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Carlos Draper
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Diário do Carlos Draper - Página 2 Empty Re: Diário do Carlos Draper

Dom 17 Jul 2016 - 13:56
Meu problema foi, de fato, a transa dos meus vizinhos. Até ali eu estava focado; após isso, quase vim a perder o controle totalmente. Acho que todos concordamos que se trata de um baita gatilho. Tenho ciência de que o edging é uma péssima ideia, ainda mais quando se trata de um reboot. É como um alcoólatra tentando se recuperar do vício sem deixar de abrir garrafas para sentir o cheiro. Discordo é de que toda ereção, necessariamente, tenha que terminar em ejaculação. Até porque existem as involuntárias (estou voltando a saber o que é isso). O que me parece, aí sim, antinatural, além do edging que já citei, é provocar a ereção se tocando, ainda mais se isso for feito compulsivamente. Meu reboot está difícil, como já admiti. Meu grande desafio é lidar com as fantasias. Eu as mantinha satisfeitas, por assim dizer: quando elas me tomavam, eu ia lá e me masturbava. Com isso, elas me davam uma trégua, até voltarem depois. Agora não: já que não as descarrego prontamente, como antes, elas surgem com muito mais frequência e intensidade, invadindo outras partes do meu dia. Meu organismo anseia por elas. E (eu sei) a essência do reboot é justamente trocar o mundo das fantasias pelo mundo real. Se não, o que se terá é só uma sofrida abstenção, não exatamente um recondicionamento. Quanto à questão da afetividade, aí é que está o dilema para mim, meus caros: se você vai para cama com uma garota com a qual você não tem intimidade e não sente nada por ela, a não ser a vontade de comê-la, é fato que você até poderá falhar ou não sentir prazer, justamente por isso; mas é verdade também que a sua pressão interna é muito menor. Você terá a experiência real que precisa (toque, cheiro, etc.) sem sentir a imposição de não desagradá-la, pois aquilo, no fim das contas, é casual. Se, por outro lado, você sai com uma mulher pela qual você tem afeto, que você goste, que você queira ao seu lado, haverá uma pressão interna muito grande, afinal você sentirá que não poderá desagradá-la, e isso, concordemos, tem tudo para culminar num fabuloso ciclo de ansiedade/DE. E essa pressão interna será tanto maior quanto mais tempo você ficar na expectativa de que chegue a hora em que você vai ter nos seus braços aquela mulher. Pode-se até dizer: "Ah, mas se ela gosta de você, vai compreender", "Ah, mas com o tempo isso melhora", etc. Não sei. Eis aí o dilema. Isto sem contar que sou amoral nesses assuntos (disse amoral e não imoral). Quero dizer: não acho que um homem necessariamente tenha que encontrar uma mulher, se casar e ser fiel a ela. Acho que é de cada um. Há pais de família e homens com parceiras sexuais fixas que se tornaram igualmente reféns de PMO. Há solteiros que transam com uma mulher diferente por semana, e nunca tiveram qualquer problema. O que não é normal é o vício em PMO e suas consequências. No que se refere a mim, apesar de todas as dificuldades que relatei, tenho, progredido também. Já mencionei a volta das ereções espontâneas; indubitavelmente, estou mais disposto; minha autoestima melhorou; a sociabilidade também (moderadamente); estou me sentindo mais viril, mais impositivo, menos cabisbaixo; e - coisa engraçada que percebi, pensei que fosse impressão minha, mas outros membros relataram que o mesmo aconteceu com eles - tenho sido mais notado pelas mulheres. Deve haver algum influxo que avisa para elas a presença da testosterona no corpo do homem. Claro, tudo isso na média: há momentos em que fico em baixa também, como já relatei. Vinha me masturbando umas três vezes por dia nos últimos meses; parei. Já é o terceiro final de semana que atravesso sem assistir a um vídeo pornográfico sequer (eu dedicava horas a isso nos finais de semana) e sem assistir a nenhuma transmissão sexual ao vivo, no que eu estava, ultimamente, bastante viciado. Sabemos que este processo é trabalhoso, cheio de idas e vindas. Estamos no mesmo barco. Agradeço aos que postam aqui. Tentarei participar de outros diários, mas como estou incipiente no reboot, e cheio de coisas para corrigir, não tenho muita experiência para passar, a não ser palavras de incentivo. Seria pedante da minha parte se eu desse qualquer pitaco. Vamos em frente, consolidemos as conquistas e corrijamos os erros. Venceremos.

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Seg 18 Jul 2016 - 1:37
Carlos Draper escreveu:Meu problema foi, de fato, a transa dos meus vizinhos...Acho que todos concordamos que se trata de um baita gatilho.> Se mora em um edifício torne ciente o síndico desta situação. Ninguém é obrigado a passar por isto.

Discordo é de que toda ereção, necessariamente, tenha que terminar em ejaculação. Até porque existem as involuntárias (estou voltando a saber o que é isso). O que me parece, aí sim, antinatural, além do edging que já citei, é provocar a ereção se tocando, ainda mais se isso for feito compulsivamente.> Me expressei mal. Começar uma masturbação e não ejacular é anti-natural e biologicamente perigoso. Fora que convenhamos que se masturbar é uma invenção humana. O corpo foi projetado para ter a união pênis+vagina e só.

