar a guarda pois a desgraça toma conta da cultura e do cotidiano locais sob todas as formas possíveis. Aproveito para dar vazão à minha veia reclusa da maneira mais saudável e necessária.

Força a você e fortíssimo abraço!

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em 14/1/2020, 08:27
Show de bola, Justiceiro!! Está se mantendo firme!!

O que tenho percebido nos seus relatos, e que tem sido um fator grande pra sua grande marca, é o quão consciente você está de tudo o que vem acontecendo com você. Você sabe o porquê tem tido fantasias( logo quando elas começam você sabe o que fazer), sabe o porquê das poluções( logo quando acorda não vai direto ao banheiro recair), etc.


Muito legal ver o quão maduro você está!! Sigo acompanhando!

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em 14/1/2020, 12:19
Meu caríssimo Justiceiro do Sertão!

Como você citou no seu relato sobre essa clareza, é visto que você já deve ter percebido o quão você está consciente das coisas que o cercam, fico maravilhado com esse benefícios que o reboot trás, pois na sociedade em que vivemos o mais comum é deixar a vida nos empurrar e seguir em frente achando que tudo é normal, mas não é bem assim.

Vejo que você continuar progredindo bastante em todos os aspectos, e desejo que isso cresça exponencialmente e dessa forma você possa alcançar os seus objetivos e realizações traçadas para esse ano.

Um fortíssimo abraço, meu caro!

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em 14/1/2020, 19:05
Master_DW escreveu:Show de bola, Justiceiro!! Está se mantendo firme!!

O que tenho percebido nos seus relatos, e que tem sido um fator grande pra sua grande marca, é o quão consciente você está de tudo o que vem acontecendo com você. Você sabe o porquê tem tido fantasias( logo quando elas começam você sabe o que fazer), sabe o porquê das poluções( logo quando acorda não vai direto ao banheiro recair), etc.


Muito legal ver o quão maduro você está!! Sigo acompanhando!

Obrigado, Master_DW! Tomara que eu possa ser considerado maduro mesmo. Intensos cumprimentos.

HarveySpecter escreveu:Meu caríssimo Justiceiro do Sertão!

Como você citou no seu relato sobre essa clareza, é visto que você já deve ter percebido o quão você está consciente das coisas que o cercam, fico maravilhado com esse benefícios que o reboot trás, pois na sociedade em que vivemos o mais comum é deixar a vida nos empurrar e seguir em frente achando que tudo é normal, mas não é bem assim.

Vejo que você continuar progredindo bastante em todos os aspectos, e desejo que isso cresça exponencialmente e dessa forma você possa alcançar os seus objetivos e realizações traçadas para esse ano.

Um fortíssimo abraço, meu caro!

Caríssimo é você, insigne Harvey Specter! Muito obrigado pelos cumprimentos, por um futuro digno para todos nós.

Fortíssimo abraço!

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em 14/1/2020, 19:25
Dia um pouco tenso. À noite, forte polução noturna com aquele antigo fetiche. Já sei como agir. Relaxar, tentar esfriar ainda mais a mente, aqui não há trégua.

No trabalho, ainda um pouco cansado da noite mal-dormida (e estou até agora), vi de longe, junto com uma outra menina, uma das garotas com as quais "danço" no clube. Como sempre, linda, linda, linda. Tem namorado, contudo se dá bem com todos nas rodadas de dança, respeito em primeiro lugar. Não deve ser da cidade, tem jeito de universitária. As meninas daqui, além do que já disse, consigo reconhecer de longe, só pelo vulto. Deve ser meu desgosto para com elas...

De resto, alguma curiosidade para ver o "book" da cidadã já referida e algum resquício de carência, coisas que mando para o inferno sem misericórdia. Apenas eu sei, e sei muito bem, o que será caso eu me atreva. Se eu não lutar, ninguém lutará por mim.

Bom Reboot a todos.

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