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Mineiro
Mineiro
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Diario do Déjà vu - Página 2 Empty Resetei!

em 4/11/2020, 23:34
Resetei hoje. Me descuidei, apenas MO.

[Pode conter gatilhos fortes]
Tem sido bem dificil me livrar da MO, e sinceramente, não sei até que ponto seja possível. Consigo passar uma semana, dez dias, tranquilo. Após isso, tenho impulsos difíceis de controlar.

A questão com a MO, pelo menos no meu caso, é que ela é totalmente diferente da P. Desde de antes de iniciar meu diário, já não tive mais contato com a P (os bloqueadores estão aqui, a todo vapor); não tenho vontade assistir, ela perdeu total sentido na minha vida (o que é realmente muito bom).

Agora, com a MO, é mais complexo. Depois que aprendi/me condicionei a praticar MO sem precisar de P (sem fantasiar), as coisas ficaram bem mais difíceis de controlar e foi nesse momento que as coisas começaram a sair do controle.

Aparentemente, eu não sinto os efeitos tão negativos como com a P. Em todas as sessões, não ouve fantasias e não ouve estimulo visual ou sonoro, apenas estimulo tátil (toque físico). Assim, eu não sinto o sentimento de culpa e tristeza (pelo menos não tão fortes a ponto de ser perceptível no momento como com a P). Porém, confesso que eu percebo que, de certa forma, é prejudicial na minha vida; me sinto com um pouco de vergonha e sujo, não gostaria de praticar tal ato.

Enfim, isso tem me quebrado a cabeça recentemente. São duvidas como, até que ponto é viável ficar longe da MO sendo solteiro? será que com uma parceira as coisas seriam diferentes (mais fáceis)? em que ponto a MO pode ser considerada um vicio/compulsão ou algo normal (benéfico ao corpo, sendo solteiro obviamente)? se compensa eu tentar arrumar uma parceira pra ver como eu me comporto...

Vejo que o objetivo do reboot não é se tornar uma pessoa celibatária. E assim, considerar a MO como possibilidade, é abrassar seu total potencial de se tornar um vicio tão prejudicial quando a P, com todos os seus efeitos negativos; inclusive, sinto que no meu caso, ela vem como uma forma de compulsão/vicio, que eu preciso controlar.

[Fim dos gatilhos]

Se já tiverem passado por questões parecidas ou quiserem acrescentar algo (criticar também), fiquem a vontade. No mais, desejo muita força pra cada um e fiquem bem!

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parbat
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Diario do Déjà vu - Página 2 Empty Re: Diario do Déjà vu

em 5/11/2020, 22:17
Olá meu caro! Espero que esteja bem.

Sua historia tem algumas peculiaridades que se parecem muito com a minha, acho que foi isso que me chamou a atenção.

No meu caso eu consegui, através de um livro, fazer meu corpo separar ejaculação do orgasmo e isso me ajudou muito com a relação com a minha namorada, porém na outra mão, me atrapalhou muito a minha relação com ela.

Tudo isso se deu pois a partir do momento que não dependia mais da P, minhas sessões de MO as vezes duravam horas. Sim as vezes passavas horas me masturbando sem ejacular e quando chegava em dias seguinte para ter a relação com a minha namorada, o negocio não funcionava direito. Bem ruim.

Entendo perfeitamente seu caso e te falo, é isso sim. Mesmo sem P, eu me sentia um lixo, com baixa energia, sentimento de ter traído minha namorada, culpa e todo sentimento ruim que você provavelmente sentiu. E te falo pior, arrumar uma namorada pode te ajudar no começo, mas se for como eu, logo depois de sair da casa da namorada ou ela sair da sua casa, provavelmente você cairá na MO. Logo em seguida, mesmo tendo uma "sessão maravilhosa" com a namorada. Acredite.

Tudo isso pode parecer um banho de água fria e a primeiro momento posso parecer um tremendo pessimista, mas isso é um relato de quem já está a anos (não necessariamente neste fórum) lutando contra esse vício e pelo menos para mim, o segredo está em olhar para o interior em busca de respostas. Tentar entender o porque tanta busca pelo prazer, buscar compreensão do motivo de se aliviar tanto, olhar realmente a si mesmo para conhecer melhor e principalmente, buscar se amar. Buscar preencher o vazio com o amor próprio.

Tudo que precisamos está dentro de nós, pois lutar apenas contra contra o vício é lutar contra as consequências do problema, é necessário ir na raiz, ir na fonte do problema, pois para mim isso estava como enxugar gelo.

Desejo muita lucidez e consciência para você meu caro.

Pode ser que você sinta vontade de se afastar do fórum e é normal, mas não desista de você mesmo.

