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Justiceiro do Sertão
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 19 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 22/4/2020, 18:47
soumulherviciadaemporn escreveu:Justiceiro és uma inspiração! Força na jornada!! Um abraço e estamos juntos companheiro de luta!

Obrigado, minha cara. Meu abraço e sigamos juntos.

Francisco escreveu:Você é uma inspiração, Justiceiro! Depois vou fazer questão de ler todo o seu diário para conhecê-lo melhor. Parabéns pela nobre atitude de continuar aqui, mesmo após ter concluido o reboot, isso mostra o quanto humano você é.

Quando tiver um tempo, apareça em meu diário. Estou certo de que suas palavras me ajudarão bastante, já que indiretamente me fazem muito bem. Forte abraço!

Meu obrigado, Francisco. Devo aparecer por lá em breve. Sobre permanecer por aqui, sinto que é algo interessante, pois a luta é eterna.

Grande abraço!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 19 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 22/4/2020, 20:26
Quarta-feira mais ou menos dentro dos conformes. Tenho resposto mais ou menos bem meu sono, confesso que tenho me sentido bem assim, afinal, apesar de gostar de desafios e trabalho duro, estava bastante cansado de levantar cedo ao longo de vários dias pelas últimas semanas, com ou sem quarentena. Creio que estou com meu cronograma de tarefas em dia, com rendimento satisfatório. Tenho visto TV (só o que vale a pena, obviamente), cooperado com minha família, o clima aqui em casa está melhorando. Meu pai continua com aquelas lamentações que me cortam a alma, felizmente estou me sentindo mais vacinado. Sem emprego, em meio à presente quarentena, aquela personalidade romântica e tristonha dele é capaz, em casos extremos, de levá-lo até à depressão mais uma vez após quase 20 anos. Deus nos livre.

Fissuras, felizmente estão tendentes a zero. Pensamentos sugestivos, que há até poucos dias ainda me causavam algum intenso rápido desconforto, estão sendo bem controlados por mim e seu efeito é quase nulo; falo em lembranças dos últimos contatos reais com mulheres que tive. Hoje mesmo uma cena rapidamente vista na TV me remeteu a isto; consegui escapar intrepidamente. Ah, a TV, quanto cuidado ela não exige... De uns tempos para cá têm explodido na mídia mulheres que fazem minha preferência, situação a longo prazo capaz de deixar aquilo pulsando na minha cabeça sob a forma de fantasias não-sexual passíveis de incremento; tenho armada uma verdadeira estratégia militar mental para essas horas, e felizmente têm surgido resultados.

Carência, destruidora em outros tempos, também praticamente já inexiste em minha pessoa. Admito que por vezes modulo minha mente, sem querer ser pessimista, com pensamentos naquela toada "fight for the best, but plan for the worst". Na referida trilha, é como se eu mais uma vez me vacinasse mentalmente, já levantando a eventual hipótese de que tempos ainda piores deverão surgir, de modo que oportunidades de lazer e prazer possam nem existir tão cedo. Isso vale para tudo na vida, não apenas para mulheres, como também para projetos profissionais e pessoais de grande monta.

Também não tenho tido mais sonhos sugestivos, apesar de seguir acordando com ereções que por vezes chegam a me incomodar. No mais, meus caros, quase nada a declarar. A mídia também, no mesmo embalo daquilo a que andei me referindo linhas atrás, só com certas palavras fora de contexto me faz recordar situações pessoais passadas desagradáveis, das quais venho satisfatoriamente fugindo. Ontem, 21 de abril, mais do que um feriado triste, sem cara de feriado, para mim foi uma data ainda mais tristemente marcante, a exemplo de outras. Um colega aqui do Fórum falou que não pode recordar certa data, e também não posso, aquela mesma. Só não direi os anos, mas tenho, certamente entre outros, meu 12 de outubro, meu 8 de outubro, meu 9 de janeiro e.... meu melancólico 21 de abril há alguns anos. Prefiro não detalhá-lo. Que fique no passado assim como todos aqueles outros.

Olhemos para frente. Boa noite e vamos lá.

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em 22/4/2020, 20:55
Justiceiro força. Descansa essa mente, dorme até mais tarde para recuperar energia. Costumas tomar o banho gelado? Um abraço

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"Os meus fantasmas tornaram a minha solidão em vício", frase de Raul Seixas

Apresento o meu diário: https://www.comoparar.com/t3574p250-diario-de-uma-lutadora-contra-a-pmo#23257

Reboot:
já concluí um reboot em 2017 - 90 dias sem o vício, mas recaí após esta marca
1ª tentativa -  45 dias (2018)
2ª tentativa - 50 dias (2019)
3ª tentativa -  65 dias (16/01/20 - 20/03/2020)
4ª tentativa - 17 dias (25/03/20 - 11/04/2020)
[5ª tentativa - 23 dias (23/04/20 - 16/05/2020)
?????????? QUANDO DEIXAR DE SER ESCRAVA DO VÍCIO????
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em 23/4/2020, 19:08
soumulherviciadaemporn escreveu:Justiceiro força. Descansa essa mente, dorme até mais tarde para recuperar energia. Costumas tomar o banho gelado? Um abraço

Obrigado, minha cara. Esquecer é coisa que sempre tento, inexiste outra saída. Quanto a banhos gelados, já há alguns anos são meus aliados sempre que posso tomá-los. Sinto-me outra pessoa, é uma sensação de renovação até difícil de explicar. Recomendadíssimos por experiência própria.

Força a você e um abraço.

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em 23/4/2020, 22:47
Justiceiro do Sertão escreveu: Quarta-feira mais ou menos dentro dos conformes. Tenho resposto mais ou menos bem meu sono, confesso que tenho me sentido bem assim, afinal, apesar de gostar de desafios e trabalho duro, estava bastante cansado de levantar cedo ao longo de vários dias pelas últimas semanas, com ou sem quarentena. Creio que estou com meu cronograma de tarefas em dia, com rendimento satisfatório. Tenho visto TV (só o que vale a pena, obviamente), cooperado com minha família, o clima aqui em casa está melhorando. Meu pai continua com aquelas lamentações que me cortam a alma, felizmente estou me sentindo mais vacinado. Sem emprego, em meio à presente quarentena, aquela personalidade romântica e tristonha dele é capaz, em casos extremos, de levá-lo até à depressão mais uma vez após quase 20 anos. Deus nos livre.

Fissuras, felizmente estão tendentes a zero. Pensamentos sugestivos, que há até poucos dias ainda me causavam algum intenso rápido desconforto, estão sendo bem controlados por mim e seu efeito é quase nulo; falo em lembranças dos últimos contatos reais com mulheres que tive. Hoje mesmo uma cena rapidamente vista na TV me remeteu a isto; consegui escapar intrepidamente. Ah, a TV, quanto cuidado ela não exige... De uns tempos para cá têm explodido na mídia mulheres que fazem minha preferência, situação a longo prazo capaz de deixar aquilo pulsando na minha cabeça sob a forma de fantasias não-sexual passíveis de incremento; tenho armada uma verdadeira estratégia militar mental para essas horas, e felizmente têm surgido resultados.

Carência, destruidora em outros tempos, também praticamente já inexiste em minha pessoa. Admito que por vezes modulo minha mente, sem querer ser pessimista, com pensamentos naquela toada "fight for the best, but plan for the worst". Na referida trilha, é como se eu mais uma vez me vacinasse mentalmente, já levantando a eventual hipótese de que tempos ainda piores deverão surgir, de modo que oportunidades de lazer e prazer possam nem existir tão cedo. Isso vale para tudo na vida, não apenas para mulheres, como também para projetos profissionais e pessoais de grande monta.

Também não tenho tido mais sonhos sugestivos, apesar de seguir acordando com ereções que por vezes chegam a me incomodar. No mais, meus caros, quase nada a declarar. A mídia também, no mesmo embalo daquilo a que andei me referindo linhas atrás, só com certas palavras fora de contexto me faz recordar situações pessoais passadas desagradáveis, das quais venho satisfatoriamente fugindo. Ontem, 21 de abril, mais do que um feriado triste, sem cara de feriado, para mim foi uma data ainda mais tristemente marcante, a exemplo de outras. Um colega aqui do Fórum falou que não pode recordar certa data, e também não posso, aquela mesma. Só não direi os anos, mas tenho, certamente entre outros, meu 12 de outubro, meu 8 de outubro, meu 9 de janeiro e.... meu melancólico 21 de abril há alguns anos. Prefiro não detalhá-lo. Que fique no passado assim como todos aqueles outros.

Olhemos para frente. Boa noite e vamos lá.

Fala Justiceiro, uma boa noite. Sobre a TV, realmente, na maioria dos canais hoje em dia há moças bonitas seja na apresentação de telejornais ou coisas do tipo, e realmente todo o cuidado é pouco. Sobre datas marcantes de forma negativa, busque nem focar muito em tais datas pra não ficar triste e tal. Desejo força pra você em sua luta, um forte abraço.

