24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 25 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

19/1/2021, 22:11
excogitatoris escreveu:Justiceiro do Sertão,
primeiramente parabéns pela marca inabalável que você atingiu e depois também queria te parabenizar por continuar aqui ajudando outros membros do fórum.

Você é um mais que um vencedor!

Obrigado, nobre Excogitatoris. Vamos que vamos nessa saga que só pode nos trazer uma vida digna.

Um abraço.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 25 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

4/2/2021, 18:46
Rapidamente venho dizer que as melhoras no psicológico só vêm se aprimorando em meus dias, inclusive em se tratando de situações que outrora me seriam bastante delicadas.

Falo na história, que há dois anos muito me fez sofrer e quem acompanha meu Diário deve se lembrar, da garota com a qual perdi grande chance e, após, me surgiu nas redes sociais numa fotografia que destruiu meu equilíbrio psicológico à época, a ponto de eu passar a denominar a cidadã, naquela imagem, como a "fantasma". Já superei o trauma, porém esta semana cheguei a uma conclusão "bombástica" sobre aquela imagem. Modéstia à parte, orgulho-me de ter passado teoricamente ileso pela surpresa da revelação, situação que não detalharei, apenas dizendo que, se tivesse chegado à conclusão há pouco tempo, nem sei como teria reagido.

Felizmente estou bem. Que continuemos bem. Dane-se aquela garota, não tenho mais frustrações. A fantasma, e meus outros demônios, estão exorcizados.

A referida, inclusive, casou-se recentemente. Que fique por lá mesmo.

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4/2/2021, 19:07
A antiga e velha fantasma.... me lembro muito bem, caro Justiceiro.

Quando você relatava os fatores que fazia lembrar dela, seja uma lembrança ou sentimento comum, passava-se uma triste intensa na sua cabeça. Eu digo isso, porque em muitos relatos você comentava bastante sobre ela. Mas enfim, meu amigo, não podemos retornar ao passado. Me lembro das vezes que pedi para voltar ao tempo ou até mesmo ter uma máquina para retornar o passado e fazer diferente, talvez você já pensou nisso também.

Porém, não podemos alterar em nada, se já aconteceu, temos que saber lidar com isso... é o destino!

Devo salientar que também sabes que falhei, se serve de consolo. Muitas das vezes no ano de 2019 - ao estar na faculdade de Engenharia - você me sugeriu ir em frente e não perder a oportunidade nenhuma, porém, rejeitei as belas moças que estavam afim de mim e fui em busca dos estudos. Até hoje me pergunto porque fiz isso, mas lembrei do lado positivo: "Calma, foi um momento de bastante maturidade, onde de certa forma, você soube aproveitar a vida de um universitário e passar nas melhores matérias". "Justiceiro também teve suas falhas, mas soube lidar com elas", e assim fui me adaptando...

Eu perdi, caro Justiceiro, perdi a oportunidade de beijar a garota que entrou na faculdade no mesmo período que eu, coisa que já aconteceu contigo também. A menina dava todos sinais de interesse, quando a convidei para ficar em um lugar escurinho a sós, eu como uma besta, peguei e o telefone e fui tirar foto de uma planta.

Me arrependo, arrependo. Mas esquecer o passado e viver o presente, é a melhor coisa a se fazer.

Um forte abraço, meu nobre boinador.

Estamos juntos!

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4/2/2021, 20:30
RosseauStrong escreveu:A antiga e velha fantasma.... me lembro muito bem, caro Justiceiro.

Quando você relatava os fatores que fazia lembrar dela, seja uma lembrança ou sentimento comum, passava-se uma triste intensa na sua cabeça. Eu digo isso, porque em muitos relatos você comentava bastante sobre ela. Mas enfim, meu amigo, não podemos retornar ao passado. Me lembro das vezes que pedi para voltar ao tempo ou até mesmo ter uma máquina para retornar o passado e fazer diferente, talvez você já pensou nisso também.

Porém, não podemos alterar em nada, se já aconteceu, temos que saber lidar com isso... é o destino!

Devo salientar que também sabes que falhei, se serve de consolo. Muitas das vezes no ano de 2019 - ao estar na faculdade de Engenharia - você me sugeriu ir em frente e não perder a oportunidade nenhuma, porém, rejeitei as belas moças que estavam afim de mim e fui em busca dos estudos. Até hoje me pergunto porque fiz isso, mas lembrei do lado positivo: "Calma, foi um momento de bastante maturidade, onde de certa forma, você soube aproveitar a vida de um universitário e passar nas melhores matérias". "Justiceiro também teve suas falhas, mas soube lidar com elas", e assim fui me adaptando...

Eu perdi, caro Justiceiro, perdi a oportunidade de beijar a garota que entrou na faculdade no mesmo período que eu, coisa que já aconteceu contigo também. A menina dava todos sinais de interesse, quando a convidei para ficar em um lugar escurinho a sós, eu como uma besta, peguei e o telefone e fui tirar foto de uma planta.

Me arrependo, arrependo. Mas esquecer o passado e viver o presente, é a melhor coisa a se fazer.

Um forte abraço, meu nobre boinador.

Estamos juntos!

Obrigado, nobre boinador, pelo apoio e saiba que já superei uma vontade que sim, tinha, de retornar ao passado e o trauma da garota. No primeiro caso, ficava fantasiando (ah, fantasias...) com retornar ao passado como se fosse indo à rodoviária e comprando uma passagem de ônibus, tenha noção da minha (hoje sob controle, tomara) inquietação mental! Quanto à cidadã, hoje não passa de uma lembrança deveras supérflua em minha mente. Não me esqueço do quanto aquilo me fez sofrer, no entanto, superei e isso é o que importa. Superei, não sonho mais com voltar no tempo e ponto. Por curiosidade, estava tão maluco que, dando de cara recentemente com fotos mais atuais dela (inclusive de seu casamento), percebi que a enxergava como sendo bem mais alta!...

E os erros nos fazem crescer, verdade indiscutível. Você poderia me pedir desculpas, mas não precisa, não é motivo. Coisas assim nos abrem os olhos e, se lhe serve de consolo, creio que perdi muito mais oportunidades incríveis do que você. Sabe o que é perder a garota mais bonita da festa por não saber dançar forró? Eu sei, e já superei. Só que a vida é uma coisa tão incrível que, acredite, hoje chego a crer que não perdi praticamente coisa alguma. Não tenho do que reclamar, todas elas tinham algum defeito que não tolero. Falando sério. Essa do forró mesmo tinha um intelecto bem raso e um jeito de quem, com todo o respeito aos que gostam (o que não é meu caso), logo-logo iria ficar gordinha. A (exorcizada) fantasma tinha uma voz irritante, um estilo narcisista-attwhore deplorável e uns dez centímetros a menos do que parecia nas fotos. E por aí vai, muitos são os exemplos e, mesmo se assim não fosse, sei que o que vivi me faria forte para superar tudo. Nesse sentido, tenho usado minha inquietação mental a meu favor, só não detalhando por ser algo muito complexo.

Enfim, eis que estamos muito aptos a olhar apenas para frente e correr atrás daquilo de que somos dignos, e muitas coisas boas devem vir daí.

Novo obrigado, meu caro, e vamos juntos!

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26/2/2021, 18:19
Você é fera!

Está voando meu amigo e que marca você está atingindo. Um dia chegarei a sua marca com toda certeza.

Você é o farol na praia para muitos aqui no fórum meu amigo, muitos velejadores tem como inspiração a sua pessoa e eu sou uma delas.

Continue firme em seu propósito e logo, logo você atingirá os 1000 dias.

Deus abençoe você!

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26/2/2021, 19:18
parbat escreveu:Você é fera!

Está voando meu amigo e que marca você está atingindo. Um dia chegarei a sua marca com toda certeza.

Você é o farol na praia para muitos aqui no fórum meu amigo, muitos velejadores tem como inspiração a sua pessoa e eu sou uma delas.

Continue firme em seu propósito e logo, logo você atingirá os 1000 dias.

Deus abençoe você!

Amém, meu caro Parbat, e muito obrigado.

É bom receber seu recado no meio das tarefas que venho resolvendo em meu cotidiano. Se você me acha tamanha inspiração, nem sei como agradecer e nem sei como um ser humano como eu é digno de ser considerado isso. Pelo menos eis uma segunda chance para todos nós.

Forte abraço!

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2/3/2021, 20:29
Somos humanos e falhos.

Ninguém é tão ruim que não possa merecer ser digno de inspiração desde que se arrependa e mude profundamente.

Com toda certeza há muitos que enxergam e reconhecem suas batalhas, e ainda mais, se inspiram nelas para vencer também.

Apenas isso que queria deixar, você é digno sim meu amigo, pare com a auto flagelação e se valorize mais!

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3/3/2021, 20:07
parbat escreveu:Somos humanos e falhos.

Ninguém é tão ruim que não possa merecer ser digno de inspiração desde que se arrependa e mude profundamente.

Com toda certeza há muitos que enxergam e reconhecem suas batalhas, e ainda mais, se inspiram nelas para vencer também.

Apenas isso que queria deixar, você é digno sim meu amigo, pare com a auto flagelação e se valorize mais!