Quanto à questão da afetividade, aí é que está o dilema para mim, meus caros: se você vai para cama com uma garota com a qual você não tem intimidade e não sente nada por ela, a não ser a vontade de comê-la, é fato que você até poderá falhar ou não sentir prazer, justamente por isso; mas é verdade também que a sua pressão interna é muito menor.> Discordo. A pressão é a mesma, fora que envolve o adicional da aquisição de doenças sexualmente transmissíveis como a AIDS. Ou, você acha que a girl solícita só transou com você?

Se, por outro lado, você sai com uma mulher pela qual você tem afeto, que você goste, que você queira ao seu lado, haverá uma pressão interna muito grande, afinal você sentirá que não poderá desagradá-la, e isso, concordemos, tem tudo para culminar num fabuloso ciclo de ansiedade/DE.> A afetividade gera companheirismo e compreensão. No meu caso, minha esposa me auxiliou a sair desse vício. Existem vários casos assim aqui no fórum. A afetividade religa os circuitos naturais de amor, afeto e uma vida mais ampla.

Há pais de família e homens com parceiras sexuais fixas que se tornaram igualmente reféns de PMO. Há solteiros que transam com uma mulher diferente por semana, e nunca tiveram qualquer problema.> A existência de diversidade de situações não determina o que seja o melhor. E o melhor, comprovadamente, é se ligar emocional-afetivamente a uma pessoa. Verifique todas as pessoas que concluíram o reboot e verá que todas tem um discurso positivo quanto à ligação emocional-afetiva.

O que não é normal é o vício em PMO e suas consequências.> Concordo.

No que se refere a mim, apesar de todas as dificuldades que relatei, tenho, progredido também. Já mencionei a volta das ereções espontâneas; indubitavelmente, estou mais disposto; minha autoestima melhorou; a sociabilidade também (moderadamente); estou me sentindo mais viril, mais impositivo, menos cabisbaixo> Parabéns. São os efeitos positivos do reboot.
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Seg 18 Jul 2016 - 11:43
Acho que você está procurando muitas respostas ou talvez tirando conclusões precipitadas com poucos dias de Reboot. Aconselho que siga o método como parar, leia sempre o E-BOOK com suas experiências comprovadas de pessoas que já tem anos no Reboot. Não se apresse pois 90 dias é apenas o começo para se fazer uma avaliação do experimento, na sua atual situação tudo é muito novo e qualquer conclusão é precipitação. Siga e foque nas orientações do Reboot.

Abçs

Sucesso e Vitórias na sua Jornada.

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ABÇS E SUCESSO NESSA JORNADA!!!

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Seg 18 Jul 2016 - 11:58
Carlos Draper escreveu:Meu problema foi, de fato, a transa dos meus vizinhos. Até ali eu estava focado; após isso, quase vim a perder o controle totalmente. Acho que todos concordamos que se trata de um baita gatilho. Tenho ciência de que o edging é uma péssima ideia, ainda mais quando se trata de um reboot. É como um alcoólatra tentando se recuperar do vício sem deixar de abrir garrafas para sentir o cheiro. Discordo é de que toda ereção, necessariamente, tenha que terminar em ejaculação. Até porque existem as involuntárias (estou voltando a saber o que é isso). O que me parece, aí sim, antinatural, além do edging que já citei, é provocar a ereção se tocando, ainda mais se isso for feito compulsivamente. Meu reboot está difícil, como já admiti. Meu grande desafio é lidar com as fantasias. Eu as mantinha satisfeitas, por assim dizer: quando elas me tomavam, eu ia lá e me masturbava. Com isso, elas me davam uma trégua, até voltarem depois. Agora não: já que não as descarrego prontamente, como antes, elas surgem com muito mais frequência e intensidade, invadindo outras partes do meu dia. Meu organismo anseia por elas. E (eu sei) a essência do reboot é justamente trocar o mundo das fantasias pelo mundo real. Se não, o que se terá é só uma sofrida abstenção, não exatamente um recondicionamento. Quanto à questão da afetividade, aí é que está o dilema para mim, meus caros: se você vai para cama com uma garota com a qual você não tem intimidade e não sente nada por ela, a não ser a vontade de comê-la, é fato que você até poderá falhar ou não sentir prazer, justamente por isso; mas é verdade também que a sua pressão interna é muito menor. Você terá a experiência real que precisa (toque, cheiro, etc.) sem sentir a imposição de não desagradá-la, pois aquilo, no fim das contas, é casual. Se, por outro lado, você sai com uma mulher pela qual você tem afeto, que você goste, que você queira ao seu lado, haverá uma pressão interna muito grande, afinal você sentirá que não poderá desagradá-la, e isso, concordemos, tem tudo para culminar num fabuloso ciclo de ansiedade/DE. E essa pressão interna será tanto maior quanto mais tempo você ficar na expectativa de que chegue a hora em que você vai ter nos seus braços aquela mulher. Pode-se até dizer: "Ah, mas se ela gosta de você, vai compreender", "Ah, mas com o tempo isso melhora", etc. Não sei. Eis aí o dilema. Isto sem contar que sou amoral nesses assuntos (disse amoral e não imoral). Quero dizer: não acho que um homem necessariamente tenha que encontrar uma mulher, se casar e ser fiel a ela. Acho que é de cada um. Há pais de família e homens com parceiras sexuais fixas que se tornaram igualmente reféns de PMO. Há solteiros que transam com uma mulher diferente por semana, e nunca tiveram qualquer problema. O que não é normal é o vício em PMO e suas consequências. No que se refere a mim, apesar de todas as dificuldades que relatei, tenho, progredido também. Já mencionei a volta das ereções espontâneas; indubitavelmente, estou mais disposto; minha autoestima melhorou; a sociabilidade também (moderadamente); estou me sentindo mais viril, mais impositivo, menos cabisbaixo; e - coisa engraçada que percebi, pensei que fosse impressão minha, mas outros membros relataram que o mesmo aconteceu com eles - tenho sido mais notado pelas mulheres. Deve haver algum influxo que avisa para elas a presença da testosterona no corpo do homem. Claro, tudo isso na média: há momentos em que fico em baixa também, como já relatei. Vinha me masturbando umas três vezes por dia nos últimos meses; parei. Já é o terceiro final de semana que atravesso sem assistir a um vídeo pornográfico sequer (eu dedicava horas a isso nos finais de semana) e sem assistir a nenhuma  transmissão sexual ao vivo, no que eu estava, ultimamente, bastante viciado. Sabemos que este processo é trabalhoso, cheio de idas e vindas. Estamos no mesmo barco. Agradeço aos que postam aqui. Tentarei participar de outros diários, mas como estou incipiente no reboot, e cheio de coisas para corrigir, não tenho muita experiência para passar, a não ser palavras de incentivo. Seria pedante da minha parte se eu desse qualquer pitaco. Vamos em frente, consolidemos as conquistas e corrijamos os erros. Venceremos.