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https://www.comoparar.com/t9196-nao-aguento-mais-fracassar

Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele lhes providenciará um escape, para que o possam suportar.
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em 24/4/2020, 03:57
Acredito Justiceiro, eu ainda não consigo tomar banho gelado fico logo com frio, mas vou tentar, um abraço e força na jornada

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Reboot:
já concluí um reboot em 2017 - 90 dias sem o vício, mas recaí após esta marca
1ª tentativa -  45 dias (2018)
2ª tentativa - 50 dias (2019)
3ª tentativa -  65 dias (16/01/20 - 20/03/2020)
4ª tentativa - 17 dias (25/03/20 - 11/04/2020)
[5ª tentativa - 23 dias (23/04/20 - 16/05/2020)
?????????? QUANDO DEIXAR DE SER ESCRAVA DO VÍCIO????
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em 24/4/2020, 18:48
End escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Quarta-feira mais ou menos dentro dos conformes. Tenho resposto mais ou menos bem meu sono, confesso que tenho me sentido bem assim, afinal, apesar de gostar de desafios e trabalho duro, estava bastante cansado de levantar cedo ao longo de vários dias pelas últimas semanas, com ou sem quarentena. Creio que estou com meu cronograma de tarefas em dia, com rendimento satisfatório. Tenho visto TV (só o que vale a pena, obviamente), cooperado com minha família, o clima aqui em casa está melhorando. Meu pai continua com aquelas lamentações que me cortam a alma, felizmente estou me sentindo mais vacinado. Sem emprego, em meio à presente quarentena, aquela personalidade romântica e tristonha dele é capaz, em casos extremos, de levá-lo até à depressão mais uma vez após quase 20 anos. Deus nos livre.

Fissuras, felizmente estão tendentes a zero. Pensamentos sugestivos, que há até poucos dias ainda me causavam algum intenso rápido desconforto, estão sendo bem controlados por mim e seu efeito é quase nulo; falo em lembranças dos últimos contatos reais com mulheres que tive. Hoje mesmo uma cena rapidamente vista na TV me remeteu a isto; consegui escapar intrepidamente. Ah, a TV, quanto cuidado ela não exige... De uns tempos para cá têm explodido na mídia mulheres que fazem minha preferência, situação a longo prazo capaz de deixar aquilo pulsando na minha cabeça sob a forma de fantasias não-sexual passíveis de incremento; tenho armada uma verdadeira estratégia militar mental para essas horas, e felizmente têm surgido resultados.

Carência, destruidora em outros tempos, também praticamente já inexiste em minha pessoa. Admito que por vezes modulo minha mente, sem querer ser pessimista, com pensamentos naquela toada "fight for the best, but plan for the worst". Na referida trilha, é como se eu mais uma vez me vacinasse mentalmente, já levantando a eventual hipótese de que tempos ainda piores deverão surgir, de modo que oportunidades de lazer e prazer possam nem existir tão cedo. Isso vale para tudo na vida, não apenas para mulheres, como também para projetos profissionais e pessoais de grande monta.

Também não tenho tido mais sonhos sugestivos, apesar de seguir acordando com ereções que por vezes chegam a me incomodar. No mais, meus caros, quase nada a declarar. A mídia também, no mesmo embalo daquilo a que andei me referindo linhas atrás, só com certas palavras fora de contexto me faz recordar situações pessoais passadas desagradáveis, das quais venho satisfatoriamente fugindo. Ontem, 21 de abril, mais do que um feriado triste, sem cara de feriado, para mim foi uma data ainda mais tristemente marcante, a exemplo de outras. Um colega aqui do Fórum falou que não pode recordar certa data, e também não posso, aquela mesma. Só não direi os anos, mas tenho, certamente entre outros, meu 12 de outubro, meu 8 de outubro, meu 9 de janeiro e.... meu melancólico 21 de abril há alguns anos. Prefiro não detalhá-lo. Que fique no passado assim como todos aqueles outros.

Olhemos para frente. Boa noite e vamos lá.

Fala Justiceiro, uma boa noite. Sobre a TV, realmente, na maioria dos canais hoje em dia há moças bonitas seja na apresentação de telejornais ou coisas do tipo, e realmente todo o cuidado é pouco. Sobre datas marcantes de forma negativa, busque nem focar muito em tais datas pra não ficar triste e tal. Desejo força pra você em sua luta, um forte abraço.

Meu obrigado, insigne End. Peguei uma habilidade considerável, modéstia à parte, para acompanhar mídias sem sofrer riscos. Sou "tarimbado" até mesmo com comerciais de TV e conheço pela voz, vamos supor, a repórter que vai aparecer dentro de segundos numa reportagem, situação em que, quando se trata de uma desconhecida, até evito olhar para não ser surpreendido. Também peguei habilidade com vinhetas de filmes, telenovelas e até transmissões esportivas. Na Internet, mesma coisa. Quando vou verificar meu e-mail, passo rapidamente pelas notícias quando o portal se abre, concentrando-me nos textos, afinal até thumbs como a de "melhores opções de escova de dentes" tem que existir uma bonitona lá ilustrando!

A respeito das datas, estou fugindo mesmo. Nem vou detalhar os apuros pelos quais passei recordando. É olhar para frente sem pena.

Meu abraço e força em sua jornada.

soumulherviciadaemporn escreveu:Acredito Justiceiro, eu ainda não consigo tomar banho gelado fico logo com frio, mas vou tentar, um abraço e força na jornada

Nobre lutadora, novo obrigado pelo suporte. Tudo é uma questão de hábito, as pessoas que conheço me chamam de louco quando digo que tomo banhos frios, para ter uma ideia, certos conhecidos meus não os tomam nem no verão! Isso porque moro numa cidade que possui verões intensos!

De qualquer modo, força na sua jornada e receba mais um abraço meu.

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em 24/4/2020, 19:05
Destruindo meus fantasmas, minhas ressacas de outrora, ao longo desta sexta-feira.

Ajeitando os ponteiros deste e/ou daquele medidor, vou colocando cada coisa em seu lugar, ajustando as variáveis cabíveis em cada caso e ciente de que meu esforço pode me Destruindo meus fantasmas, minhas ressacas de outrora, ao longo desta sexta-feira.

Ajeitando os ponteiros deste e/ou daquele medidor, vou colocando cada coisa em seu lugar, ajustando as variáveis cabíveis em cada caso e ciente de que meu esforço pode me levar longe. Quem sabe tanto quanto achavam que eu iria quando era criança.

Troquei mais alguma ideia com meu pai, sobre uns planos que ele tem para quando toda essa tempestade passar. Concordo com aquilo que ele planeja, e darei a ele todo o apoio. Hoje ele precisou sair, e para variar voltou esbravejando contra a cidade e sua gente, diante do que reforço que percebo que aqui ele não pode ficar. Ele não tem condições de envelhecer por estas terras, e conta comigo nesse êxodo que só deverá fazer bem a ele. Quando se fala de sua terra natal ou São Paulo, os olhos dele chegam a brilhar e sua entonação de voz muda para um deslumbramento e romantismo impressionantes, juro que se meu pai morrer aqui farei de tudo para que aqui ele não seja sepultado, acredito que ele não descansaria em paz, sem brincadeiras.

Minha mãe está daquele jeito de sempre, com aquela personalidade feminina hard, fazendo mil jogos e me obrigando a desvencilhá-los numa fração de segundo... Não a culpo. O errado durante todos estes anos fui eu. Não fosse o vício, já teria as skills para lidar com mulheres desde a adolescência (e teria vivido já sabem o quê...), de modo que hoje, com quase 30 anos, sou um aluno em recuperação, vivendo uma prova dura de convívio com o sexo oposto por dia, aprendendo agora o que deveria ter aprendido há uma dúzia de anos, correndo desesperadamente atrás do tempo perdido e rezando, pedindo a Deus para que ainda dê tempo.

Achei melhor encurtar um pouco o post. De qualquer modo, segue a batalha.

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em 25/4/2020, 19:12
Justiceiro do Sertão escreveu: Destruindo meus fantasmas, minhas ressacas de outrora, ao longo desta sexta-feira.

Ajeitando os ponteiros deste e/ou daquele medidor, vou colocando cada coisa em seu lugar, ajustando as variáveis cabíveis em cada caso e ciente de que meu esforço pode me Destruindo meus fantasmas, minhas ressacas de outrora, ao longo desta sexta-feira.

Ajeitando os ponteiros deste e/ou daquele medidor, vou colocando cada coisa em seu lugar, ajustando as variáveis cabíveis em cada caso e ciente de que meu esforço pode me levar longe. Quem sabe tanto quanto achavam que eu iria quando era criança.