Abraços!


_______________________________________
Ao fundo de si mesmo estará grandes respostas. Porém antes é necessário ter coragem e firmeza para questionar a si mesmo.

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CavaleiroDaLua
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Diario do Déjà vu - Página 2 Empty Tudo semelhante

em 6/11/2020, 01:51
Mineiro escreveu:Resetei hoje. Me descuidei, apenas MO.

[Pode conter gatilhos fortes]
Tem sido bem dificil me livrar da MO, e sinceramente, não sei até que ponto seja possível. Consigo passar uma semana, dez dias, tranquilo. Após isso, tenho impulsos difíceis de controlar.

A questão com a MO, pelo menos no meu caso, é que ela é totalmente diferente da P. Desde de antes de iniciar meu diário, já não tive mais contato com a P (os bloqueadores estão aqui, a todo vapor); não tenho vontade assistir, ela perdeu total sentido na minha vida (o que é realmente muito bom).

Agora, com a MO, é mais complexo. Depois que aprendi/me condicionei a praticar MO sem precisar de P (sem fantasiar), as coisas ficaram bem mais difíceis de controlar e foi nesse momento que as coisas começaram a sair do controle.

Aparentemente, eu não sinto os efeitos tão negativos como com a P. Em todas as sessões, não ouve fantasias e não ouve estimulo visual ou sonoro, apenas estimulo tátil (toque físico). Assim, eu não sinto o sentimento de culpa e tristeza (pelo menos não tão fortes a ponto de ser perceptível no momento como com a P). Porém, confesso que eu percebo que, de certa forma, é prejudicial na minha vida; me sinto com um pouco de vergonha e sujo, não gostaria de praticar tal ato.

Enfim, isso tem me quebrado a cabeça recentemente. São duvidas como, até que ponto é viável ficar longe da MO sendo solteiro? será que com uma parceira as coisas seriam diferentes (mais fáceis)? em que ponto a MO pode ser considerada um vicio/compulsão ou algo normal (benéfico ao corpo, sendo solteiro obviamente)? se compensa eu tentar arrumar uma parceira pra ver como eu me comporto...

Vejo que o objetivo do reboot não é se tornar uma pessoa celibatária. E assim, considerar a MO como possibilidade, é abrassar seu total potencial de se tornar um vicio tão prejudicial quando a P, com todos os seus efeitos negativos; inclusive, sinto que no meu caso, ela vem como uma forma de compulsão/vicio, que eu preciso controlar.

[Fim dos gatilhos]

Se já tiverem passado por questões parecidas ou quiserem acrescentar algo (criticar também), fiquem a vontade. No mais, desejo muita força pra cada um e fiquem bem!

Então manin, estou sentindo e me fazendo as mesmas perguntas, como a de ser "viável ficar longe da MO sendo solteiro", e varias vezes disse que mim que não, mas aquela pulga atrás da minha orelha (com certeza veio dos cachorro que minha cadela anda paquerando) que fazia eu dizer pra mim também que "porquê precisa ser víavel?". Sair da PMO é uma questão de estar bem consigo mesmo. Eu não encontrava mais motivação para continuar pensando na "viabilidade", a motivação veio simplesmente porquê eu desejava ter o controle da minha mente e do meu corpo. Um exemplo que aconteceu comigo foi, que eu pratico karate, já ouvi muito é citarem na arte marcial que o corpo, a mente e a alma se sobrepõem um do outro, e é preciso treinar ambos. E eu penso cada dia que luto contra o vicio da PMO como um dia me tornando cada vez mais forte, tanto na mente, quanto no corpo e na minha alma. Tudo isso para poder fazer o que eu quiser fazer da minha vida, sem estar preso a nada que me prejudique.

Um pensamento profundo e filosófico pra te dizer mais ou menos hsuhasu. Mas se tu continua sonhando em buscar se livrar desse vício, continue em frente beleza? É nos cheers cheers cheers

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Diario do Déjà vu - Página 2 Empty Re: Diario do Déjà vu

em 6/11/2020, 23:26
parbat escreveu:Olá meu caro! Espero que esteja bem.

Sua historia tem algumas peculiaridades que se parecem muito com a minha, acho que foi isso que me chamou a atenção.

No meu caso eu consegui, através de um livro, fazer meu corpo separar ejaculação do orgasmo e isso me ajudou muito com a relação com a minha namorada, porém na outra mão, me atrapalhou muito a minha relação com ela.

Tudo isso se deu pois a partir do momento que não dependia mais da P,  minhas sessões de MO as vezes duravam horas. Sim as vezes passavas horas me masturbando sem ejacular e quando chegava em dias seguinte para ter a relação com a minha namorada, o negocio não funcionava direito. Bem ruim.

