VIVA, MORRA, REPITA ♔

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VIVA, MORRA, REPITA ♔ - Página 12 Empty Re: VIVA, MORRA, REPITA ♔

16/6/2022, 04:40
Gardenzio e Cavalo Alado, obrigado, tmj!

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16/6/2022, 06:14
DIA 167.

Salve, salve, camaradas.
167 dias, como passa rápido o tempo!

Apenas vim registrar o progresso.
A minha fase atual é braba de trabalho. Cabeça on fire! VIVA, MORRA, REPITA ♔ - Página 12 1f525
Preciso entregar um trabalho e tenho usado todas as minhas forças pra isso.
Nem sequer penso muito em PMO. Tive apenas uma leve tentação esses dias quando vi um rosto que me lembrou uma atriz que assistia.
Então pensei em procurar no google pelo nome dessa atriz, para conferir se ela ainda estava nesse ramo.
Mas pensei um pouco mais e disse não. Achei até engraçado ter tido essa ideia, do nada.
Foi bom eu ter negado. Não quero me meter em problemas desnecessários e estou buscando me disciplinar apenas no caminho designado.
Há muitas coisas boas vindo aí no próximo mês e muito trabalho ainda a ser feito.
A luta é intensa para manter o foco nisso, mas Deus tem me sustentado até aqui.
Só Ele sabe verdadeiramente o que eu passo e o que eu passei nesses últimos anos.
Nesse momento passam uns flashbacks na minha cabeça.
Os últimos dois anos foram os mais intensos e difíceis da minha vida, que louco...
Mas não é hora pra isso agora.
Tenho descoberto o quanto é bom trabalhar com atenção na produção de algo.
Criar, fazer, entregar-se a isso.
E depois largar por um tempo, conversar, descansar.
E voltar ao trabalho.
Tenho descoberto também que arriscar é bom.
E que o erro faz parte e é bem vindo para que eu possa fazer os ajustes e avançar.
Feito é melhor que perfeito.
É melhor viver errando e voltando pro caminho do que viver em negação das próprias fraquezas
Corrigir o próprio caminho, arrepender-se, transformar-se, isso é o mais importante
O que importa é fazer e usar todas as ferramentas possíveis para isso.
E usá-las com criatividade, com disposição, com EMOÇÃO.
Toda emoção é útil e deve ser usada da melhor forma para o objetivo que se quer conquistar.
Fugir ou tentar reprimi-las é tolice.
O medo tem a sua função natural, é um alarme para o corpo contra ameaças.
A ansiedade cria os cenários negativos e permite-nos antecipar as melhores soluções.
É útil ansiar pelas coisas boas, pelas recompensas, por Deus, para assim sonhar com aquilo que é belo e não ficar parado.
A raiva e a indignação dão energia e essa energia pode ser usada para fins justos e necessários.
Se eu não fico com raiva ou indignado com meus hábitos preguiçosos como vou deixar de ser preguiçoso?
A ideia pura e simples não move ninguém. É preciso haver emoção. (emovere, EX-, “fora”, mais MOVERE, “mudar”, mudar de lugar, aquilo que movimenta).
As emoções foram criadas para serem usadas cada uma com seu propósito e no seu devido tempo e medida, não para serem evitadas ou reprimidas.
Até porque fugir delas ou tentar inibi-las é deixar que o medo comande.
O medo mata a mente.
Por último, também tenho descoberto que Chorão estava certo em dizer que
"Pra quem tem pensamento forte o impossível é só questão de opinião"
As coisas se tornam impossíveis quando acreditamos que elas assim o são.
Mas porque acreditamos nisso?
O mundo grita regras a partir de suas ansiedades dizendo: "não dá para fazer isso", "é muito difícil", "são poucos os que conseguem".
Bobagem.
Nelson Mandela dizia: "Sempre parece impossível até que seja feito."
Walt Disney falou: "É divertido fazer o impossível"
Jesus em Lc 1:37 também disse: "Porque nada é impossível pra Deus."
Na prática, o importante é ter confiança (em algo ou alguém) e dar o melhor em seu trabalho.
E ignorar o que os outros acham sobre nós ou sobre o futuro.
Não há nada melhor que ignorar a opinião das pessoas.
Serve para produção de textos acadêmicos
Serve para fazer uma apresentação musical.
Serve para fazer uma prova de concurso.
Serve para desenhar, pintar, dançar, conversar.
Serve para todo trabalho com objetivo.
No caminho da vida vão haver entradas para ruas que nunca entrei nem nunca cogitei entrar
Caminhos escuros, aparentemente difíceis, por não saber aonde vai dar no final
E é por alguns desses caminhos que eu terei de entrar
A boa notícia é que eu não vou sozinho
e que também não andarei no escuro.
E que boa notícia!

Vamo que vamo!

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20/6/2022, 12:46
DIA 171

A batalha pela verdadeira vida é muito maior que a luta contra a pornografia. Desvencilhar-se das armadilhas da sensualidade até atingir um nível em que se possa dominar seu corpo diante dos impulsos sexuais é apenas uma etapa desse grande processo. É no entanto, naquela grande batalha pela vida que está o meu foco atualmente. Lá moram as batalhas maiores, contra adversários que andei negligenciando por um longo tempo. Fugir disso é regredir 10 casas e voltar alguns meses no passado. Por outro lado, encarar essas batalhas leva à dor, mas são dores que, depois de um tempo, cicatrizam e trazem a alegria do dever cumprido. Nada de retornar para a lama de onde um dia agonizamos e batalhamos tanto para sair. A vida contém riscos e acredito que é preciso estar disposto a perder para quem quer ganhar no final.


"Esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus." Fp 3:13-14


Vamos em frente!

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1/7/2022, 19:24
DIA 181

Fala pessoal! Ontem fiz 6 meses sem PMO. Estou muito feliz com isso. Quase não lembro mais daquelas imagens que eu via. É impressionante como o cérebro funciona. Esses 6 meses foram impressionantes pra mim. Foi como se eu realmente estivesse vivendo tudo em uma velocidade menor. Claro que não totalmente pois a internet está aí e eu ainda fico muito preso a alguns sites e jogos online. Mas o hábito da PMO era uma bomba de estímulos pra mim. É surreal como aquelas imagens eram um peso muito grande no meu dia. Me dava uma mistura de sentimentos bons e ruins e o resultado era que depois de um tempo voltava aquela sensação de falta de algo que alegrasse meu dia e a vontade de querer repetir voltava, como num ciclo ansioso sem fim. Estar viciado pra mim era isso.