Troquei mais alguma ideia com meu pai, sobre uns planos que ele tem para quando toda essa tempestade passar. Concordo com aquilo que ele planeja, e darei a ele todo o apoio. Hoje ele precisou sair, e para variar voltou esbravejando contra a cidade e sua gente, diante do que reforço que percebo que aqui ele não pode ficar. Ele não tem condições de envelhecer por estas terras, e conta comigo nesse êxodo que só deverá fazer bem a ele. Quando se fala de sua terra natal ou São Paulo, os olhos dele chegam a brilhar e sua entonação de voz muda para um deslumbramento e romantismo impressionantes, juro que se meu pai morrer aqui farei de tudo para que aqui ele não seja sepultado, acredito que ele não descansaria em paz, sem brincadeiras.

Minha mãe está daquele jeito de sempre, com aquela personalidade feminina hard, fazendo mil jogos e me obrigando a desvencilhá-los numa fração de segundo... Não a culpo. O errado durante todos estes anos fui eu. Não fosse o vício, já teria as skills para lidar com mulheres desde a adolescência (e teria vivido já sabem o quê...), de modo que hoje, com quase 30 anos, sou um aluno em recuperação, vivendo uma prova dura de convívio com o sexo oposto por dia, aprendendo agora o que deveria ter aprendido há uma dúzia de anos, correndo desesperadamente atrás do tempo perdido e rezando, pedindo a Deus para que ainda dê tempo.

Achei melhor encurtar um pouco o post. De qualquer modo, segue a batalha.

Fala Justiceiro, boa noite. Sobre a questão do seu pai, acho bacana você apoiar ele e tal, e sobre a sua mãe, entendo você, e da mesma maneira que você também sou um ''aluno em recuperação'', que precisa aprender muito ainda a lidar com as mulheres. No mais lhe desejo tudo de bom, e sigo na torcida para que seu contador a cada dia aumente mais e mais e que você siga longe do vício. Um abraço e tmj.

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Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele lhes providenciará um escape, para que o possam suportar.
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em 25/4/2020, 19:30
End escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Destruindo meus fantasmas, minhas ressacas de outrora, ao longo desta sexta-feira.

Ajeitando os ponteiros deste e/ou daquele medidor, vou colocando cada coisa em seu lugar, ajustando as variáveis cabíveis em cada caso e ciente de que meu esforço pode me Destruindo meus fantasmas, minhas ressacas de outrora, ao longo desta sexta-feira.

Ajeitando os ponteiros deste e/ou daquele medidor, vou colocando cada coisa em seu lugar, ajustando as variáveis cabíveis em cada caso e ciente de que meu esforço pode me levar longe. Quem sabe tanto quanto achavam que eu iria quando era criança.

Troquei mais alguma ideia com meu pai, sobre uns planos que ele tem para quando toda essa tempestade passar. Concordo com aquilo que ele planeja, e darei a ele todo o apoio. Hoje ele precisou sair, e para variar voltou esbravejando contra a cidade e sua gente, diante do que reforço que percebo que aqui ele não pode ficar. Ele não tem condições de envelhecer por estas terras, e conta comigo nesse êxodo que só deverá fazer bem a ele. Quando se fala de sua terra natal ou São Paulo, os olhos dele chegam a brilhar e sua entonação de voz muda para um deslumbramento e romantismo impressionantes, juro que se meu pai morrer aqui farei de tudo para que aqui ele não seja sepultado, acredito que ele não descansaria em paz, sem brincadeiras.

Minha mãe está daquele jeito de sempre, com aquela personalidade feminina hard, fazendo mil jogos e me obrigando a desvencilhá-los numa fração de segundo... Não a culpo. O errado durante todos estes anos fui eu. Não fosse o vício, já teria as skills para lidar com mulheres desde a adolescência (e teria vivido já sabem o quê...), de modo que hoje, com quase 30 anos, sou um aluno em recuperação, vivendo uma prova dura de convívio com o sexo oposto por dia, aprendendo agora o que deveria ter aprendido há uma dúzia de anos, correndo desesperadamente atrás do tempo perdido e rezando, pedindo a Deus para que ainda dê tempo.

Achei melhor encurtar um pouco o post. De qualquer modo, segue a batalha.

Fala Justiceiro, boa noite. Sobre a questão do seu pai, acho bacana você apoiar ele e tal, e sobre a sua mãe, entendo você, e da mesma maneira que você também sou um ''aluno em recuperação'', que precisa aprender muito ainda a lidar com as mulheres. No mais lhe desejo tudo de bom, e sigo na torcida para que seu contador a cada dia aumente mais e mais e que você siga longe do vício. Um abraço e tmj.

Obrigado, nobre End. Seu apoio é sempre providencial, suas palavras são sábias. Um abraço.

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em 25/4/2020, 20:53
Mais um sábado tenso. Para começo de conversa, polução noturna.

Estou me policiando como posso, contudo na última noite não houve como. Dificilmente tenho conseguido sobreviver mais do que 10-12 dias seco. Até já conheço o ciclo do meu corpo, e tenho trabalhado sobre. Inclusive para evitar, isto se aplicando ao dia de hoje, aquelas sequências de libido alta, com séries de ejaculações ao longo de 2-3 dias, faça-me o favor. Hoje tive outra noite daquelas.

No meio da madrugada, sonhando que mexia no telefone celular em coisas bobas (arquivos inofensivos que tenho, como músicas antigas de conteúdo), tive um orgasmo e dá-lhe enchente no colchão, cheiro forte no quarto... Acabei dormindo de novo e devo ter tido outra polução, ao que me lembro sem sonhar com sexo. Ao acordar, tive um dia irritadiço, passando sobre mil travas mentais para dar conta de minhas atividades diárias. Considero que rendi, apesar de tudo. Neste exato momento meu sangue ainda está numa temperatura um pouco alta, quando tenho poluções noturnas minha mente entra numa espiral não necessariamente sexual, porém tenho que tomar todo o cuidado para não perder o foco naquilo realmente prestável ou não ter um ataque de estresse e sair falando alto, comendo rápido, respondendo aos meus pais...

Pelo menos na última madrugada não tive aqueles pesadelos horrendos dos outros dias. Creio que consegui descarregar minha fúria num dia mais ou menos produtivo. Entretanto, que fico revoltado comigo mesmo, fico.

Fico revoltado porque este efeito colateral decorre de atitudes que um dia foram levadas a cabo por responsabilidade exclusivamente minha. É como costumo dizer, a propósito de certas coisas eu não tenho raiva de quem quer que seja, de meus pais, de inimigos meus, de mulheres. Nada disso, eu tenho raiva é de mim mesmo. Ódio destruidor, por vezes. Devido àquilo que eu mesmo me causei. Não obstante esteja fugindo de ruminar o passado, reconheço que estou pagando e devo sim pagar o preço de tantos anos de infâmia. Mas que é dolorido, é. E é por isso que estou tão dedicado a dirimir os efeitos colaterais da abstinência, mesmo consciente de que fui eu mesmo quem, literalmente, arrumou tudo isto para a minha cabeça.

Luta que segue.

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em 25/4/2020, 21:07
Justiceiro não te cobres tanto. A luta é árdua, dolorosa mas a vida continua e não adianta ficar preso ao passado. Trabalha em ti o desapego. Eu própria estou a fazer isso, uma meditação antes de dormir para limpar energias nocivas. Acordei após um leve sono e como não estava a conseguir dormir, vim ao fórum. Li num dos relatos sobre polução noturna que podem colocar papel para evitar repassar por exemplo. Não é fácil centrar o pensamento e nao se pode evitar os sonhos, mas podes aos poucos ir libertando essa energia acumulada. Para mim a escrita é uma terapia, por exemplo. Passa para o papel o que te vai na alma, pode ser que ajude. Vou voltar a ver se durmo, um abraço de força

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"Os meus fantasmas tornaram a minha solidão em vício", frase de Raul Seixas

Apresento o meu diário: https://www.comoparar.com/t3574p250-diario-de-uma-lutadora-contra-a-pmo#23257

Reboot:
já concluí um reboot em 2017 - 90 dias sem o vício, mas recaí após esta marca
1ª tentativa -  45 dias (2018)
2ª tentativa - 50 dias (2019)
3ª tentativa -  65 dias (16/01/20 - 20/03/2020)
4ª tentativa - 17 dias (25/03/20 - 11/04/2020)
[5ª tentativa - 23 dias (23/04/20 - 16/05/2020)
?????????? QUANDO DEIXAR DE SER ESCRAVA DO VÍCIO????
RosseauStrong
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 19 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 26/4/2020, 07:51
Não é de hoje que passas por isso, Justiceiro. Faz um tempo que você relata frequentes poluções noturnas durante o Reboot. Desde 2018 quando vinha acompanhando seu diário, tu procurava diversas soluções para acabar com a irritação após uma polução.