Então, se quiser que haja mais melhorias, desative o Whatsap.

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Link do e-book grátis:

https://drive.google.com/open?id=0B_ZBYrwrvOuJTDctSjhvdGQ1V1E


"A dor é temporária. Ela pode durar um minuto, uma hora, um dia, um mês ou talvez um ano. Mas, eventualmente, ela irá sumir e outra coisa ocupará o seu lugar. Porém, se você não lutar e superar essa dor, ela vai durar para sempre". (Lancy Armstrong)


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Sab 23 Jul 2016 - 23:25
Reiniciando o contador. Masturbei-me.

Até que gostaria de dizer que foi porque estava em ponto de bala, que não consegui me conter em minha excitação; mas não foi isso.

Depois de alguns primeiros dias sentindo de volta minhas ereções completas, entrei num período de pênis murcho que me deixou em depressão. Flatline, eu sei; que isso faz parte do processo, idem. Mas o fato é que é muito difícil se sentir assim. O certo, como leio por aqui, é se esquecer que tem pinto; não se encucar se o negócio parecer que morreu de vez. No meu caso, embora isso acontecesse, não me foi embora a vontade de olhar (e de desejar) os corpos das mulheres. E isso é angustiante, porque é como se minha mente me dissesse: "olha que mulher linda...você não acha?" mas minha excitação física não deixasse o zero. A minha masturbação que quebrou a abstinência foi assim consciente. Sem pornografia, fantasia quase que nenhuma; ejaculação escassa; sem prazer algum. É estranho. Então, como no meu primeiro reboot fracassado, acabei, em vez de uma vez só, masturbando-me mais duas. Não porque estivesse com tesão, mas porque não resisti, mais uma vez, em ver se estava tudo OK, por que é que eu estava naquela situação de flacidez e desprazer. E essas duas vezes, ainda que ligeiramente mais "prazerosas", ainda foram diferentes das em que eu me masturbava antes de iniciar o primeiro reboot. É possível que meu cérebro esteja mudando, que eu tenda a sentir cada vez mais indiferença pelo ato de me masturbar. Ou porque, estando na flatline, nada, em se tratando de sexo, poderia mesmo ser bom, nem mesmo uma recaída. Apesar de que, trabalhando tanto como eu estive nas últimas semanas, nem dá para cravar que esse desânimo fálico não tenha sido também efeito do simples cansaço. Tudo perdido? Não, sem dúvida. Os benefícios que já citei (energia, postura mais firme, menos acanhamento, mais poder de decisão) permanecem. Há que se destacar também que, desde o primeiro reboot, não recaí na pornografia virtual, e isso, para mim, é um feito. Antes, eu não passava um final de semana sem algumas horas de P. Já tem quase um mês que abandonei essa prática. E digo, aqui: acho que P saiu da minha vida. Posso até incorrer em M e O; mas me largar na frente de uma tela consumindo vídeos ou transmissões de sexo é coisa não faço mais. Não tenho mais vontade. Descobri o quanto isso pode ser prejudicial. No mais, vou reiniciar meu reboot. Que eu tenha força para superar a flatline. Afinal, garantem que é passageiro.

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Sab 23 Jul 2016 - 23:34
Carlos Draper escreveu:Reiniciando o contador. Masturbei-me.

Até que gostaria de dizer que foi porque estava em ponto de bala, que não consegui me conter em minha excitação; mas não foi isso.