Entendo perfeitamente seu caso e te falo, é isso sim. Mesmo sem P, eu me sentia um lixo, com baixa energia, sentimento de ter traído minha namorada, culpa e todo sentimento ruim que você provavelmente sentiu. E te falo pior, arrumar uma namorada pode te ajudar no começo, mas se for como eu, logo depois de sair da casa da namorada ou ela sair da sua casa, provavelmente você cairá na MO. Logo em seguida, mesmo tendo uma "sessão maravilhosa" com a namorada. Acredite.

Tudo isso pode parecer um banho de água fria e a primeiro momento posso parecer um tremendo pessimista, mas isso é um relato de quem já está a anos (não necessariamente neste fórum) lutando contra esse vício e pelo menos para mim, o segredo está em olhar para o interior em busca de respostas. Tentar entender o porque tanta busca pelo prazer, buscar compreensão do motivo de se aliviar tanto, olhar realmente a si mesmo para conhecer melhor e principalmente, buscar se amar. Buscar preencher o vazio com o amor próprio.

Tudo que precisamos está dentro de nós, pois lutar apenas contra contra o vício é lutar contra as consequências do problema, é necessário ir na raiz, ir na fonte do problema, pois para mim isso estava como enxugar gelo.

Desejo muita lucidez e consciência para você meu caro.

Pode ser que você sinta vontade de se afastar do fórum e é normal, mas não desista de você mesmo.

Abraços!


Agradeço pelas palavras parbat! Me identifiquei muito com o que você disse.

[gatilhos]
Em relação a separar MO de ejaculação, eu também comecei a tentar, e depois que eu aprendi, as coisas foram só ladeira a baixo em relação ao vicio. Foi a partir dai que eu voltei a recair depois de mais de 150 dias longe. Hoje em dia, percebo que em todas essas minhas recaídas, eu menti pra mim mesmo, pensando que se não houvesse ejaculação, estava tudo bem; mas obvio que não estava, o problema estava ali, o vicio estava ali, presente o tempo todo. Isso é só uma mentira contada pra eu não me sentir mal comigo mesmo, uma verdadeira armadilha criada pra mascarar o problema.

[fim dos gatilhos]

Sobre arrumar uma namorada, é exatamente o que você disse. Me lembro que a uns meses atrás (cerca de um ano), eu me relacionava com uma parceira fixa. E mesmo depois de passar uma noite maravilhosa com ela, no dia seguinte, era só ela ir embora pra eu me afundar em PMO. Mesmo a nossa conexão sendo muito boa, com o tempo eu fui perdendo o real interesse nela e a gente se distanciou. Sei que a PMO tem grande culpa nisso tudo. Agradeço por me fazer lembrar desses episódios, é algo bem triste e vergonhoso, que eu já não recordava mais.

A questão realmente é interna, é uma briga com nosso eu interior. Lutar contra nossos traumas e formas de externizar pressões interiores. Suas palavras me fizeram refletir bastante ao longo do dia, sou muito grato, era tudo que eu precisava ouvir.

Abraços!

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Diario do Déjà vu - Página 2 Empty Re: Diario do Déjà vu

em 6/11/2020, 23:55
CavaleiroDaLua escreveu:
Então manin, estou sentindo e me fazendo as mesmas perguntas, como a de ser "viável ficar longe da MO sendo solteiro", e varias vezes disse que mim que não, mas aquela pulga atrás da minha orelha (com certeza veio dos cachorro que minha cadela anda paquerando) que fazia eu dizer pra mim também que "porquê precisa ser víavel?". Sair da PMO é uma questão de estar bem consigo mesmo. Eu não encontrava mais motivação para continuar pensando na "viabilidade", a motivação veio simplesmente porquê eu desejava ter o controle da minha mente e do meu corpo. Um exemplo que aconteceu comigo foi, que eu pratico karate, já ouvi muito é citarem na arte marcial que o corpo, a mente e a alma se sobrepõem um do outro, e é preciso treinar ambos. E eu penso cada dia que luto contra o vicio da PMO como um dia me tornando cada vez mais forte, tanto na mente, quanto no corpo e na minha alma. Tudo isso para poder fazer o que eu quiser fazer da minha vida, sem estar preso a nada que me prejudique.  

Um pensamento profundo e filosófico pra te dizer mais ou menos hsuhasu. Mas se tu continua sonhando em buscar se livrar desse vício, continue em frente beleza? É nos cheers cheers cheers  

Tudo certo CavaleiroDaLua? Valeu pela reflexão!