Você não pode ficar irritado o dia todo por causa disso. Poluções irão ocorrer durante o Reboot e algo normal! O problema é que descarrega toda nossa energia sem nossa decisão, além do mal-cheiro que fica no ambiente com a cueca nova suja. Mass, fazer oque né, boinador? Faz parte... nossos instintos é sedento de prazer. Só não deixe essa polução influenciar o teu dia.

No mais, voltarei aqui com as postagens aqui no seu diário.

Como eu disse antigamente: seu diário é uma literatura, amigão.

Um forte abraço e parabéns pelo Reboot.
Guerreiro de longa data
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em 26/4/2020, 14:21
Justiceiro do Sertão escreveu: Mais um sábado tenso. Para começo de conversa, polução noturna.

Estou me policiando como posso, contudo na última noite não houve como. Dificilmente tenho conseguido sobreviver mais do que 10-12 dias seco. Até já conheço o ciclo do meu corpo, e tenho trabalhado sobre. Inclusive para evitar, isto se aplicando ao dia de hoje, aquelas sequências de libido alta, com séries de ejaculações ao longo de 2-3 dias, faça-me o favor. Hoje tive outra noite daquelas.

No meio da madrugada, sonhando que mexia no telefone celular em coisas bobas (arquivos inofensivos que tenho, como músicas antigas de conteúdo), tive um orgasmo e dá-lhe enchente no colchão, cheiro forte no quarto... Acabei dormindo de novo e devo ter tido outra polução, ao que me lembro sem sonhar com sexo. Ao acordar, tive um dia irritadiço, passando sobre mil travas mentais para dar conta de minhas atividades diárias. Considero que rendi, apesar de tudo. Neste exato momento meu sangue ainda está numa temperatura um pouco alta, quando tenho poluções noturnas minha mente entra numa espiral não necessariamente sexual, porém tenho que tomar todo o cuidado para não perder o foco naquilo realmente prestável ou não ter um ataque de estresse e sair falando alto, comendo rápido, respondendo aos meus pais...

Pelo menos na última madrugada não tive aqueles pesadelos horrendos dos outros dias. Creio que consegui descarregar minha fúria num dia mais ou menos produtivo. Entretanto, que fico revoltado comigo mesmo, fico.

Fico revoltado porque este efeito colateral decorre de atitudes que um dia foram levadas a cabo por responsabilidade exclusivamente minha. É como costumo dizer, a propósito de certas coisas eu não tenho raiva de quem quer que seja, de meus pais, de inimigos meus, de mulheres. Nada disso, eu tenho raiva é de mim mesmo. Ódio destruidor, por vezes. Devido àquilo que eu mesmo me causei. Não obstante esteja fugindo de ruminar o passado, reconheço que estou pagando e devo sim pagar o preço de tantos anos de infâmia. Mas que é dolorido, é. E é por isso que estou tão dedicado a dirimir os efeitos colaterais da abstinência, mesmo consciente de que fui eu mesmo quem, literalmente, arrumou tudo isto para a minha cabeça.

Luta que segue.

Saudações companheiro!

Meus votos aqui para que consiga mitigar toda essa questão.

Não sei se já notou algum padrão que se repita sempre que as poluções acontecem; comigo percebo que há um desencadeador: ou estou muito tenso, ou não canalizei bem as minhas energias para alguma atividade prazerosa, não apenas compensadora.

Outro ponto é: é inevitável evitar a ejaculação, segundo o ciclo fisiológico natural do nosso corpo, o saco escrotal se enche de esperma a cada 15 dias e esse fluído precisa sair de alguma forma; noto que quando estou em harmonia - mente, corpo e espírito - o meio dessa expulsão se dá através da urina. Vou urinar e o sêmen sai por lá.
Investigue,  caro "Justiceiro" (coisa q creio que já tenha feito). Se isto, de fato, estiver tirando seu sossego, talvez seja a hora de fazer aquela boa terapia ou fazer uso de algum medicamento, caso necessário.

Só para deixar claro aqui, caro colega, tudo isto que digo à respeito da terapia ou até o uso de algum medicamento, é no caso de ainda está com os picos de múltiplas poluções durante à noite, porque, de fato, aí é muito chato. Mas se não for o caso, não passando de duas , o lance é trabalhar as meditações, procurar diminuir a tensão do dia-a-dia, ter momentos para realizar coisas prazerosas para descarregar essa energia acumulada, e, sobretudo, como vc é um homem de fé, reservar períodos para a oração; interiorizar-se, e manter uma relação mais íntima com Deus-Pai.

Ademais, desejo com alma, meu querido, que consiga administrar esta situação cada vez melhor.
Deixo aqui meu abraço afetuoso. E digo que você está nas minhas orações.
Deus abençoe! E siga firme!
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em 26/4/2020, 20:02
soumulherviciadaemporn escreveu:Justiceiro não te cobres tanto. A luta é árdua, dolorosa mas a vida continua e não adianta ficar preso ao passado. Trabalha em ti o desapego. Eu própria estou a fazer isso, uma meditação antes de dormir para limpar energias nocivas. Acordei após um leve sono e como não estava a conseguir dormir, vim ao fórum. Li num dos relatos sobre polução noturna que podem colocar papel para evitar repassar por exemplo. Não é fácil centrar o pensamento e nao se pode evitar os sonhos, mas podes aos poucos ir libertando essa energia acumulada. Para mim a escrita é uma terapia, por exemplo. Passa para o papel o que te vai na alma, pode ser que ajude. Vou voltar a ver se durmo, um abraço de força

Nobre lutadora, buscarei seguir seus conselhos. É que o negócio é conduzido a longo prazo, não posso sair simplesmente tentando esganar certas coisas. Reconheço que minha situação é realmente complicada, muitas coisas que reprimo ficam latentes no meu subconsciente, e sofro de mente agitada, de modo que necessito de todo um condicionamento mental que só eu devo entender. De todo modo, tento sempre olhar para frente, de fato já vivi de passado demais.

Tenho apelado para o desapego, sabe? Em várias questões, como recordar frustrações amorosas, tenho tido resultados neste quesito. Acontece que o processo psíquico me parece mais exigente, daí todo um trabalho bem complicado que venho levando a cabo em cada atitude do meu dia a dia, no intuito de chegar ao equilíbrio mental.

Quanto a isso de colocar papel, já li sobre aqui no Fórum é uma técnica que devo tentar (assim como já pensei em maluquices como amarrar meus genitais com um elástico), contudo acho mais que o problema está em mexer na minha cabeça mesmo. Sobre escrever, se quer saber eu até já tentei me lançar como escritor! Tenho uns poemas e textos em prosa escritos, no entanto uma série de fatores fizeram com que eu deixasse para depois tais intenções. E de fato, um problema com relação a escrever é que ficamos recordando coisas que se foram e não voltarão, tanto que a maior parte do meu material é essencialmente autobiográfico, certos textos que já escrevi foram, vamos supor, poemas inspirados em situações reais que vivi ou não, homenagens a garotas que conheci e desabafos baseados em fatos reais, memórias de juventude mesmo, acerca de situações de minha complicada adolescência, sobretudo situações desagradáveis. Tanto que já inutilizei boa parte do referido material.

No mais, novo obrigado e um abraço de força!

RosseauStrong escreveu:Não é de hoje que passas por isso, Justiceiro. Faz um tempo que você relata frequentes poluções noturnas durante o Reboot. Desde 2018 quando vinha acompanhando seu diário, tu procurava diversas soluções para acabar com a irritação após uma polução.

Você não pode ficar irritado o dia todo por causa disso. Poluções irão ocorrer durante o Reboot e algo normal! O problema é que descarrega toda nossa energia sem nossa decisão, além do mal-cheiro que fica no ambiente com a cueca nova suja. Mass, fazer oque né, boinador? Faz parte... nossos instintos é sedento de prazer. Só não deixe essa polução influenciar o teu dia.

No mais, voltarei aqui com as postagens aqui no seu diário.

Como eu disse antigamente: seu diário é uma literatura, amigão.

Um forte abraço e parabéns pelo Reboot.

Caro boinador, receba meu agradecimento. Entendo que não posso me irritar com essas coisas, poluções são, ou pelo menos eram para ser, algo normal. Ocorre que meu caso em particular é grave no que tange ao assunto, por uma série de fatores já elencados neste Diário. Para mim, falando bem diretamente, não é fácil. Espero que me entenda. Contudo, tentarei minimizar a irritação, o mau-humor, sei que no fundo não me farão bem, podendo até causar complicações em minha saúde, nosso maior patrimônio. Enfrentarei o que for preciso para destruir essa maldição, esse (anti)condicionamento psíquico da pior maneira. Imagine o que é ter que lidar com uma mente que não para um segundo, de um jeito que só eu devo entender!

Novo agradecimento e não sei se sou "tão literatura" assim. Um forte abraço!

Guerreiro de longa data escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Mais um sábado tenso. Para começo de conversa, polução noturna.