Depois de alguns primeiros dias sentindo de volta minhas ereções completas, entrei num período de pênis murcho que me deixou em depressão. Flatline, eu sei; que isso faz parte do processo, idem. Mas o fato é que é muito difícil se sentir assim. O certo, como leio por aqui, é se esquecer que tem pinto; não se encucar se o negócio parecer que morreu de vez. No meu caso, embora isso acontecesse, não me foi embora a vontade de olhar (e de desejar) os corpos das mulheres. E isso é angustiante, porque é como se minha mente me dissesse: "olha que mulher linda...você não acha?" mas minha excitação física não deixasse o zero. A minha masturbação que quebrou a abstinência foi assim consciente. Sem pornografia, fantasia quase que nenhuma; ejaculação escassa; sem prazer algum. É estranho. Então, como no meu primeiro reboot fracassado, acabei, em vez de uma vez só, masturbando-me mais duas. Não porque estivesse com tesão, mas porque não resisti mais uma vez em ver se estava tudo OK, por que eu estava naquela situação de flacidez e desprazer. E essas duas vezes, ainda que ligeiramente mais "prazerosas", ainda foram diferentes em que me masturbava antes de iniciar o primeiro reboot. É possível que meu cérebro esteja mudando, que eu tenda a sentir cada vez mais indiferença pelo ato de me masturbar. Ou porque, estando na flatline, nada, em se tratando de sexo, poderia mesmo ser bom, nem mesmo uma recaída. Apesar de que, trabalhando tanto como eu estive nas últimas semanas, nem dá para cravar que esse desânimo fálico não tenha sido também efeito do simples cansaço. Tudo perdido? Não, sem dúvida. Os benefícios que já citei (energia, postura mais firme, menos acanhamento, mais poder de decisão) permanecem. Há que se destacar também que, desde o primeiro reboot, não recaí na pornografia virtual, e isso, para mim, é um feito. Antes, eu não passava um final de semana sem algumas horas de P. Já tem quase um mês que abandonei essa prática. E digo, aqui: acho que P saiu da minha vida. Posso até incorrer em M e O; mas me largar na frente de uma tela consumindo vídeos ou transmissões de sexo é coisa não faço mais. Não tenho mais vontade. Descobri o quanto isso pode ser prejudicial. No mais, vou reiniciar meu reboot. Que eu tenha força para superar a flatline. Garantem que é passageiro.

Mesmo que você recaia em masturbação, seus relatos contém muitos aprendizados de superação no reboot. Só o fato de abandonar a pornografia já representa um avanço. Agora, só trabalhar estas preocupações com ereção ou flatline. Essas racionalizações só sabotam o processo. Leia o e-book para conhecer melhor o processo de reboot.

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Dom 24 Jul 2016 - 0:14
Força! Vi que escreveu no meu diário. Não me sinto um exemplo pra ninguém. Iniciei o reboot há 9 dias, não acho que sou exemplo pra ninguém.

Só quero dizer que estou contigo, na força tb! A gente tenta se todas as formas transar ... talvez seja a hora de parar por um tempo. Vivenciar o nível hard. Não será assim pro resto da vida! Não deixe P nem M acabar contigo. Vc é dono da sua vida. Se precisar, estou aqui pra ajudar.
Abraços.

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Dom 24 Jul 2016 - 3:05
A flatline é passageira. Se testar com MO é o pior que pode fazer. Note como o reboot funciona, pois você não tem mais vontade de P. Os benefícios não foram perdidos; apenas continue do ponto em que parou.
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Dom 31 Jul 2016 - 22:46
Prezados,

Pois não é que o reboot parece funcionar mesmo?

Já havia relatado algumas mudanças positivas logo após iniciar minha primeira tentativa: comportamentais e anímicas, basicamente. Mas vou notando outras.

Devo dizer que mantive o meu propósito original de não me abster de sexo durante o período (isto apesar de várias orientações em contrário); e como não tenho namorada...vai de gp mesmo. Na última quinta-feira saí com uma. Foi bastante melhor do que nas vezes anteriores (ou tentativas, melhor dizendo). E olhem que essa eu nem conhecia previamente por foto. Talvez, aliás, tenha sido este também um ponto positivo. Sou muito propenso a fantasias (herança do pornô) e elas nitidamente atrapalham, pois são, em realidade, falsas expectativas que neutralizam o poder da cena real, ou seja, do sexo como efetivamente ele é. E deste, devo dizer, saí satisfeito: senti bem mais prazer em tocar minha parceira do que nas vezes anteriores; há muito que o perfume natural do corpo feminino não me excitava, o que ocorreu dessa vez; não posso dizer que tive DE, embora ainda tenha o que melhorar nesse campo; meu pênis esteve mais sensível; e, principalmente, consegui gozar penetrando. Tive a nítida sensação de caminhos neurais sendo formados, como se meu cérebro estivesse naquele momento aprendendo com o corpo uma nova maneira (a correta, em verdade) de chegar ao clímax. Confesso que saiu um peso das minhas costas. Um inconformismo que me vinha levando a pensar seguidamente em sexo, como num achaque de mim mesmo a todo instante. Agora não: consegui o que eu queria; posso pensar em outras coisas, até o dia em que meu corpo pedir por sexo novamente.