Obrigado pelo recado, nobre Parbat.

Tenho resgatado meu amor-próprio com toda a disposição do mundo, depois de uma vida marcada por anos no vício e uma personalidade que eu mesmo considero difícil. Nem vale a pena detalhar, só dizendo que demorei para amadurecer como adulto (em muito devido à pornografia, obviamente) e venho me livrando de manias como a autoflagelação e a insegurança. Ou faço isso ou nada feito. Pelo menos acordei, enfim.

Valorizar-se nessas horas é tudo. Como costumo dizer, ir à luta com a esperança de que ainda dá tempo.

Abraço!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 25 Empty Sobre autoestima e outros assuntos

5/3/2021, 19:54
Acho interessante trazer aqui ao meu Diário determinadas considerações nas quais andei pensando. Depois de umas chamadas que não de hoje andei recebendo, e pelas quais muito agradeço, venho reconhecer que preciso tentar me valorizar mais enquanto ser humano. Não é questão de arrogância, mas de amor-próprio.

Questão de autorreconhecimento. Em certos instantes, andei exagerando na autocrítica, traumatizado que ainda sou um pouco com relação às burradas de outrora. Minha personalidade precisou de muita força para conseguir seguir em frente tomando os foras do passado "apenas" como exemplo para não repetir novamente os erros. Hoje acredito que já estou bem nesse sentido, contudo, vez ou outra sou obrigado a proceder um verdadeiro jogo de cintura mental para não me deixar levar por ruminações e cobranças desnecessárias.

Nestes 850 dias de Reboot, trabalhando pesado em várias coisas apesar da quarentena, uma coisa que sei que devo comemorar é o controle sobre minha inquietação mental. Um problema que por vários anos perturbou minha vida, foi potencializado pelo vício e sobre o qual cada vez mais venho sabendo no que toca a administrar os pensamentos do jeito mais sensato e competente. Descobri que tenho um pouco de ansiedade, de síndrome do pensamento acelerado e possivelmente algum outro distúrbio mental; no entanto, nem vejo necessidade de me aprofundar em saber realmente qual(is) seria(m), afinal me sinto plenamente capaz de ter o controle de meus atos, minhas palavras, minha vida, enfim.

De qualquer modo, tentarei não me enfiar em teias de autoflagelação, ciente de que só poderão trazer malefícios aos meus dias. Buscarei valorizar meus atos, agir pensando e, como dizem, sempre tocar o barco para frente. Vejo-me satisfeito pelo fato de, deixando a pornografia, ter sido capaz de entender melhor as coisas do mundo e as pessoas. Minha mãe, por exemplo, com sua personalidade difícil que há até poucos anos me deixava fora de mim. Agora eu felizmente a entendo, chegando à conclusão de que muitas mulheres são assim mesmo. Percebo que coisas que só há pouco tempo eu vim a saber, em especial com relação ao sexo oposto e à convivência entre pessoas em geral, contemporâneos meus dos tempos de escola já entendiam à época, falavam nos assuntos e só recentemente tive noção do teor daquelas palavras. Mas que este parágrafo termine por aqui, ou voltarei à má e velha ruminação...

Em suma, é me valorizar. É saber coordenar suas ações consciente, inclusive, de que determinadas coisas não eram para ser mesmo. E seguir em frente.

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9/3/2021, 21:26
Boa Justiceiro.

Todos nós um dia ou outro pensamos ou ainda vamos pensar na autocrítica. De certa forma ela nos molda e nos melhora em relação a nossa vida moral e ética, mas deixar a autocritica e autoflagelação tomar conta e controlar, aí sim é perigoso, pois é uma espiral sem fim e que nos leva a crer que somos plenamente incapazes.

É necessário ter um equilíbrio dessas forças internas, pois devemos ter um pouco disto e não devemos deixar tomar conta, bem como de maneira nenhuma devemos viver sem isto. Equilíbrio é a chave.

Vejo que você está se saindo muito bem mesmo com relação a isto e se questionar sobre este assunto para refletir qual o ponto de equilíbrio é que você irá realmente decolar.

Logicamente quem sou eu para te falar isto, mas apenas gostaria de deixar minha opinião, agradeço muito por levar o que eu disse anteriormente em conta.

Você é uma pessoa especial.

Abraços!

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10/3/2021, 21:13
parbat escreveu:Boa Justiceiro.

Todos nós um dia ou outro pensamos ou ainda vamos pensar na autocrítica. De certa forma ela nos molda e nos melhora em relação a nossa vida moral e ética, mas deixar a autocritica e autoflagelação tomar conta e controlar, aí sim é perigoso, pois é uma espiral sem fim e que nos leva a crer que somos plenamente incapazes.

É necessário ter um equilíbrio dessas forças internas, pois devemos ter um pouco disto e não devemos deixar tomar conta, bem como de maneira nenhuma devemos viver sem isto. Equilíbrio é a chave.

Vejo que você está se saindo muito bem mesmo com relação a isto e se questionar sobre este assunto para refletir qual o ponto de equilíbrio é que você irá realmente decolar.

Logicamente quem sou eu para te falar isto, mas apenas gostaria de deixar minha opinião, agradeço muito por levar o que eu disse anteriormente em conta.

Você é uma pessoa especial.

Abraços!

Obrigado, nobre Parbat. Levar o que você disse em conta é uma coisa que simplesmente me é necessária. Afinal, é o que você disse: equilíbrio é a chave. Já andei pensando a respeito e de fato me sinto atrás de um ponto de equilíbrio para conseguir tocar meus dias em paz. Estou convicto de que só assim conseguirei alcançar meus objetivos.

Abraços e saudações.

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12/4/2021, 20:16
Continuo com minhas tarefas em tudo quanto é coisa, dentro e fora de casa. Pelo menos assim a mente se mantém ocupada, uma das coisas pelas quais mais primo.

De vez em quando uma olhada no Fórum, uma visita aos companheiros de luta, vou participando como posso, sinto-me na obrigação de reservar alguns minutos na semana para ser grato e prestar contas da guerra contra essa maldição.

A agitação mental felizmente vem sendo controlada, pensamentos infames estão escasseando, como um todo me sinto cada vez mais maduro. Tento ser otimista.

As poluções noturnas estão ocorrendo com uma frequência relativamente menor, parece que o esforço de tantos anos vem dando resultado. Meu único senão nos últimos dias foi, na terça-feira passada, uma sessão de lembranças de episódios sexuais que vivi. Senti algum desconforto, confesso, porém consegui administrar a situação até rendendo nas atividades que estava desempenhando. À noite, todavia, não consegui evitar uma acachapante polução noturna, que me deixou deveras sonolento durante todo o dia, inclusive no trabalho. Felizmente consegui cumprir com todas as minhas obrigações do dia.

Estando agora com o "começo de fissura" sob controle, e no embalo do assunto, venho dizer aqui algo de que já tratei, mas que acho tão importante que é um recado que gosto de dar e que trata de frente da questão de fantasias, fissuras, lembranças e afins. É uma ideia que eu mesmo concebi, parece verdadeira e parece servir para qualquer um.

É o seguinte, para simplificar minha filosofia: cada vez mais tenho por certo de que os pensamentos impuros relacionados ao sexo, fantasias que são, são muito dignos de nosso repúdio também por dizerem respeito a situações que certamente jamais viveremos. Nossa mente é capaz de criar devaneios simplesmente absurdos do pontos de vista sensorial para que haja a satisfação dos nossos instintos. Aquilo tudo que nos imaginamos fazendo, aquilo que nossa mente cria, virtualmente jamais será vivido, daquela forma jamais será vivido, da maneira como imaginamos que sejam as questões relacionadas aos sentidos. Fantasia é fantasia, não adianta. Aquilo não existe. Nas poucas vezes em que transei, todas com GPs (as quais estou abandonando), pude atestar que o sexo real é algo totalmente diferente daquilo que criamos em pensamento ou que pensamos que seria se estivéssemos no lugar do ator neste ou naquele filme. A realidade é um negócio com toda outra gama de sensações, a qual não pode jamais ser comparada com nossos "sonhos", tão diferente é deles. E olhem que, nas minhas saídas com GPs, fiz tudo o que sempre tive vontade de fazer em termos de sexo, e com garotas bem do tipo do qual gosto. Quer dizer, reproduzi na realidade o que arquitetava em minha mente e cheguei à conclusão de que não é e jamais será a mesma coisa, de que a experiência real, por mais intensa que seja, eu diria que é "bem distinta e um pouco menos intensa" do que aquilo que nossa mente de viciado nos faz pensar que é possível que um dia aconteça, levando-nos a objetificar o sexo oposto, sair com GPs... Definitivamente, aquelas coisas não existem. Em tese, ninguém jamais viverá aquele "espetáculo" a que foi condicionado a desejar por sua cabeça. Não, não é daquele jeito. O sujeito pode reproduzir em detalhes toda aquela cena vista no filme ou o cenário de suas fantasias, com a mulher que mais lhe agrada, que, apesar do prazer, não vai sequer chegar perto daquilo que, em sua condição de viciado, atormentará seus pensamentos se ele recuar em seu autocontrole, fazendo-o desejar ardentemente viver "aquilo". Aquilo que não existe.