Estou me policiando como posso, contudo na última noite não houve como. Dificilmente tenho conseguido sobreviver mais do que 10-12 dias seco. Até já conheço o ciclo do meu corpo, e tenho trabalhado sobre. Inclusive para evitar, isto se aplicando ao dia de hoje, aquelas sequências de libido alta, com séries de ejaculações ao longo de 2-3 dias, faça-me o favor. Hoje tive outra noite daquelas.

No meio da madrugada, sonhando que mexia no telefone celular em coisas bobas (arquivos inofensivos que tenho, como músicas antigas de conteúdo), tive um orgasmo e dá-lhe enchente no colchão, cheiro forte no quarto... Acabei dormindo de novo e devo ter tido outra polução, ao que me lembro sem sonhar com sexo. Ao acordar, tive um dia irritadiço, passando sobre mil travas mentais para dar conta de minhas atividades diárias. Considero que rendi, apesar de tudo. Neste exato momento meu sangue ainda está numa temperatura um pouco alta, quando tenho poluções noturnas minha mente entra numa espiral não necessariamente sexual, porém tenho que tomar todo o cuidado para não perder o foco naquilo realmente prestável ou não ter um ataque de estresse e sair falando alto, comendo rápido, respondendo aos meus pais...

Pelo menos na última madrugada não tive aqueles pesadelos horrendos dos outros dias. Creio que consegui descarregar minha fúria num dia mais ou menos produtivo. Entretanto, que fico revoltado comigo mesmo, fico.

Fico revoltado porque este efeito colateral decorre de atitudes que um dia foram levadas a cabo por responsabilidade exclusivamente minha. É como costumo dizer, a propósito de certas coisas eu não tenho raiva de quem quer que seja, de meus pais, de inimigos meus, de mulheres. Nada disso, eu tenho raiva é de mim mesmo. Ódio destruidor, por vezes. Devido àquilo que eu mesmo me causei. Não obstante esteja fugindo de ruminar o passado, reconheço que estou pagando e devo sim pagar o preço de tantos anos de infâmia. Mas que é dolorido, é. E é por isso que estou tão dedicado a dirimir os efeitos colaterais da abstinência, mesmo consciente de que fui eu mesmo quem, literalmente, arrumou tudo isto para a minha cabeça.

Luta que segue.

Saudações companheiro!

Meus votos aqui para que consiga mitigar toda essa questão.

Não sei se já notou algum padrão que se repita sempre que as poluções acontecem; comigo percebo que há um desencadeador: ou estou muito tenso, ou não canalizei bem as minhas energias para alguma atividade prazerosa, não apenas compensadora.

Outro ponto é: é inevitável evitar a ejaculação, segundo o ciclo fisiológico natural do nosso corpo, o saco escrotal se enche de esperma a cada 15 dias e esse fluído precisa sair de alguma forma; noto que quando estou em harmonia - mente, corpo e espírito - o meio dessa expulsão se dá através da urina. Vou urinar e o sêmen sai por lá.
Investigue,  caro "Justiceiro" (coisa q creio que já tenha feito). Se isto, de fato, estiver tirando seu sossego, talvez seja a hora de fazer aquela boa terapia ou fazer uso de algum medicamento, caso necessário.

Só para deixar claro aqui, caro colega, tudo isto que digo à respeito da terapia ou até o uso de algum medicamento, é no caso de ainda está com os picos de múltiplas poluções durante à noite, porque, de fato, aí é muito chato. Mas se não for o caso, não passando de duas , o lance é trabalhar as meditações, procurar diminuir a tensão do dia-a-dia, ter momentos para realizar coisas prazerosas para descarregar essa energia acumulada, e, sobretudo, como vc é um homem de fé, reservar períodos para a oração; interiorizar-se, e manter uma relação mais íntima com Deus-Pai.

Ademais, desejo com alma, meu querido, que consiga administrar esta situação cada vez melhor.
Deixo aqui meu abraço afetuoso. E digo que você está nas minhas orações.
Deus abençoe! E siga firme!

Cumprimentos, Guerreiro de Longa Data.

Você não sabe como tenho mapeado a dinâmica das minhas poluções noturnas, de um modo que andou até atrapalhando minhas atividades cotidianas. Tive que remodelar todo meu dia a dia para ajustar minha complicadíssima cabeça no sentido de exterminar estas ocorrências tão dinâmicas. Tenho feito de tudo em termos de atividades: exercícios físicos improvisados, leituras saudáveis diversas, estudos, programas edificantes de TV (como documentários sobre ciência e cultura, de que todos aqui em casa gostam), tenho visto filmes e documentários sobre assuntos diversos dotados de importância, ouvido música, "tentado" tocar violão... Busco manter meu cérebro sempre ocupado, entretanto as ocorrências não param; todavia, sinto que devo estar num caminho certo, uma vez que já detectei alguns outros padrões mentais que podem me levar às poluções, dos quais não devo tratar nesta postagem, dado que se coadunam muito bem com a complexidade de meu fluxo de pensamentos, minha inquietação mental.

Em suma, meu caro, minha tarefa é mais que estar tenso ou não canalizar bem energias, de repente seria uma versão 2.0 disso. Ainda devo voltar a esse assunto em postagens posteriores, talvez hoje mesmo trate do assunto numa postagem sobre meu dia. Apesar de tudo, devo dizer a você que um dos pontos que já percebi é realmente este a que você se refere sobre o ciclo fisiológico do corpo: no meu caso, dificilmente consigo ficar 10-12 dias, com muito esforço, sem ejacular. Ontem por exemplo haviam sido 12, eu já andei lendo a superficialmente respeito e inclusive deixo aqui meu obrigado por me relembrar acerca da temática científica relacionada. No entanto, novo problema meu a respeito: não me lembro de ter expulsado sêmen através da urina, a não ser que se tratava de alguma vez em que urinei, digamos, com mais "prazer" e minha imaturidade e meu desconhecimento não me fizeram dar conta do que estava acontecendo. Algo a ser observado, enfim. O máximo que já me lembro de ter ocorrido foram, enquanto escovava os dentes, a estranha sensação de que ejacularia involuntariamente acordado. Uma vez foi um negócio bem intenso, e devo ter até eliminado algum fluido mais intenso. Em outras ocasiões, e ocorreu inclusive na última quarta-feira, tive um orgasmo dormindo e acordei seco (sei que foi orgasmo, não adianta, conheço a sensação e lembro-me de que sonhara com sexo). Talvez diga respeito; como disse, algo a ser observado.

Sobre medicamentos, por vezes minha mãe faz chá de gengibre antes de dormirmos, o qual teria, segundo fontes de fidedignidade não oficialmente atestada, propriedades de relaxamento genital, evitando poluções noturnas (gengibre é um vasodilatador, de certa forma faz sentido). O mesmo produto, porém, é comumente contraindicado (aí já parecem sites mais confiáveis) à noite porque provocaria até atribulações no sono, contudo sabe que eu tenho tido, obviamente junto com a disciplina do Reboot, resultados razoáveis? Sinto-me bem quando tomo chá de gengibre antes de dormir, no entanto reconheço que deve ser mais um daqueles casos a variar de pessoa para pessoa, além da necessidade de melhor verificar a condição de fake ou não das informações sobre a bebida às quais andei tendo acesso.

E fé eu tenho, sim. Muita. Do meu jeito, mas tenho. Sinto-me até sem jeito em ler que você me incluiu em suas orações. Novo obrigado, de coração.

Forte abraço e fique com Deus.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 19 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 26/4/2020, 21:31
Domingo deveras rendendo. Levantei-me e fui tocar atividades diversas para espairecer a mente e ter algum futuro. Também assisti a trechos de documentários musicais e um pouco de TV. Fiz companhia a meus pais, nestes dias tão difíceis, e presenciei meu genitor ter uma crise de choro ao assistir, pelo telefone celular (minha mãe e ele na sala acompanhando, pelo smartphone dela), a uma reportagem do Globo Rural! Só porque aparecia uma senhora fisicamente parecida com minha falecida avó. Fui consolá-lo e minha mãe, naquele comportamento costumeiro dela, veio contra mim, de modo que tive que me retirar para que a situação se apaziguasse.

Para piorar, eis depois a reprise da final da Copa do Mundo de Futebol de 1994... Maior símbolo de nostalgia da nossa família. Segundo meu pai, o melhor período de nossas vidas, lá em São Paulo. E é com razão que ele fala. Saudade, saudade, saudade. Dos bons tempos. Outro não é seu sentimento, até saí de perto após acompanhá-los um pouco (não sou fã de futebol, contudo fiz um pouco de companhia a eles na reprise daquela que é possivelmente a lembrança mais antiga da minha vida, aos 2 anos, brigando para não assistir à disputa de pênaltis...). Não sei como ele não chorou de novo.