Em verdade, desde o dia em que entrei neste Fórum não consumo pornografia. Já encarrilhei, em duas oportunidades, semana e meia sem bronha; o que é um feito para quem vinha tocando, em média, três vezes ao dia. Dado que o Fórum é sobre o vício em pornografia, até relutei, desta vez, em reiniciar o contador, mas vou fazer isso. O motivo é que tive, no dia seguinte do que transei, um efeitozinho caçador que me levou a bater uma. Mas foi uma só. E (também é digno de nota) nas vezes em que tenho recaído, desde que iniciei o reboot, ou não fantasio nada ou rememoro sexo real; quero dizer: a pornografia já não me é em nada necessária, nem mesmo para ser lembrada na punheta.

Feliz, satisfeito, agora crente nos efeitos do reboot, vou me concentrar na vida. Passarei agosto em branco; certamente sem gp's, ao menos. Se com todos meus altos e baixos no reboot a coisa já melhorou, dedicando-me mais estou certo de que elas ainda mais progredirão.

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Dom 31 Jul 2016 - 23:33
Carlos Draper escreveu:Prezados,

Pois não é que o reboot parece funcionar mesmo?

Já havia relatado algumas mudanças positivas logo após iniciar minha primeira tentativa: comportamentais e anímicas, basicamente. Mas vou notando outras.

Devo dizer que mantive o meu propósito original de não me abster de sexo durante o período (isto apesar de várias orientações em contrário); e como não tenho namorada...vai de gp mesmo. Na última quinta-feira saí com uma. Foi bastante melhor do que nas vezes anteriores (ou tentativas, melhor dizendo). E olhem que essa eu nem conhecia previamente por foto. Talvez, aliás, tenha sido este também um ponto positivo. Sou muito propenso a fantasias (herança do pornô) e elas nitidamente atrapalham, pois são, em realidade, falsas expectativas que neutralizam o poder da cena real, ou seja, do sexo como efetivamente ele é. E deste, devo dizer, saí satisfeito: senti bem mais prazer em tocar minha parceira do que nas vezes anteriores; há muito que o perfume natural do corpo feminino não me excitava, o que ocorreu dessa vez; não posso dizer que tive DE, embora ainda tenha o que melhorar nesse campo; meu pênis esteve mais sensível; e, principalmente, consegui gozar penetrando. Tive a nítida sensação de caminhos neurais sendo formados, como se meu cérebro estivesse naquele momento aprendendo com o corpo uma nova maneira (a correta, em verdade) de chegar ao clímax. Confesso que saiu um peso das minhas costas. Um inconformismo que me vinha levando a pensar seguidamente em sexo, como num achaque de mim mesmo a todo instante. Agora não: consegui o que eu queria; posso pensar em outras coisas, até o dia em que meu corpo pedir por sexo novamente.

Em verdade, desde o dia em que entrei neste Fórum não consumo pornografia. Já encarrilhei, em duas oportunidades, semana e meia sem bronha; o que é um feito para quem vinha tocando, em média, três vezes ao dia. Dado que o Fórum é sobre o vício em pornografia, até relutei, desta vez, em reiniciar o contador, mas vou fazer isso. O motivo é que tive, no dia seguinte do que transei, um efeitozinho caçador que me levou a bater uma. Mas foi uma só. E (também é digno de nota) nas vezes em que tenho recaído, desde que iniciei o reboot, ou não fantasio nada ou rememoro sexo real; quero dizer: a pornografia já não me é em nada necessária, nem mesmo para ser lembrada na punheta.

Feliz, satisfeito, agora crente nos efeitos do reboot, vou me concentrar na vida. Passarei agosto em branco; certamente sem gp's, ao menos. Se com todos meus altos e baixos no reboot a coisa já melhorou, dedicando-me mais estou certo de que elas ainda mais progredirão.

O fato de você zerar o contador expressa que pelos seus sucessos no sexo real você quer fazer um reboot excelente e limpo. Ou seja, evitar até MO ajuda na recuperação na DE. TAMBÉM ter sexo neste período é bom pois ajuda a recuperar a sensibilidade aos estímulos reais.

É isso, são as sensações de progresso e felicidade que nos tornam felizes em realizar um objetivo e concretizar desejos. Foco, força e fé que você terá mais benefícios.

Sucessos!

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Dom 7 Ago 2016 - 22:24
Dado que o objetivo a ser perseguido por aqui é se abster de PMO, talvez eu nem devesse reiniciar mais uma vez o meu contador, já que tenho me mantido longe de pornografia desde que entrei no Fórum. Mas faço isso. Ontem me masturbei. Foi sem fantasia. Enalteço que, muito embora eu não tenha propriamente eliminado a M da minha vida, reduzi drasticamente. Tenho passado sem por vários dias; antes vinham sendo diariamente duas ou três. Pois bem: muito embora, portanto, eu não tenha praticado a PMO, ao zerar o contador passo a ter uma noção de quando toquei pela última vez, e o utilizo assim também como forma de controle.

Incrível como a pornografia sumiu completamente de mim. Não fantasio mais com ela já há muito. O que rememoro de vez em quando são as experiências reais que já tive, inclusive aquelas para as quais eu, intoxicado pelo pornô, fui insensível na ocasião. Creio que se elas se repetissem agora, em que estou longe da irrealidade viciante dos vídeos, elas me excitariam tremendamente. Seriam outra coisa. Lamento o que perdi. Mas outras oportunidades virão.