Disse e repito: sobre essa alegoria que criei, do cenário montado e tal, mais de uma vez nas minhas saídas com GPs o negócio todo (e a protagonista) pareciam ter saltado de minha cabeça. Satisfiz-me, porém não devo procurar por aquilo de novo inclusive por saber que deve existir coisas melhores que meus pensamentos jamais serão capazes de conceber. Isso, da mesma maneira, me dá forças para repelir algum pensamento indigno que ouse pairar sobre minha cabeça; afinal, terei por certo de que aquilo não existe.

Não existe e nunca existirá, pois são fantasias. Peço desculpas pelo teor deveras repetitivo do texto, é que só assim consigo explicar com exatidão minha teoria. Devem concordar com ela. Parece ser algo que serve para todos, independentemente de suas preferências. Independentemente, creio eu, também da orientação sexual, se for o caso. Nem os maiores "pegadores", nem um sujeito que gaste horrores com orgias com tudo aquilo que sempre imaginou viver em termos de sexo, viverão "ao vivo" aquilo que a mente de um viciado concebe. Daquele jeito, não. Se duvidarem, talvez o efeito sobre a concretude de sua mente e corpo seja até outro...

Obrigado se leram até aqui. Gosto muito desta minha complexa porém interessante teoria. Caso não a tenham compreendido, é difícil de explicar mesmo. De qualquer modo, deve fazer sentido.

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12/4/2021, 22:16
Perfeita colocação, meu amigo. De fato, o que acabas de falar é algo de muito verdadeiro. Já ouvi inúmeros relatos de homens casados, bem equilibrados,  de que o sexo real, a dois, não é isso que se pinta nos cenários pornográficos e, também, muito menos, nos recônditos de nossas fantasias.

Vamos seguir. Eu aqui na peleja de uma vez por todas por os pés no chão e caminhar no cenário da realidade, longe de todas as fantasias.

Forte abraço pra vc. É bom tê-lo presente aqui.

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"Não temos então medo de fraquejar? Por quê? Porque invocaremos o nome do Senhor. Como venceriam os mártires, se neles não vencesse aquele que disse: Alegrai-vos porque eu venci o mundo?"
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13/4/2021, 18:27
Guerreiro de longa data escreveu:Perfeita colocação, meu amigo. De fato, o que acabas de falar é algo de muito verdadeiro. Já ouvi inúmeros relatos de homens casados, bem equilibrados,  de que o sexo real, a dois, não é isso que se pinta nos cenários pornográficos e, também, muito menos, nos recônditos de nossas fantasias.

Vamos seguir. Eu aqui na peleja de uma vez por todas por os pés no chão e caminhar no cenário da realidade, longe de todas as fantasias.

Forte abraço pra vc. É bom tê-lo presente aqui.

Obrigado, caro colega. Receba também meu forte abraço e que recados verdadeiros sempre sejam dados.

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13/4/2021, 18:35
Obrigado por compartilhar suas ideias, bro.
Eu penso que uma das piores coisas da vida deve ser ter as suas relações sexuais reais estragadas pela falsa expectativa da pornografia. Sexo é a coisa mais supervalorizada do mundo atual, deve ser bom mas não é isso tudo, como dizem alguns que já fizeram.
Eu não quero me frustrar quando eu estiver com um ser humano real, possivelmente minha esposa.
Uma grande diferença do sexo real para PMO é que no sexo buscamos o prazer da outra pessoa e não o nosso como no vício solitário.
Tmj!!

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13/4/2021, 19:08
Boa mensagem, meu caro!

A mim, parece evidente que a estrutura social e política usa a potência do sexo da forma mais vil e cruel possível - antes da pornografia, eu via banheira do Gugu, domingo em casa. Ainda criança. De modo que o impacto dessas coisas é realmente muito profundo, capaz de distorcer o sexo no mais alto grau possível. Viciados em porn sabem bem disso.

Mas acho que são muitos os fatores em jogo.

Só como exemplo, cito o fato de que existe um número razoável de mulheres adultas que não sabem o que é um orgasmo. Uma vez ouvi uma mulher de mais de 30 anos falando sobre isso. Não é tão raro assim. Mesma coisa pro homem. Transar ou transar muito não necessariamente tem a ver com a qualidade do sexo. O cara pode transar 10 vezes em um mês, e as 10 vezes ser uma bosta. Do que adianta?

Eu mesmo, da última vez que fiz sexo, foi razoável. Zero sensibilidade no pênis (estava com 6 dias de reboot). Sabem, não foi ruim, mas certamente deveríamos sentir quando um órgão tão sensível é tocado e estimulado. Eu não senti quase nada.

Que a pornografia estraga a vida sexual completamente, ninguém mais tem dúvidas. Até DE causa. Vejam só.

E os fatores são realmente muitos.

Tem a famosa química. E química é química: ou combina ou não combina. Pode combinar bem. Pode combinar mal. Pode combinar mais ou menos. Não existe um modo de prever isso. Acredito que vai além da questão física. Todo homem tem um pênis, e toda mulher tem uma vagina, mas o homem não fica excitado por toda e qualquer mulher, assim como não namora qualquer uma.

O sentimento é vital. Sexo com sentimento é mil vezes melhor. E também, a partir da minha pouca experiência, posso dizer que quanto mais você faz sexo com uma pessoa, melhor vai ficando. Parece que as coisas vão se encaixando, o casal ganha mais intimidade, confiança, etc, e aí a coisa pode ficar realmente "transcendental", como eu gosto de dizer.

É só um modo de dizer. Digo isso porque um sexo divino, maravilhoso, que te faz ver estrelas e ir pra outra galáxia existe e é possível. Só não tem uma fórmula exata, claro. Porque são muitos fatores envolvidos e não controlamos esses fatores. Podemos cuidar da nossa energia, mas não temos como saber como tá a energia do outro.

Sabem, tem algo que queria compartilhar aqui.

Como vocês devem saber, perdi a virgindade absurdamente tarde. Tive muitas oportunidades desde os 18 anos, mas a coisa só foi acontece aos 28, 10 anos depois.

Pois bem, eu constantemente ficava frustrado com as oportunidades perdidas. Ficava me lamentado, porque não transei com fulana, que era louca por mim e extremamente atraente. Etc.

Pois bem, a um tempo atrás tive minha segunda parceira. Transei com a segunda mulher na minha vida.

A experiência foi um pouco rápida. Mas foi bom.

Eu fiquei com gostinho de quero mais. Ela parecia receptiva a isso. Eu ia falar com ela pelo zap, e embora ela me tratasse bem e tudo o mais, eu não senti tanto retorno. E aí parei de falar com ela. Sabem, eu transaria com ela de novo com certeza, mas percebi que a coisa esfriou bastante. De minha parte pelo menos.

De modo que só transei com ela uma vez. Não estou apaixonado. Não fico pensando nela. Etc. Acho que tive, autenticamente, o que se poderia chamar de sexo casual.

Até que dia desses, tive a ideia brilhante.

Pensei: "se eu me mudasse de cidade, etc, que diferença iria fazer se eu fiz sexo com fulana? Nenhuma diferença. Nenhuma mesmo. A coisa foi só ali no momento. Foi bom. E só. Mas tirando esse momento de prazer, isso não fez nenhuma diferença na minha vida.

Ora porra, se isso não fez diferença, porque eu gasto tanto tempo pensando em oportunidades perdidas de sexo? Não iriam fazer uma grande diferença na minha vida."

Sacaram? Eu ficava achando que era espetacular, sublime, transar com fulana ou ciclana, mas a brutal realidade é que, contanto que não haja um envolvimento emocional maior, tudo se resume a um momento de prazer e bem estar. As vezes realmente muito efêmero. Quando não prejudicial, quando nos envolvemos com pessoas energéticamente suspeitas.

Um amigo, que transa bastante, me disse que com depois do sexo com algumas pessoas - pessoas específicas - ele sente uma energia pesada. Se sente como se tivesse usado uma droga forte. Eu não duvido disso.

Já falei suficiente. Só quis somar um pouco.

Em resumo, concordo com você, Justiceiro, quando diz que a experiência real não é exatamente o imaginado.

Bom Reboot, meu caro!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 25 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

14/4/2021, 20:27
Drew escreveu:Obrigado por compartilhar suas ideias, bro.
Eu penso que uma das piores coisas da vida deve ser ter as suas relações sexuais reais estragadas pela falsa expectativa da pornografia. Sexo é a coisa mais supervalorizada do mundo atual, deve ser bom mas não é isso tudo, como dizem alguns que já fizeram.
Eu não quero me frustrar quando eu estiver com um ser humano real, possivelmente minha esposa.
Uma grande diferença do sexo real para PMO é que no sexo buscamos o prazer da outra pessoa e não o nosso como no vício solitário.
Tmj!!

Cirúrgicas palavras, caro Drew: "Uma grande diferença do sexo real para PMO é que no sexo buscamos o prazer da outra pessoa e não o nosso como no vício solitário".