E no mais, domingo razoável. Amanheci seco, apesar de continuar com a libido relativamente alta, tendo fortes ereções pela manhã e até acordando no meio da noite com as mesmas, por vezes tendo sonhos sugestivos e na última quarta-feira chegando a um orgasmo seco. Sim, sei que foi um. Tive a perfeita sensação de ejacular, acordando seco e com ereção fortíssima. Após muito ser indagado a respeito da questão, devo tratar dela agora, sendo que devo voltar ainda depois ao assunto.

Meu processo de combate às poluções noturnas é árduo, devem saber que decorre de um condicionamento mental espartano a que sou obrigado a submeter minha inquieta cabeça. Vai além daquilo de que a cada 15 dias o corpo precisa expelir esperma, de que ejaculações involuntárias são algo normal, só eu sei da seriedade do meu caso e agora tentarei simplificá-lo aqui para vocês, dado que é um negócio teoricamente mais complexo, com nuances que só eu devo compreender com perfeição.

Um exemplo da minha batalha está na minha descoberta de que não posso me sujeitar a conduzir, ao longo do dia, atividades que me davam "prazer bobo" em outros tempos, como navegar na Internet a esmo. Sempre que fico "passeando" por páginas, ainda que dotadas de algum valor intelectual, meu cérebro parece que armazena aquele mecanismo favorecedor de dopamina e de madrugada conecta-o com velhos pensamentos podres, sabem? Isso é um exemplo que já rastreei, e nem sei como, com essa agitação da minha cabeça, consegui trazê-lo a esta postagem. Outra coisa: não posso relaxar muito em nada, tenho que manter uma disciplina de estar sempre fazendo algo que ocupe meus pensamentos e nem pensar em ficar dando aquelas espreguiçadas, acho que me entende. Meu cérebro também interpreta isso como possibilidade de evocar instintos sexuais dentro de horas, quando estou dormindo.

Enfim, são os "elementos de investigação" de que me lembro por ora. Tudo isto, claro, aliado à consagrada disciplina de Rebooter. Quando me lembrar de outros, trarei a este espaço. Em tempo, sabem outra coisa que me acontece bastante? Uma coisa na mesma toada da navegação on-line a esmo: por vezes estou assistindo à televisão e, ao mudar de canal, minha consciência parece me dizer: "Vai colocar naquele canal mesmo? Será que não tá passando aquele programa...? Você sabe, rapaz." Aí eu coloco, e muitas horas nem havia nada de mais, mas só o arrependimento por ter desobedecido a mim mesmo me deixa com remorso, e aquele gesto no controle remoto parece repercutir depois em termos de sonhos molhados. Olhe a dimensão do problema! Quando dou de cara com algo que não deveria ter visto (uma mulher bonita e elegantemente vestida, por exemplo, porque ainda bem que nunca cheguei a trombar com nada mais intenso), então, aí o estrago é praticamente certo, a ressaca segue comigo ao longo do dia e dificilmente escapo seco à noite.

Bem no contexto, não sei como não tive polução na última madrugada, após ter vivido algo do tipo ontem à tarde, quando mudei rapidamente de canal (e em tudo tenho de agir rápido) e me surgiu na tela uma imagem que prefiro não descrever, a qual é, por si só, mesmo fora de outros contextos, remetente a um devaneio meu; e depois, sem querer (ou não), retornei à emissora e percebi que se tratava de uma reportagem sobre, à luz daquela imagem, outro tópico que já me martirizou muito. Prefiro não detalhar o caso, bem como não quero mais, como devem saber, ficar recordando o passado. Só que tenho, sei que tenho, que tomar cuidado com essas coisas. Apenas quem sofre com a versão crônica de algo que deveria ser normal sabe o quanto sofre.

Já tentei assimilar minhas crises noturnas a fatores como falta de parceiras regulares, afinal de contas até hoje só transei com GPs e meu convívio com mulheres é bastante escasso aqui na cidade por problemas que já expliquei neste Diário, e não quero mais ter que sair com acompanhantes. Não faço sexo há um ano e meio e meu último contato corpo-a-corpo com garotas foi em meados de dezembro. Com os problemas devido à pandemia, lá sei eu quando terei (se é que terei, confesso que por vezes sou bastante pessimista) outra oportunidade de convivência com o sexo oposto. Apesar, por vezes também penso que no fundo não há nada a ver. Que este é só um dos elementos, e que a raiz realmente está lá na semente maldita plantada em março de 2006, cuja história, que já cheguei à demência de romantizar num conto (que obviamente destruí), não contarei, se já não a contei. O negócio é lutar mesmo. Lutar, com todo o brio e com estas coerentes armas mentais das quais sei que disponho.

Fiquem com Deus.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 19 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 26/4/2020, 23:58
Olá Justiceiro, acho que seu nome aqui no fórum deveria ser o espartano do sertão, pois segundo o que você relata percebe-se que sua vida e sua situação contra esse vicio é uma constate luta árdua, acredito que você tenha muitos problemas os quais prefira não relatar por razões suas, eu te admiro bastante, tenho muito
a aprender com sua historia de vida e com sua maneira de encarar as coisas, desejo que você possa ter paz em sua mente atribulada algum dia, acredito que seu modo de vida é bem complicado e isso lhe cause sofrimento e angustia, no entanto, você é um cara bem guerreio, te desejo força e sucesso. Se você acredita em Deus, tenha fé nele, pois é a melhor coisa que podemos fazer nessa pandemia, fique em paz irmão.

Forte Abraço    

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em 27/4/2020, 07:26
Você está passando por uma guerra, Justiceiro. Creio que sua mente está dopada de neurotransmissores, pois passas-te muito tempo longe da PMO. É evidente que - qualquer gatilho - será estimulado pelo seu cérebro a procurar mais conteúdo, mesmo sem querer. Mas graças ao seu bloqueio mental consegue bloquear e se afastar rapidamente dessas fissuras pecaminosas, é por isso que te admiro, cara. 

No mais, meus reconhecimentos por resistir a essas tentações. Saiba que você tem todo meu apoio nesta comunidade.

Um forte abraço, boinador.
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em 27/4/2020, 11:35
Justiceiro do Sertão escreveu: Domingo deveras rendendo. Levantei-me e fui tocar atividades diversas para espairecer a mente e ter algum futuro. Também assisti a trechos de documentários musicais e um pouco de TV. Fiz companhia a meus pais, nestes dias tão difíceis, e presenciei meu genitor ter uma crise de choro ao assistir, pelo telefone celular (minha mãe e ele na sala acompanhando, pelo smartphone dela), a uma reportagem do Globo Rural! Só porque aparecia uma senhora fisicamente parecida com minha falecida avó. Fui consolá-lo e minha mãe, naquele comportamento costumeiro dela, veio contra mim, de modo que tive que me retirar para que a situação se apaziguasse.

Para piorar, eis depois a reprise da final da Copa do Mundo de Futebol de 1994... Maior símbolo de nostalgia da nossa família. Segundo meu pai, o melhor período de nossas vidas, lá em São Paulo. E é com razão que ele fala. Saudade, saudade, saudade. Dos bons tempos. Outro não é seu sentimento, até saí de perto após acompanhá-los um pouco (não sou fã de futebol, contudo fiz um pouco de companhia a eles na reprise daquela que é possivelmente a lembrança mais antiga da minha vida, aos 2 anos, brigando para não assistir à disputa de pênaltis...). Não sei como ele não chorou de novo.

E no mais, domingo razoável. Amanheci seco, apesar de continuar com a libido relativamente alta, tendo fortes ereções pela manhã e até acordando no meio da noite com as mesmas, por vezes tendo sonhos sugestivos e na última quarta-feira chegando a um orgasmo seco. Sim, sei que foi um. Tive a perfeita sensação de ejacular, acordando seco e com ereção fortíssima. Após muito ser indagado a respeito da questão, devo tratar dela agora, sendo que devo voltar ainda depois ao assunto.

Meu processo de combate às poluções noturnas é árduo, devem saber que decorre de um condicionamento mental espartano a que sou obrigado a submeter minha inquieta cabeça. Vai além daquilo de que a cada 15 dias o corpo precisa expelir esperma, de que ejaculações involuntárias são algo normal, só eu sei da seriedade do meu caso e agora tentarei simplificá-lo aqui para vocês, dado que é um negócio teoricamente mais complexo, com nuances que só eu devo compreender com perfeição.

Um exemplo da minha batalha está na minha descoberta de que não posso me sujeitar a conduzir, ao longo do dia, atividades que me davam "prazer bobo" em outros tempos, como navegar na Internet a esmo. Sempre que fico "passeando" por páginas, ainda que dotadas de algum valor intelectual, meu cérebro parece que armazena aquele mecanismo favorecedor de dopamina e de madrugada conecta-o com velhos pensamentos podres, sabem? Isso é um exemplo que já rastreei, e nem sei como, com essa agitação da minha cabeça, consegui trazê-lo a esta postagem. Outra coisa: não posso relaxar muito em nada, tenho que manter uma disciplina de estar sempre fazendo algo que ocupe meus pensamentos e nem pensar em ficar dando aquelas espreguiçadas, acho que me entende. Meu cérebro também interpreta isso como possibilidade de evocar instintos sexuais dentro de horas, quando estou dormindo.