Tive sonhos eróticos em duas noites seguidas nessa última semana. Mas quando ia "consumar" o ato, nas duas ocasiões, acordei. Sem polução, portanto. Não me lembro quando tive um sonho erótico pela última vez antes do reboot. Lá iam anos. Hoje acordei com ereções, o que tem acontecido em muitas manhãs ultimamente. Antes do reboot eu já não sabia mais o que era isso.

Por esses dias, provavelmente, ficarei sem sexo, como já estou há mais de uma semana. Como não estou namorando, a saída tem sido as gps. Mas sem exageros! Isso também pode viciar, se perdermos a medida. É só para de vez em quando, e, ainda sim, se não houver perspectiva de sexo por aqueles dias. Apenas para manter a máquina em dia.

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Dom 7 Ago 2016 - 22:56
Carlos Draper escreveu:Dado que o objetivo a ser perseguido por aqui é se abster de PMO, talvez eu nem devesse reiniciar mais uma vez o meu contador, já que tenho me mantido longe de pornografia desde que entrei no Fórum. Mas faço isso. Ontem me masturbei. Foi sem fantasia. Enalteço que, muito embora eu não tenha propriamente eliminado a M da minha vida, reduzi drasticamente. Tenho passado sem por vários dias; antes vinham sendo diariamente duas ou três. Pois bem: muito embora, portanto, eu não tenha praticado a PMO, ao zerar o contador passo a ter uma noção de quando toquei pela última vez, e o utilizo assim também como forma de controle.

Incrível como a pornografia sumiu completamente de mim. Não fantasio mais com ela já há muito. O que rememoro de vez em quando são as experiências reais que já tive, inclusive aquelas para as quais eu, intoxicado pelo pornô, fui insensível na ocasião. Creio que se elas se repetissem agora, em que estou longe da irrealidade viciante dos vídeos, elas me excitariam tremendamente. Seriam outra coisa. Lamento o que perdi. Mas outras oportunidades virão.

Tive sonhos eróticos em duas noites seguidas nessa última semana. Mas quando ia "consumar" o ato, nas duas ocasiões, acordei. Sem polução, portanto. Não me lembro quando tive um sonho erótico pela última vez antes do reboot. Lá iam anos. Hoje acordei com ereções, o que tem acontecido em muitas manhãs ultimamente. Antes do reboot eu já não sabia mais o que era isso.

Por esses dias, provavelmente, ficarei sem sexo, como já estou há mais de uma semana. Como não estou namorando, a saída tem sido as gps. Mas sem exageros! Isso também pode viciar, se perdermos a medida. É só para de vez em quando, e, ainda sim, se não houver perspectiva de sexo por aqueles dias. Apenas para manter a máquina em dia.

A única coisa que contesto é só uma questão de eficácia. Quanto mais estímulos por meio de imaginação e fantasias você evitar melhor. A masturbação só faz alimentar indiretamente Fantasias e lembranças.

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"A dor é temporária. Ela pode durar um minuto, uma hora, um dia, um mês ou talvez um ano. Mas, eventualmente, ela irá sumir e outra coisa ocupará o seu lugar. Porém, se você não lutar e superar essa dor, ela vai durar para sempre". (Lancy Armstrong)


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Qui 11 Ago 2016 - 1:09
Esse não é um fórum no-fap, portanto M sem fantasias não é sinal de recaída, mas é possível se M sem fantasias? Quanto às gps é um mal negócio, pois estimulam vias neurais de P. O que você faz com uma gp é o que você faz na frente do computador. Objetificar uma mulher é trocar a P do virtual pelo real.
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Seg 15 Ago 2016 - 22:52
Nos últimos dias as coisas oscilaram bastante.

No decorrer da semana passada eu estava em alta, quero dizer, com uma libido invejável e passando por situações que nem me lembro quando havia passado antes. Primeiro, foi num supermercado: troquei um rápido olhar com uma loirinha bastante bonita que também estava fazendo compras; quando fui pegar a fila, por coincidência (até certo ponto, claro) acabei me colocando imediatamente depois dela, o que veio a ser suficiente, para que eu sentisse o perfume natural do seu corpo. Fiquei excitado, meu pênis começou a subir, a ponto de eu ficar com receio de alguém perceber que eu estava tendo uma ereção ali. Fiquei até assustado. E feliz, claro. Mas não foi só: dois dias depois, eu estava na Biblioteca Pública da minha cidade quando uma moça que devia ter os seus 17 ou 18 anos, muito bonita, encorpada e tal, entrou, passou por mim e sentou a uma certa distância; ela deve ter percebido meu interesse, porque deu umas olhadinhas para mim de um jeito meio disfarçado, e aí, então, surpreendentemente, pegou um batom na bolsa e começou a passar nos lábios olhando fixamente para mim. Novamente fiquei excitado, tive uma ereção ali na hora.

Mas...

De sexta-feira para cá, o negócio caiu e não tem levantado não... Só de manhãzinha. Hoje mesmo amanheci meia bomba. Mas durante o dia tá meio morto...A libido também caiu, hoje é que ela voltou a dar as caras, ainda que timidamente. Sei que as oscilações são normais, mas é muito ruim passar por isso. Dá uma sensação de retrocesso. Tive muita vontade de fazer sexo nos últimos dias, mas não fiz. Talvez seja por isso.