Daquelas verdades que merecem sempre ser lembradas. Obrigado pelo apoio e tudo o que você diz é muito verdadeiro. Sexo é bom, o problema é que não se parece, por mais que se tente, com aquela coisa irreal com que a pornografia nos faz sonhar. Certamente se só providenciarmos sexo real, desfrutaremos de sensações que, embora menos "monumentais", serão fantásticas para nossa autoestima e nossa vida como um todo.

Meu abraço e vamos juntos!

vierkenes escreveu:Boa mensagem, meu caro!

A mim, parece evidente que a estrutura social e política usa a potência do sexo da forma mais vil e cruel possível - antes da pornografia, eu via banheira do Gugu, domingo em casa. Ainda criança. De modo que o impacto dessas coisas é realmente muito profundo, capaz de distorcer o sexo no mais alto grau possível. Viciados em porn sabem bem disso.

Mas acho que são muitos os fatores em jogo.

Só como exemplo, cito o fato de que existe um número razoável de mulheres adultas que não sabem o que é um orgasmo. Uma vez ouvi uma mulher de mais de 30 anos falando sobre isso. Não é tão raro assim. Mesma coisa pro homem. Transar ou transar muito não necessariamente tem a ver com a qualidade do sexo. O cara pode transar 10 vezes em um mês, e as 10 vezes ser uma bosta. Do que adianta?

Eu mesmo, da última vez que fiz sexo, foi razoável. Zero sensibilidade no pênis (estava com 6 dias de reboot). Sabem, não foi ruim, mas certamente deveríamos sentir quando um órgão tão sensível é tocado e estimulado. Eu não senti quase nada.

Que a pornografia estraga a vida sexual completamente, ninguém mais tem dúvidas. Até DE causa. Vejam só.

E os fatores são realmente muitos.

Tem a famosa química. E química é química: ou combina ou não combina. Pode combinar bem. Pode combinar mal. Pode combinar mais ou menos. Não existe um modo de prever isso. Acredito que vai além da questão física. Todo homem tem um pênis, e toda mulher tem uma vagina, mas o homem não fica excitado por toda e qualquer mulher, assim como não namora qualquer uma.

O sentimento é vital. Sexo com sentimento é mil vezes melhor. E também, a partir da minha pouca experiência, posso dizer que quanto mais você faz sexo com uma pessoa, melhor vai ficando. Parece que as coisas vão se encaixando, o casal ganha mais intimidade, confiança, etc, e aí a coisa pode ficar realmente "transcendental", como eu gosto de dizer.

É só um modo de dizer. Digo isso porque um sexo divino, maravilhoso, que te faz ver estrelas e ir pra outra galáxia existe e é possível. Só não tem uma fórmula exata, claro. Porque são muitos fatores envolvidos e não controlamos esses fatores. Podemos cuidar da nossa energia, mas não temos como saber como tá a energia do outro.

Sabem, tem algo que queria compartilhar aqui.

Como vocês devem saber, perdi a virgindade absurdamente tarde. Tive muitas oportunidades desde os 18 anos, mas a coisa só foi acontece aos 28, 10 anos depois.

Pois bem, eu constantemente ficava frustrado com as oportunidades perdidas. Ficava me lamentado, porque não transei com fulana, que era louca por mim e extremamente atraente. Etc.

Pois bem, a um tempo atrás tive minha segunda parceira. Transei com a segunda mulher na minha vida.

A experiência foi um pouco rápida. Mas foi bom.

Eu fiquei com gostinho de quero mais. Ela parecia receptiva a isso. Eu ia falar com ela pelo zap, e embora ela me tratasse bem e tudo o mais, eu não senti tanto retorno. E aí parei de falar com ela. Sabem, eu transaria com ela de novo com certeza, mas percebi que a coisa esfriou bastante. De minha parte pelo menos.

De modo que só transei com ela uma vez. Não estou apaixonado. Não fico pensando nela. Etc. Acho que tive, autenticamente, o que se poderia chamar de sexo casual.

Até que dia desses, tive a ideia brilhante.

Pensei: "se eu me mudasse de cidade, etc, que diferença iria fazer se eu fiz sexo com fulana? Nenhuma diferença. Nenhuma mesmo. A coisa foi só ali no momento. Foi bom. E só. Mas tirando esse momento de prazer, isso não fez nenhuma diferença na minha vida.

Ora porra, se isso não fez diferença, porque eu gasto tanto tempo pensando em oportunidades perdidas de sexo? Não iriam fazer uma grande diferença na minha vida."

Sacaram? Eu ficava achando que era espetacular, sublime, transar com fulana ou ciclana, mas a brutal realidade é que, contanto que não haja um envolvimento emocional maior, tudo se resume a um momento de prazer e bem estar. As vezes realmente muito efêmero. Quando não prejudicial, quando nos envolvemos com pessoas energéticamente suspeitas.

Um amigo, que transa bastante, me disse que com depois do sexo com algumas pessoas - pessoas específicas - ele sente uma energia pesada. Se sente como se tivesse usado uma droga forte. Eu não duvido disso.

Já falei suficiente. Só quis somar um pouco.

Em resumo, concordo com você, Justiceiro, quando diz que a experiência real não é exatamente o imaginado.

Bom Reboot, meu caro!

Nobre Vierkenes, obrigado pelas considerações. Muito providenciais.

Também fui exposto à sexualidade desde cedo, pelo famigerado quadro televisivo a que você se referiu (com 5 anos, hoje me horrorizo com as lembranças da família assistindo àquilo no domingo à tarde, verdadeiro softcore), concordo plenamente com você a respeito da química, do sentimento e da dessensibilização sensorial que o pornô nos causa, piorando essa questão de não necesariamente o sexo ser sempre esse espetáculo transcedental vendido pela mídia.

E que todos deem atenção à questão de não ficar ruminando. Outra coisa que aprendi. Como você, tinha a mania de, após fracassar com alguma garota, achar que o sexo com ela teria sido verdadeira experiência religiosa, conduta à qual com certeza fui levado pela filosofia ditada por nossa presente conjuntura, a qual nos compele a fornicar incessantemente, como animais, para podermos nos sentir felizes. Sofri bastante com isso, inclusive por ter perdido a virgindade tarde (aos 22, e até hoje só transei com GPs, das quais quero distância) em meio a um monte de incríveis oportunidades perdidas desde a adolescência. Que se dane tudo isso! Sejamos nós mesmos. Acho que foi até você que me advertiu certa vez, e merecidamente, acerca de um episódio pessoal meu que citei aqui no Diário, sobre uma garota que me deu condição e eu a desperdicei: "E daí se ela era miss?" E daí mesmo! Muito obrigado uma vez mais, caro Vierkenes.

Meu grande abraço.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 25 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

17/4/2021, 20:25
Apesar de ser sábado e eu estar de folga do trabalho, dia bastante corrido. O que importa é que venho tendo a mente preenchida, embora não sem o esforço de reprimir pensamentos inúteis.

Na última quarta feira, tive uma polução noturna devastadora, sonhando com coisas das quais não me lembro bem; só sei que passei praticamente a madrugada toda acordado, aproveitando para, no quarto e no escuro mesmo, resolver algumas coisas de minha necessidade. Cumpri com minhas tarefas, embora tivesse ido trabalhar cansado, tanto física como mentalmente, além de acometido de um efeito caçador razoável. À noite, quando fui dormir, meus olhos estavam tão inchados que lacrimejavam involuntariamente, e tanto que, ao me deitar na cama, mal conseguia abri-los. Agora, enquanto digito e me lembro, vem-me novamente a sensação.

Fora isso, vou colocando as coisas em seu devido lugar, sem deixar de lado a impressão de que estou tendo sorte em algumas situações, com a ajuda de Deus recompensando meus esforços. Tanto em casa quanto fora, acredito que estou no caminho certo.

Devo dizer que andei sendo elogiado no trabalho, de inesperada maneira! Umas garotas de outro setor, simpáticas e de razoável aparência, e que gostam de conversar comigo, repararam no fato de que cortei o cabelo e uma delas disse algo como "assim fica lindo", e não foi a primeira vez... Homem que sou, e não menino, administrei social e mentalmente a circunstância da melhor forma. Não estou com "contatos" no momento, nem sei quando haverá previsão, porém a vida exige que, com o devido respeito, estejamos prontos para qualquer coisa.

Neste momento, previno-me como posso em termos da pandemia, vendo meu pai bastante abatido por conta das circunstâncias, não parando de se queixar. Minha mãe já é mais aberta aos desafios, embora acredite que ela também esteja sentindo. Há algumas semanas, um primo meu ficou internado em estado grave com Covid-19, demandando angústia e orações da família por uns dois dias. Meu pai, tio dele, estava desconsolado, porém graças a Deus esse meu primo teve uma rápida e surpreendente recuperação, já estando com sua família e, neste momento em que digito, aparentemente bem.

Aqui na cidade a pandemia está numa das "menos piores" situações do Estado, contudo não baixo a guarda, ao contrário de uma barulheira que todos os fins de semana ouço aqui na rua e nas redondezas. Todo fim de semana há festas por aqui, exatamente agora estou ouvindo barulho como que de jovens ouvindo música e farreando à beira de piscina. Danem-se, nessas horas sou mais eu.