Hoje as coisas estão diferentes. Estou hoje em dia com vários compromissos na semana e estou conseguindo finalmente ter um maior planejamento a longo prazo. Antes eu não conseguia nem mesmo me programar para a semana seguinte ou cumprir simples prazos. Tenho conseguido ter agenda e marcar coisas que quero fazer e cumprir. Tendo avançado nos treinos que estou fazendo e participando de competição. Também cheguei a viajar e ir a um festival, além de estar mais atento ao meu corpo e à minha oratória, que é algo que eu sempre quis melhorar.

Hoje pra mim é como se o mundo tivesse mais cor e relevo. Há muita coisa a ser explorada e muito trabalho a ser feito. Lembro que com a PMO eu via as coisas com pouquíssimo entusiasmo e sem nenhuma urgência. Eu tinha dificuldade de enxergar mais os detalhes da vida como estou fazendo hoje e a minha vontade era muito fraca. PMO era o auge do meu dia e como isso é uma bomba de estímulos, é como se fosse a única parte colorida de um dia nada estimulante e em preto e branco.

É por isso e por vários outros motivos que eu acredito que esse é um hábito que destrói a experiência humana de viver. Aqueles que tem amor a própria vida devem correr para longe disso o quanto puderem, sem olhar pra trás, assim como eu e muitos outros tem feito. Não me arrependo e, vou ser sincero, os problemas nunca terminam. Pra mim a PMO foi aquela primeira fase de um jogo que só terminará com minha morte aqui na terra. Depois de me ver passando por essa fase, descobri que há novas fases, com novos inimigos e desafios. Eu pensava que a PMO era o pior dos meus problemas. Ele é só o início deles.

As dificuldades sempre irão existir. A minha fase atual está complicada. Estou com um forte bloqueio criativo e travo uma luta com o medo e ansiedade terríveis para escrever. Alguns sentimentos de culpa e de me sentir com um impostor dentro de mim me afetam e às vezes me pego totalmente perdido. É uma guerra. Mas sabe de uma coisa? Quero passar por isso e depois olhar pra trás e ver que eu batalhei, que procurei por ajuda e dei o máximo. Sei que é esse o caminho. Prefiro jogar fases novas e mais difíceis que ficar sempre na mesma recomeçando e caindo na mesma fase do jogo.

Grato por estar completando 6 meses e... como diria o nosso querido Buzz Lightyear... "ao infinito e além!!".
Vamos nessa! o/

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7/7/2022, 01:45
DIA 186

VIVA, MORRA, REPITA ♔ - Página 12 Mud10

Como sair da lama?