Enfim, são os "elementos de investigação" de que me lembro por ora. Tudo isto, claro, aliado à consagrada disciplina de Rebooter. Quando me lembrar de outros, trarei a este espaço. Em tempo, sabem outra coisa que me acontece bastante? Uma coisa na mesma toada da navegação on-line a esmo: por vezes estou assistindo à televisão e, ao mudar de canal, minha consciência parece me dizer: "Vai colocar naquele canal mesmo? Será que não tá passando aquele programa...? Você sabe, rapaz." Aí eu coloco, e muitas horas nem havia nada de mais, mas só o arrependimento por ter desobedecido a mim mesmo me deixa com remorso, e aquele gesto no controle remoto parece repercutir depois em termos de sonhos molhados. Olhe a dimensão do problema! Quando dou de cara com algo que não deveria ter visto (uma mulher bonita e elegantemente vestida, por exemplo, porque ainda bem que nunca cheguei a trombar com nada mais intenso), então, aí o estrago é praticamente certo, a ressaca segue comigo ao longo do dia e dificilmente escapo seco à noite.

Bem no contexto, não sei como não tive polução na última madrugada, após ter vivido algo do tipo ontem à tarde, quando mudei rapidamente de canal (e em tudo tenho de agir rápido) e me surgiu na tela uma imagem que prefiro não descrever, a qual é, por si só, mesmo fora de outros contextos, remetente a um devaneio meu; e depois, sem querer (ou não), retornei à emissora e percebi que se tratava de uma reportagem sobre, à luz daquela imagem, outro tópico que já me martirizou muito. Prefiro não detalhar o caso, bem como não quero mais, como devem saber, ficar recordando o passado. Só que tenho, sei que tenho, que tomar cuidado com essas coisas. Apenas quem sofre com a versão crônica de algo que deveria ser normal sabe o quanto sofre.

Já tentei assimilar minhas crises noturnas a fatores como falta de parceiras regulares, afinal de contas até hoje só transei com GPs e meu convívio com mulheres é bastante escasso aqui na cidade por problemas que já expliquei neste Diário, e não quero mais ter que sair com acompanhantes. Não faço sexo há um ano e meio e meu último contato corpo-a-corpo com garotas foi em meados de dezembro. Com os problemas devido à pandemia, lá sei eu quando terei (se é que terei, confesso que por vezes sou bastante pessimista) outra oportunidade de convivência com o sexo oposto. Apesar, por vezes também penso que no fundo não há nada a ver. Que este é só um dos elementos, e que a raiz realmente está lá na semente maldita plantada em março de 2006, cuja história, que já cheguei à demência de romantizar num conto (que obviamente destruí), não contarei, se já não a contei. O negócio é lutar mesmo. Lutar, com todo o brio e com estas coerentes armas mentais das quais sei que disponho.

Fiquem com Deus.

Fala Justiceiro, um bom dia. Parabéns por seguir firme em sua luta, mesmo com todas as dificuldades que aparecem. Um abraço e lhe desejo dias melhores.

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Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele lhes providenciará um escape, para que o possam suportar.
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em 27/4/2020, 18:59
Dante Auditore escreveu:
Olá Justiceiro, acho que seu nome aqui no fórum deveria ser o espartano do sertão, pois segundo o que você relata percebe-se que sua vida e sua situação contra esse vicio é uma constate luta árdua, acredito que você tenha muitos problemas os quais prefira não relatar por razões suas, eu te admiro bastante, tenho muito
a aprender com sua historia de vida e com sua maneira de encarar as coisas, desejo que você possa ter paz em sua mente atribulada algum dia, acredito que seu modo de vida é bem complicado e isso lhe cause sofrimento e angustia, no entanto, você é um cara bem guerreio, te desejo força e sucesso. Se você acredita em Deus, tenha fé nele, pois é a melhor coisa que podemos fazer nessa pandemia, fique em paz irmão.

Forte Abraço    

Caro Dante Auditore, antes de tudo obrigado.

Elogiam-me tanto por aqui que fico até sem jeito... Que é isso! Espartano certamente não, embora tenha me apegado a uma disciplina bastante rígida. Meu nick é uma homenagem às minhas origens nordestinas que tanto admiro, e com muito a ensinar. Considero-me nada mais que um sujeito comum tentando re-escrever uma história que um dia soou promissora e depois foi ao ralo (trocadilhos infames à parte) devido à pornografia. Alguém que por vezes faz coisas acreditando que não vou render, apenas para pedir desculpas a mim mesmo por quem um dia foi antes de ter alguma maior ambição.

De fato tenho sim uma porção de problemas e falar sobre eles seria complicado para mim em vários sentidos, porém é como digo, tenho aprendido a lidar como adulto. Afinal, a pornografia nos infantiliza, a própria Ciência já atestou isso. E segurar minha mente atribulada com efeito não é fácil, contudo é aquilo de novo, aprender a lidar. E creio já estar colhendo alguns frutos, felizmente.

E tenhamos fé em Deus sempre, meu caro. Após várias fases em termos religiosos (cheguei a ser ateu em 2008), percebi que sem Ele não somos absolutamente nada.

Forte abraço e fique em paz, parceiro de lutas.

RosseauStrong escreveu:Você está passando por uma guerra, Justiceiro. Creio que sua mente está dopada de neurotransmissores, pois passas-te muito tempo longe da PMO. É evidente que - qualquer gatilho - será estimulado pelo seu cérebro a procurar mais conteúdo, mesmo sem querer. Mas graças ao seu bloqueio mental consegue bloquear e se afastar rapidamente dessas fissuras pecaminosas, é por isso que te admiro, cara. 

No mais, meus reconhecimentos por resistir a essas tentações. Saiba que você tem todo meu apoio nesta comunidade.

Um forte abraço, boinador.

Sincero obrigado, Boinador.

De fato é uma guerra. Muitas vezes nem sei como me aguento sem sérios arroubos com esta mente turbulenta, é algo bem condizente com o que você diz. Foram anos de exposição diária e de fato hoje pago um preço alto, o qual venho saldando aos trancos e barrancos e aparentemente com algum sucesso.

Forte abraço e estou torcendo por você.

End escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Domingo deveras rendendo. Levantei-me e fui tocar atividades diversas para espairecer a mente e ter algum futuro. Também assisti a trechos de documentários musicais e um pouco de TV. Fiz companhia a meus pais, nestes dias tão difíceis, e presenciei meu genitor ter uma crise de choro ao assistir, pelo telefone celular (minha mãe e ele na sala acompanhando, pelo smartphone dela), a uma reportagem do Globo Rural! Só porque aparecia uma senhora fisicamente parecida com minha falecida avó. Fui consolá-lo e minha mãe, naquele comportamento costumeiro dela, veio contra mim, de modo que tive que me retirar para que a situação se apaziguasse.

Para piorar, eis depois a reprise da final da Copa do Mundo de Futebol de 1994... Maior símbolo de nostalgia da nossa família. Segundo meu pai, o melhor período de nossas vidas, lá em São Paulo. E é com razão que ele fala. Saudade, saudade, saudade. Dos bons tempos. Outro não é seu sentimento, até saí de perto após acompanhá-los um pouco (não sou fã de futebol, contudo fiz um pouco de companhia a eles na reprise daquela que é possivelmente a lembrança mais antiga da minha vida, aos 2 anos, brigando para não assistir à disputa de pênaltis...). Não sei como ele não chorou de novo.

E no mais, domingo razoável. Amanheci seco, apesar de continuar com a libido relativamente alta, tendo fortes ereções pela manhã e até acordando no meio da noite com as mesmas, por vezes tendo sonhos sugestivos e na última quarta-feira chegando a um orgasmo seco. Sim, sei que foi um. Tive a perfeita sensação de ejacular, acordando seco e com ereção fortíssima. Após muito ser indagado a respeito da questão, devo tratar dela agora, sendo que devo voltar ainda depois ao assunto.

Meu processo de combate às poluções noturnas é árduo, devem saber que decorre de um condicionamento mental espartano a que sou obrigado a submeter minha inquieta cabeça. Vai além daquilo de que a cada 15 dias o corpo precisa expelir esperma, de que ejaculações involuntárias são algo normal, só eu sei da seriedade do meu caso e agora tentarei simplificá-lo aqui para vocês, dado que é um negócio teoricamente mais complexo, com nuances que só eu devo compreender com perfeição.