Até a próxima. A luta segue.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 25 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

18/4/2021, 08:55
Justiceiro do Sertão escreveu:Apesar de ser sábado e eu estar de folga do trabalho, dia bastante corrido. O que importa é que venho tendo a mente preenchida, embora não sem o esforço de reprimir pensamentos inúteis.

Na última quarta feira, tive uma polução noturna devastadora, sonhando com coisas das quais não me lembro bem; só sei que passei praticamente a madrugada toda acordado, aproveitando para, no quarto e no escuro mesmo, resolver algumas coisas de minha necessidade. Cumpri com minhas tarefas, embora tivesse ido trabalhar cansado, tanto física como mentalmente, além de acometido de um efeito caçador razoável. À noite, quando fui dormir, meus olhos estavam tão inchados que lacrimejavam involuntariamente, e tanto que, ao me deitar na cama, mal conseguia abri-los. Agora, enquanto digito e me lembro, vem-me novamente a sensação.

Fora isso, vou colocando as coisas em seu devido lugar, sem deixar de lado a impressão de que estou tendo sorte em algumas situações, com a ajuda de Deus recompensando meus esforços. Tanto em casa quanto fora, acredito que estou no caminho certo.

Devo dizer que andei sendo elogiado no trabalho, de inesperada maneira! Umas garotas de outro setor, simpáticas e de razoável aparência, e que gostam de conversar comigo, repararam no fato de que cortei o cabelo e uma delas disse algo como "assim fica lindo", e não foi a primeira vez... Homem que sou, e não menino, administrei social e mentalmente a circunstância da melhor forma. Não estou com "contatos" no momento, nem sei quando haverá previsão, porém a vida exige que, com o devido respeito, estejamos prontos para qualquer coisa.

Neste momento, previno-me como posso em termos da pandemia, vendo meu pai bastante abatido por conta das circunstâncias, não parando de se queixar. Minha mãe já é mais aberta aos desafios, embora acredite que ela também esteja sentindo. Há algumas semanas, um primo meu ficou internado em estado grave com Covid-19, demandando angústia e orações da família por uns dois dias. Meu pai, tio dele, estava desconsolado, porém graças a Deus esse meu primo teve uma rápida e surpreendente recuperação, já estando com sua família e, neste momento em que digito, aparentemente bem.

Aqui na cidade a pandemia está numa das "menos piores" situações do Estado, contudo não baixo a guarda, ao contrário de uma barulheira que todos os fins de semana ouço aqui na rua e nas redondezas. Todo fim de semana há festas por aqui, exatamente agora estou ouvindo barulho como que de jovens ouvindo música e farreando à beira de piscina. Danem-se, nessas horas sou mais eu.

Até a próxima. A luta segue.
Nobre Justiceiro! Efeito caçador é algo um tanto que desagradável, polução noturna não preciso nem comentar - negoso nojento e desconfortável...isso me faz lembrar experiências inusitadas que já aconteceram comigo e contigo também, já tivemos essa conversa. O que fazer neh?! Apenas procurar meios de relaxar para que essa tensão não extavase da forma como vem acontecendo.

Quanto a pandemia não devemos ser negligentes, e sim nos cuidarmos à medida do possível. Tem gente que não tem noção nenhuma, aqui mesmo, próximo da minha casa, uma galera se reuni para jogar, muita gente msm, e estão cagando pro coronavírus. Não sou espalhafatoso em relação a essa pandemia, mas também não sou negligente e arrogante a ponto de ignorar os fatos que todos vemos.  

Enfim...espero que essa fase de polução passe logo, e tenho a certeza quanto a este efeito caçador, que, vc que já está bem experimentado, vai contorná-lo tranquilamente.

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"Não temos então medo de fraquejar? Por quê? Porque invocaremos o nome do Senhor. Como venceriam os mártires, se neles não vencesse aquele que disse: Alegrai-vos porque eu venci o mundo?"
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 25 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

18/4/2021, 18:41
Guerreiro de longa data escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:Apesar de ser sábado e eu estar de folga do trabalho, dia bastante corrido. O que importa é que venho tendo a mente preenchida, embora não sem o esforço de reprimir pensamentos inúteis.

Na última quarta feira, tive uma polução noturna devastadora, sonhando com coisas das quais não me lembro bem; só sei que passei praticamente a madrugada toda acordado, aproveitando para, no quarto e no escuro mesmo, resolver algumas coisas de minha necessidade. Cumpri com minhas tarefas, embora tivesse ido trabalhar cansado, tanto física como mentalmente, além de acometido de um efeito caçador razoável. À noite, quando fui dormir, meus olhos estavam tão inchados que lacrimejavam involuntariamente, e tanto que, ao me deitar na cama, mal conseguia abri-los. Agora, enquanto digito e me lembro, vem-me novamente a sensação.

Fora isso, vou colocando as coisas em seu devido lugar, sem deixar de lado a impressão de que estou tendo sorte em algumas situações, com a ajuda de Deus recompensando meus esforços. Tanto em casa quanto fora, acredito que estou no caminho certo.

Devo dizer que andei sendo elogiado no trabalho, de inesperada maneira! Umas garotas de outro setor, simpáticas e de razoável aparência, e que gostam de conversar comigo, repararam no fato de que cortei o cabelo e uma delas disse algo como "assim fica lindo", e não foi a primeira vez... Homem que sou, e não menino, administrei social e mentalmente a circunstância da melhor forma. Não estou com "contatos" no momento, nem sei quando haverá previsão, porém a vida exige que, com o devido respeito, estejamos prontos para qualquer coisa.

Neste momento, previno-me como posso em termos da pandemia, vendo meu pai bastante abatido por conta das circunstâncias, não parando de se queixar. Minha mãe já é mais aberta aos desafios, embora acredite que ela também esteja sentindo. Há algumas semanas, um primo meu ficou internado em estado grave com Covid-19, demandando angústia e orações da família por uns dois dias. Meu pai, tio dele, estava desconsolado, porém graças a Deus esse meu primo teve uma rápida e surpreendente recuperação, já estando com sua família e, neste momento em que digito, aparentemente bem.

Aqui na cidade a pandemia está numa das "menos piores" situações do Estado, contudo não baixo a guarda, ao contrário de uma barulheira que todos os fins de semana ouço aqui na rua e nas redondezas. Todo fim de semana há festas por aqui, exatamente agora estou ouvindo barulho como que de jovens ouvindo música e farreando à beira de piscina. Danem-se, nessas horas sou mais eu.

Até a próxima. A luta segue.
Nobre Justiceiro! Efeito caçador é algo um tanto que desagradável, polução noturna não preciso nem comentar - negoso nojento e desconfortável...isso me faz lembrar experiências inusitadas que já aconteceram comigo e contigo também, já tivemos essa conversa. O que fazer neh?! Apenas procurar meios de relaxar para que essa tensão não extavase da forma como vem acontecendo.

Quanto a pandemia não devemos ser negligentes, e sim nos cuidarmos à medida do possível. Tem gente que não tem noção nenhuma, aqui mesmo, próximo da minha casa, uma galera se reuni para jogar, muita gente msm, e estão cagando pro coronavírus. Não sou espalhafatoso em relação a essa pandemia, mas também não sou negligente e arrogante a ponto de ignorar os fatos que todos vemos.  

Enfim...espero que essa fase de polução passe logo, e tenho a certeza quanto a este efeito caçador, que, vc que já está bem experimentado, vai contorná-lo tranquilamente.

Obrigado, colega de lutas. Meus bons votos a você, o negócio é cada um fazer sua parte e se apegar a Deus. Do contrário, nada feito.

Meu abraço.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 25 Empty 900 dias

25/4/2021, 20:43
E eis que atinjo mais uma marca neste meu eterno Reboot.

Já ultrapasso, aliás, 900 dias longe do vício, sem ver pornografia ou me masturbar (não sou mais adepto nem da masturbação), apenas por vezes tendo que administrar minha mente para não ser dominado por fissuras passageiras. Fissuras, aliás, que reprimo com a certeza relacionada com minha filosofia segundo a qual remetem por excelência a fantasias, a coisas que virtualmente, e já falei sobre isso mais de uma vez, jamais serão vividas por qualquer pessoa.

E isso de fantasias, de fissuras repentinas é algo tão sem sentido que, conforme já debatido por aqui e muito verdadeiro no que toca ao universo de um viciado, faz com que, mesmo não acessando propriamente um material e sendo uma coisa que deve acontecer não só comigo mas com todos, fiquemos nos lembrando de coisas que ocorreram ou não, mesmo sendo nós dotados (em nossa sobriedade, obviamente) de valores humanos e preferências, inclusive no campo sexual. Falo naquela clássica situação de nos pegarmos imaginando (fantasiando, diga-se) com mulheres que não fazem nosso tipo, que não condizem com nossos gostos, assim como o nefasto fenômeno de "distorção de preferências" que o pornô causa.

No meu caso, já me vi em momentos de estresse cotidiano no qual ameaçaram se apoderar de minha mente lembranças de situações com mulheres que me ocorreram e as quais, embora tivessem me ensinado uma ou outra coisa, não repetiria.