Acredito que a grande motivação seja realmente nos tornarmos livres das amarras do vicio e tomar as verdadeiras rédeas das nossas vidas. Nós não precisamos disso, não precisamos desse vicio!

Desejo muito sucesso na sua luta, cada dia a mais é uma conquista pro nosso corpo, mente e alma.

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em 11/11/2020, 13:22
Mineiro escreveu:
[...]
A questão realmente é interna, é uma briga com nosso eu interior. Lutar contra nossos traumas e formas de externizar pressões interiores. Suas palavras me fizeram refletir bastante ao longo do dia, sou muito grato, era tudo que eu precisava ouvir.
[...]

Com toda certeza meu caro amigo.

Vícios são uma forma do nosso corpo/mente externalizar e preencher algum vazio ou disfarçar uma ferida dentro de nós. É apenas indo para dentro que conseguimos responder as nossas duvidas sobre isso. E eu acredito ser uma maravilhosa arma contra o vicio, que é o auto conhecimento.

Mas e ai, como está indo o reboot? Dê noticias!

Grande abraço

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em 16/11/2020, 13:29
parbat escreveu:
Com toda certeza meu caro amigo.

Vícios são uma forma do nosso corpo/mente externalizar e preencher algum vazio ou disfarçar uma ferida dentro de nós. É apenas indo para dentro que conseguimos responder as nossas duvidas sobre isso. E eu acredito ser uma maravilhosa arma contra o vicio, que é o auto conhecimento.

Mas e ai, como está indo o reboot? Dê noticias!

Grande abraço

Tudo certo parbat? Espero que sim! Perdão pela demora.

Enfim, estou no dia 0. Passei por uns momentos de muita pressão na ultima semana e me deixei levar hoje de manha. Não vou ficar buscando justificativa pros meus atos ou me vitimizando. Se não houver mudança de nada adianta. Peço perdão novamente se eu parecer um pouco grosso, eu costumo pegar muito pesado comigo mesmo quando se trata de falhas. E nessa caso, o que realmente importa é que eu fracassei.

Ultimamente venho analisado a viabilidade de buscar ajuda psicológica. Tenho cada vez mais certeza que esse vicio (M) é uma válvula de escape pra coisas mal resolvidas dentro de mim. Não da pra simplesmente parar, eu vou continuar projetando minha válvula de escape em outro vicio.

To realmente cansado, cansado desse cai, não cai; desse vai e vem. Me sinto cada vez mais vazio, impotente, e a sensação de fracasso só aumenta. Sinto que eu preciso tomar uma atitude rápido, antes que seja tarde demais..

Agradeço demais pelas mensagens parbat. Tenho buscado no seu diário estrategias e vivencias que eu possa aplicar na minha jornada, tem sido de grande ajuda! Fique a vontade pra comentar, criticar, ou até se afastar, caso sinta que minhas falhas estejam prejudicando sua jornada; eu entendo, são consequências dos meus atos.

A todos, cuidem-se, não desistam, e jamais abaixem as guardas.

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Diario do Déjà vu - Página 2 Empty Re: Diario do Déjà vu

em 17/11/2020, 22:55
Olá Mineiro.

De maneira nenhuma meu caro. Eu busco sempre descrever o máximo possível, com os maiores detalhes que eu consigo justamente para poder passar aquilo que vivencio durante o dia-a-dia e que da certo para mim.

Faço isso em razão de que quando leio os diários dos outros, sempre há algo que possa ser aproveitado e absorvido. Infelizmente não é tudo que é possível agregar em nós a vista que somos personas diferente umas das outras, com sua própria consciência, experiência e vivência.

Fique a vontade para ler, reler e comentar o quanto quiser, fico na verdade muito feliz e contente que meu diário tem te ajudado, isso me incentiva a continuar a minha jornada detalhando máximo possível que eu conseguir.

Quanto a recorrer a ajuda psicológica, não se contenha. Vai ser um processo um pouco mais demorado e investigativo, sendo mais parecido com um trabalho de formiguinha. Também se preocupe em avaliar se está tendo um progresso (mesmo que pequeno) e uma conexão com o profissional, é importante isso para obter as respostas que tanto precisa. Não tenha medo também de buscar outro, mas não pare e persista até conseguir. E principalmente faça as mudança necessárias propostas.

Te apoio incondicionalmente a buscar este tipo de ajuda, nem que for o programa Revert do fórum. Esse sinceramente tentei buscar, mas não tive muita segurança, pois queria e precisava de algo presencial. Olhando diretamente no olho do profissional.

Mesmo que a pequenos passos, busque progredir, busque não ficar no mesmo lugar nunca.

É melhor pequenos e seguros passos, do que longos e com altos riscos de quedas.

Um grande abraço a você meu amigo.

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