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Seg 15 Ago 2016 - 23:53
As atividades extra-net servem justamente para liberar dopamina sem recorrer à PMO. O cérebro recorre à PMO, pois libera uma grande quantidade de dopamina em pouco tempo, mas pode ser substituído por pequenas atividades extra-net. Ficou sozinho em casa? Vai ler um livro, evita o computador; vai fazer um apoio de frente ou abdominal. No mais, lembre que se recai, pois ainda há a compulsão/condicionamento. À medida em que se vai fazendo o reboot a vontade volta a ficar mais livre e a tomada de decisões, advinda do córtex pré-frontal, que antes estava comprometida pela PMO, volta a normalizar.
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Qua 7 Set 2016 - 20:45
De volta e, infelizmente, sem motivos para alegria.

Há pouco mais de um mês (conforme relatei na época) chamei uma gp para sair e a noite que passamos foi bastante prazerosa. Consegui até gozar penetrando, o que para mim é um desafio.

Estava me sentindo em franco progresso.

Ontem, depois de todos esses dias sem sexo, sai com ela de novo. Foi frustrante.

Não posso ignorar que tenho enfrentado alguns desafios pessoais nas duas últimas semanas. De naturezas tais que têm mexido um pouco com meu ânimo e com minha autoconfiança. Coincidentemente, desde que eles apareceram, praticamente se foram os sonhos eróticos e as ereções involuntárias, que eu sentia voltando a cada dia. Acresce que ontem eu estava um pouco cansado (quase cochilei no quarto antes de ela chegar), meio distraído, pra baixo...

Certamente, eu não deveria tê-la encontrado ontem, mas o fato de eu ter tido com ela, na primeira vez, uma relação sexual satisfatória, me fez alimentar algumas expectativas. Vi que as deveria ter combatido. O encontro não foi bom. Tive dois orgasmos com sexo oral e só: quando tentei penetrar, não deu. Não senti desejo nenhum, embora ela seja bonita, e embora eu tenha sentido desejo por ela da outra vez. Foi tudo indiferente. Dessa vez rolou até sentir o pinto dormente, coisa que alguns colegas já relataram aqui e que eu ainda não tinha experimentado exatamente. Hoje minha libido está, rigorosamente, no zero. Estou exausto, com sono, tem uma maldita música chiclete rodando na minha cabeça desde domingo (inclusive ontem enquanto eu estava com a menina ela ficava se repetindo na minha cabeça, eu sem foco nenhum).

Continuo sem P, e sem qualquer vontade de consumir. Não tinha eliminado M por completo, confesso, mas reduzi drasticamente, e quando vinha rolando, era sem fantasia e bem de leve, sem apertar o pênis. Se hoje estou reiniciando o contador é porque ontem, no desespero, tentei tocar de todo o jeito, quase sem resposta nenhuma. Vou tentar eliminar M 100% agora. Tenho consciência de que os fatores que citei (cansaço, estresse) prejudicam muito mesmo. Sinto que dessa vez eles foram determinantes para esse fracasso. Mas não posso evitar de dizer que fiquei frustrado.

Enfim, vou me manter firme no reboot e esperar as coisas melhorarem para também eu me sentir mais confiante de novo.

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Qua 7 Set 2016 - 21:24
Carlos Draper escreveu:De volta e, infelizmente, sem motivos para alegria.

Há pouco mais de um mês (conforme relatei na época) chamei uma gp para sair e a noite que passamos foi bastante prazerosa. Consegui até gozar penetrando, o que para mim é um desafio.

Estava me sentindo em franco progresso.

Ontem, depois de todos esses dias sem sexo, sai com ela de novo. Foi frustrante.

Não posso ignorar que tenho enfrentado alguns desafios pessoais nas duas últimas semanas. De naturezas tais que têm mexido um pouco com meu ânimo e com minha autoconfiança. Coincidentemente, desde que eles apareceram, praticamente se foram os sonhos eróticos e as ereções involuntárias, que eu sentia voltando a cada dia. Acresce que ontem eu estava um pouco cansado (quase cochilei no quarto antes de ela chegar), meio distraído, pra baixo...

Certamente, eu não deveria tê-la encontrado ontem, mas o fato de eu ter tido com ela, na primeira vez, uma relação sexual satisfatória, me fez alimentar algumas expectativas. Vi que as deveria ter combatido. O encontro não foi bom. Tive dois orgasmos com sexo oral e só: quando tentei penetrar, não deu. Não senti desejo nenhum, embora ela seja bonita, e embora eu tenha sentido desejo por ela da outra vez. Foi tudo indiferente. Dessa vez rolou até sentir o pinto dormente, coisa que alguns colegas já relataram aqui e que eu ainda não tinha experimentado exatamente. Hoje minha libido está, rigorosamente, no zero. Estou exausto, com sono, tem uma maldita música chiclete rodando na minha cabeça desde domingo (inclusive ontem enquanto eu estava com a menina ela ficava se repetindo na minha cabeça, eu sem foco nenhum).