O primeiro caso foram umas brincadeiras, as quais não descreverei, com umas garotas com quem tive princípio de amizade no Ensino Médio. Não "fiquei" com nenhuma das duas, contudo reconheço que, num contexto no qual chegamos perto disso, houve essas aventuras. Acontece que foram coisas que pouco ou nada (talvez nada) acrescentam às mais importantes experiências sociais que tive com meninas, não apenas por ter sido daquelas "coisas de adolescente" pelas quais teoricamente todo mundo passa como pelo fato de nenhuma dessas duas jovens serem daquelas que me chamariam a atenção a ponto de eu buscar sequer uma aventura furtiva, tanto pela condição humana delas quanto pelos atributos físicos.

O outro caso foi no embalo do primeiro: como devem saber, durante mais de quatro anos, no auge do vício e por uma série de outros fatores mais ou menos relacionados com o vício e com aquilo que o circundava, frequentei GPs, por vezes me decepcionando profundamente com as experiências vividas. Já me peguei gastando 400 reais com mulheres que, na mesma toada das meninas da história anterior, não faziam meu tipo! Ia para o ato penosamente consciente de que estava jogando dinheiro fora, apenas para... era o fim do mundo. E passei a me ver, felizmente superando, relembrando nostálgico as transas com aquelas cidadãs por vezes muito destoantes daquilo que eu, se não estivesse dominado sabem pelo quê, esperaria de uma mulher, fisicamente ou não! E, não sei se a título de um "mal que veio para bem", nas vezes em que encontrei garotas que faziam meu tipo, é aquilo que já comentei em outras oportunidades: descobri que o sexo não se parece com nada do que nossas mentes de viciados insistem em conceber e, em não havendo puro interesse financeiro no meio (GPs), a coisa parece ser muito melhor, nem que seja em termos de uma "ficada" numa festa.

O problema é que, quando se foi viciado, por vezes as sequelas aparecem do nada, e você acaba se vendo em princípio de excitação com aquilo, tendo que rápida e energicamente se autoadministrar na direção de um eject, algo que consegui fazer muito bem e, pela experiência e pela sobriedade dominando minha mente e minha vida, não deve se repetir novamente. Onde já se viu: não gosto de *as, nem de *as, nem de garotas tipo *! (preferi colocar só asteriscos para evitar gatilhos com relação a quem eventualmente "curta" os tipos, acho que conseguem interpretar o que escrevi neste modo "seguro"). Dificilmente me aproximaria de uma numa festa, chato do jeito que sou... Vejam só: não sou chegado em muita badalação, festas para mim só em situações bem específicas, não sinto falta de mulheres e até agradeço a Deus e ao destino pelo fato de garotas com personalidade afim da minha e, se me entendem, "do meu tipo" são relativamente raras na maioria dos ambientes, tanto num aspecto quanto no outro. Pelo menos faz com que eu não me veja tão em risco de uma eventual tentação, sujeitos a isso que todos somos, especialmente nós, ex-viciados. Até entre GPs é difícil encontrar meu tipo físico predileto, tanto que, na época em que eu as frequentava, devo ter saído com todas da "configuração" que apareceram aqui na cidade; e eu costumava visitar sites de acompanhantes do País todo (mais de uma vez quase cometendo a loucura de "dar uma escapada" para São Paulo, a uns 200 km daqui, só para sabem o quê), visitando muitos, horas a fio, tendo encontrado, ao longo desse tempo todo, se muito, umas 3 garotas que realmente me deixaram "com vontade", só que sempre aparecia uma parecida por aqui; e, mesmo que não houvesse aparecido, fatores que hoje constituem minha consciência de homem maduro sei que me fariam tocar minha vida adiante sem ficar ruminando, aliás, minha presente conduta.

No presente, inclusive abolindo as acompanhantes, cheguei ao nível de não me considerar frustrado por qualquer aventura não-vivida outrora, qualquer garota que "perdi" em outros tempos por causa do vício. Hoje percebo que todas tinham algum defeito que consideravelmente me desagradava, fosse a personalidade difícil, fosse outras coisas que com todo o respeito não me agradam, como voz irritante. Houve uma, com quem quase "fiquei" na faculdade, que desperdicei mas me dou por satisfeito ao me lembrar que a flagrara zombando de nordestinos (ou seja, ofendendo meus pais), e por aí vai.

Ou seja, ainda concluo que, em matéria de mulheres, estou no lucro.

Por muito mais dias de Reboot a todos nós.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 25 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

25/4/2021, 21:13
Justiceiro do Sertão escreveu:E eis que atinjo mais uma marca neste meu eterno Reboot.

Já ultrapasso, aliás, 900 dias longe do vício, sem ver pornografia ou me masturbar (não sou mais adepto nem da masturbação), apenas por vezes tendo que administrar minha mente para não ser dominado por fissuras passageiras. Fissuras, aliás, que reprimo com a certeza relacionada com minha filosofia segundo a qual remetem por excelência a fantasias, a coisas que virtualmente, e já falei sobre isso mais de uma vez, jamais serão vividas por qualquer pessoa.

E isso de fantasias, de fissuras repentinas é algo tão sem sentido que, conforme já debatido por aqui e muito verdadeiro no que toca ao universo de um viciado, faz com que, mesmo não acessando propriamente um material e sendo uma coisa que deve acontecer não só comigo mas com todos, fiquemos nos lembrando de coisas que ocorreram ou não, mesmo sendo nós dotados (em nossa sobriedade, obviamente) de valores humanos e preferências, inclusive no campo sexual. Falo naquela clássica situação de nos pegarmos imaginando (fantasiando, diga-se) com mulheres que não fazem nosso tipo, que não condizem com nossos gostos, assim como o nefasto fenômeno de "distorção de preferências" que o pornô causa.

No meu caso, já me vi em momentos de estresse cotidiano no qual ameaçaram se apoderar de minha mente lembranças de situações com mulheres que me ocorreram e as quais, embora tivessem me ensinado uma ou outra coisa, não repetiria.

O primeiro caso foram umas brincadeiras, as quais não descreverei, com umas garotas com quem tive princípio de amizade no Ensino Médio. Não "fiquei" com nenhuma das duas, contudo reconheço que, num contexto no qual chegamos perto disso, houve essas aventuras. Acontece que foram coisas que pouco ou nada (talvez nada) acrescentam às mais importantes experiências sociais que tive com meninas, não apenas por ter sido daquelas "coisas de adolescente" pelas quais teoricamente todo mundo passa como pelo fato de nenhuma dessas duas jovens serem daquelas que me chamariam a atenção a ponto de eu buscar sequer uma aventura furtiva, tanto pela condição humana delas quanto pelos atributos físicos.

O outro caso foi no embalo do primeiro: como devem saber, durante mais de quatro anos, no auge do vício e por uma série de outros fatores mais ou menos relacionados com o vício e com aquilo que o circundava, frequentei GPs, por vezes me decepcionando profundamente com as experiências vividas. Já me peguei gastando 400 reais com mulheres que, na mesma toada das meninas da história anterior, não faziam meu tipo! Ia para o ato penosamente consciente de que estava jogando dinheiro fora, apenas para... era o fim do mundo. E passei a me ver, felizmente superando, relembrando nostálgico as transas com aquelas cidadãs por vezes muito destoantes daquilo que eu, se não estivesse dominado sabem pelo quê, esperaria de uma mulher, fisicamente ou não! E, não sei se a título de um "mal que veio para bem", nas vezes em que encontrei garotas que faziam meu tipo, é aquilo que já comentei em outras oportunidades: descobri que o sexo não se parece com nada do que nossas mentes de viciados insistem em conceber e, em não havendo puro interesse financeiro no meio (GPs), a coisa parece ser muito melhor, nem que seja em termos de uma "ficada" numa festa.

O problema é que, quando se foi viciado, por vezes as sequelas aparecem do nada, e você acaba se vendo em princípio de excitação com aquilo, tendo que rápida e energicamente se autoadministrar na direção de um eject, algo que consegui fazer muito bem e, pela experiência e pela sobriedade dominando minha mente e minha vida, não deve se repetir novamente. Onde já se viu: não gosto de *as, nem de *as, nem de garotas tipo *! (preferi colocar só asteriscos para evitar gatilhos com relação a quem eventualmente "curta" os tipos, acho que conseguem interpretar o que escrevi neste modo "seguro"). Dificilmente me aproximaria de uma numa festa, chato do jeito que sou... Vejam só: não sou chegado em muita badalação, festas para mim só em situações bem específicas, não sinto falta de mulheres e até agradeço a Deus e ao destino pelo fato de garotas com personalidade afim da minha e, se me entendem, "do meu tipo" são relativamente raras na maioria dos ambientes, tanto num aspecto quanto no outro. Pelo menos faz com que eu não me veja tão em risco de uma eventual tentação, sujeitos a isso que todos somos, especialmente nós, ex-viciados. Até entre GPs é difícil encontrar meu tipo físico predileto, tanto que, na época em que eu as frequentava, devo ter saído com todas da "configuração" que apareceram aqui na cidade; e eu costumava visitar sites de acompanhantes do País todo (mais de uma vez quase cometendo a loucura de "dar uma escapada" para São Paulo, a uns 200 km daqui, só para sabem o quê), visitando muitos, horas a fio, tendo encontrado, ao longo desse tempo todo, se muito, umas 3 garotas que realmente me deixaram "com vontade", só que sempre aparecia uma parecida por aqui; e, mesmo que não houvesse aparecido, fatores que hoje constituem minha consciência de homem maduro sei que me fariam tocar minha vida adiante sem ficar ruminando, aliás, minha presente conduta.