Uma coisa que eu compreendi nesses anos é que sozinho a gente não consegue sair da lama.
Na verdade, sozinho a gente nem percebe que estar na lama é algo ruim.
Os porcos vivem na lama, eles não ligam pra isso.
Se eu estou na lama e isso pra mim é confortável, eu vou querer permanecer nela. Por que sair dali?
Mesmo que ficar ali me cause alguns problemas de saúde, se isso me desse prazer e alguma felicidade eu permaneceria ali.
Por que deixar o meu conforto?
Eu só sairia se soubesse que há um outro modo de viver muito melhor pra valer a pena o esforço para sair dali.
Uma vez que eu passo a conhecer pessoas que vivem em situação muito melhor que eu, então eu passo a querer sair dali.
Mas ora bolas, eu nunca tentei fazer isso!
Como eu saio daqui?
Eu estou há tanto tempo na lama que mal consigo me levantar.
Quando tento sair, parece que a lama (ou seria um pântano agora?) me puxa.
É. Não dá para sair sozinho daqui.
É burrice.
Eu preciso de alguma direção.
Eu preciso seguir um plano ou algum manual de instruções.
Eu preciso de ajuda.
Mas onde encontro isso?
Será que alguém passará aqui pra me ajudar?
Será que alguém vai me dar algum plano ou instruções de como sair daqui?
Será que existem pessoas assim?
Até que um dia eu vi alguém ensinando a como sair da lama.
Essa pessoa dizia que saiu da lama um dia também e resolveu ajudar as pessoas a sairem dali.
Então ela me ofereceu ajuda.
Eu aceitei e ela me passou um plano.
Ela me passou um método.
E disse que era pra eu segui-lo exatamente se quisesse sair da lama.
Eu agradeci e me coloquei a tentar seguir exatamente como dizia o plano.
No plano dizia instruções gerais, mas também específicas do que fazer ou não fazer.
Eu simplesmente obedeci, pois queria muito sair dali e viver aquilo que as pessoas fora da lama viviam.
E eu, não sei porque, confiava naquela pessoa que me deu o plano.
Eu sentia verdade nela.
Então eu segui o plano à risca.
Engraçado que o plano previa todas as ciladas que eu viria a ter.
O plano previa que eu poderia escorregar.
E como eu fui muito atento a esse plano eu enfim consegui sair da lama!
E vivi por um tempo longe daquele local que por muito tempo foi como um lar pra mim.
Eu amava aquele local e pra mim aquilo era o auge da liberdade e felicidade que alguém poderia sentir.
De longe eu olhava para a lama e sentia agora que ela era bem malcheirosa.
Quanto mais eu vivia a vida fora da lama, mais eu me admirava pelo tanto de coisa que se podia experimentar.
Quão enganosa e limitada era a vida na lama!
Eu vivia enganado e não sabia.
Até que o tempo foi se passando.
E eu acabei deixado de lado aquele plano que recebera para sair da lama.
Lembro que lá dizia que era para se manter sempre alerta, pois eu poderia cair na lama de novo.
Mas eu não dei atenção.
Como eu poderia cair lá novamente? haha
Só poderia ser louco.
Fui viver minha vida.
Sem planos, sem métodos, sem correntes e finalmente fora da lama.
Agora sim: Liberdade, pensei.
"Vou fazer o que eu quiser!"
E eu realmente consegui fazer bem mais coisa, com muito mais atenção e liberdade.
Mas a vida fora da lama não era tão perfeita como imaginava.
As coisas não eram mais fáceis que na lama.
A gente tinha que batalhar pra conquistar as coisas boas.
Nada era de graça.
Fui percebendo também que havia algo em mim que me incomodava.
Sempre que eu olhava pro espelho e passava um tempo ali, eu me incomodava.
Parecia que eu estava doente.
Só que quando eu tentava lidar com isso, eu só sentia dor.
Dor e mais dor.
E eu não falava isso pra ninguém.
Nem procurava tratamento.
Com o tempo essa dor foi crescendo.
E eu quebrei o espelho.
Parei de olhar pra mim.
Viver aquela vida não era tão fácil assim.
Tinha algo que eu detestava: problemas!
Problemas no mundo.
Problemas na família.
Problemas em mim.
Eu era tão alheio a tudo isso quando vivia na lama.
Lá eu sabia que o mundo era cheio de problemas, mas eu conseguia esquecer de tudo.
E chegou um dia que eu resolvi passar perto daquela lama que eu vivia.
Por que não chegar perto daqui?
"Eu já estou no controle."
Cheguei a visitar os arredores daquele local com alguma frequência.
Sempre que eu voltava ali perto, eu tinha algumas lembranças daquela vida antiga.
Com o tempo fui me aproximando mais e mais daquele local.
Havia algumas pessoas ali dentro que eu já conhecia.
Elas brincavam naquele poço de lama.
E não saiam de lá.
Havia outras pessoas lá dentro que tentavam sair.
Porém não queriam saber de ajuda.
Por quê? Não sei.
Outras até aceitavam, mas logo se desviavam do plano.
E tentavam lutar e lutar com as próprias forças no fim das contas.
Pareciam até mais infelizes que as que cegamente brincavam na lama.
É confuso entender como que eu consegui sair dali e elas não.
E o tempo passou...
E eu vou adiantar logo essa história pois senão não vivo minha vida.
Meu excesso de confiança e negligência me levou a ter cada vez mais lembranças da vida que eu vivia na lama há muito tempo atrás.
Um dia estava conversando com algumas velhas amigas que lá moravam e se divertiam.
E recebi um convite para passar um tempo com elas.
Só lembro que fui muito burro e deixei-me ser enganado com uma frase que uma delas disse:
"Você vai saber como sair daqui, você já fez isso antes!"
E eu entrei e me "diverti" como nos velhos tempos.
(...)
Tolo.
Por que fui acreditar que ia ser fácil sair?
Era diferente agora.
Parece que eu sabia que ia ser assim.
Racionalmente eu até entendia como sair.
Mas o meu coração estava preso àquele lugar novamente.
E eu não consegui sair.
Fiquei preso de novo.
Onde estava o plano?
Lembrei que eu havia deixado ele em algum lugar.
Na verdade eu descartei-o.
Que vergonha!
Voltei ao mesmo lugar de onde sofri tanto pra sair.
Tantos dias eu batalhei pra sair daqui.
Tanto trabalho eu tive pra estar vivendo algo novo e diferente.
E fui seduzido por uma simples sugestão.
Sei que por um tempo eu desisti de tentar sair de lá.
O desânimo era grande pra ter de voltar a seguir aquele plano.
A vergonha também.
E a culpa então...
Fiquei mais de um ano na lama.
Eu conseguia esquecer a maior parte dos meus problemas que eu via do lado de fora, porém...
Eu vivia na lama uma vida repetida como num loop todos os dias.
Não fazia sentido.
Que merda.
Foi aí então que eu enfim voltei a tentar sair novamente.
Tentei sair sozinho pro uns meses, mas não consegui.
Resolvi deixar de lado meu orgulho e gritei por socorro.
Logo alguém me ajudou e me deu o mesmo plano que eu havia deixado pra trás.
Disse que eu devia segui-lo fielmente e não descartá-lo depois que sair da lama.
Ele me falou também que o plano era somente um auxílio inicial pra sair daquela lama.
E que para viver vida exterior também é preciso seguir o plano em sua versão completa.
É preciso saber receber ajuda das pessoas.
E de saber seguir instruções, em todos os momentos.
E que isso não seria um peso, mas sim o caminho pra verdadeira vida.
Ele acrescentou que há muitos outros problemas lá fora.
E que há dor também.
Isso nunca vai terminar até eu morrer.
Mas que enfrentá-los não é em si ruim.
Encarar essa dor é um processo que eu teria de passar.
Eu só não havia tentado ainda.
Por último disse que a alegria sempre chega um dia aos que lutam e são fieis ao caminho traçado.
E quem rejeita essas palavras acaba voltando pra lama.
Essa pessoas me disse isso olhando em meus olhos e eu realmente senti que ela falava a verdade.
Eu me sentir fortalecido com aquelas palavras.
Tomei vergonha na cara e resolvi novamente seguir o plano.
Tomei ódio por aquela lama.
Eu só queria sair e nunca mais voltar.
Olhava para o plano com frequência.
De vez em quando aquele meu amigo passava ali e me passava ânimo.
Foi bem difícil é verdade.
Às vezes eu achava que não ia conseguir.
Eu comemorava cada vitória que eu dava.
O plano funcionava.
Eu só tinha que segui-lo.
Até que finalmente eu dei o último passo pra sair dali.
Meu amigo me deu a mão e me puxou pra fora.
Foi uma alegria.
Voltei para a vida exterior, agora com o plano.
Lembrei daquelas palavras e comecei a cuidar pra não ser enganado novamente.
Passei a enfrentar meus problemas e também a aceitar ajuda.
E comecei a ver que a vida é realmente pros que batalham e trabalham.
Ainda tenho muito a aprender e algumas coisas sei que são difíceis de entender mesmo.
Mas uma coisa eu entendi: eu preciso saber dar atenção aos bons conselhos que me dão.
Preciso guardá-los comigo e não me desviar deles.
A paz é um rico tesouro.
Com disciplina a gente chega lá.
Com prudência a gente não deixa que nos roubem.
Com fé a gente leva isso a mais pessoas.
Há muito mais coisa pra se viver fora da lama.
Há muita coisa melhor para se apegar.
Como eu poderia sair da lama se ainda tinha parte do meu coração preso a ela?
Não dá pra gostar da lama, é preciso odiá-la.
Mas somente odiá-la não basta.
Como sair da lama?
Dê valor às instruções.
Ouça conselhos.
Seja guiado por um bom plano.
Siga o método!