Um exemplo da minha batalha está na minha descoberta de que não posso me sujeitar a conduzir, ao longo do dia, atividades que me davam "prazer bobo" em outros tempos, como navegar na Internet a esmo. Sempre que fico "passeando" por páginas, ainda que dotadas de algum valor intelectual, meu cérebro parece que armazena aquele mecanismo favorecedor de dopamina e de madrugada conecta-o com velhos pensamentos podres, sabem? Isso é um exemplo que já rastreei, e nem sei como, com essa agitação da minha cabeça, consegui trazê-lo a esta postagem. Outra coisa: não posso relaxar muito em nada, tenho que manter uma disciplina de estar sempre fazendo algo que ocupe meus pensamentos e nem pensar em ficar dando aquelas espreguiçadas, acho que me entende. Meu cérebro também interpreta isso como possibilidade de evocar instintos sexuais dentro de horas, quando estou dormindo.

Enfim, são os "elementos de investigação" de que me lembro por ora. Tudo isto, claro, aliado à consagrada disciplina de Rebooter. Quando me lembrar de outros, trarei a este espaço. Em tempo, sabem outra coisa que me acontece bastante? Uma coisa na mesma toada da navegação on-line a esmo: por vezes estou assistindo à televisão e, ao mudar de canal, minha consciência parece me dizer: "Vai colocar naquele canal mesmo? Será que não tá passando aquele programa...? Você sabe, rapaz." Aí eu coloco, e muitas horas nem havia nada de mais, mas só o arrependimento por ter desobedecido a mim mesmo me deixa com remorso, e aquele gesto no controle remoto parece repercutir depois em termos de sonhos molhados. Olhe a dimensão do problema! Quando dou de cara com algo que não deveria ter visto (uma mulher bonita e elegantemente vestida, por exemplo, porque ainda bem que nunca cheguei a trombar com nada mais intenso), então, aí o estrago é praticamente certo, a ressaca segue comigo ao longo do dia e dificilmente escapo seco à noite.

Bem no contexto, não sei como não tive polução na última madrugada, após ter vivido algo do tipo ontem à tarde, quando mudei rapidamente de canal (e em tudo tenho de agir rápido) e me surgiu na tela uma imagem que prefiro não descrever, a qual é, por si só, mesmo fora de outros contextos, remetente a um devaneio meu; e depois, sem querer (ou não), retornei à emissora e percebi que se tratava de uma reportagem sobre, à luz daquela imagem, outro tópico que já me martirizou muito. Prefiro não detalhar o caso, bem como não quero mais, como devem saber, ficar recordando o passado. Só que tenho, sei que tenho, que tomar cuidado com essas coisas. Apenas quem sofre com a versão crônica de algo que deveria ser normal sabe o quanto sofre.

Já tentei assimilar minhas crises noturnas a fatores como falta de parceiras regulares, afinal de contas até hoje só transei com GPs e meu convívio com mulheres é bastante escasso aqui na cidade por problemas que já expliquei neste Diário, e não quero mais ter que sair com acompanhantes. Não faço sexo há um ano e meio e meu último contato corpo-a-corpo com garotas foi em meados de dezembro. Com os problemas devido à pandemia, lá sei eu quando terei (se é que terei, confesso que por vezes sou bastante pessimista) outra oportunidade de convivência com o sexo oposto. Apesar, por vezes também penso que no fundo não há nada a ver. Que este é só um dos elementos, e que a raiz realmente está lá na semente maldita plantada em março de 2006, cuja história, que já cheguei à demência de romantizar num conto (que obviamente destruí), não contarei, se já não a contei. O negócio é lutar mesmo. Lutar, com todo o brio e com estas coerentes armas mentais das quais sei que disponho.

Fiquem com Deus.

Fala Justiceiro, um bom dia. Parabéns por seguir firme em sua luta, mesmo com todas as dificuldades que aparecem. Um abraço e lhe desejo dias melhores.

Salve, honrado End.

Sempre bom recebê-lo em meu Diário. Devo aparecer no seu novamente em breve. Muito obrigado pelo sempre providencial apoio.

Abraço e votos de força na luta.

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em 27/4/2020, 19:00
Segunda-feira agitada. Tarefas a cumprir por toda parte, planejamentos disto e daquilo, vou levando meus dias na busca pela plenitude.

Continuo com a libido em alta, pelo menos à noite. Durante o dia, alguma lembrança aqui ou ali. Além de fortes ereções durante a madrugada e ao me levantar, na última abortei uma polução noturna que parecia certa. Consegui acordar antes de ejacular, tendo ereção feroz e me esforçando bastante, após um sonho em que era abraçado à força por mulheres velhas e sem grandes atrativos físicos ou comportamentais, sonho historicamente recorrente em minha vida. Em outra ocasião devo detalhar uma minha teoria a respeito. O que detalho por ora é que descobri que não posso ficar expondo muito meus sonhos (e na última noite mesmo tive outros sugestivos), ou minha cabeça entra naquela de "acumular o saldo" para descontar em poluções noturnas, conforme andei "tentando" explicar na última postagem.

Fora isso, minha rua está uma zorra. Tenho até dó, porém devo falar. Meus pais não aguentam mais e eu também estou me sentindo deveras incomodado, tentando relevar. Adivinhem: um daqueles efeitos da quarentena. Subitamente, criançada fazendo barulho por toda parte. Dia e noite, o tempo todo lá está um(a) ou outro(a) de bicicleta para cima e para baixo, sempre falando alto e com a panelinha festejando. Coitados, não têm culpa. Mas que é irritante, é. Estou aprendendo a relevar. Para piorar, tenho uma teoria pelo fato de ver mais crianças do que aparentemente a rua possui: "excursões para a casa da avó". Como aqui é cidade pequena, e muita gente tem fugido para as tais por causa da pandemia (casa dos pais ou algo do tipo), essa multiplicação de crianças deve ter a ver. Muitos desses pequenos devem ser "primos da capital", que vieram com os pais para a casa da avó, só aumentando o desassossego daqueles mal-preparados. Ainda bem que estou com sangue para aguentar, a despeito do incômodo. O que me dói mesmo é ver o desconforto do meu pai... Que hoje passou por mais alguns apuros e fica ouvindo umas músicas impactantes, numa tristeza só, para ver se consegue enxergar com mais esperança e vontade a tempestade pela qual o mundo passa. E as dele.

Fiquemos em casa o quanto pudermos.

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em 28/4/2020, 17:56
Olá magnificentíssimo Justiceiro do Sertão !!!

Essa parada de fantasias e poluções noturnas é complicada, eu comecei a me alimentar melhor/menos e beber muita água, isso tem me ajudado bastante, acho que beber muita água não é muito recomendado, mas sei lá, quando eu quero urinar eu simplesmente não consigo fantasiar, é bem desconfortável haha

Essa parada de bagunça na rua eu sei como é, eu sou alguém que precisa de um ambiente tranquilo e silencioso para me concentrar em minhas tarefas, porém onde eu moro não muito isso, já pensei que fosse enlouquecer com tanto barulho e estresse. Mudo de cômodo, boto músicas para tocar, comprei um tampão de ouvido e venho levando a vida. O pior é que não podemos reclamar por medo de represálias. Sei como é meu caro, sei como é.

Grande abraço !

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em 28/4/2020, 18:56
Saudações, caríssimo Peter Parker!

Obrigado como sempre pelas palavras de apoio. Estou me precavendo o quanto posso acerca das poluções noturnas, já que as fantasias estão teoricamente sob controle. Também bebo bastante água, sabe? Algo que ajuda em tudo na nossa saúde, não apenas no bem-estar mental. E brincadeiras à parte, já havia feito o teste há um tempo: é mesmo bem incômodo ficar excitado enquanto se urina!... O que só mostra que nosso pênis, que é um músculo, não aguenta tamanha sobrecarga de tarefas relativamente pesadas (excitação sexual, então, é uma das forças mais violentas que existem, bem sabemos disso.)

Quanto à barulheira na minha rua, sabe que aqui não era assim? Como disse, é um efeito colateral da pandemia. Aqui é cidade do interior, e parece que, a reboque do que anda acontecendo, os "parentes de São Paulo" estão fugindo todos para cá! Não sei de onde sai tanta criança... Mas estou me aguentando como posso, apesar do desconforto.

E grande abraço!

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em 28/4/2020, 20:36
Fala Justiceiro boa noite. Parabéns por seguir firme em sua luta, e sobre a criançada fazer barulho na vizinhança sei bem como é, e como eu disse em meu diário, haja paciência. Mas enfim, sucesso em sua jornada. Tmj e um abraço.

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em 29/4/2020, 08:13
Está fazendo um Reboot de qualidade, Justiceiro. 

Em relação a mulecada fazendo barulho, é só manter a cabeça fixe, mestre.

Quase todos os dias tem barulho aqui na vizinhança e consigo estudar tranquilamente. 

Um forte abraço, guerreiro. Estamos juntos nessa batalha!
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