Continuo sem P, e sem qualquer vontade de consumir. Não tinha eliminado M por completo, confesso, mas reduzi drasticamente, e quando vinha rolando, era sem fantasia e bem de leve, sem apertar o pênis. Se hoje estou reiniciando o contador é porque ontem, no desespero, tentei tocar de todo o jeito, quase sem resposta nenhuma. Vou tentar eliminar M 100% agora. Tenho consciência de que os fatores que citei (cansaço, estresse) prejudicam muito mesmo. Sinto que dessa vez eles foram determinantes para esse fracasso. Mas não posso evitar de dizer que fiquei frustrado.

Enfim, vou me manter firme no reboot e esperar as coisas melhorarem para também eu me sentir mais confiante de novo.

Acho que você deve dar um descanso maior ao seu cérebro. Quem tem DE, exige um descanso de estímulos sexuais.


Verifique se neste período atual você está em nova flatline. Porque ele as vezes volta periodicamente. Istoi, somado a situações de estresse, pode ser que afetou seu desempenho.

Utilizar sexo para aliviar frustrações e estress também é um erro. A finalidade do sexo deve ser o prazer e sua intenção deve ser positiva.

Evite a masturbação.  

É isso, para mim não é recaída porque recaída exige que deve haver PMO. Este caso configura um exemplo de desempenho sexual insatisfatório. Porém, não vejo que foi ruim, pois você disse que teve dois orgasmos antes de penetração. Após um orgasmo, o tempo de recuperar uma outra ejaculação alonga. Por isso, pode ser que aconteceu isso. Ou seja, se você tivesse partido direto para penetração, teria um orgasmo na penetração.

Assim, não é recaída. Você faz uma perspectiva muito negativa de suas experiências. O importante para consolidar uma crença de que você vai superar tudo isto é fundamental. Acredite na recuperação. Não generalize uma só experiência ruim como se fosse certa e infalível.

Sucessos sempre!

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Qua 7 Set 2016 - 22:17
Bom, sei que possivelmente não vai concordar comigo, mas vou insistir mesmo assim: sair com gps ativa áreas muito similares às de PMO; sim, pois garanto que a sensação quem tem ao assistir P é muito parecida com a relação com a gp; é trocar P virtual pela real. Isto somado aos estresses que relatou te deixaram assim frustrado com toda a situação.

Sugiro descansar de estímulos; não procure mais por gps, não se M e sobretudo não recaia mais em P. Já pensou na possibilidade de arranjar uma namorada?

Abraço.
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Qua 7 Set 2016 - 23:21
Canaã escreveu:Bom, sei que possivelmente não vai concordar comigo, mas vou insistir mesmo assim: sair com gps ativa áreas muito similares às de PMO; sim, pois garanto que a sensação quem tem ao assistir P é muito parecida com a relação com a gp; é trocar P virtual pela real. Isto somado aos estresses que relatou te deixaram assim frustrado com toda a situação.

Sugiro descansar de estímulos; não procure mais por gps, não se M e sobretudo não recaia mais em P. Já pensou na possibilidade de arranjar uma namorada?

Abraço.

É verdade, Canaã.

Quase todos os rebooters que atualmente fazem sexo com putas durante o reeboot estão recaindo mesmo assim. Algo contraproducente resulta isto: ansiedade e fissura, transferência de vício em PMO por vício em sexo, porque a puta pode fazer tudo o que tem nos filmes.

Ou seja, buscar sexo com GPS só faz o cara ficar mais fissurado e ansioso. Além disso, os que tem problemas de ereção se frustram quando tem sexo, porque à restauração ainda não está completa.

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Qua 7 Set 2016 - 23:56
Blpr escreveu:
Canaã escreveu:Bom, sei que possivelmente não vai concordar comigo, mas vou insistir mesmo assim: sair com gps ativa áreas muito similares às de PMO; sim, pois garanto que a sensação quem tem ao assistir P é muito parecida com a relação com a gp; é trocar P virtual pela real. Isto somado aos estresses que relatou te deixaram assim frustrado com toda a situação.

Sugiro descansar de estímulos; não procure mais por gps, não se M e sobretudo não recaia mais em P. Já pensou na possibilidade de arranjar uma namorada?

Abraço.

É verdade, Canaã.

Quase todos os rebooters que atualmente fazem sexo com putas durante o reeboot estão recaindo mesmo assim. Algo contraproducente resulta isto: ansiedade e fissura, transferência de vício em PMO por vício em sexo, porque a puta pode fazer tudo o que tem nos filmes.

Ou seja, buscar sexo com GPS só faz o cara ficar mais fissurado e ansioso. Além disso, os que tem problemas de ereção se frustram quando tem sexo, porque à restauração ainda não está completa.

Perfeita análise, Blpr. Quem dera todos os rebooters que procuram o ´´serviço´´de gps lessem o que você escreveu.
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Qui 8 Set 2016 - 3:17
Larga as gps uma vez por todas Carlos, elas vao te levar a recair antes ou depois (falo por experiencia propria). Tambem no fique muito focado na sua ereçao, isso prejudica tambem. Faça o reboot na maneira certa, quando sera a hora certa vai saber. Quanto mais vc querer se testar mais vai prolongar seu reeboot. Estamos no mesmo barco. Concordo plenamente com o canaa e o blpr. Grande abraço

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