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VIVA, MORRA, REPITA ♔ - Página 12 Empty Re: VIVA, MORRA, REPITA ♔

16/7/2022, 13:36
DIA 196

Salve!

Último final de semana foi tenso. Aquele meu trabalho que eu fazia teve um problema e não pude conclui-lo a tempo de entregar. Isso foi um grande baque pra mim e fiquei muito mal emocionalmente. Passei a noite chorando e até tremendo, sentindo muita culpa e com alguns sentimentos que misturavam tristeza, frustração, vergonha e raiva. Eu já estava um pouco assim antes, mas naquela sexta foi onde eu desabei. Acho que aumentei muito a grandeza daquele trabalho e me coloquei muita pressão também. O bom, acho que foi realmente chorar e ver o que eu realmente sentia. Fato é que acabei por me isolar por 3 dias. Não acreditar que alguém pudesse me entender naquele momento. Até mesmo evitei falar com Deus. Hoje, estou um pouco melhor, mas com ainda uma mistura de raiva e tristeza que me fazem fortemente a querer cortar algumas coisas da minha vida e a ser radical com meus objetivos. Não sei se isso é bom ou mal, vamos ver nos próximos capítulos.

Um novo semestre se iniciou e posso dizer que o último foi um dos melhores em minha história. Vivi uma fase que, se eu for observar bem, não está saindo exatamente como o planejado, mas já entendi que não deve ser assim mesmo. Há muitas variáveis que não controlo e os resultados finais são uma mistura de uma série de fatores. Agora, com quase 196 dias desde o último dia em que me entreguei à PMO, olho pra trás e vejo que esse era um problema que travava os outros problemas de serem resolvidos. Sem o vício, pude perceber mais minhas ansiedades e como eu respondia a elas. Percebi três hábitos nesse período que antes era difícil enxergar:

Primeiro, o hábito de ignorar o auxílio oferecido por outras pessoas. Sejam eles conselhos, instruções ou liderança, eu as seguia confiando mais em mim do que neles. Era como pensar: "esta pessoa, segundo os meus cálculos, está falando algo sensato, pode ser que dê certo fazer o que ela diz". Dificilmente eu realmente confio em alguém. Isso deve partir de fatores do meu passado e muitas vezes me prendia a uma autossuficiência pegajosa. Facilmente eu me colocava a fazer tudo sozinho, a aguentar cargas sem pedir ajuda, e a ir por caminhos sem pedir conselhos.

Segundo, o hábito de fugir de situações que me geram dor. Essa dor podia ser um estresse, uma dúvida, um constrangimento ou qualquer sinal de fraqueza ou dificuldade. Fui descobrindo isso com o tempo, apesar de que já sabia que fugir é uma reação natural de todo homem/animal. Quando sentimos dor no braço, evitamos de mexer nele, fugimos daquela situação. Porém, descobri hábitos que não enxergava antes, como o de fugir do olhar das pessoas em conversas, de fugir de trabalhos longos e difíceis e de fugir até mesmo de encarar quem eu era, de conferir meus textos ou fotos antigas ou encarar meu passado. Mas fugir pra onde? Aí é que exige observação. A PMO era uma fuga que eu já utilizei bastante. Eu imergia nela e ela sugava minha energia e me fazia esquecer dos outros estresses por algum tempo curto. O maior problema é que a PMO é como um pântano difícil de sair. Depois que consegui reverter o vício, vi que também há outras formas de fugir. É uma padrão que se repete.

Terceiro, o hábito de não respeitar minhas emoções e de esquecer de experiências que foram difíceis.. Outro hábito "natural" do corpo também. Esquecemos ou rejeitamos tudo o que for doloroso. Eu evitava ou detestava passar por emoções difíceis e depois o que fazia é tentar esquecer de tudo relacionado a isso. É uma forma que o cérebro entende como proteção. De fato, não é fácil lembrar ou passar por essas coisas e isso realmente adoece o cérebro (a nossa fisiologia até que nos favorece nesse sentido). Porém, quando isso é deixado no automático, as coisas passadas são esquecidas e a memória fica cheia de "buracos" onde só as coisas boas são lembradas. As redes sociais também fortalecem esse mecanismo em que só o que é agradável ou que deu certo importa. Mas e o contexto? E os pontos baixos? Isso tudo eu vivi também e fazem mais sentido incluí-los na história. Porém eu os rejeitava. Eu não respeitava esses sentimentos negativos, nem via função neles. Praticamente "limpava" minha memória, assim como quem limpa fotos que não gosta de seu instagram, e talvez por isso eu tenha vários momentos da minha vida que quase não lembro. Isso é bom por um lado, mas ruim pelo fato de que é justamente nas piores situações que eu aprendo as melhores lições. Eu aprendi muito com o que passei no Reboot. Foram momentos difíceis e seria muito cômodo ignorar tudo o que passei e limpar isso da memória, mas não é isso que acredito. Pra mim não faz mais sentido hoje ignorar qualquer coisa que eu vivo. Faz sentido sim refletir, conversar com as pessoas e com Deus e escrever sobre as coisas tanto para meu crescimento quanto para auxiliar melhor outras pessoas que passam ou vão passar pelo mesmo que passei.

Agora nesse próximo semestre, vou continuar essa fase 2 do meu ano tentando ser mais radical com as coisas que me fizeram mal, buscando ser mais sincero e respeitoso com relação ao que eu passo internamente e tentando dar mais atenção aos meus amigos e aos conselhos que recebo. Pretendo manter a pegada do primeiro semestre e ir confiante na busca dos meus objetivos, com vigilância, paciência e coragem.

Vamos em frente.
Saudações.

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23/7/2022, 11:43
Salve, Fuzion!

Dei uma lida em seus últimos post, e sobretudo o penúltimo 'Como sair da lama' foi sensacional.

Obrigado por compartilhar conosco sua jornada.

Como você bem frizou, a vida normal é feita também de tristezas e preocupações, como também é feita de alegrias e vitórias. Largar a PMO é um passo que damos em direção a viver a vida real!