No presente, inclusive abolindo as acompanhantes, cheguei ao nível de não me considerar frustrado por qualquer aventura não-vivida outrora, qualquer garota que "perdi" em outros tempos por causa do vício. Hoje percebo que todas tinham algum defeito que consideravelmente me desagradava, fosse a personalidade difícil, fosse outras coisas que com todo o respeito não me agradam, como voz irritante. Houve uma, com quem quase "fiquei" na faculdade, que desperdicei mas me dou por satisfeito ao me lembrar que a flagrara zombando de nordestinos (ou seja, ofendendo meus pais), e por aí vai.

Ou seja, ainda concluo que, em matéria de mulheres, estou no lucro.

Por muito mais dias de Reboot a todos nós.
Parabéns, parceiro! E obrigado por compartilhar sempre as experiências.
Que a vida siga longe disso...vida nova sempre.

Abraço!

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"Não temos então medo de fraquejar? Por quê? Porque invocaremos o nome do Senhor. Como venceriam os mártires, se neles não vencesse aquele que disse: Alegrai-vos porque eu venci o mundo?"
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 25 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

25/4/2021, 23:34
Parabéns, Justiceiro! Sucesso na sua nova vida, sem P, a qual aliás, você já está usufruindo. Very Happy Very Happy Very Happy

Tenho algumas perguntas pra te fazer.

A primeira é sobre o fato de ter largado a masturbação. Como você faz?

Bom, quando eu fico um período longo sem me masturbar, minha energia sobe MUITO. Dai vejo algumas opções: 1) arranjar uma parceira e fazer sexo 2) não ter parceira, mas ter uma disciplina muito grande, e aplicar corretamente toda a energia, o que exige uma grande força de vontade e determinação 3) não ligar muito pra sexo.

Você me parece se encaixar na segunda opção. É o que acho (com todo o respeito, e te conhecendo quase nada, só essas palavras aqui no fórum). Percebe-se que você é muito ativo, absurdamente disciplinado, e está sempre ocupado. Nesse quesito, eu ainda tenho muito o que melhorar. Vou ver se aprendo algo lendo seu diário.

Que benefícios você nota do hard mode? Será que você se torna mais atraente pras mulheres? (percebo isso quando fico longo período sem M, parece que eu atraio mais mulheres). E quanto a sua energia? Se sente bem disposto, etc? Será que você não sofre com ereções ocasionais, que chegam ao incomodo? Ou mais uma vez, como eu suspeito, conseguiu vencer isso através de uma intensa disciplina mental, conseguindo varrer de sua cabeça quaisquer pensamentos que possam levar a essa ereção?

A outra pergunta é sobre aqueles momentos imprevisíveis, de grandes abalos, notícias trágicas, ou algo do tipo.

Quando essas coisas acontecem - ou simplesmente quando seu mindset é muito abalado por qualquer motivo que seja - ainda vem algum pensamento sobre consumir P? Ou, como eu desconfio, você ganhou essa guerra na raça e conseguiu um domínio absurdo sobre si mesmo?

Rapaz, és o exemplo da vitória.

Sucesso, meu caro! Viva a vida!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 25 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

26/4/2021, 20:42
Guerreiro de longa data escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:E eis que atinjo mais uma marca neste meu eterno Reboot.

Já ultrapasso, aliás, 900 dias longe do vício, sem ver pornografia ou me masturbar (não sou mais adepto nem da masturbação), apenas por vezes tendo que administrar minha mente para não ser dominado por fissuras passageiras. Fissuras, aliás, que reprimo com a certeza relacionada com minha filosofia segundo a qual remetem por excelência a fantasias, a coisas que virtualmente, e já falei sobre isso mais de uma vez, jamais serão vividas por qualquer pessoa.

E isso de fantasias, de fissuras repentinas é algo tão sem sentido que, conforme já debatido por aqui e muito verdadeiro no que toca ao universo de um viciado, faz com que, mesmo não acessando propriamente um material e sendo uma coisa que deve acontecer não só comigo mas com todos, fiquemos nos lembrando de coisas que ocorreram ou não, mesmo sendo nós dotados (em nossa sobriedade, obviamente) de valores humanos e preferências, inclusive no campo sexual. Falo naquela clássica situação de nos pegarmos imaginando (fantasiando, diga-se) com mulheres que não fazem nosso tipo, que não condizem com nossos gostos, assim como o nefasto fenômeno de "distorção de preferências" que o pornô causa.

No meu caso, já me vi em momentos de estresse cotidiano no qual ameaçaram se apoderar de minha mente lembranças de situações com mulheres que me ocorreram e as quais, embora tivessem me ensinado uma ou outra coisa, não repetiria.

O primeiro caso foram umas brincadeiras, as quais não descreverei, com umas garotas com quem tive princípio de amizade no Ensino Médio. Não "fiquei" com nenhuma das duas, contudo reconheço que, num contexto no qual chegamos perto disso, houve essas aventuras. Acontece que foram coisas que pouco ou nada (talvez nada) acrescentam às mais importantes experiências sociais que tive com meninas, não apenas por ter sido daquelas "coisas de adolescente" pelas quais teoricamente todo mundo passa como pelo fato de nenhuma dessas duas jovens serem daquelas que me chamariam a atenção a ponto de eu buscar sequer uma aventura furtiva, tanto pela condição humana delas quanto pelos atributos físicos.

O outro caso foi no embalo do primeiro: como devem saber, durante mais de quatro anos, no auge do vício e por uma série de outros fatores mais ou menos relacionados com o vício e com aquilo que o circundava, frequentei GPs, por vezes me decepcionando profundamente com as experiências vividas. Já me peguei gastando 400 reais com mulheres que, na mesma toada das meninas da história anterior, não faziam meu tipo! Ia para o ato penosamente consciente de que estava jogando dinheiro fora, apenas para... era o fim do mundo. E passei a me ver, felizmente superando, relembrando nostálgico as transas com aquelas cidadãs por vezes muito destoantes daquilo que eu, se não estivesse dominado sabem pelo quê, esperaria de uma mulher, fisicamente ou não! E, não sei se a título de um "mal que veio para bem", nas vezes em que encontrei garotas que faziam meu tipo, é aquilo que já comentei em outras oportunidades: descobri que o sexo não se parece com nada do que nossas mentes de viciados insistem em conceber e, em não havendo puro interesse financeiro no meio (GPs), a coisa parece ser muito melhor, nem que seja em termos de uma "ficada" numa festa.

O problema é que, quando se foi viciado, por vezes as sequelas aparecem do nada, e você acaba se vendo em princípio de excitação com aquilo, tendo que rápida e energicamente se autoadministrar na direção de um eject, algo que consegui fazer muito bem e, pela experiência e pela sobriedade dominando minha mente e minha vida, não deve se repetir novamente. Onde já se viu: não gosto de *as, nem de *as, nem de garotas tipo *! (preferi colocar só asteriscos para evitar gatilhos com relação a quem eventualmente "curta" os tipos, acho que conseguem interpretar o que escrevi neste modo "seguro"). Dificilmente me aproximaria de uma numa festa, chato do jeito que sou... Vejam só: não sou chegado em muita badalação, festas para mim só em situações bem específicas, não sinto falta de mulheres e até agradeço a Deus e ao destino pelo fato de garotas com personalidade afim da minha e, se me entendem, "do meu tipo" são relativamente raras na maioria dos ambientes, tanto num aspecto quanto no outro. Pelo menos faz com que eu não me veja tão em risco de uma eventual tentação, sujeitos a isso que todos somos, especialmente nós, ex-viciados. Até entre GPs é difícil encontrar meu tipo físico predileto, tanto que, na época em que eu as frequentava, devo ter saído com todas da "configuração" que apareceram aqui na cidade; e eu costumava visitar sites de acompanhantes do País todo (mais de uma vez quase cometendo a loucura de "dar uma escapada" para São Paulo, a uns 200 km daqui, só para sabem o quê), visitando muitos, horas a fio, tendo encontrado, ao longo desse tempo todo, se muito, umas 3 garotas que realmente me deixaram "com vontade", só que sempre aparecia uma parecida por aqui; e, mesmo que não houvesse aparecido, fatores que hoje constituem minha consciência de homem maduro sei que me fariam tocar minha vida adiante sem ficar ruminando, aliás, minha presente conduta.

No presente, inclusive abolindo as acompanhantes, cheguei ao nível de não me considerar frustrado por qualquer aventura não-vivida outrora, qualquer garota que "perdi" em outros tempos por causa do vício. Hoje percebo que todas tinham algum defeito que consideravelmente me desagradava, fosse a personalidade difícil, fosse outras coisas que com todo o respeito não me agradam, como voz irritante. Houve uma, com quem quase "fiquei" na faculdade, que desperdicei mas me dou por satisfeito ao me lembrar que a flagrara zombando de nordestinos (ou seja, ofendendo meus pais), e por aí vai.