Desejo que tenha conseguido superar essas questões em seu trabalho.

Parabéns por toda streak!

Abs!

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NOSCE TE IPSUM

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5/8/2022, 13:18
216 DIAS


Fala pessoal! Retornei de uma sequência de dias de férias. Vivi dias muito especiais e gratificantes em julho, algo que levarei pra sempre. Fui para um grande sítio onde ocorreu um evento para pessoas de diversos locais do Brasil. Passei uma semana longe do celular praticamente, orientando e servindo aquelas pessoas. Lá pude vivenciar os prazeres de se viver em comunidade e em contato próximo com outras pessoas. É muito legal esquecer a vida aqui fora, as preocupações, as ansiedades de querer conseguir coisas rapidamente e de nunca estar satisfeito com o que se tem. Ficou bem mais claro pra mim que eu preciso estar vivendo em um alto nível na vida cotidiana. Nada de ficar ocioso durante o dia ou sem nada pra fazer. Até o descanso é uma tarefa importante e que deve ser praticado. Viver em alto nível é, no entanto, mais do que fazer coisas. É conseguir usar todo o potencial do seu corpo e mente no dia. É ser desafiado a colocar seus talentos em prática e a fazer sempre mais. 

Andei conversando sobre muitas coisas com as pessoas e achei alguns pontos em comum. Muitas delas relatam que se viram paradas ou acomodadas durante o período de pandemia e, logo após o seu término neste ano, tentaram enfim fazer as coisas acontecerem, colocarem os projetos em prática, mas com um sucesso abaixo do esperado. Com isso expressaram frustração e até culpa. Então concluí que o x da questão que essas pessoas tentaram resolver era esse "fazer as coisas acontecerem". Elas estabelecem metas, às vezes sem medir se tem recursos pra executarem, e acabam fazendo algumas e deixando várias por fazer. Acaba que outras coisas a consomem, como o trabalho, as distrações ou as próprias emoções. É doido isso, mas acho que a maioria das pessoas também vivenciam isso. Talvez só quem não planeja o futuro ou não possui sonhos ou expectativas não vive isso e não se frustra. Do meu ponto de vista, tentei fazer algumas coisas até agora nesse pós-pandemia e tive bons e maus resultados. Mas quer saber? Acho que de uns anos pra cá aprendi bastante sobre isso e agradeço pelo que aprendi. Hoje agarro esses ensinamentos para nunca mais esquecê-los. 

1) Aprendi por exemplo que vale mais querer fazer poucas coisas, mas ter excelência nessas coisas, com foco e disciplina. Mais vale um pássaro na mão do que dois voando, como dizem. É similar. É importantíssimo escolher uma direção pra focar e caminhar nela. O tempo é o mesmo pra cada um. Ou você dedica o pouco tempo que tem a poucas coisas e tornar-se hábil nelas ou divide o seu tempo a muitas frentes e não avança profundamente em nada.

2) Aprendi que a minha energia é limitada, bem limitada, e por isso eu devo saber usá-la bem nas coisas certas, nos projetos certos, nas pessoas certas, no tempo certo. Nada de ficar desperdiçando energia. A conta sai cara. 

3) Aprendi que não adianta muito querer fazer as coisas se há uma correnteza mais forte te puxando pra trás. Você luta, luta e não sai do lugar. A sensação é horrível. É preciso então entender o que é essa correnteza e, se for possível, arrumar um jeito de vencê-la ou contorná-la. Para mim essa correnteza são principalmente as distrações (redes sociais, volume de informações e opções) e os pensamentos automáticos e conflitantes. Para as pessoas que escutei, escutei uma falando "que foi consumida pelas demandas" e outra dizendo que era "ela própria quem mais impedia ela de fazer as coisas" referindo-se às suas emoções. Pra mim, quando coloquei as redes sociais de lado e fiquei sem pc por uma semana, me senti muito mais livre pra fazer as coisas. Já com pensamentos, eu diria que estar engajado no que se faz e conseguir viver no "modo desafio" me ajudou a orientar os meus pensamentos nesse período. Sem essas duas grandes barreiras que citei, o caminho fica mais livre pra ir em frente.

4) Aprendi também que duas pessoas caminhando juntas torna as coisas bem mais fáceis e seguras. Às vezes um projeto não sai do lugar porque só tem eu pensando ou querendo. E aí ferra tudo. Até mesmo os heróis precisam de ajuda. Não é bom menosprezar o poder que um cérebro tem. Dá pra fazer as coisas com 1 só? Dá. Mas é muito mais inteligente quando há mais cérebros envolvidos do que somente um. É só ver como as grandes empresas crescem. Insistir em tentar fazer algo sozinho é tolice, muitas vezes.

5) Por último aprendi que como é útil colocar LIMITES. Nesse texto por exemplo, limitei a 5 aprendizados. Eu poderia escrever mais, mas 5 é um bom número. Eu gosto até mais do 3. Imagina só se você traçasse apenas 3 grandes projetos para realmente fazer nesse ano e começasse a trabalhar com foco neles desde o início do ano, como eles estariam? Você se frustraria de não ter conseguido fazer as coisas? "Ah, mas 3 é muito pouco. Eu quero fazer muito mais." - disse o homem que mal consegue ter uma sequência na academia e já desiste. Se liga, é melhor ter 3 metas e cumpri-las do que viver na incerteza sempre. Se eu quero algo, tenho que ser realista e conquistar essas coisas. Nunca mais fiz listas de coisas pra fazer ou projetos que não saem do papel. Agora só marco no calendário aquilo que eu vou realmente fazer e anoto meus pensamentos e ideias do que pode ser possível fazer e pode um dia virar um projeto. Tudo é possível ser sonhado e feito, cabe a mim saber escolher com precisão as coisas certas.

É isso, meus companheiros. Avancem o reboot de vocês. Façam as coisas que realmente faça a vida de vocês valer a pena e persistam nessas práticas. As coisas melhoram com o tempo. O tempo é um bom pai para aqueles que perseveram. Acima de tudo, sou grato a Deus por tudo que estou vivenciando.

Por último e não menos importante, gostaria de mencionar que conheci uma garota muito especial. Em breve mais detalhes.  VIVA, MORRA, REPITA ♔ - Página 12 1f60b 

Agora rumo a 9 meses sem PMO.
Vamos em frente.

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1º REBOOT (2018): 07/02/18 a 16/07/18 - 160 dias sem PMO.

Os recordes servem para mostrar aonde você pode chegar se mantiver a obediência às instruções do método.
Os recordes também servem para mostrar que não há garantia de que após esse tempo você estará livre.
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6/8/2022, 11:44
Salve Fuzion!

Parabéns pela grande streak, e pela nova garota que conheceu. A vida é assim, meu bom, quando menos esperamos as coisas vão se abrindo para nós.

Como falastes, de fato é mais importante focar no pouco bem feito, do que em querer mudar muitas coisas e não conseguir sucesso na maioria delas.

No mais, sempre siga. Sucesso em sua jornada.

grande abç!

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17/10/2022, 22:03
Fala, galera!

Faz tempo que não atualizo aqui.

Pois é, sofri uma queda...
Mas nem tudo é nuvem negra e há sempre um sol que nasce depois de uma longa noite.

VIVA, MORRA, REPITA ♔ - Página 12 32-beautiful-sunrise.preview

Vou relatar os acontecimentos.

Da última vez que postei aqui em agosto disse que havia conhecido uma garota. Em agosto também, começava a surgir uma ideia na minha cabeça de praticar masturbação para sustentar uma ereção, sem a busca de prazer ou ejaculação. De início repudiei. Conforme foi passando alguns dias, lá pra metade de agosto eu cedi a isso. Pratiquei M sem pensamentos ou ejaculação, apenas para sustentar a ereção. Não via problema nisso, mas esse foi meu erro. Eu deveria ter me mantido como estava antes, sem dar ouvidos a ideias assim, por mais que pareçam inocentes. Passaram-se duas semanas e eu caí em M novamente ali pelo dia 26 de agosto e em alguns dias depois (acho que dia 29) eu me vi querendo mais e cedi a masturbação com pornografia, para minha tristeza na época. Mas eu me recusava a aceitar isso e queria manter meus dias, só que novamente caí na mesma semana. Então tive vergonha de voltar aqui, pois eu queria muito bater um ano ou pelo menos 270 dias. Sinceramente, deu um grande bug em minha cabeça. Como eu havia recaído? Eu me perguntava.

Foram duas semanas difíceis sem aceitar que eu estava de volta nisso. Mas acho que eu agi rapidamente em cortar logo o mal pela raiz. Eu cortei tudo novamente, redes sociais, youtube e me aproximei ainda mais do Senhor e da palavra de Deus. Felizmente, eu não fiquei preso nesse vício por mais de 2 semanas e hoje até parece que foi um déja vu o que eu passei, pois não me lembro tão bem do que ocorreu, nem das imagens. Mas sim, eu cometi um erro ao ceder às tentações e também em ter me isolado e estou aqui para relatar isso.

Felizmente também, aquele ímpeto que eu estava antes continuou. A última vez que caí foi no dia 17 de setembro, se não me engano, quando recorri a M e hoje completo 30 dias neste novo reboot sem PMO. São 36 sem P, mas para mim só importa agora o hard mode, pois não quero ceder mais a M a partir de agora.

Quanto a garota que eu havia falado, continuamos conversando, passamos algum tempo e nos tornamos amigos e rapidamente eu a pedi em namoro. Hoje estamos namorando e estou bem feliz com isso. Nem vejo o tempo passar, pois estou trabalhando bastante e, além disso, também entendi que contar o tempo é somente uma forma que eu usava para me orgulhar do meu esforço e me garantir longe do vício, como se o tempo trabalhasse para mim. Erro. Hoje sei, que no momento em que eu me orgulhar do meu desempenho e dizer que estou seguro por isso, isso poderá me derrubar. Fui displicente, mas tratarei de sempre me manter alerta a partir de agora.

Deixo abaixo também um salmo de Davi em que ele narra como se deu a sua arrogância perante Deus que foi precedida por sua queda. Isso me fez refletir sobre minha vida e no quanto eu às vezes me vejo seguro e firme graças às conquistas, bens ou números que possuo e não graças a Deus. Em seguida um outro salmo do mesmo Davi falando sobre nunca ser abalado novamente, só que depois de ter aprendido a lição e ter entendido de onde vem a sua força.

Quando me senti seguro, disse: "Jamais serei abalado! "
Senhor, com o teu favor, deste-me firmeza e estabilidade; mas, quando escondeste a tua face, fiquei aterrorizado.

Salmos 30:6,7


Bendirei o Senhor, que me aconselha; na escura noite o meu coração me ensina!
Sempre tenho o Senhor diante de mim. Com ele à minha direita, não serei abalado.

Salmos 16:7,8


Mantenham-se vigilantes e sempre atentos em suas lutas.
Até o melhor guerreiro pode cair..
A luta é até o fim da vida.

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1/11/2022, 19:53
Fala, galera. Voltando para relatar que continuo firme. Devo estar com mais ou menos 45 dias nesse novo reboot. Como estou namorando agora, estou bem menos tentado a olhar para mulheres. É aquilo né, se você possui um grande tesouro no seu terreno, porque irá se importar em buscar coisas no terreno dos outros? A gratidão pelo que se tem é essencial para eu me manter sólido e em paz, sem ansiar por coisas pra mim. Eu hoje valorizo tanto minha namorada que agradeço sempre que posso a Deus por ela. Estar namorando mudou radicalmente como vejo as outras pessoas. É uma nova fase que traz as suas devidas preocupações. Embora não tenha tido problemas nesse reboot ainda, eu continuo mantendo a conduta de um rebooter, com bloqueadores no PC e celular além de já manter uma socialização que considero boa na semana. Passei para dar esse feedback.

Até mais.
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8/11/2022, 17:41
A MINHA VOZ

Ultimamente tenho pensado muito nisso.
Quem sou eu? Será que eu respeito a mim mesmo?
Tenho feito alguns estudos e reflexões e está muito forte a ideia de que eu dou mais valor ao que os outros pensam de mim, a opinião dos outros, a aprovação que os outros me dão do que a minha própria opinião e ideias.