Ou seja, ainda concluo que, em matéria de mulheres, estou no lucro.

Por muito mais dias de Reboot a todos nós.
Parabéns, parceiro! E obrigado por compartilhar sempre as experiências.
Que a vida siga longe disso...vida nova sempre.

Abraço!

Obrigado digo eu, parceiro de lutas, pelo suporte sempre providencial.

E por uma vida de verdade a todos nós, longe de qualquer mazela. Que possamos lutar sempre e conseguirmos dias dignos para nós e os nossos.

Meu abraço.

vierkenes escreveu:Parabéns, Justiceiro! Sucesso na sua nova vida, sem P, a qual aliás, você já está usufruindo. Very Happy Very Happy Very Happy

Tenho algumas perguntas pra te fazer.

A primeira é sobre o fato de ter largado a masturbação. Como você faz?

Bom, quando eu fico um período longo sem me masturbar, minha energia sobe MUITO. Dai vejo algumas opções:  1) arranjar uma parceira e fazer sexo  2) não ter parceira, mas ter uma disciplina muito grande, e aplicar corretamente toda a energia, o que exige uma grande força de vontade e determinação  3) não ligar muito pra sexo.

Você me parece se encaixar na segunda opção. É o que acho (com todo o respeito, e te conhecendo quase nada, só essas palavras aqui no fórum). Percebe-se que você é muito ativo, absurdamente disciplinado, e está sempre ocupado. Nesse quesito, eu ainda tenho muito o que melhorar. Vou ver se aprendo algo lendo seu diário.

Que benefícios você nota do hard mode? Será que você se torna mais atraente pras mulheres? (percebo isso quando fico longo período sem M, parece que eu atraio mais mulheres). E quanto a sua energia? Se sente bem disposto, etc? Será que você não sofre com ereções ocasionais, que chegam ao incomodo? Ou mais uma vez, como eu suspeito, conseguiu vencer isso através de uma intensa disciplina mental, conseguindo varrer de sua cabeça quaisquer pensamentos que possam levar a essa ereção?

A outra pergunta é sobre aqueles momentos imprevisíveis, de grandes abalos, notícias trágicas, ou algo do tipo.

Quando essas coisas acontecem - ou simplesmente quando seu mindset é muito abalado por qualquer motivo que seja - ainda vem algum pensamento sobre consumir P? Ou, como eu desconfio, você ganhou essa guerra na raça e conseguiu um domínio absurdo sobre si mesmo?

Rapaz, és o exemplo da vitória.

Sucesso, meu caro! Viva a vida!

Caro Vierkenes, antes de tudo obrigado pelas palavras. Tem meu apoio e devo aparecer em breve em seu Diário.

Bom, sobre as perguntas feitas.

Quanto à primeira, admito que, embora tente me pautar pela terceira opção, sinto que a segunda por vezes me persegue. No meu cotidiano, tento ter a noção de que sexo não é tudo, entretanto, como ex-viciado, até hoje tenho o cérebro deveras "sequelado" pelos anos de exposição à pornografia, de maneira que me obrigo a criar uma disciplina capaz de evitar crises de fissuras diante de lembranças, de imagens variadas ou na presença de mulheres atraentes. Felizmente é uma coisa que, apesar de às vezes exigir muito de meu autocontrole, tem funcionado, graças a um condicionamento mental, misto de meditação e mente ocupada, que adotei para seguir meus dias de nova vida em paz, inclusive atendendo a meu caso um tanto singular, sobre o qual já falei, de inquietação mental, que me ocorre desde criança. A respeito de benefícios do Hard Mode, devo confessar que realmente mulheres parecem me olhar e me elogiar mais, vêm falar mais comigo no trabalho... Minha energia se multiplica exponencialmente, sou realmente outro quando em abstinência de pornografia e masturbação, tenho mais foco e disposição para tarefas físicas ou intelectuais, penso e falo com propriedade, com bem melhor concatenação de ideias, durmo melhor, a agitação mental cai a níveis satisfatórios (porque já percebi que é um negócio com o qual tenho que conviver, controlando-o). Com o pornô, meu foco vai a zero, minhas forças físicas desaparecem, ando com o corpo torto, descuido de minha saúde (já tive de gastar dinheiro com limpeza dental pesada por conta de cáries e tártaros relacionados a desleixo com a escovação por estar sob efeito do vício), gaguejo (desenvolvi gagueira com o vício), meu cabelo cai e torno-me impaciente e irritadiço, de modo que, e não só sem força de expressão segundo pesquisas, é como se eu "ligasse o modo adolescente". Coisa horrível. Que tudo isso, convenhamos, fique no passado.

Sobre as ereções ocasionais, elas felizmente têm desaparecido, inclusive durante as manhãs, talvez graças a este meu intenso trabalho de re-educação mental. O que ainda por vezes me ocorre, algo por sinal muito incômodo e claramente outra sequela dos anos de viciado, são poluções noturnas, resultados de sonhos eróticos, ou seja, daquele momento em que os pensamentos nos invadem quando menos controle podemos ter sobre eles. É algo bem irritante, que me faz me sentir um moleque em todos os sentidos, mas que tem desaparecido aos poucos, sendo o que considero a última fronteira do meu condicionamento mental. Já consegui por algumas vezes, com extrema dificuldade, abortar algumas, acordando de madrugada com fortíssima ereção e rezando-meditando para fazer com que a mesma se dissipasse. No entanto, infelizmente foram casos isolados, ainda não consegui superá-las em definitivo, mas estou trabalhando para isso.

A propósito da segunda pergunta, devo admitir que a experiência da luta contra as tentações me fez forte para aguentar coisas como notícias ruins. Peguei experiência, sabe? Superar o vício em pornografia foi e está sendo o maior desafio da minha vida, um negócio contra o qual tenho que me policiar sempre e que me fez conceber um mindset apto para circunstâncias adversas variadas.

Não sei se posso dizer que ganhei essa guerra na raça, com um domínio absurdo sobre mim mesmo, que sou um exemplo da vitória... Acho cedo e muito, sinto-me só um ser humano que "acordou para a vida" e agora está fazendo de tudo para reconstruir sua própria história, pelo seu bem e pelo bem dos seus. Em suma, não tive outra escolha, ainda que me leve a alguma conquista louvável.

Novo obrigado pelo apoio, sucesso na sua luta e viva a vida!


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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 25 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

4/5/2021, 20:28
Meus últimos dias vêm sendo tocados com alguma harmonia, porém sem jamais descuidar, da pandemia ou de eventuais recaídas.

Andei falando, com o devido respeito, com um colega de serviço acerca do vício. Ele sabe um pouco do meu caso, e hoje debatemos um pouco acerca do assunto, tendo sido ele capaz (coisa difícil) de compreender minha tese sobre criarmos em nossa mente uma realidade paralela (fantasias, diga-se) dotada de "coisas" que jamais se concretizarão no mundo real. Ele tem alguma erudição e refinamento, por isso vez ou outra é bom dialogar com tal tipo de pessoa. Falei com ele sobre o trabalho de cientistas como o Dr. Gary Wilson, expandindo da melhor maneira essa causa para a qual a humanidade tem, aos poucos, aberto os olhos.

Meu convívio social está razoável. Ando sendo inesperadamente elogiado por mulheres no meu trabalho, e não aquelas de sempre ("velhotas"): cidadãs deveras jovens, de outros setores, que não vêm se cansando de tecer intensos elogios à minha aparência física. Fico na minha, agradeço, sei ter postura nessas horas. E, nos últimos dias, tenho sepultado um dos últimos demônios, senão o último, do campo da minha socialização, qual seja, o outrora tão presente "abobalhamento" diante de mulheres atraentes. No meu trabalho dou destaque para duas, com as quais há até pouco mal conseguia falar. HOje, já me sinto capaz, se preciso for, de dialogar naturalmente com elas, como aliás já veio acontecendo com uma (parece estar comprometida, porém é como diz minha mãe: "Conversar não tira pedaço"; a outra, para mim a mulher mais bela do recinto, eu respeito inclusive e sobretudo porque ouvi boatos de seu recente casamento).

Faço bem em entrar pouco nas redes sociais. Recebi uma solicitação de "amizade" de um tio divorciado para logo depois exclui-lo de meus contatos. Em matéria de redes sociais, sou assim. Não bloqueio, não silencio, excluo mesmo. Foi assim com um primo distante que postava militância extremista e discurso de ódio contra certos grupos, foi assim com um outro parente que tumultuava a timeline com bobagens desnecessárias sobre sua vida pessoal, foi assim com uma colega que passou a se expor de maneira exagerada... com esse meu tio, que inclusive viria tendo problemas com bebida e outras drogas, não seria diferente. Isso porque ele todos os dias postava em sua página imagens sugestivas de mulheres e piadas muito sem graça. Estereótipos de tiozão tarado à parte, aquilo para mim não é caráter. Meus contatos são muito selecionados e é assim que eu me sinto bem. Noto que devo me cercar de boas influências pessoais se quiser progredir como ser humano.

Não sofro poluções noturnas desde segunda-feira passada (26/04). Que esse meu velho problema desapareça para sempre. Minha parte estou fazendo.

De resto, por enquanto é só. Bom Reboot a todos.

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