Parei pra pensar e... caraca, eu pouco escrevo o que eu realmente penso sobre as coisas. Eu realmente olho pouco pra mim e faço análises como imagino que as pessoas fazem. Onde estão as minhas ideias, onde estão minhas opiniões? O ritmo de faculdade também contribui muito pra que eu valorize mais as ideias dos grandes autores e pensadores e esqueça da minha própria voz. Pra que serve uma opinião afinal? A sociedade também está a cada dia confiando menos em opiniões soltas, mas se você pegar um Nietzsche ou algum autor que tenha no mínimo algum título, e este soltar uma frase, ela é forte o suficiente para ser usada como referência em trabalhos ou palestras.

E assim, o pensamento crítico e a voz do "eu" some. Tudo precisa de citação ou referência. Infeliz o dia que eu comecei a esquecer a minha voz, que parei de escrever por mim mesmo e fiquei mais atento às regras sobre o que escrever e como escrever. O medo de escrever e de criar é a consequência desse temor e respeito extrapolado da opinião das pessoas. Se hoje eu não escrevo as minhas ideias é pelo medo de que alguém me conteste analisando algum erro no meu discurso. No fundo o problema é a falta de confiança, a baixo auto estima e a alta estima que coloco nas pessoas, as quais permito serem minhas doutrinadoras.

Entendo um pouco mais qual a minha voz agora.

Sei que ela é separada da voz da sociedade, das pessoas.

Sei o que quero fazer, aonde quero estar e com quem quero passar meu tempo.

Sei em quem posso confiar.

É muito bom encontrar a própria voz.

Imagino eu que os animais não consigam ter essa capacidade de olhar pra dentro.

O instinto animal é de olhar pra fora, para as presas ou para os predadores. Comer e não ser comido. Sobreviver.

Olhamos também pra fora institivamente.
Olhamos instintivamente para as mulheres bonitas pela oferta de prazer futuro.
Olhamos para oportunidades boas de negócios, olhamos pra tudo o que pode nos ofertar um futuro mais satisfatório.
Olhamos também fixamente pra tudo o que nos é ameaçador, tudo o que pode nos causar dano ou castigo.
Olhamos para aqueles que podem nos causar mal ou nos colocar em situações duras.
Esse é o instinto. Caçar e não se dar mal. Sobreviver e ser feliz.

Mas e onde entra a minha voz aí?
Não entra.
Eu preciso parar se quiser entrar em contato com ela.
Eu preciso olhar pra mim e não pra fora.
E preciso olhar com calma, não desesperado por algo.

Quando eu vivia preso no ciclo da pornografia e masturbação a minha voz era sequestrada. Ela queria dizer algo, queria parar, mas o instinto carnal era mais forte e inundava qualquer comando que eu dava.

Passei muito tempo idolatrando as pessoas, com medo do que eles poderiam me dar ou não dar. Com isso eu não dei valor as minhas ideias e opiniões. Essa é uma dor profunda, quando você se percebe um mero serviçal dos desejos do seu corpo e não tem governo sobre ele.

Hoje, eu ainda procuro respeitar mais a minha voz. Se sei que ela existe, não quero deixá-la se afogar no meio dos desejos desenfreados do meu corpo que não levam a lugar algum.


Última edição por Fuzion em 9/11/2022, 18:17, editado 1 vez(es)
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9/11/2022, 17:26
A BATALHA DA MENTE

No primeiro dia estamos em um estado emocional de culpa, ansiedade, frustração. É natural e óbvio nós querermos abandonar esse estado para um melhor, de alívio, paz e alegria. Por isso no primeiro dia a nossa motivação é alta. Tão alta quanto maior é a dor que sentimos depois de cair.

Mas, mesmo já tendo experimentado a dor resultante da queda, ainda assim, podemos novamente decidir por cair. Por quê?

A resposta está em uma palavra: engano.

A nossa mente trava uma luta entre os nossos desejos corporais e a nossa voz racional. Idealmente, o corpo deveria obedecer a mente, mas não é isso que ocorre na mente de uma pessoa que está tentando mudar seus hábitos.

Esse conflito pode ser simbolizado por uma negociação e nós caímos porque acabamos sendo enganados pelos argumentos que invadem a nossa mente. Tais argumentos são as ideias chamadas sofismas. Sofismas são argumentos aparentemente convicentes que aparecem de forma automática ou são induzidos em nossa mente e que podem nos levar a mudar o nosso caminho ou validar a persistência em um caminho enganoso. Exemplo clássico de sofisma: "Adiar em uma semana o final do seu reboot não vai mudar praticamente em nada. Por isso tudo bem recair hoje com 7 dias." ou "Você não vai perder nada se recair, pode ficar tranquilo.".

Existem vários sofismas clássicos no vicio com a PMO como esses e muitos deles são bem fáceis de acreditar. E depois que somos enganados é que vemos que permanecemos no mesmo lugar e a nossa situação voltou a estaca zero, não progrediu e só parece que começou tudo de novo em um loop eterno.

Pois bem, sabe o maior problema que eu estudei e percebi? É preciso saber negociar e para negociar é preciso conhecer as táticas do inimigo e também conhecer bem sobre a verdade sobre si mesmo.

Para cada sofisma que nos leva a cair devemos saber exatamente qual é a verdade por trás. E devemos meditar sobre essas verdades diariamente se quisermos estar preparados para qualquer batalha.

Que batalha?
Se a minha mente gritar: "Só uma olhadinha não faz mal algum." eu já identifico logo um sofisma aqui e lembro-me de que "é justamente nas pequenas infidelidades que o mal cresce e que foi em muitas 'olhadinhas' que eu já fui derrubado". E também me lembro da verdade que "a minha satisfação verdadeira não está no consumo mas sim em amar o meu próximo", por exemplo.

Lembro que eu anotava os meus pensamentos que surgiam e que eram comuns de eu ser enganado. Com o tempo de experiência fui percebendo que tinha de lê-los com mais frequência, pois na hora difícil o corpo tenta se esquecer de tudo o que pode me fazer ver a verdade. Houve um sofisma, no entanto, que eu nunca havia reparado e não tinha armas contra ele. Acho que já escrevi isso aqui e foi uma das minhas mais duras quedas contra o vício. O pensamento era algo como "As mulheres que vc via no passado nos filmes continuam sendo mulheres como as outras. Não há porque evitar de olhá-las ou deixar de seguir suas vidas nas redes sociais. Elas são meros fantoches da indústria pornô. Então vc pode pesquisar sobre como elas estão. Basta não ver mais seus filmes." Tal sofisma eu não tinha como contornar na época. Parecia algo verdadeiro e até nobre. Com o tempo fui vendo que fui enganado e semanas depois eu tive uma queda.

Então é isso. Tudo o que for sólido e verdadeiro vai nos segurar nos momentos de tentação. A esperança de um futuro melhor, mais saudável e produtivo longe do vício é um excelente ponto de partida que pode ser usado para derrubar os argumentos e sofismas que surgirem.

O que me ajuda muito é refletir e meditar naquilo que é verdadeiro todos os dias pra que eu consiga identificar o falso com mais sensibilidade e assim não cair nas ciladas. Avançar exige muito mais que motivação. É uma guerra e exige armadura: armas, escudo, capacete e um uniforme resistente.

Ir para a guerra desarmados (sem ferramenta alguma) ou confiando somente que artifícios externos irão nos salvar é facilmente uma forma de cair. A mudança precisa ser interna principalmente. E mudar é agir, é confrontar os próprios desejos com a verdade. Por, isso, além dos bloqueios externos a pornografia, que impedem fisicamente o acesso e das atividades saudáveis, que fornecem as alternativas que substituem a recompensa da PMO tudo isso será em vão se não houver uma busca pelo conhecimento da verdade e a meditação nela com alguma frequência para assim construir sólidas convicções.

Um homem pode passar 2 anos sem PMO. Se ele não tiver fortes convicções ele será enganado e virá a cair. Os auxílios externos como bloqueadores e atividades saudáveis são como muletas que nos ajudam a andar enquanto estamos debilitados. Depois o que vai nos permitir andar e transitar firme em qualquer terreno são as nossas convicções, especialmente aquelas que construímos com relação às mulheres, às pessoas, ao sexo, à pornografia, a nós mesmos, entre outras.

Até.
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11/11/2022, 18:23
O HÁBITO DE PMO

Daquilo que eu entendo acerca do comportamento humano, os hábitos são rotinas que fazemos de forma automática e que traz, geralmente, alguma recompensa ao final. Eles se iniciam devido a um sinal (uma deixa, um gatilho), que pode ser um horário, um alarme, uma notícia, um período de tempo, um sentimento, que desperte ou lembre a nós da ação a qual estamos habituados a fazer e que nos gerará alguma recompensa. O livro "Poder do Hábito" que eu li há mais de 4 anos atrás explica bem esse ciclo:

DEIXA (o sinal que desperta a vontade de pratocar a ação)
ROTINA (a ação)
RECOMPENSA (o fim, o que queremos com a ação)

Olhando mais a fundo (não quero me aprofundar no livro) sobre o que acontece em um viciado em P temos:

DEIXA (existem múltiplas: imagens, frases, locais, piadas, pessoas na rua, horários, situações como estar sozinho em casa, pensamentos, e tudo aquilo que o possa lembrar da ação de consumir P)
ROTINA (PM)
RECOMPENSA (O, a sensação de prazer, ou mais precisamente, liberação de dopamina)

São muitas as deixas, a recompensa é prazeroza, rápida e intensa e a rotina é fácil e acessível.

É o cenário perfeito para o vício.

As presas (nós) caem facilmente nessa armadilha da gratificação rápida. Aliás, somos todos iguais e acreditamos facilmente nos ganhos rápidos e que exigem pouco trabalho.

É assim que muitos são pegos também no vício em drogas, tiktok, cigarro, entre outros.

As deixas para a PM são como pessoas tentando nos vender ou passar uma droga que o nosso corpo deseja, mas que queremos nos afastar. Se queremos nos afastar, precisamos, em nosso momento de lucidez dizer a nós mesmos: "eu preciso me afastar e bloquear tudo o que me induz ao erro". Seria, nessa analogia, como evitar de passar por esses vendedores de droga.

O problema: as deixas são muitas. É impossível saber o que vai passar pelos nossos olhos e os gatilhos estão por toda parte, até no meu próprio cérebro, na minha memória. Se saio na rua e uma mulher bonita passa por minha frente, é claro que vou pelo menos perceber ela. Se estou no trabalho, não há como garantir que não escutarei alguma piada ou informação que me lembre de PMO. Se for parar pra pensar, as músicas, novelas, redes sociais, propagandas, as vestimentas das pessoas, tudo isso pode servir de gatilho. Conclusão: não existe como bloquear 100% a chegada de gatilhos.

Como fazer?

No Reboot, além reduzirmos as principais portas para a PMO bloqueando as deixas e o próprio acesso ao site em que pratica a rotina "PM", nos engajamos em outras atividades que possam estar nos dando a nossa "dopamina diária" que antes conseguíamos prioritariamente com a PMO. Essas atividades saudáveis produzem a liberação mais branda e prolongada (e não curta e intensa como PM) de dopamina que é a recompensa que buscamos de forma natural. É como ir aos poucos trocando seus velhos amigos que te empurravam para o mundo das drogas por outros te empurram para um mundo em que você sonha estar ou que acredita que estará um dia. Como o tempo, com perseverança e com luta (pois não é fácil abandonar os velhos amigos) a pessoa consegue sair do hábito antigo e cria novos hábitos melhores e mais saudáveis.

Sigamos.
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11/11/2022, 20:08
Sigo bem. Fazendo minhas coisas, firme.
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12/11/2022, 02:09
Fuzion escreveu:Sigo bem. Fazendo minhas coisas, firme.
É isso aí guerreiro, vamo pra cima da vitoria
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10/12/2022, 04:51
Fala pessoal!

Estou bem próximo de completar mais um reboot. Depois estar entre 80 e 90 dias. Uma satisfação enorme que sinto ao conseguir fazer o que quero fazer no presente e de não ser dominado pelos desejos do corpo. Tenho muito mais a dizer, mas hoje fico por aqui pois estou bem cansado e com um final de ano bem movimentado. Fiquem bem!

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10/12/2022, 12:41
Salve nobre Fuzion! Parabéns pela streak, meu bom.

Gosto muito de suas reflexões, estou até devendo de lê-las depois.

Continua com essa pegada. Esperamos poder repetir o mesmo também.

Grande abraço!

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